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21/02/2024
 

Cultura

Cidade recebe a primeira edição do Canoas Beer Festival

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festival ceva artesanalA primeira edição do Canoas Beer Festival acontece dia 10 de junho, sábado, no novo espaço do Parque Municipal Getúlio Vargas (Capão do Corvo). O festival contará com 12 cervejarias do Estado, cinco food trucks, três shows e diversas outras atrações. O evento ocorre das 13 às 21 horas, com entrada gratuita. Organizado pela produtora Matinê Cervejeira, responsável por grandes projetos como o Ceva no Total, o Canoas Beer Festival pretende difundir e propagar a cultura e a informação sobre a cerveja artesanal, além de criar uma nova experiência de lazer e entretenimento na agenda da cidade.

Marcas premiadas como Tupiniquim, Heilige, Baldhead e Solerun confirmaram presença. As canoenses Al Capone e Old Captain também fazem parte do crew cervejeiro. De acordo com Diego Masiero, da Matinê Cervejeira, o grande objetivo é ampliar a discussão e conhecimento sobre a cerveja artesanal:  “Existem mais de 130 estilos de cervejas, com sabores distintos e acentuados de acordo com os ingredientes e a forma como é produzida. Nossa intenção é criar a oportunidade de cada vez mais pessoas se aproximarem desta cultura da cerveja artesanal”, comenta.

Os shows do Canoas Beer Festival ficam por conta da porto-alegrense Vera Loca e de seu já famoso rock, o folk do Cartas na Rua e o reggae da banda canoense Rudboyz.

Outras atrações também esperam pelos visitantes, como o Beer Pong, jogo cervejeiro que premiará o grande vencedor do dia com kits das cervejarias participantes. Food trucks estarão presentes no evento promovendo muitas experiências gastronômicas. A entrada é gratuita e a programação conta ainda com DJs para animar o público durante as 8 horas de evento.

Line up cervejeiro

Cervejaria Hunsrück | Cervejaria Baldhead | Cervejaria Tupiniquim | Cervejaria FIL | Blauth Bier Cervejaria Artesanal | Cervejaria Heilige | Barba Cervejaria | Old Captain Cerveja Artesanal | Al Capone Cerveja Artesanal | Cervejaria Solerun | AlceBier | Cervejaria Schmitt.

Food trucks:

Confraria Kero Food Truck
Buenas Beer Fun Food
Du Cheff Street Food
Pizzinha Truck

ceva artesanal

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Cultura

Biblioteca Pública inaugura exposição “Gatos nas Letras”

Redação

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Os frequentadores da Biblioteca Pública João Palmo da Silva (Rua Ipiranga, nº 105), podem acompanhar a exposição “Gatos nas Letras”, que apresenta 19 obras que tem esses bichos de estimação como tema.

A mostra segue até dia 1º de março. Segundo a bibliotecária Andréia Knob, os livros estão disponíveis para leitura e empréstimo. Entre os títulos estão “O gato malhado e a senhora Sinhá”, de Jorge Amado, “Garfield”, de Jim Davis, e “Bob, um gato fora do normal”, de James Bowen.

Escritores e seus gatos

É antiga a relação de grandes escritores com esses animais domésticos, sendo que alguns deles dedicaram obras inteiras aos felinos. De Julio Cortázar a Ernest Hemingway, de Ferreira Gullar a Carlos Drummond de Andrade. Jorge Luís Borges, Ezra Pound, Truman Capote, Tchecov, Yeats e Lewis Carroll também viveram cercados por eles. Mestre das histórias de mistério e suspense, Edgar Allan Poe utilizou-os como personagens de seus contos. T. S. Elliot escreveu um livro sobre os gatos.

A Biblioteca fica no térreo da Secretaria da Cultura, na Rua Ipiranga, 105, Centro. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.

Documentos para o cadastro:

  • Identidade com foto
  • Comprovante de residência atual no próprio nome ou dos pais (se o endereço estiver no nome de terceiros, é preciso apresentar declaração).
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Cultura

Museu Hugo Simões Lagranha apresenta exposição de obras de apenados LGBTQIAP+ na quarta-feira

Redação

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Museu Hugo Simões Lagranha apresenta exposição de obras de apenados LGBTQIAP+ na quarta-feira

Obras que retratam o inconsciente e as emoções de 12 apenados LGBTQIAP+ do Complexo Prisional de Canoas (Pecan) estarão disponíveis para o público a partir de quarta-feira, 21.

A exposição ‘Expressionismo na Pintura e na Vida’ será inaugurada às 19h, no Museu Hugo Simões Lagranha, na Casa dos Rosa. A mostra, apoiada pela Prefeitura, por meio da Secretaria da Cultura, ficará até o dia 3 de março no espaço.

Obras

As 18 telas, inspiradas no movimento artístico Expressionista, foram elaboradas a partir de oficinas de arte em conjunto à terapia com os apenados. O projeto, entre o artista plástico Aloizio Pedersen e a psicóloga Maristela Mostardeiro, trabalhou a autoestima do grupo, reestabelecendo a autoconfiança entre eles.

As aulas foram ministradas entre outubro de 2023 e janeiro deste ano e contaram com o apoio das empresas Colméia Containers e Pioneira Indústria Textil.

