Conecte-se conosco

header-top







 

12/01/2026
 

Política

Jairo e Busato têm embates fortes em dois debates eleitorais

Redação

Publicado

em

A semana final do segundo turno das eleições para Prefeito de Canoas foi marcada por dois debates em emissoras de rádio. Na segunda-feira, 23, os candidatos Busato (PTB) e Jairo Jorge (PSD) se enfrentaram na Rádio Guaíba. Já na quarta-feira, 25, foi a vez dos candidatos terem seu embate na Rádio ABC. Um terceiro debate, este organizado pelo portal de Notícias G1, estava marcado para quinta-feira, 26, mas precisou ser cancelado devido ao candidato Busato ter testado positivo para infecção pelo novo coronavírus.

Em ambos os debates o tom subiu entre os dois oponentes. Busato expôs dados e documentos relativos a processos nos quais Jairo é réu. Dentre estes processos, Busato ressaltou que existem três na esfera criminal, nos quais Jairo responde como réu, sendo investigado pelo Núcleo de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal (MPF). O candidato do PTB, nos dois debates, afirmou que o MPF pediu a prisão de Jairo Jorge, com pena mínima de 5 anos no processo criminal que é motivado pela contratação da empresa GSH para gerir o teleagendamento da saúde. No entendimento do MPF o contrato teria gerado um prejuízo de R$ 30 milhões aos cofres municipais na área da saúde.

Polêmicas

Por outro lado, Jairo se defendeu, afirmando que vai provar na justiça sua inocência. O candidato do PSD disse ainda que outras prefeituras utilizaram a mesma tecnologia e formato na mesma época. O ex-prefeito em vários momentos deixou de responder questionamentos a respeito dos processos nos quais é réu, utilizando a estratégia de se dirigir ao ouvinte e dizer que está sofrendo ataques. No entanto, esta estratégia não impediu Busato de trazer à tona outros processos do ex-prefeito.

Dentre os processos citados nos debates, está a ação no qual Jairo foi condenado a reembolsar R$ 750 mil ao município por conta de irregularidades na merenda escolar. Ao ser questionado sobre o tema por Busato, Jairo afirmou também que a condenação em primeira instância será revertida na segunda instância.

Mobilidade urbana

Quando os debates entraram para a questão da mobilidade urbana, mas uma vez o clima esquentou e os candidatos se enfrentaram diretamente. Jairo Jorge afirmou que ainda pretende instalar o aeromóvel na cidade, através de uma parceria público-privada. Busato, por outro lado, afirmou que o sistema não é apropriado para a realidade de Canoas.

Segurança

Na segurança pública, mais embate. Busato questionou os gastos de mais de R$ 160 mil que o ex-prefeito tinha mensalmente com segurança pessoal. Jairo argumentou que quando assumiu a Prefeitura a cidade era muito perigosa e que, por isso, sofreu ameaças, o que, de acordo com ele, justificaria o valor investido.

Saúde

Da mesma forma, mais embate na área da Saúde. Jairo, que vinha afirmando que Busato fechou a UPA do Idoso, admitiu que a unidade foi transferida para o Centro, e embasou sua crítica no fato dela ter se tornado uma Clínica de Saúde do Idoso e não mais apenas pronto-atendimento. Mais uma vez, Busato rebateu, dizendo que UPA era apenas um nome dado pela gestão de Jairo, uma vez que, de acordo com o governo federal, UPAs são unidades que funcionam 24 horas, o que nunca foi o caso daquela. Ambos se atacaram, afirmando que durante o governo do oponente faltavam medicamentos na farmácia municipal.

Continuar a ler
Clique em Comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Presidente Lula veta projeto que reduziria punição aos envolvidos no ato de 8 de janeiro

Redação

Publicado

em

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente, nesta quinta-feira, 8, o Projeto de Lei nº 2.162/2023, conhecido como PL da Dosimetria. A proposta havia sido aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro e previa mudanças no cálculo das penas aplicadas a crimes contra o Estado Democrático de Direito, incluindo a tentativa de golpe de Estado.

