Geral
Mais de três mil estabelecimentos foram fiscalizados durante a pandemia

Somente entre os meses de março e julho deste ano, foram efetuadas 3.164 fiscalizações, 347 notificações e 30 interdições em estabelecimentos de todos os bairros de Canoas com o objetivo de garantir o cumprimento das medidas decretadas para combate à pandemia do novo coronavírus.
Monitoramento
O monitoramento é realizado de forma integrada entre as secretarias municipais de Desenvolvimento Econômico (SMDE), da Saúde (SMS), da Segurança Pública e Cidadania (SMSPC), de Meio Ambiente (SMMA) e de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SMDUH).
O titular da SMSPC e um dos coordenadores do Grupo Integrado de Fiscalização (GIF), Alberto Rocha, ressalta que as fiscalizações funcionam de modo semelhante às Operações Integradas, implementadas há mais de três anos na cidade. “Na mesma linha das já concretizadas operações, contamos com o apoio da Guarda Municipal, Brigada Militar e Polícia Civil que fazem rondas nos diversos quadrantes e atendem as denúncias dos moradores de Canoas para identificar e punir os comerciantes que não estejam cumprindo as determinações do executivo”, afirma.
Prefeito reforça cuidado
Segundo o prefeito de Canoas, Luiz Carlos Busato, a população canoense tem demonstrado cada vez mais ciência da gravidade que é a pandemia e colaboração no cumprimento das medidas se faz essencial para que não haja maiores limitações no município. “O comércio local aos poucos colhe os frutos das providências tomadas desde a chegada do novo coronavírus, mas precisa continuar fazendo a sua parte para que possamos retomar a regularidade das nossas vidas o mais breve possível”, explica.
Denúncias
Para denunciar, os canoenses devem ligar para os seguintes telefones: 153, 0800.5101234 e (51) 3425.7681. A vigilância sanitária pode ainda ser acionada através do e-mail vigilancia.saude@canoas.rs.gov.br.
Policial
Homem é morto a tiros no bairro Mato Grande, em Canoas

Um homem foi morto a tiros na noite deste domingo, 30, no bairro Mato Grande, em Canoas, na Região Metropolitana. O crime ocorreu por volta das 20h.
Conforme a Brigada Militar, a vítima estava na Rua Roberto Francisco Behrens, nas proximidades da entrada de um supermercado. O homem estava dentro de um carro preto.
A identidade da vítima ainda não foi divulgada. Também não há informações sobre a motivação do crime.
Até o momento, ninguém foi preso. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Policial
Agência da Caixa é arrombada durante a madrugada em Canoas; duas armas são levadas

Uma agência da Caixa Econômica Federal foi arrombada na madrugada desta segunda-feira, 31, na Avenida Santos Ferreira, no bairro Nossa Senhora das Graças, em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Conforme a Polícia Federal, duas armas de fogo foram levadas do local.
A Brigada Militar foi acionada por volta das 3h. Quando os policiais chegaram à agência, não havia mais ninguém no interior da unidade.
Durante a ação, vidros internos e da porta de entrada foram quebrados. Uma perícia realizada pela Polícia Federal não identificou, até o momento, indícios de que dinheiro tenha sido levado da agência.
O local permanece isolado para a realização dos trabalhos da Polícia Federal. Até o momento, não há informações sobre mudanças no atendimento da unidade.
Policial
Tia de menina de 4 anos morta após agressão é presa por suspeita de omissão em Porto Alegre

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira, 27, na zona Sul de Porto Alegre, Beatriz Eduarda Costa Ramiro, de 22 anos, tia de Samylle Valentina Borba Ramiro, de quatro anos. A menina morreu após ser agredida pelo tio, Nicolas Gabriel Almeida Staubuss, também de 22 anos, que está preso desde 20 de agosto.
Beatriz teve a prisão preventiva decretada e, segundo a investigação, também é responsabilizada pela morte da sobrinha por ter se omitido diante das agressões. Ela deverá responder por homicídio qualificado.
De acordo com a delegada Alice Fernandes, responsável pelo caso, a agressão ocorreu no dia 16 de agosto. Beatriz teria aguardado cerca de três horas antes de levar a menina para atendimento médico. Quando chegaram à UPA Bom Jesus, Samylle já estava morta.
Segundo a polícia, a omissão teria contribuído para o resultado morte. A investigação aponta que Beatriz, na condição de responsável pela criança, teria deixado de buscar socorro em tempo hábil.
Nicolas, companheiro de Beatriz, confessou ter agredido a menina. Em depoimento, afirmou que teria dado apenas palmadas na criança após ela fazer cocô nas calças.
Laudos preliminares do Instituto-Geral de Perícias (IGP) apontaram que Samylle morreu em decorrência de politraumatismo. Conforme a polícia, ainda não é possível determinar se todas as lesões identificadas foram provocadas por agressões ou se tiveram outras causas. A hipótese de violência sexual foi descartada.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito nos próximos dias.

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