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12/05/2026
 

Esporte

PARIS 2024: Canoense perde na estreia e judô do Brasil fecha o dia sem medalhas

Redação

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Depois de conquistar duas medalhas no domingo, o judô brasileiro terminou a segunda-feira, 29, sem pódios na Olimpíada de Paris.

Medalhista olímpico nos Jogos de Tóquio, em 2021, o judoca canoense Daniel Cargnin caiu na estreia em Paris.

Na categoria até 73 kg – para homens – ele enfrentou Akil Gjakova, do Kosovo, e foi derrotado por ippon, após o adversário aplicar dois waza-ari no brasileiro.

O atleta kosovar, inclusive, é procurado pela polícia de seu país por acusações de violência doméstica. A federação afirmou que acredita na inocência do atleta, mas que, ao retornar dos jogos, Akil irá se apresentar às autoridades.

Neste ciclo olímpico, Cargnin mudou de categoria. Antes, ele competia no peso meio-leve (até 66 kg) e passou para a categoria leve após o bronze na Olimpíada.

Derrota no bronze

A principal chance veio com a campeã olímpica da Rio 2016, Rafa Silva, que lutou bem, mas perdeu na disputa da medalha de bronze da categoria até 57 kg, considerada a mais equilibrada no atual judô feminino.

A brasileira fez sua estreia logo na fase de oitavas de final, e derrotou por ippon Maysa Pardayeva, do Turcomenistão, entrando na fase de disputa pelas medalhas. No confronto de quartas de final, Rafa Silva enfrentou Eteri Liparteliani, da Geórgia, e venceu após aplicar dois waza-ari na adversária em menos de dois minutos.

Na semifinal, Rafa Silva enfrentou a atual campeã do mundo, Mimi Huh, da Coreia do Sul. Em uma luta difícil para a brasileira, a coreana foi mais segura nos golpes. O combate permaneceu empatado sem pontuações até o golden score. No tempo extra, a coreana imobilizou a judoca carioca e venceu a luta.

Na disputa que valia a medalha de bronze, Rafa Silva teve como adversária a japonesa Haruka Funakubo. As duas travaram um embate longo e cansativo.

Empatada, a luta se estendeu até mais de quatro minutos no golden score. Com o duelo equilibrado, a arbitragem aplicou uma punição para brasileira por projetar um golpe usando a cabeça no tatame. Assim, Funakubo foi declarada vencedora e conquistou o bronze.

Esta foi a terceira Olimpíada na carreira da judoca de 32 anos. Ela estreou na edição de Londres, em 2012, e conquistou a medalha de ouro no Rio, em 2016. Rafaela ficou de fora dos Jogos de Tóquio, em 2021, após ser suspensa por testar positivo em um exame antidoping. A brasileira também é bicampeã mundial de judô na categoria leve.

Nesta terça-feira, 30, mais dois judocas brasileiros vão competir em Paris. Ketleyn Quadros, na categoria até 63 kg para mulheres, e Guilherme Schmidt, na categoria até 81 kg para homens.

Esporte

Canoas recebe etapa estadual de hipismo pela primeira vez no Parque do Gaúcho

Redação

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FOTO: VINICIUS THORMANN

3ª Etapa da Liga Hípica do Vale do Sinos reuniu atletas, famílias e competidores no sábado, 9, no Parque do Gaúcho, no bairro Fátima, em Canoas. Esta foi a primeira vez que o município recebeu uma competição estadual de hipismo.

O Concurso de Salto foi organizado pelo Centro Hípico Vale do Sinos, com supervisão da Federação Gaúcha dos Esportes Equestres. As provas ocorreram em diferentes alturas, desde categorias de iniciação até a série principal de 1,30 metro. O torneio também serviu como seletiva para a Copa Rio Grande de Escolas da região Vale/Serra.

O secretário de Esporte e Lazer, Luciano Oliveira, afirmou que a realização da competição amplia o acesso da população a diferentes modalidades esportivas.

“É a primeira vez que Canoas recebe uma competição estadual de hipismo, e isso representa um passo importante para ampliar o acesso da população a diferentes modalidades esportivas. O hipismo é um esporte olímpico que exige técnica, disciplina e uma relação muito forte entre atleta e animal. Dar espaço para esse tipo de evento também é incentivar a diversidade no esporte e aproximar novas pessoas dessa modalidade”, disse.

Entre os destaques da competição esteve o atleta Gabriel Soares, medalhista na prova de 1,20 metro.

“É muito gratificante ver as famílias acompanhando as provas e aproveitando esse ambiente esportivo e familiar. Hoje conseguimos um bom resultado na prova de 1,20 metro, e isso também é fruto da parceria construída com o cavalo. No hipismo, além da competição, existe uma relação muito forte de confiança, carinho e respeito com o animal”, afirmou.

