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11/02/2026
 

Esporte

Ginástica artística do Brasil conquista bronze inédito por equipes no feminino

Redação

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em

Ginástica artística do Brasil conquista bronze inédito por equipes no feminino - Foto Miriam JeskeCOB

Esta terça-feira, 30 de julho de 2024, ficará marcada por um brilho especial. É data da coroação de gerações que batalharam para transformar a ginástica artística do Brasil numa potência mundial. É o dia da prova de que o Time Brasil tem muito mais do que um diamante em sua delegação, mas cinco joias valiosas capazes de levar o coletivo ao pódio nos Jogos Olímpicos Paris 2024.

Rebeca Andrade, Flavia Saraiva, Jade Barbosa, Lorrane Oliveira e Julia Soares escreveram seus nomes na história olímpica do nosso país. Com nota 164.497, conquistaram o mais valioso dos bronzes, a primeira medalha por equipes da ginástica artística brasileira, no feminino. Ficaram atrás apenas dos Estados Unidos, com 171.296, e da Itália, com 165.494.

O bronze sela a quarta edição olímpica seguida com o país no pódio. Agora são sete medalhas. A primeira foi o ouro de Arthur Zanetti nas argolas em Londres 2012.

Na Rio 2016 foram três: prata para Zanetti novamente nas argolas, e prata e bronze no solo masculino com Diego Hypolito e Artur Nory, respectivamente. Em Tóquio 2020, Rebeca Andrade quebrou o tabu da ginástica feminina com ouro no salto e prata no individual geral.

Esta foi a quarta medalha do Time Brasil em Paris. O país já conquistou prata com William Lima, no judô, e bronzes com Larissa Pimenta, também no judô, e Rayssa Leal, no skate street.

E vem mais por aí: o Brasil está ainda em outras cinco finais na ginástica artística. Rebeca e Julia estão na final na trave, e Rebeca e Flavinha na do individual geral. A campeã olímpica ainda defenderá o título no salto e disputará o solo. No masculino, Diogo Soares compete na final do individual geral.

Acidente com Flávia e aparelhos mais desafiadores dão susto

Medalhista de prata no último mundial e quarta colocada geral na classificatória, a equipe feminina disputou a final contra Estados Unidos, Itália, China, Japão, Canadá, Grã-Bretanha e Romênia. Começou a primeira rotação junto às chinesas nas barras assimétricas, aparelho mais desafiador para o grupo.

Logo no aquecimento, um susto. Flávia Saraiva sofreu uma queda e bateu com o rosto na barra, abrindo o supercílio. Apesar de sair andando normalmente, deixou a arena para receber um curativo da médica do COB, Lara Ramalho.

Lorrane foi a primeira a se apresentar e quebrou o gelo, tendo apenas um leve desequilíbrio na aterrissagem. Recebeu nota 13.000. Na sequência, muita expectativa sobre Flavinha devido ao incidente no aquecimento. Ela não decepcionou.

Foi precisa nos movimentos e levou 13.666 dos jurados. No único aparelho em que não foi finalista, Rebeca Andrade não cometeu falhas e recebeu 14.533. Com 41.199, a equipe terminou a rotação em quinto na classificação, atrás de EUA, China, Itália e Canadá.

Na sequência, a trave. Primeira a competir, Julia Soares infelizmente sofreu uma queda e foi penalizada, ficando com 12.400. Flavinha foi a segunda a executar a série e teve um desequilíbrio leve, sem maior comprometimento, e recebeu 13.433.

O Brasil ainda protocolou um protesto pela nota de dificuldade, mas não foi atendido. Rebeca novamente fechou a sequência. Teve um desequilíbrio no meio da série, mas se recuperou e cravou a saída. Os 14.133 que recebeu levaram o Brasil a 81.165 no somatório, a sexta soma no geral.

Solo e salto viram o jogo rumo à medalha inédita

No solo o jogo começou a virar. Com um misto de Raça Negra e Edith Piaf, Julia Soares esbanjou carisma e levou 13.233.

Flavinha, ao som de um clássico Cancã, levantou o público e somou mais 13.533. Rebeca Andrade novamente encerrou a passagem do Brasil. Apesar de alguns desequilíbrios nas aterrissagens, Rebeca recebeu 14.200 e nos recolocou no páreo com 122.132, apenas 0.001 atrás da China.

