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15/01/2026
 

Política

Simone Sabin fala sobre pré-candidatura à Prefeitura

Redação

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A advogada e empresária Simone Sabin confirmou em dezembro sua candidatura à Prefeitura de Canoas pelo Patriota. A canoense é presidente municipal do partido e do Patriota Mulher do Rio Grande do Sul.

Trajetória

Sem nunca ter concorrido para algum cargo político, Simone Sabin tem um currículo vasto com formações acadêmicas em Economia, Matemática e Direito e experiências desde os seus 17 anos de idade como telefonista no banco, o mesmo em que, anos depois, foi diretora.
A decisão de concorrer como prefeita de Canoas, segundo Simone, veio agora, pois ela acredita que “depois de nos realizarmos pessoalmente e profissionalmente, é natural querermos servir e colaborar ativamente para com o nosso entorno”. “Promover a evolução da sociedade em que se vive parece ser um dever de todo cidadão e com certeza um desfio, que tomo como sendo meu”, concluiu a pré-candidata.

Mudança de partido

Em dezembro do ano passado, a pré-candidata confirmou, durante em um encontro do partido Patriota, que concorreria pela sigla na eleição de outubro. Simone era filiada ao PSL e participou da campanha eleitoral do presidente da República, Jair Bolsonaro, e de um candidato a deputado estadual.
Segundo Simone, as razões que a levaram a sair do PSL foram um profundo descontentamento com o que estava acontecendo dentro do partido e uma não identificação dela com alguns dos dirigentes empossados. “Alguns comportamentos e ideias não combinavam nem comigo e nem com muitos que lutam por uma mudança na política”, afirmou.

Ideias para Canoas

O principal ideal que Simone e o partido Patriota querem trazer para Canoas é a política para todos. “Não pretendemos atingir um ou outro segmento, mas todas as fatias da população canoense”, enfatizou.
Outro valor que a pré-candidata destacou ao ser questionada sobre os ideias do partido, que ela quer trazer para a Canoas, foi a correção de caráter, que segundo Simone é agir conforme o que é correto, direito e sob a forma das leis. “Quero trazer tudo o que agrega valor e sirva como exemplo para os nossos jovens que integram nossa sociedade e que se fazem presentes também dentro do partido, e que, sem sombra de dúvida, irão construir o nosso amanhã”, confirmou Sabin.

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Política

Presidente Lula veta projeto que reduziria punição aos envolvidos no ato de 8 de janeiro

Redação

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente, nesta quinta-feira, 8, o Projeto de Lei nº 2.162/2023, conhecido como PL da Dosimetria. A proposta havia sido aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro e previa mudanças no cálculo das penas aplicadas a crimes contra o Estado Democrático de Direito, incluindo a tentativa de golpe de Estado.

O veto foi anunciado durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em referência aos três anos dos ataques de 8 de janeiro, quando apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro invadiram as sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF), em protesto contra o resultado das eleições de 2022.

Durante o evento, Lula afirmou que os condenados pelos atos antidemocráticos tiveram direito à ampla defesa e foram julgados com base em provas. Segundo o presidente, as decisões judiciais seguiram critérios legais e foram conduzidas com transparência.

Lula também destacou a atuação do Supremo Tribunal Federal no julgamento dos envolvidos. De acordo com ele, a Corte agiu dentro dos limites da lei e manteve sua independência diante de pressões externas.

Ao encerrar o discurso, o presidente citou o filósofo George Santayana, ressaltando a importância de preservar a memória histórica para evitar a repetição de episódios que atentem contra a democracia. Lula afirmou ainda que o país rejeita qualquer forma de ditadura, seja civil ou militar, e defendeu a democracia como expressão da vontade popular.

Com o veto presidencial, o projeto retorna ao Congresso Nacional, que poderá analisar a decisão e decidir pela manutenção ou derrubada do veto.

Entenda o projeto

O PL da Dosimetria propunha alterações na forma de cálculo das penas para os crimes de tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado. Pelo texto, quando os dois crimes fossem cometidos no mesmo contexto, seria aplicada apenas a pena mais grave, em vez da soma das penalidades.

A proposta também previa a redução dos tempos mínimos para progressão de regime, do fechado para o semiaberto ou aberto. As mudanças poderiam beneficiar pessoas condenadas pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-integrantes do alto escalão do governo anterior, como Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga Netto e Augusto Heleno.

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Política

Felipe Martini assume como secretário adjunto de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do RS

Redação

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O advogado e gestor público Luís Felipe Mahfuz Martini foi nomeado secretário de Estado de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos Adjunto do Rio Grande do Sul. Atual presidente municipal do Podemos em Canoas, ele passa a integrar a equipe do governo estadual em uma área considerada estratégica da administração pública.

A nomeação marca o retorno de Canoas à estrutura do governo estadual, com representação em uma secretaria de Estado, fato que não ocorria há décadas. Martini está entre os poucos canoenses a assumir um cargo de primeiro escalão no Executivo estadual.

Com trajetória ligada à gestão pública, Martini já atuou em diferentes áreas, tanto no âmbito municipal quanto estadual, com foco em políticas públicas, governança e atendimento direto à população.

Entre os cargos ocupados, foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Canoas em 2017, diretor executivo do Procon RS em 2019, secretário municipal de Governança e Enfrentamento à Pandemia em 2021 e secretário municipal de Saúde em 2023.

“É uma honra assumir essa missão e integrar o governo do Estado em uma área tão relevante. Agradeço ao governador pela confiança e ao Podemos pela oportunidade de seguir contribuindo com politicas publicas que promovam justiça, cidadania e direitos humanos”, afirmou.

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Política

Thiago Moyses deixa a Secretaria de Mobilidade Urbana de Canoas e Marcos Junior Melchior assume o cargo

Redação

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O Prefeito de Canoas, Airton Souza, em suas redes sociais na manhã desta segunda-feira, 5, anunciou que o secretário de Mobilidade Urbana de Canoas, Thiago Moyses, deixou o cargo. A exoneração foi publicada no Diário Oficial do Município ainda nesta segunda-feira.
Segundo o secretário, está deixando o cargo para novos desafios profissionais e cuidar de sua saúde.

“Minha saída tem dois motivos claros: cuidar da saúde e retomar a advocacia, profissão que moldou quem eu sou. Encerro esse ciclo com a certeza do dever cumprido. Foi trabalho de verdade, daqueles que não apresentam só números, mas que deixam a semente plantada para o futuro.”

No lugar de Moyses, assume o cargo Marcos Junior Melchior, que atuava como assessor do gabinete do prefeito.

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