Animais
Mutirão de castração gratuita atende mais de 100 gatos no bairro Berto Círio, em Nova Santa Rita

A Prefeitura de Nova Santa Rita, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, realizou na quarta-feira, 29, um mutirão de castração felina gratuita no bairro Berto Círio. Segundo a administração municipal, 119 gatos foram atendidos durante a ação.
De acordo com a prefeitura, o mutirão contemplou gatos em situação de rua, animais de colônias felinas, felinos de famílias cadastradas em programas sociais do município e gatos adotados por meio do Programa Bem-Estar Animal.
Ainda conforme a prefeitura, a castração contribui para o controle populacional dos animais e para a prevenção da esporotricose, doença que afeta principalmente os felinos e pode ser transmitida para outros animais e seres humanos. A esterilização também ajuda a reduzir disputas entre os animais, diminuir ferimentos e limitar a disseminação da doença.
O prefeito Rodrigo Battistella afirmou que a castração também está relacionada à saúde pública.
“O cuidado com os animais também é uma questão de saúde pública. A castração evita o abandono, reduz a população de animais em situação de rua e contribui para a prevenção de doenças como a esporotricose. Seguiremos investindo em ações que promovam o bem-estar animal e garantam mais qualidade de vida para toda a comunidade.”
O secretário municipal de Meio Ambiente, Douglas Varera, afirmou que os mutirões fazem parte de um trabalho contínuo desenvolvido pela administração municipal.
“Nosso objetivo é ampliar cada vez mais o acesso à castração gratuita e conscientizar a população sobre a guarda responsável. Esse trabalho traz benefícios diretos para os animais, para seus tutores e para toda a cidade, especialmente no controle populacional e na prevenção da esporotricose. Vamos seguir realizando novas edições do mutirão em diferentes bairros do município.”
Segundo a prefeitura, novas edições do mutirão de castração gratuita serão realizadas em diferentes bairros de Nova Santa Rita.
Animais
Câmara de Canoas aprova reajuste de R$ 350 para R$ 450 no Auxílio Protetor

A Câmara Municipal de Canoas aprovou por unanimidade, na sessão de quinta-feira, 16, o projeto de lei do Executivo que reajusta o valor mensal do Auxílio Protetor Canoense. O benefício passará de R$ 350 para R$ 450 e será destinado aos protetores de animais cadastrados no município, conforme os critérios estabelecidos pela legislação.
Na justificativa enviada ao Legislativo, a Prefeitura informou que o reajuste tem como objetivo recompor parte da perda inflacionária e ampliar a capacidade de compra de itens utilizados no atendimento aos animais.
“O trabalho dos protetores segue como um instrumento relevante da política pública de proteção e bem-estar animal. O reajuste busca recompor parte da perda inflacionária e ampliar a capacidade de aquisição de alimentos, medicamentos, insumos e serviços veterinários”, afirmou o Executivo na mensagem encaminhada à Câmara.
A proposta também considera o aumento da demanda após a enchente de 2024, período em que animais resgatados ficaram sob os cuidados do poder público, de protetores independentes e de entidades ligadas à causa animal.
De acordo com a estimativa apresentada pela Prefeitura, o reajuste deverá gerar impacto financeiro de aproximadamente R$ 60 mil em 2026 e R$ 120 mil em 2027.
O vereador Cris Moraes (PV), que atua na área de proteção animal e participou da articulação da proposta junto ao Executivo, afirmou que o aumento amplia os recursos disponíveis para os protetores.
“São R$ 100 que se transformam em mais ração, medicamentos e animais atendidos. Esse auxílio não é um favor, mas o reconhecimento de pessoas que conhecem as ruas, os casos e as urgências e que realizam um trabalho essencial para a cidade”, declarou.
Segundo o parlamentar, a construção da proposta ocorreu por meio de diálogo com o Executivo. Ele também afirmou que iniciativas relacionadas à proteção animal devem envolver diferentes setores e priorizar o atendimento aos animais e às pessoas que atuam nos resgates e acolhimentos.
Criado em 2021, o Auxílio Protetor Canoense faz parte da política municipal de proteção e bem-estar animal. O benefício é destinado a protetores cadastrados e pode ser utilizado para despesas como alimentação, medicamentos, insumos, atendimento veterinário, esterilização e acolhimento.
Além do repasse mensal, o cadastro permite ao município acompanhar a atuação dos protetores e integrá-los às ações públicas voltadas ao atendimento de animais em situação de abandono ou vulnerabilidade.
Animais
Ex-secretária de Bem-Estar Animal de Canoas é presa em nova fase da Operação Carrasco

