Geral
Operação na Praia do Paquetá orienta sobre protocolos e evita aglomerações

A Guarda Municipal de Canoas, a Brigada Militar e a Diretoria de Trânsito da Prefeitura realizaram uma operação integrada na Praia de Paquetá neste domingo, 17, com o objetivo de assegurar o cumprimento dos protocolos sanitários de prevenção à Covid-19 no município.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de Canoas, o reforço na fiscalização e na orientação aos canoenses se deve ao aumento significativo da circulação de pessoas no local, o que tem causado aglomerações, principalmente nos finais de semana.
De acordo com o responsável pela Guarda Municipal na operação, Carlos Ademir Fagundes, 68 veículos foram abordados, um deles foi recolhido e 86 pessoas foram orientadas. A cada meia hora, também houve ronda nos estabelecimentos comerciais.
“Dia de paz”
De acordo com a nota divulgada pelo Escritório de Comunicação da Prefeitura, os moradores da Praia de Paquetá, comemoraram a operação integrada: “Hoje teremos um dia de paz”, celebrou Erli Correia Lacerda, que mora no local há 15 anos.
Ainda, a moradora Marlene Eanosqi comento que muitas pessoas que frequentam a Praia de Paquetá não respeitam as regras de distanciamento social. “Para quem vive aqui, é difícil ver as aglomerações e o desrespeito que muitos têm. A pandemia ainda não acabou né, precisamos nos preservar ainda e cuidar dos espaços públicos, afirma.
O casal Paulo Silva de Oliveira e Sandra Correia Lacerda também comemorou a operação. Para eles, é fundamental que as pessoas sigam as regras para que o comércio do local não precise fechar. “No último domingo tinha muita gente aqui na prainha. Temos medo de que daqui a pouco o comércio tenha que fechar de novo por causa do aumento dos casos de coronavírus. As pessoas aqui dependem do comércio local, por isso temos que seguir as regras”, destaca Paulo.
Geral
Prazo para resgatar R$ 17 mil em prêmios da Nota Fiscal Gaúcha termina na próxima semana

Os participantes do Programa Nota Fiscal Gaúcha (NFG) têm até 5 de setembro para resgatar os valores premiados no sorteio mensal nº 164, realizado em maio. Após o prazo, os prêmios expiram e não poderão mais ser solicitados.
Ao todo, cerca de R$ 17 mil ainda estão pendentes de resgate. De acordo com as regras do programa, os ganhadores têm 90 dias, contados a partir da homologação do resultado, para solicitar o pagamento.
Para verificar se há algum valor disponível, o participante deve acessar o site ou o aplicativo do NFG, fazer login com a conta gov.br e consultar a aba “Meus prêmios”.
O pagamento pode ser solicitado para uma conta do Banrisul ou para outras instituições financeiras por meio de Pix, desde que a chave cadastrada seja o CPF.
O dinheiro não é depositado imediatamente após a solicitação. No entanto, depois que o pedido de resgate é realizado dentro do prazo, o repasse do valor fica garantido.
Policial
Facção de Porto Alegre é alvo de operação com mais de 150 mandados em cinco Estados

A Polícia Civil cumpre, nesta quarta-feira, 26, 33 mandados de prisão preventiva e 121 de busca e apreensão contra integrantes da maior facção criminosa de Porto Alegre. A operação mobiliza cerca de 480 policiais e ocorre simultaneamente no Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás, Tocantins e Santa Catarina.
No Rio Grande do Sul, as ordens judiciais são cumpridas em Porto Alegre, Gravataí, Alvorada, Viamão, Charqueadas e Novo Hamburgo. A investigação é conduzida pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e começou há um ano e três meses. Segundo a apuração, o grupo possui ramificações em outros Estados e conexões com o Paraguai.
A investigação aponta o envolvimento da organização em crimes como tráfico de drogas e armas, homicídios, clonagem de veículos, aliciamento de menores e lavagem de dinheiro.
“Nós temos uma organização criminosa já há bastante tempo enraizada em território gaúcho, com conexões interestaduais, inclusive transnacionais, principalmente com o Paraguai, com o tráfico de armas, munições e explosivos sob encomenda, a clonagem de veículos sob encomenda, o tráfico de entorpecentes, a constituição e o financiamento de organização criminosa armada, o aliciamento de menores e, paralelamente, dois grandes núcleos de lavagem de capitais.” analisa a delegada Fernanda Amorim, da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado, do Deic.
Entre os alvos dos mandados de prisão, 13 já estão no sistema prisional. Estão nessa lista Luís Fernando da Silva Soares Júnior, de 38 anos, conhecido como Júnior Perneta, que está no sistema penitenciário federal, e Cristian dos Santos Ferreira, o “Nego Cris”. Os dois recebem novos mandados nesta quarta-feira.
A operação também prevê o bloqueio de aproximadamente R$ 6 milhões e o sequestro de bens móveis e imóveis em Porto Alegre. Segundo a investigação, as medidas têm como objetivo atingir o patrimônio utilizado pela organização.
“Teremos uma grande quantia em dinheiro a ser bloqueada, nós temos o sequestro de bens móveis e imóveis visando a asfixia financeira desta facção que é considerada a mais violenta do Estado.” afirma a delegada.
Conforme a investigação, a lavagem de dinheiro ocorria por diferentes meios. Um deles envolvia uma empresa apontada como de fachada, utilizada para administrar a cantina da Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc).
A apuração também identificou suspeitas de homicídios praticados com armas de grosso calibre, além de tráfico de drogas, armas e munições. Entre os crimes investigados estão ainda os arremessos de objetos por drones em penitenciárias.
“Nós temos históricos de homicídios praticados com armamento de grosso calibre, como fuzis metralhadoras, inclusive sendo negociados vindos do Paraguai. Estamos falando de uma organização criminosa com diversas camadas: homicídios, tráfico de entorpecentes, tráfico de armas e munições. Estamos visando o atingimento de ponta a ponta das lideranças que continuam comandando, inclusive outros delitos como os arremessos de drones em penitenciárias, quando segregados em unidades prisionais.” explica a delegada.
Geral
Exame toxicológico entra na lista de exigências para primeira habilitação nas categorias A e B no RS

A partir de 1º de setembro, candidatos à primeira habilitação no Rio Grande do Sul deverão realizar exame toxicológico para obter a Permissão para Dirigir (PPD). A exigência vale para quem iniciar formalmente o processo de habilitação no Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul (DetranRS), por meio de um Centro de Formação de Condutores (CFC), a partir dessa data.
A medida, prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), passa a alcançar também os candidatos às categorias A e B, destinadas à condução de motocicletas e automóveis. O exame já é exigido de condutores profissionais das categorias C, D e E em exames periódicos.
A nova regra tem como base a Lei 15.153, de 2025, que acrescentou os parágrafos 10 e 11 ao artigo 148-A do CTB. A legislação determina a apresentação de resultado negativo em exame toxicológico como condição para a obtenção da primeira habilitação nas categorias A e B.
O teste deverá ser realizado em laboratório credenciado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e poderá ser feito em qualquer etapa do processo de habilitação. A relação dos laboratórios autorizados está disponível no site da Senatran.
A Permissão para Dirigir somente será emitida após o laboratório registrar no sistema o resultado negativo do exame toxicológico do candidato.

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