Conecte-se conosco

header-top







 

19/04/2026
 

Esporte

PARIS 2024: Canoense perde na estreia e judô do Brasil fecha o dia sem medalhas

Redação

Publicado

em

Depois de conquistar duas medalhas no domingo, o judô brasileiro terminou a segunda-feira, 29, sem pódios na Olimpíada de Paris.

Medalhista olímpico nos Jogos de Tóquio, em 2021, o judoca canoense Daniel Cargnin caiu na estreia em Paris.

Na categoria até 73 kg – para homens – ele enfrentou Akil Gjakova, do Kosovo, e foi derrotado por ippon, após o adversário aplicar dois waza-ari no brasileiro.

O atleta kosovar, inclusive, é procurado pela polícia de seu país por acusações de violência doméstica. A federação afirmou que acredita na inocência do atleta, mas que, ao retornar dos jogos, Akil irá se apresentar às autoridades.

Neste ciclo olímpico, Cargnin mudou de categoria. Antes, ele competia no peso meio-leve (até 66 kg) e passou para a categoria leve após o bronze na Olimpíada.

Derrota no bronze

A principal chance veio com a campeã olímpica da Rio 2016, Rafa Silva, que lutou bem, mas perdeu na disputa da medalha de bronze da categoria até 57 kg, considerada a mais equilibrada no atual judô feminino.

A brasileira fez sua estreia logo na fase de oitavas de final, e derrotou por ippon Maysa Pardayeva, do Turcomenistão, entrando na fase de disputa pelas medalhas. No confronto de quartas de final, Rafa Silva enfrentou Eteri Liparteliani, da Geórgia, e venceu após aplicar dois waza-ari na adversária em menos de dois minutos.

Na semifinal, Rafa Silva enfrentou a atual campeã do mundo, Mimi Huh, da Coreia do Sul. Em uma luta difícil para a brasileira, a coreana foi mais segura nos golpes. O combate permaneceu empatado sem pontuações até o golden score. No tempo extra, a coreana imobilizou a judoca carioca e venceu a luta.

Na disputa que valia a medalha de bronze, Rafa Silva teve como adversária a japonesa Haruka Funakubo. As duas travaram um embate longo e cansativo.

Empatada, a luta se estendeu até mais de quatro minutos no golden score. Com o duelo equilibrado, a arbitragem aplicou uma punição para brasileira por projetar um golpe usando a cabeça no tatame. Assim, Funakubo foi declarada vencedora e conquistou o bronze.

Esta foi a terceira Olimpíada na carreira da judoca de 32 anos. Ela estreou na edição de Londres, em 2012, e conquistou a medalha de ouro no Rio, em 2016. Rafaela ficou de fora dos Jogos de Tóquio, em 2021, após ser suspensa por testar positivo em um exame antidoping. A brasileira também é bicampeã mundial de judô na categoria leve.

Nesta terça-feira, 30, mais dois judocas brasileiros vão competir em Paris. Ketleyn Quadros, na categoria até 63 kg para mulheres, e Guilherme Schmidt, na categoria até 81 kg para homens.

Esporte

Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete mundial, aos 68 anos

Redação

Publicado

em

Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete mundial, aos 68 anos

O Brasil perdeu nesta sexta-feira, 17, um de seus maiores nomes do esporte. O ex-jogador Oscar Schmidt morreu aos 68 anos após sofrer uma parada cardíaca em sua casa, em Santana de Parnaíba, no interior de São Paulo. A informação foi confirmada pela família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h e realizou o atendimento inicial. O ex-atleta chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, mas não resistiu. Em nota, a família informou que o velório será reservado, respeitando o desejo por um momento íntimo.

Conhecido como “Mão Santa”, Oscar construiu uma trajetória histórica no basquete. Revelado ainda jovem, mudou-se aos 16 anos para São Paulo, onde iniciou sua carreira nas categorias de base do Sociedade Esportiva Palmeiras. Pouco tempo depois, já integrava a Seleção Brasileira e despontava como uma promessa do esporte.