A ex-secretária do Bem-Estar Animal de Canoas, Paula Lopes, foi presa na manhã desta segunda-feira, 15, em Porto Alegre, durante o cumprimento de mandados da segunda fase da Operação Carrasco, conduzida pela Polícia Civil. Dois médicos-veterinários também foram detidos.
Segundo a investigação, Paula é suspeita da prática dos crimes de maus-tratos a animais, estelionato, associação criminosa e quebra de sigilo funcional. A apuração aponta que ela teria determinado a realização de eutanásias em cães e gatos resgatados, tanto no período em que esteve à frente da secretaria municipal quanto nas atividades ligadas ao Instituto Paula Lopes, organização não governamental da qual faz parte.
Ao chegar à delegacia, Paula afirmou que um laudo do Instituto-Geral de Perícias (IGP) teria concluído que os procedimentos realizados não ocorreram de forma indevida.
A primeira etapa da Operação Carrasco foi deflagrada em setembro do ano passado, quando vieram à tona suspeitas de irregularidades envolvendo a Secretaria do Bem-Estar Animal de Canoas. Na ocasião, a polícia investigava a hipótese de que animais doentes estariam sendo submetidos à eutanásia sem a análise adequada sobre a possibilidade de tratamento, com o objetivo de reduzir despesas e ampliar os índices de atendimentos realizados pelo órgão.
A legislação permite a eutanásia em animais desde que haja indicação técnica e avaliação profissional de que a medida representa a alternativa mais adequada para evitar sofrimento.
Conforme o avanço das investigações, a Polícia Civil identificou indícios de que a mesma conduta teria ocorrido no Instituto Paula Lopes. De acordo com a apuração, tutores e protetores encaminhavam animais à ONG acreditando que receberiam tratamento veterinário. No entanto, os cães e gatos seriam levados a clínicas parceiras, onde os procedimentos de eutanásia eram solicitados, em alguns casos sem a comprovação diagnóstica das doenças apresentadas.
A delegada Luciane Bertoletti, titular da 3ª Delegacia de Polícia de Canoas e responsável pelo caso, afirmou que os elementos reunidos durante a investigação indicam que parte dos animais sacrificados apresentava doenças passíveis de tratamento.
“Ficou comprovado com os elementos de prova que nós trouxemos agora que muitos animais que tinham tratamento, tinham doenças tratáveis, eram eutanasiados justamente para que não houvesse um gasto com esses tratamentos”, declarou a delegada.
A nova fase da operação também acrescentou suspeitas de estelionato ao inquérito. Segundo a polícia, campanhas de arrecadação divulgadas nas redes sociais solicitavam recursos para custear supostos tratamentos veterinários. Entretanto, a investigação aponta que alguns dos animais mencionados nessas campanhas teriam sido submetidos à eutanásia pouco tempo depois.
“Enquanto secretária, nós não conseguimos comprovar que tinha algum interesse financeiro direto, mas como protetora, sim. O que restou demonstrado é que, por meio das redes sociais, a investigada lançava campanhas de ajuda, de solicitação de dinheiro para tratamento de alguns bichos, enganando as pessoas porque logo em seguida esses bichos não eram tratados mas, sim, eram eutanasiados pelos veterinários a mando dela”, afirmou Luciane Bertoletti.
A Polícia Civil informou que ainda não foi possível determinar o número total de animais envolvidos nem o montante financeiro que teria sido obtido por meio das campanhas, uma vez que a atuação do instituto é investigada desde 2018. Apenas no período analisado referente ao primeiro semestre de 2025, foram identificados 20 casos suspeitos.
Parte desses episódios teria ocorrido enquanto Paula exercia a função de secretária municipal, embora, segundo a investigação, sem relação direta com o cargo público. Ela deixou a chefia da pasta em julho do ano passado, após pedir exoneração.
A ex-secretária já havia sido indiciada por maus-tratos em outubro de 2025. As novas evidências serão incorporadas ao inquérito policial. Caberá ao Ministério Público avaliar o oferecimento de denúncia à Justiça. Caso a acusação seja aceita, Paula passará à condição de ré no processo.
De acordo com a delegada responsável pelo caso, as campanhas de arrecadação continuaram sendo realizadas após a primeira fase da operação.
“Ela nunca parou. Desde a nossa operação no ano passado, ela nunca parou com as campanhas nas redes sociais, continua angariando fundos e doações para custear supostos tratamentos de animais doentes”, concluiu.
Outros envolvidos no caso
Uma servidora pública também é alvo da investigação por suspeita de repassar informações sigilosas a Paula. A Polícia Civil não informou qual seria o cargo ocupado pela investigada. Entre as suspeitas apuradas no inquérito está a possível alteração de boletins de ocorrência para manter animais sob a posse da ex-secretária.
Além de Paula, dois médicos veterinários foram presos. Conforme a investigação, eles atuavam diretamente com a ex-secretária e realizavam eutanásias determinadas por ela. Os profissionais deverão responder pelos crimes de maus-tratos e associação criminosa.
A operação também cumpre 10 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados e em clínicas para onde os animais resgatados eram encaminhados.
O delegado responsável pelo caso orienta que qualquer suspeita de irregularidades envolvendo causas animais ou outras situações criminosas seja comunicada às autoridades, por meio de denúncia anônima ou registro de ocorrência junto à Polícia Civil.
Animais
Canoas promove feiras de adoção de cães e gatos nos dias 2 e 4 de junho

