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04/08/2026
 

Policial

TRAGÉDIA ANUNCIADA: Mortes no presídio de Canoas e afastamento do Diretor e mais quatro

Redação

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TRAGÉDIA ANUNCIADA Mortes no presídio de Canoas e afastamento do Diretor e mais quatro

Na última semana, o Presídio de Canoas foi palco de duas mortes e iniciou um intenso debate sobre a segurança e a gestão das casas prisionais no Rio Grande do Sul. Dois detentos assassinados, o que levou o Governo do Estado a tomar medidas drásticas, incluindo o afastamento do diretor da unidade e mais quatro servidores.

De acordo com informações divulgadas pela Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Nego Jackson, de 41 anos,  era chefe de uma organização criminosa, foi encontrado sem vida em sua cela durante uma rotina de inspeção dos agentes penitenciários.

O preso morto e o suspeito do assassinato estavam em celas diferentes, mas dentro de uma mesma galeria. Eles seriam de facções rivais. Os detentos estavam em Canoas de modo temporário, enquanto aguardavam deslocamento para a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas.

A princípio, a hipótese mais provável é que a morte tenha sido resultado de um confronto entre facções criminosas, uma vez que o PECAN, como outras unidades prisionais do estado, enfrentou problemas com a disputa por poder e controle entre grupos criminosos.

Afastamento do Diretor

Em meio ao caos gerado pelas mortes, na tarde de segunda-feira, 25, o Governo do Estado decidiu afastar o diretor e mais quatro servidores do Presídio de Canoas, identificando uma possível falha na gestão da unidade. A medida foi tomada após uma análise preliminar de que o sistema de segurança estava falho e não conseguiu evitar o confronto entre os detentos.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul também se manifestou, cobrando esclarecimentos das autoridades e exigindo mais investimentos em segurança e infraestrutura para evitar que novos episódios de violência ocorram.

Morto teria escrito carta

Conforme o governador em exercício do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, um dos servidores afastados teria recebido uma carta escrita pelo preso assassinado dias antes do crime, mas que desconhecia o teor.

De acordo com o Comando de Policiamento Metropolitano, Jackson tem no seu histórico uma ligação com 29 homicídios, como mandante e executor, além de crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Em 2017, era considerado o maior procurado do Rio Grande do Sul, quando foi preso no Paraguai.

Arma jogada por drone

Segundo informações da Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo, a suspeita é de que a arma que matou o detento tenha entrado o no presídio através de um drone, que teria sido registrado em vídeo durante a madrugada.

O caso segue sendo investigado.

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Canoense de 23 anos é investigado em operação contra grupo suspeito de planejar ataque nas eleições

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira, 4, a Operação Rede Interrompida para investigar um grupo suspeito de planejar um atentado durante o período eleitoral de 2026. A ofensiva ocorreu simultaneamente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Pernambuco, com o cumprimento de oito mandados de busca e apreensão, em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em Canoas, um dos mandados foi cumprido no bairro Rio Branco. No local, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e outros objetos que serão encaminhados para perícia. O investigado não foi preso e seguirá sendo apurado.

A ação no município foi realizada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas, em apoio à investigação conduzida pela Polícia Civil do Distrito Federal.

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontam que integrantes do grupo discutiam a possibilidade de realizar um ataque durante um debate presidencial do segundo turno das eleições, incluindo o uso de explosivos no local do evento. As apurações também identificaram conversas sobre invasão de prédios públicos, compartilhamento de mapas, plantas arquitetônicas de edifícios em Brasília, recrutamento de participantes e manuais para fabricação de artefatos explosivos.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizavam grupos em aplicativos de mensagens e ambientes da chamada “dark web” para fazer referências a uma possível mobilização durante o período eleitoral. As diligências buscam esclarecer a natureza dessas comunicações e verificar se houve planejamento de ações criminosas.

