Segurança
Polícia Civil prende 29 pessoas em operação contra violência doméstica no Rio Grande do Sul

A Polícia Civil prendeu 29 pessoas e apurou 102 denúncias contra agressores em um período de 24h durante a Operação Ano Novo, Vida Nova, deflagrada na terça-feira, 20. A ação teve como foco o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra mulheres e meninas no Rio Grande do Sul.
Durante a operação, foram cumpridos 41 mandados de busca e apreensão e apreendidas quatro armas de fogo. Os resultados foram apresentados nesta quarta-feira, 21, em entrevista coletiva à imprensa.
Participaram da coletiva a secretária adjunta da Segurança Pública, Adriana Regina da Costa, o chefe da Polícia Civil, Heraldo Chaves Guerreiro, a subchefe da Polícia Civil, Patrícia Tolotti Rodrigues, o diretor do Departamento de Proteção a Grupos Vulneráveis, Juliano Ferreira, a diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher, Waleska Alvarenga, além das delegadas Thais Dias Dequech, Cristiane Pires Ramos e Marina Dillemburg.
A ofensiva mobilizou 363 policiais civis, entre agentes e delegados, além de 109 viaturas. As equipes atuaram em diferentes cidades do Estado, cumprindo mandados judiciais e realizando diligências para apuração de denúncias relacionadas a casos de violência doméstica.
Além das prisões e apreensões, a operação também incluiu a fiscalização de denúncias anônimas, o monitoramento de tornozeleiras eletrônicas utilizadas por agressores e a distribuição de materiais informativos em locais de grande circulação. A iniciativa buscou reforçar a conscientização sobre a rede de apoio às vítimas e incentivar a interrupção dos ciclos de violência no início do ano.
Segurança
Governo do Rio Grande do Sul e Defensoria Pública firmam acordo para identificar órfãos de feminicídio

Um acordo de cooperação assinado na segunda-feira, 9, entre o Governo do Rio Grande do Sul, por meio das secretarias da Mulher e da Segurança Pública, e a Defensoria Pública do Estado vai permitir o compartilhamento de informações para identificar com mais rapidez crianças e adolescentes que ficaram órfãos após casos de feminicídio. A iniciativa também garante o acionamento imediato da rede de proteção e o acesso à assistência jurídica integral.
A assinatura aconteceu na sede da Defensoria Pública, com a presença da secretária da Mulher, Fábia Richter, e do defensor público-geral, Nilton Leonel Maria. Também participaram do ato a secretária-adjunta da Mulher, Viviane Viegas, a secretária-adjunta da Segurança Pública, Adriana Regina da Costa, a deputada estadual Nadine Anflor, a defensora pública responsável pelo Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente, Paula Simões, e o corregedor-geral da Defensoria, Marcelo Turela de Almeida.
O termo cria um fluxo direto de comunicação entre os órgãos. Assim que uma ocorrência policial for registrada, os dados serão enviados à Defensoria Pública. Isso permitirá localizar os filhos ou dependentes da vítima, garantir atendimento jurídico e articular serviços nas áreas de saúde, educação e assistência social, respeitando as atribuições de cada instituição.
Durante o evento, Fábia Richter destacou que a medida é essencial para chegar rapidamente até essas crianças e adolescentes, oferecendo apoio de forma organizada e em rede. Segundo ela, a ação pode ajudar a reduzir parte das dificuldades enfrentadas por esses órfãos.
“Será possível amenizar, de alguma maneira, o sentimento e as dificuldades que essas crianças e adolescentes possam vir a ter”.
Viviane Viegas reforçou que o compartilhamento de informações, especialmente sobre a localização das famílias, será decisivo para que a Defensoria possa atuar de maneira mais eficiente e garantir que essas crianças tenham acesso aos seus direitos.
“Esse processo vai permitir o encaminhamento correto para que esses órfãos possam ter acesso àquilo que lhes é de direito”.
Pelo acordo, após identificar um caso de feminicídio, a Secretaria da Segurança Pública deverá enviar com agilidade os dados necessários para localizar possíveis dependentes. A pasta também ficará responsável por adotar medidas de proteção das informações e melhorar os canais de comunicação. Além disso, casos registrados desde outubro de 2023 também poderão ser incluídos nesse fluxo.
Já a Secretaria da Mulher ficará encarregada de articular a rede de atendimento, principalmente por meio dos Centros de Referência da Mulher. O objetivo é localizar familiares e responsáveis e repassar ao Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente dados como nome, idade, município de residência e contatos disponíveis dos órfãos.
A Defensoria Pública deverá receber e analisar as informações, prestar atendimento jurídico às crianças e seus responsáveis, regularizar a representação legal e atuar para garantir o acesso à pensão especial prevista em lei, em parceria com a Defensoria Pública da União quando necessário. O órgão também será responsável por encaminhar demandas às políticas públicas e proteger o sigilo dos dados.
O termo terá duração inicial de 12 meses. Durante esse período, os procedimentos serão avaliados e poderão ser ajustados, com possibilidade de renovação ao final.
Segurança
Prazo para motoboys pedirem coletes reflexivos gratuitos é prorrogado para 2 de março

A Prefeitura de Canoas estendeu o período de inscrição para a doação de coletes refletivos de alta visibilidade destinados a motoboys e motofretistas que trabalham na cidade. Agora, os profissionais podem se cadastrar até as 23h59 do dia 2 de março.
A medida busca aumentar a segurança de quem utiliza motocicleta para trabalhar, garantindo maior visibilidade no trânsito. As inscrições continuam sendo feitas exclusivamente pela internet, por meio do formulário disponível no site: Aqui
Para quem não tem acesso à internet ou precisa de ajuda, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação oferece atendimento presencial na Rua Doutor Barcelos, 969, das 8h30 às 14h30, enquanto durar o prazo de inscrição.
Podem participar motoboys que moram em Canoas e comprovem atuação na área, incluindo autônomos cadastrados no município, MEIs do setor de entregas, funcionários de empresas e trabalhadores vinculados a aplicativos.
No momento da inscrição, é preciso enviar cópias digitais do RG e CPF, CNH categoria A dentro da validade, comprovante de residência em Canoas dos últimos três meses, documento que comprove a atividade de entrega e o termo de compromisso disponível no formulário.
Depois que o prazo terminar, a Prefeitura vai divulgar uma lista preliminar dos selecionados. Se houver mais inscritos do que coletes disponíveis, a distribuição será feita por sorteio público, com registro em vídeo e divulgação oficial.
Segurança
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