No salto, nosso melhor aparelho, a obrigação para ir ao pódio era tirar pouco mais de dois pontos de diferença de Grã-Bretanha e Canadá. Jade abriu a série, mas infelizmente pisou fora da nota de aterrissagem e foi penalizada: 13.366.

Flavinha também teve um leve desequilíbrio e um passo na chegada e recebeu13.900. Rebeca executou um Cheng e fechou a apresentação do Brasil com 15.100 e 164.497. Era preciso esperar os adversários.

A tensão era gigante diante da expectativa. O Canadá ficou pelo caminho, mas a Grã-Bretanha ainda tinha duas apresentações na trave. Nem o maior esforço das britânicas foi suficiente para apagar o nosso brilho. A festa do Brasil e a medalha inédita estavam garantidas.

Flavia Saraiva, Jade Barbosa, Lorrane Oliveira e Julia Soares se juntaram a Rebeca Andrade e hoje podem dizer que são medalhistas olímpicas. Que o legado de Luisa Parente, Soraya Carvalho, Daniele Hypolito, Daiane dos Santos, Lais Souza e tantas outras pioneiras foi honrado. E que as portas estão abertas para tantas outras gerações que virão.

Fonte: COB

Esporte

Projeto Paradesporto oferece natação e outras atividades esportivas gratuitas para pessoas com deficiência

Redação

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Foto: Bruno Ourique

Crianças, jovens e adultos participaram na sexta-feira, 6, de atividades regulares de natação no ginásio Poliesportivo do Colégio La Salle, no Centro. A iniciativa integra o Projeto Paradesporto, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, que oferece aulas gratuitas todas as terças e sextas-feiras.

O projeto tem como objetivo promover mais qualidade de vida, estimular o desenvolvimento físico e ampliar a autonomia de pessoas com deficiência cognitiva ou intelectual por meio do esporte. Além da natação, a programação inclui modalidades como judô, vôlei, handebol, atletismo e futsal.

O diretor de Paradesporto e Lazer da SMEL, André Padilha, destacou a relevância da ação para a inclusão e o bem-estar dos participantes.

“Essa atividade visa uma melhora da capacidade motora, psicológica e cognitiva do aluno, proporcionando assim uma melhor qualidade de vida e saúde, mobilizando as pessoas com mobilidade reduzida a praticarem atividades físicas”, afirmou.

A professora de natação, Tainá Costa, ressaltou que o acolhimento é parte essencial do trabalho.

“A gente atende alunos de 8 a 43 anos, cidadãos com autismo, deficiência física ou intelectual. Damos todo suporte e acompanhamento que eles necessitam”, comentou.

Entre os familiares presentes, estava Dulce Flores, de 53 anos, moradora do bairro Guajuviras, que acompanhou o filho durante a aula. Ela contou que o esporte trouxe mudanças positivas.

“Meu filho tem autismo e matriculei ele aqui para melhorar a condição da saúde dele e realmente melhorou muito. Ele está bem melhor e até fez amigos”, disse.

Douglas de Lima Linhares, de 28 anos, também compartilhou sua experiência. Ele afirmou que gosta especialmente dos exercícios feitos antes de entrar na piscina.

“Gosto daquele exercício para relaxar as mãos e as pernas, e claro, de estar na água aprendendo com meus professores. Estou gostando muito”, relatou.

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Esporte

Praça da Juventude Nelson Mandela inicia aulas gratuitas de boxe para jovens de 13 a 18 anos

Redação

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Foto: Julia Krauspenhar

A Praça da Juventude Nelson Mandela, localizada na Rua Maria Faustino Corrêa, 618, recebeu na terça-feira, 27, a primeira aula de boxe olímpico de 2026. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos e marcou o início das turmas do ano.

As aulas são organizadas por faixa etária. Crianças de 9 a 12 anos treinam às terças e quintas, das 10h às 11h. Já os adolescentes de 13 a 18 anos participam das atividades de segunda a quinta, das 9h às 12h e das 14h às 15h.

A iniciativa faz parte do Projeto Verão, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, que oferece atividades esportivas gratuitas em diferentes pontos da cidade. A programação segue até o começo de março e inclui musculação, boxe olímpico, judô paradesporto, jogos adaptados e esportes coletivos, com foco em saúde e inclusão.

As inscrições para novas turmas começam na primeira semana de março. Os interessados devem ir diretamente ao local das aulas com um documento de identidade. As vagas são gratuitas e dependem da disponibilidade de cada modalidade.