O veto foi anunciado durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em referência aos três anos dos ataques de 8 de janeiro, quando apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro invadiram as sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF), em protesto contra o resultado das eleições de 2022.

Durante o evento, Lula afirmou que os condenados pelos atos antidemocráticos tiveram direito à ampla defesa e foram julgados com base em provas. Segundo o presidente, as decisões judiciais seguiram critérios legais e foram conduzidas com transparência.

Lula também destacou a atuação do Supremo Tribunal Federal no julgamento dos envolvidos. De acordo com ele, a Corte agiu dentro dos limites da lei e manteve sua independência diante de pressões externas.

Ao encerrar o discurso, o presidente citou o filósofo George Santayana, ressaltando a importância de preservar a memória histórica para evitar a repetição de episódios que atentem contra a democracia. Lula afirmou ainda que o país rejeita qualquer forma de ditadura, seja civil ou militar, e defendeu a democracia como expressão da vontade popular.

Com o veto presidencial, o projeto retorna ao Congresso Nacional, que poderá analisar a decisão e decidir pela manutenção ou derrubada do veto.

Entenda o projeto

O PL da Dosimetria propunha alterações na forma de cálculo das penas para os crimes de tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado. Pelo texto, quando os dois crimes fossem cometidos no mesmo contexto, seria aplicada apenas a pena mais grave, em vez da soma das penalidades.

A proposta também previa a redução dos tempos mínimos para progressão de regime, do fechado para o semiaberto ou aberto. As mudanças poderiam beneficiar pessoas condenadas pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-integrantes do alto escalão do governo anterior, como Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga Netto e Augusto Heleno.

Continuar a ler

Política

Felipe Martini assume como secretário adjunto de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do RS

Redação

Publicado

em

O advogado e gestor público Luís Felipe Mahfuz Martini foi nomeado secretário de Estado de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos Adjunto do Rio Grande do Sul. Atual presidente municipal do Podemos em Canoas, ele passa a integrar a equipe do governo estadual em uma área considerada estratégica da administração pública.

A nomeação marca o retorno de Canoas à estrutura do governo estadual, com representação em uma secretaria de Estado, fato que não ocorria há décadas. Martini está entre os poucos canoenses a assumir um cargo de primeiro escalão no Executivo estadual.

Com trajetória ligada à gestão pública, Martini já atuou em diferentes áreas, tanto no âmbito municipal quanto estadual, com foco em políticas públicas, governança e atendimento direto à população.

Entre os cargos ocupados, foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Canoas em 2017, diretor executivo do Procon RS em 2019, secretário municipal de Governança e Enfrentamento à Pandemia em 2021 e secretário municipal de Saúde em 2023.

“É uma honra assumir essa missão e integrar o governo do Estado em uma área tão relevante. Agradeço ao governador pela confiança e ao Podemos pela oportunidade de seguir contribuindo com politicas publicas que promovam justiça, cidadania e direitos humanos”, afirmou.

Continuar a ler

Política

Thiago Moyses deixa a Secretaria de Mobilidade Urbana de Canoas e Marcos Junior Melchior assume o cargo

Redação

Publicado

em

O Prefeito de Canoas, Airton Souza, em suas redes sociais na manhã desta segunda-feira, 5, anunciou que o secretário de Mobilidade Urbana de Canoas, Thiago Moyses, deixou o cargo. A exoneração foi publicada no Diário Oficial do Município ainda nesta segunda-feira.
Segundo o secretário, está deixando o cargo para novos desafios profissionais e cuidar de sua saúde.

“Minha saída tem dois motivos claros: cuidar da saúde e retomar a advocacia, profissão que moldou quem eu sou. Encerro esse ciclo com a certeza do dever cumprido. Foi trabalho de verdade, daqueles que não apresentam só números, mas que deixam a semente plantada para o futuro.”

No lugar de Moyses, assume o cargo Marcos Junior Melchior, que atuava como assessor do gabinete do prefeito.

Continuar a ler
publicidade
festivalSicrediGraduação Lasalle

Destaques