O secretário de Cultura, DJ Cabeção, salientou que apoiar essa mostra, por meio de um projeto tão importante de ressignificação de vida aos apenados, é também um ato de cidadania para a sociedade.

“Toda ressocialização é digna de respeito, principalmente em um sistema em que a maioria não se ressocializa. Estarem engajados com a arte e na evolução pessoal, é apresentar uma forma de liberdade para essas 12 pessoas também”, completou.

As obras poderão ser conferidas de terças às sextas-feiras, das 10h às 17h e aos sábados e domingos, das 14h às 18h. O Museu Hugo Simões Lagranha está localizado na avenida Victor Barreto, 2186, Centro.

 

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Cultura

CARNAVAL RIO: Viradouro e Portela se destacam na segunda noite do grupo especial

Redação

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Viradouro - Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Por Daniela Uequed e Douglas Angeli

A Unidos do Viradouro fechou o grupo especial do carnaval carioca com um enredo primoroso e original sobre o culto feminino de Dangbé, o vodun serpente e arco-íris difundido em Daomé e trazido para o Brasil. Como não podia deixar de ser, o desfile, concebido pelo carnavalesco Tarcísio Zanon, foi marcado por fortes coreografias e visual bastante colorido, complementado pelo azul e rosa do amanhecer de terça-feira.

Os pontos altos da apresentação da Viradouro foram a comissão de frente, com a serpente, o casal de mestre-sala de porta-bandeira, Rute Alves e Julinho Nascimento, a bateria do mestre Ciça e o conjunto de alegorias e fantasias desenvolvendo densamente o enredo. Vice-campeã no ano passado, a escola de Niterói é forte candidata ao seu terceiro título na apuração desta quarta-feira.

A Portela apresentou ao público e aos jurados sua nova proposta estética sob a criação dos carnavalescos André Rodrigues e Antônio Gonzaga, com o enredo Um defeito de cor, baseado no livro de Ana Maria Gonçalves, que desfilou no primeiro tripé juntamente com o ministro dos Direitos Humanos Sílvio Almeida.

A comissão de frente, com bela encenação, promoveu o reencontro fictício entre Luiza Mahin e Luís Gama, mãe e filho, e a primeira alegoria representou o Benin tendo a águia, símbolo da escola, em visual diferente, com estampas e galhos retorcidos. A melhor alegoria da escola, entretanto, sofreu uma pequena avaria na parte traseira, com um dos pisos inclinando.

Estandarte de Ouro

Na manhã de terça a Portela foi agraciada com o tradicional prêmio Estandarte de Ouro, do jornal O Globo, como melhor escola e melhor enredo, mas no desfile houve erros de evolução que devem tirar a escola da briga pelo título.

A primeira escola a desfilar foi a Mocidade Independente de Padre Miguel, com o enredo sobre o caju e samba cujo refrão foi cantado com empolgação pelo público. A concepção e o desenvolvimento do enredo, entretanto, deixou a desejar, faltando densidade narrativa e apresentando soluções simplórias nas alegorias e fantasias.

A comissão de frente chamou a atenção interagindo com uma integrante fantasiada de Carmen Miranda que aparecia na arquibancada do sambódromo, facilitado pelo recurso da nova iluminação, que focava no ponto exato.

Mocidade - Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Mocidade – Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Após a Portela, foi a vez da Vila Isabel reeditar seu enredo Gbalá, de 1993, desta vez com o carnavalesco Paulo Barros. Na comissão de frente, Oxalá conduzia as crianças ao templo da criação na esperança de que elas possam salvar o mundo de suas mazelas, como a fome, a poluição e a corrupção, representadas no carro abre-alas. As duas primeiras alegorias tiveram nível superior em um desfile cujo apuro estético foi decaindo, prejudicando o bom desenvolvimento do enredo, distante do estilo consagrado pelo próprio carnavalesco.

Vila Isabel - Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Vila Isabel – Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

A Estação de Primeira de Mangueira, uma das grandes expectativas do público, trouxe sua homenagem a Alcione. Amigos da cantora participaram do desfile, como Maria Bethânia, presente no pede-passagem da escola. O enredo contou a história de Alcione desde suas origens no Maranhão, chegando ao Rio de Janeiro, à fama e à relação com a escola especialmente pelo papel na escola mirim, a Mangueira do Amanhã.

O conjunto das fantasias e alegorias apresentou desequilíbrio de qualidade entre os setores, com altos e baixos. O samba foi bem cantado pelas alas, na melhor performance do quesito harmonia da noite, com destaque também para a bateria.

Mangueira - Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Mangueira – Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Antes da noite culminar com a apresentação da Viradouro, o Paraíso do Tuiuti celebrou a luta de João Cândido, o almirante negro, contra os maus-tratos na Marinha. A segunda alegoria trazia um navio com imagens da escravidão e encenação dos castigos aos quais os marinheiros negros eram submetidos na época da revolta da Chibata, com representação de sangue jorrando que deixou a pista tingida. O nível das alegorias e fantasias, no entanto, foi muito baixo do meio para o fim do desfile, somado a abertura de buraco na segunda cabine de jurados.

Tuiuti - Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Tuiuti – Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

A grande campeã do carnaval carioca será conhecida na apuração de quarta-feira a partir das 16h.

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