A Prefeitura de Canoas promove duas feiras de adoção de cães e gatos no início de junho em diferentes pontos da cidade.
A primeira ação ocorre na próxima terça-feira, 2, na Praça Imaculada, na Rua José de Alencar, 414, no bairro Rio Branco, das 10h às 14h.
Já no dia 4 de junho, a feira será realizada no Parque Eduardo Gomes, na Avenida Guilherme Schell, 3600, bairro Fátima, também das 10h às 14h.
Durante os eventos, cães e gatos estarão disponíveis para adoção responsável. Para adotar, é necessário apresentar documento com foto e comprovante de residência. A orientação é que os interessados avaliem previamente a responsabilidade de ter um animal de estimação, considerando cuidados com alimentação, saúde e bem-estar.

Canoas6 dias atrásLivraria Pandorga celebra 5 anos com sarau e participação de escritores de Canoas

Previsão do tempo1 semana atrásGuaíba volta a subir e deve chegar à cota de alerta entre sexta e sábado
Defesa Civil1 semana atrásDefesa Civil do RS emite alerta de risco muito alto para inundação nas Ilhas de Porto Alegre

Trânsito1 semana atrásChuvas deixam 18 rodovias estaduais com bloqueios totais ou parciais no Rio Grande do Sul

Canoas1 semana atrásPlano Diretor de Canoas terá debate sobre infraestrutura e saneamento na próxima segunda-feira, 27

Transporte6 dias atrásTrensurb terá circulação parcial neste domingo, 26, devido às obras do Dnit; confira as mudanças

Defesa Civil1 semana atrásDefesa Civil alerta para risco de cheias nas Ilhas, Guarujá e Extremo Sul de Porto Alegre até segunda-feira
Defesa Civil1 semana atrásDefesa civil Rs diz que Guaíba deverá ficar próximo da cota de alerta























