O professor de boxe, José Walter Corrêa de Lima, destacou o impacto do esporte na vida dos alunos.

“O esporte foi muito importante para mim, e acredito que pode transformar a vida desses jovens também”, disse.

Entre os participantes está Pedro Guedes, de 15 anos. Ele pratica boxe há um ano e treina na praça há quatro meses.

“Fiquei sabendo das aulas por um amigo da escola. Eu já treinava, mas era pago e não consegui continuar. Aqui tive a chance de seguir”, contou.

Projeto Verão nos bairros

Estação Cidadania, Avenida Rio Grande do Sul, 3320, Mathias Velho
Ginástica Rítmica escolar, terças e quintas, das 9h às 10h
Ginástica Rítmica equipe, terças e quintas, das 10h às 14h

Parque Municipal Getúlio Vargas, Capão do Corvo, Avenida Dr. Sezefredo Azambuja Vieira, 700, Marechal Rondon
Ginástica localizada, terças e quintas, das 8h30 às 9h30
Treinamento funcional, terças e quintas, das 9h45 às 10h45

Parque Esportivo Eduardo Gomes, Avenida Guilherme Schell, 3600, Fátima
Treinamento funcional, segundas e quartas, das 8h às 8h45
Esportes coletivos, segundas e quartas, das 9h às 10h
Jogos adaptados, terças e quintas, das 8h às 9h15

Centro de Esporte e Lazer São José, Rua João Leivas de Carvalho, 541, São José
Ioga, segundas e quartas, das 8h às 9h
Ioga, segundas e quartas, das 9h30 às 10h30
Alongamento, terças e quintas, das 14h às 15h
Mix de atividades, terças e quintas, das 15h às 16h

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Esporte

Canoense vai cruzar o Nordeste em busca do título do Rally Cerapió 2026

Redação

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Faltam poucos dias para a largada do 39º Rally Cerapió, um dos maiores eventos de rally de regularidade e enduro do Brasil. A competição será realizada entre os dias 25 e 30 de janeiro, em um trajeto de cerca de 1 mil km que liga Aracati, no litoral do Ceará, a Teresina, capital do Piauí. O percurso passa por mais de 30 municípios, com paradas em Canindé e Sobral, no Ceará, e Piracuruca e Piripiri, no Piauí.

Entre os competidores confirmados está o canoense Eduardo Veneroso, que disputará a categoria Moto Elite. Para ele, a participação no Rally Cerapió representa um marco na carreira.

“É muito gratificante participar de um evento tão grandioso como o Cerapió. A disputa é muito acirrada, com resultados definidos nos mínimos detalhes e grandes nomes da modalidade presentes. Concluir a prova e passar pelo pórtico de chegada já é uma grande conquista”, afirmou o piloto.

O 39º Cerapió abre oficialmente a temporada dos campeonatos Brasileiro de Rally de Regularidade e Brasileiro de Enduro, com chancela da Confederação Brasileira de Automobilismo e da Confederação Brasileira de Motociclismo.

De acordo com Erlich Cordão, CEO da Radical Produções, empresa responsável pela realização do evento, o Cerapió vai além da competição esportiva. O rally percorre regiões do sertão nordestino, apresentando novas localidades, paisagens, cultura e gastronomia. Segundo a organização, o trajeto é elaborado anualmente com foco na valorização do turismo regional. Ao longo dos seis dias de prova, a estimativa é de que o evento movimente cerca de R$ 8 milhões nas cidades por onde passa.

O Ministério do Turismo apoia o Rally Cerapió pelo quarto ano consecutivo. A pasta destaca que o evento contribui para fomentar o turismo, estimular a economia local e ampliar a visibilidade de destinos fora dos grandes centros urbanos, além de promover o envolvimento das comunidades locais e práticas alinhadas à sustentabilidade.

A programação inclui credenciamento, briefings e largadas promocionais em Aracati, além das etapas previstas nas cidades de Canindé, Sobral, Piracuruca, Piripiri e a chegada final em Teresina, onde também ocorre a cerimônia de premiação no dia 30 de janeiro.

O 39º Rally Cerapió conta com patrocínio máster do Consórcio Honda e do Ministério do Turismo, além do apoio de empresas privadas, governos estaduais e prefeituras das cidades participantes. A supervisão é das federações estaduais de automobilismo e motociclismo, com organização da ABR e realização da Radical Produções.

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