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20/02/2026
 

Policial

TRAGÉDIA ANUNCIADA: Mortes no presídio de Canoas e afastamento do Diretor e mais quatro

Redação

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TRAGÉDIA ANUNCIADA Mortes no presídio de Canoas e afastamento do Diretor e mais quatro

Na última semana, o Presídio de Canoas foi palco de duas mortes e iniciou um intenso debate sobre a segurança e a gestão das casas prisionais no Rio Grande do Sul. Dois detentos assassinados, o que levou o Governo do Estado a tomar medidas drásticas, incluindo o afastamento do diretor da unidade e mais quatro servidores.

De acordo com informações divulgadas pela Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Nego Jackson, de 41 anos,  era chefe de uma organização criminosa, foi encontrado sem vida em sua cela durante uma rotina de inspeção dos agentes penitenciários.

O preso morto e o suspeito do assassinato estavam em celas diferentes, mas dentro de uma mesma galeria. Eles seriam de facções rivais. Os detentos estavam em Canoas de modo temporário, enquanto aguardavam deslocamento para a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas.

A princípio, a hipótese mais provável é que a morte tenha sido resultado de um confronto entre facções criminosas, uma vez que o PECAN, como outras unidades prisionais do estado, enfrentou problemas com a disputa por poder e controle entre grupos criminosos.

Afastamento do Diretor

Em meio ao caos gerado pelas mortes, na tarde de segunda-feira, 25, o Governo do Estado decidiu afastar o diretor e mais quatro servidores do Presídio de Canoas, identificando uma possível falha na gestão da unidade. A medida foi tomada após uma análise preliminar de que o sistema de segurança estava falho e não conseguiu evitar o confronto entre os detentos.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul também se manifestou, cobrando esclarecimentos das autoridades e exigindo mais investimentos em segurança e infraestrutura para evitar que novos episódios de violência ocorram.

Morto teria escrito carta

Conforme o governador em exercício do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, um dos servidores afastados teria recebido uma carta escrita pelo preso assassinado dias antes do crime, mas que desconhecia o teor.

De acordo com o Comando de Policiamento Metropolitano, Jackson tem no seu histórico uma ligação com 29 homicídios, como mandante e executor, além de crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Em 2017, era considerado o maior procurado do Rio Grande do Sul, quando foi preso no Paraguai.

Arma jogada por drone

Segundo informações da Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo, a suspeita é de que a arma que matou o detento tenha entrado o no presídio através de um drone, que teria sido registrado em vídeo durante a madrugada.

O caso segue sendo investigado.

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Polícia Civil confirma sangue humano na residência de família desaparecida em Cachoeirinha

Redação

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A Polícia Civil confirmou na última quarta-feira, 18, que o sangue localizado na residência de Silvana Germann de Aguiar, desaparecida há 25 dias, é de origem humana. O caso envolve também os pais de Silvana, Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, 70, cujo desaparecimento vem sendo investigado desde o final de janeiro.

As amostras coletadas seguem em análise para comparação genética, com o objetivo de determinar se o sangue pertence a algum dos três desaparecidos.

O principal suspeito é o ex-marido de Silvana, Cristiano Domingues Francisco, policial militar, que está detido há uma semana. A prisão temporária dele pode durar até 30 dias. Em comunicado, a Brigada Militar informou que Cristiano será afastado de suas funções enquanto a investigação segue sob supervisão da Corregedoria-Geral da corporação.

As autoridades também informaram que, no dia 25 de janeiro, quando o casal foi visto pela última vez, o telefone fixo de Isail e Dalmira recebeu uma ligação originada do celular de Silvana, embora ela já estivesse desaparecida. Para os investigadores, o telefonema teria como objetivo criar a impressão de que Silvana estava em viagem, possivelmente atrasando o início das buscas.

A Polícia Civil ressalta que ainda não há prazo definido para a conclusão dos exames periciais.

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Policial

Rio Grande do Sul registra 15º feminicídio de 2026 após dois novos casos em Maçambará e Cacequi

Redação

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'Punição exemplar para dar um basta à violência contra as mulheres' (por Patrícia Alba - deputada estadual)

Mais duas vítimas de feminicídio foram registradas em diferentes regiões do Estado nos últimos dias. Os casos aconteceram em Maçambará e Cacequi e elevaram para 15º o número de mulheres mortas por violência de gênero em 2026.

O 14º caso foi registrado em Maçambará, na Fronteira Oeste. A servidora pública da saúde Claudia Rosane Cáceres, de 53 anos, foi encontrada morta dentro de casa por colegas de trabalho, depois de não comparecer ao serviço.

O principal suspeito é o companheiro da vítima, Mauro César dos Santos Rodrigues, também de 53 anos. Ele foi preso e o caso é tratado como feminicídio.

Já o 15º crime ocorreu em Cacequi, na Região Central. A vítima, Cássia Girard do Nascimento, de 26 anos, foi morta na madrugada de sábado, 14, na casa de uma amiga, na rua Carlos Catupi, bairro Iponã. Ela foi sepultada no domingo, 15.

O suspeito, Bruno Padilha, de 29 anos, se apresentou à Polícia Civil na tarde de terça-feira, 17, na Delegacia de Rosário do Sul, acompanhado de advogado. Ele permaneceu em silêncio e teve a prisão preventiva decretada. Após o registro, foi encaminhado ao Presídio Estadual de Rosário do Sul.

Segundo o delegado Adriano de Jesus Linhaares Rodrigues, responsável pela investigação, horas antes do crime Cássia havia registrado boletim de ocorrência contra o ex-namorado e conseguiu uma medida protetiva de urgência. O suspeito chegou a ser intimado, mas descumpriu a determinação. Cássia deixa um filho de 6 anos.

Com esses dois casos, o Rio Grande do Sul soma 15º feminicídios em 2026. Somente em fevereiro, quatro mulheres foram mortas por companheiros ou ex-companheiros.

A defesa de Bruno Padilha informou que irá se manifestar apenas nos autos do processo.

Denuncie

Casos de violência doméstica podem ser denunciados pelo telefone 180, que funciona 24 horas por dia, de forma gratuita e anônima. Em situações de emergência, a orientação é acionar o 190.

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Foragido com condenação de 37 anos é preso durante fiscalização de descarte de lixo em Canoas

Redação

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Foragido com condenação de 37 anos é preso durante fiscalização de descarte de lixo em Canoas

Um homem de 36 anos, condenado a mais de 37 anos de prisão em regime fechado por tráfico de drogas e homicídio, foi detido na manhã desta terça-feira, 17, em Canoas, no bairro Guajuviras, durante uma ação de fiscalização de descarte irregular de lixo.

O flagrante ocorreu por volta das 9h30, quando agentes da Fiscalização de Trânsito e da Guarda Municipal abordaram o suspeito na Rua Irmão Tiago. Inicialmente, ele forneceu aos agentes os dados do irmão, mas acabou confessando ter informado informações falsas por ser foragido do sistema prisional.

O homem foi encaminhado à UPA Boqueirão e, em seguida, à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) para registro da ocorrência. O veículo em que ele estava também foi apreendido, pois apresentava adulteração na numeração, e o reboque, que não possuía placas nem registro, também foi recolhido.

Segundo o secretário de Mobilidade Urbana, Marcos Melchior, a ação faz parte de rondas rotineiras em pontos de descarte irregular de lixo, uma orientação do prefeito Airton Souza. “Cuidar do descarte irregular de lixo é uma prioridade, e durante o feriado de Carnaval conseguimos realizar este flagrante”, afirmou o secretário.

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