A investigação teve início após a análise de um relatório técnico elaborado pelo Ciberlab, laboratório vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos têm entre 19 e 31 anos e são investigados, em tese, pelos crimes de associação criminosa, incitação ao crime, apologia de crime ou criminoso e infrações previstas na legislação antirracismo. Até o momento, os fatos não foram enquadrados na Lei de Terrorismo. A responsabilização individual dependerá da análise pericial do material apreendido e da conclusão do inquérito.

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Polícia Civil identifica suspeito e apreende veículo em investigação de caso envolvendo criança em Canoas

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A Polícia Civil cumpriu, na tarde desta segunda-feira, 27, um mandado de busca e apreensão durante a investigação de uma suposta abordagem suspeita contra uma criança de 7 anos, registrada no dia 6 de julho, no bairro Rio Branco, em Canoas.

A ação foi realizada por policiais da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas, sob coordenação do delegado Maurício Barison. O mandado foi cumprido na residência de um investigado de 26 anos, também localizada no bairro Rio Branco.

No local, os policiais apreenderam um automóvel identificado ao longo da investigação por meio de perícia técnica e análise de imagens de videomonitoramento. Também foram recolhidos um aparelho celular e uma câmera de monitoramento veicular. Segundo a Polícia Civil, os equipamentos serão submetidos à perícia para extração e análise de dados que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos.

De acordo com a corporação, o investigado será ouvido formalmente na delegacia para prestar esclarecimentos sobre o caso.

Em nota, o delegado Maurício Barison afirmou que a Polícia Civil conduz a investigação com rigor técnico e observando o devido processo legal, sem prejuízo da rapidez necessária na apuração dos fatos.

Ainda segundo a Polícia Civil, a identificação do suspeito foi possível após exame pericial de imagens realizado por peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP-RS). As investigações seguem em andamento para esclarecer todas as circunstâncias da ocorrência.

Em cumprimento ao artigo 143 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a identidade da vítima é preservada e não serão divulgadas informações que possam permitir sua identificação.

A Polícia Civil orienta que informações sobre crimes envolvendo crianças e adolescentes podem ser repassadas de forma anônima à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas. As denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp (51) 98459-0259 ou pela linha direta (51) 3425-9056.

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Homem de 34 anos é preso por estupro de vulnerável contra a própria filha em Canoas

Redação

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No final da tarde de quinta-feira, 16, a Polícia Civil, por intermédio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas, sob coordenação do delegado Maurício Barison Barcellos, realizou a prisão preventiva de um homem investigado pela prática de estupro de vulnerável contra sua própria filha. A prisão foi realizada no bairro Mathias Velho, em Canoas.

O caso teve início no mês de maio, quando, seguindo apurado, a vítima estaria na casa do genitor e passou a ser espancada com socos na região da barriga. A adolescente conseguiu telefonar para sua mãe, que solicitou apoio da Brigada Militar. Chegando ao local, o investigado ainda ameaçou de morte a mãe da vítima, o que levou a ser preso em flagrante pela Brigada Militar pela ameaça no contexto de violência doméstica. O homem foi preso e liberado sob condição do uso de tornozeleira eletrônica.

A partir da prisão do genitor, a vítima de 15 anos revelou que era abusada sexualmente pelo genitor desde os 12 anos de idade e que, diante da possibilidade de estar grávida do próprio abusador, passou a sofrer agressões físicas. Ainda, conforme apurado, o investigado submeteu a vítima a testes de gravidez por suspeitar que ela pudesse ter engravidado em decorrência dos abusos, passando, após essa suspeita, a aplicar-lhe injeções anticoncepcionais.

O Delegado Maurício Barison afirma que a Polícia Civil segue atuando com rigor técnico e institucional no enfrentamento a crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes, priorizando a escuta especializada e a proteção da vítima em todas as etapas da investigação.

A DPCA Canoas reforça que o estupro de vulnerável não admite relativização quando praticado contra menores de 14 anos, dada a absoluta vulnerabilidade das vítimas nessa faixa etária, e reafirma seu compromisso institucional no combate a crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes.

DENÚNCIAS ANÔNIMAS
WhatsApp: (51) 9 8459-0259
Linha direta: (51) 3425-9056
www.pc.rs.gov.br

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