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Esporte

Primeira etapa do circuito “Correndo por Canoas” reúne moradores no bairro Mathias Velho

Redação

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FOTO: BRUNO OURIQUE

A Estação Cidadania, no bairro Mathias Velho, recebeu na manhã de domingo, 19, a primeira etapa do circuito “Correndo por Canoas”. A atividade reuniu moradores de diferentes regiões do município em uma ação voltada à prática de corrida de rua.

A concentração começou por volta das 7h, com entrega de camisetas aos primeiros inscritos. A largada ocorreu às 8h. Sem cronometragem oficial, o evento teve caráter participativo, com foco em iniciantes, famílias e pessoas interessadas em iniciar atividades físicas.

O circuito deve contar com cinco etapas ao longo do ano, previstas para diferentes regiões da cidade. A proposta é ampliar o acesso da população a eventos esportivos e incentivar o uso de espaços públicos.

O secretário de Esporte e Lazer, Luciano de Oliveira, destacou a importância de levar o esporte para mais perto da comunidade:

“Hoje realizamos a primeira etapa do circuito, em parceria com o Corre Canoas, aqui na Estação Cidadania, no bairro Mathias Velho. Já temos programadas cinco etapas ao longo do ano, justamente para descentralizar e levar a corrida para dentro dos bairros, aproximando ainda mais a comunidade da prática esportiva”, afirmou.

Moradora do bairro Mato Grande, Silvia Letícia foi uma das primeiras a concluir o percurso de 3 km e ressaltou o impacto positivo da atividade:

“Fiquei sabendo pelas redes sociais, me inscrevi e convidei minhas amigas para participar. Já faço parte de um grupo de corrida durante a semana, e isso tem sido muito importante para o meu desenvolvimento. Hoje, correr junto com outras pessoas foi uma energia incrível, uma experiência muito especial”, contou.

Para Dionatan Silva dos Santos, morador do bairro Guajuviras, a participação marcou a primeira experiência em um evento do tipo:

“Achei espetacular, foi uma experiência muito legal. Correr com outras pessoas dá uma motivação diferente, a energia contagia. O evento também está muito bem organizado, com estrutura, água, frutas e incentivo o tempo todo. Para mim, foi algo muito gratificante”, destacou.

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Esporte

Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete mundial, aos 68 anos

Redação

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Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete mundial, aos 68 anos

O Brasil perdeu nesta sexta-feira, 17, um de seus maiores nomes do esporte. O ex-jogador Oscar Schmidt morreu aos 68 anos após sofrer uma parada cardíaca em sua casa, em Santana de Parnaíba, no interior de São Paulo. A informação foi confirmada pela família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h e realizou o atendimento inicial. O ex-atleta chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, mas não resistiu. Em nota, a família informou que o velório será reservado, respeitando o desejo por um momento íntimo.

Conhecido como “Mão Santa”, Oscar construiu uma trajetória histórica no basquete. Revelado ainda jovem, mudou-se aos 16 anos para São Paulo, onde iniciou sua carreira nas categorias de base do Sociedade Esportiva Palmeiras. Pouco tempo depois, já integrava a Seleção Brasileira e despontava como uma promessa do esporte.

Seu talento ganhou projeção internacional em 1979, quando conquistou o Mundial Interclubes pelo Esporte Clube Sírio. No ano seguinte, disputou sua primeira Olimpíada, em Moscou, iniciando uma longa trajetória em competições internacionais.

Oscar também teve passagem marcante pelo basquete europeu, especialmente na Itália, onde atuou por mais de uma década e consolidou sua fama como um dos maiores pontuadores da modalidade. De volta ao Brasil nos anos 1990, vestiu camisas importantes, como as do Sport Club Corinthians Paulista e do Clube de Regatas do Flamengo.

Foi justamente pelo Flamengo que alcançou uma marca histórica: tornou-se o maior pontuador do basquete mundial, com impressionantes 49.737 pontos ao longo da carreira — um recorde que o eternizou no esporte.

A despedida das quadras aconteceu em 14 de maio de 2003, aos 45 anos, após uma carreira de três décadas. Sua última partida foi contra o Minas Tênis Clube, encerrando um ciclo brilhante no esporte.

Fora das quadras, Oscar também ganhou destaque como palestrante, compartilhando lições de superação e disciplina. Em 2011, foi diagnosticado com um tumor cerebral, que tratou até 2022. Em entrevistas, falou abertamente sobre o impacto da doença em sua vida, incluindo a mudança na forma como encarava o medo da morte.

Na vida pessoal, era casado desde 1981 com Maria Cristina Victorino, com quem construiria 50 anos de relacionamento em maio deste ano. Deixa os filhos Felipe e Stephanie, além dos irmãos Luís Felipe Schmidt e o apresentador Tadeu Schmidt.

Oscar Schmidt deixa um legado que ultrapassa números e recordes. Ícone do basquete mundial, será lembrado não apenas como um dos maiores atletas da história, mas como símbolo de dedicação, longevidade e paixão pelo esporte.

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