Seu talento ganhou projeção internacional em 1979, quando conquistou o Mundial Interclubes pelo Esporte Clube Sírio. No ano seguinte, disputou sua primeira Olimpíada, em Moscou, iniciando uma longa trajetória em competições internacionais.

Oscar também teve passagem marcante pelo basquete europeu, especialmente na Itália, onde atuou por mais de uma década e consolidou sua fama como um dos maiores pontuadores da modalidade. De volta ao Brasil nos anos 1990, vestiu camisas importantes, como as do Sport Club Corinthians Paulista e do Clube de Regatas do Flamengo.

Foi justamente pelo Flamengo que alcançou uma marca histórica: tornou-se o maior pontuador do basquete mundial, com impressionantes 49.737 pontos ao longo da carreira — um recorde que o eternizou no esporte.

A despedida das quadras aconteceu em 14 de maio de 2003, aos 45 anos, após uma carreira de três décadas. Sua última partida foi contra o Minas Tênis Clube, encerrando um ciclo brilhante no esporte.

Fora das quadras, Oscar também ganhou destaque como palestrante, compartilhando lições de superação e disciplina. Em 2011, foi diagnosticado com um tumor cerebral, que tratou até 2022. Em entrevistas, falou abertamente sobre o impacto da doença em sua vida, incluindo a mudança na forma como encarava o medo da morte.

Na vida pessoal, era casado desde 1981 com Maria Cristina Victorino, com quem construiria 50 anos de relacionamento em maio deste ano. Deixa os filhos Felipe e Stephanie, além dos irmãos Luís Felipe Schmidt e o apresentador Tadeu Schmidt.

Oscar Schmidt deixa um legado que ultrapassa números e recordes. Ícone do basquete mundial, será lembrado não apenas como um dos maiores atletas da história, mas como símbolo de dedicação, longevidade e paixão pelo esporte.

Continuar a ler

Esporte

Secretaria Municipal de Esporte e Lazer inicia projeto e leva atividades físicas aos bairros de Canoas

Redação

Publicado

em

Foto: Vinícius Medeiros/PMC

A Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de Canoas realizou, na manhã de quarta-feira, 15, uma atividade voltada à prática de exercícios físicos no bairro Estância Velha.

A ação ocorreu em uma praça localizada entre as ruas Capão da Canoa e Curumim, onde foi promovido um aulão de ritmos para moradores da região.

A proposta prevê a realização de atividades em diferentes bairros de Canoas, incluindo áreas afastadas de ginásios e polos esportivos.

De acordo com o diretor de Esporte e Lazer e Rendimento da SMEL, Everaldo Santos, uma avaliação deverá ser feita a partir do projeto-piloto para definir a periodicidade das atividades nos bairros, o que poderá ser semanal, quinzenal ou mensal.

“Nosso objetivo é levar a atividade física para junto da comunidade, promovendo saúde, bem-estar, união e socialização aos moradores”, destaca. Responsável pela aula de ritmos na praça, que atraiu um público integralmente feminino, a professora de dança, Tânia Rodrigues destaca os benefícios da modalidade para os participantes.

“É ótimo para o corpo e para a mente. Além de ser uma excelente atividade para mexer o corpo, durante a aula, a gente esquece de tudo o que está lá fora, todos os problemas, sem contar o convívio social que elas têm umas com as outras. Muitas vezes elas não têm este convívio social em casa e procuram bastante isso nas atividades em grupo”, conta. A aposentada Maria Isabel Silva de Oliveira, 79, aprovou a iniciativa. “Estou achando ótimo. Precisávamos de algo assim no nosso bairro. Nossa praça é um espaço muito bom, que deve ser cada vez mais ocupado pela nossa comunidade”, opina.

Continuar a ler

Esporte

Projeto Primeiro Saque celebra 11 anos com evento esportivo e cultural em Esteio

Redação

Publicado

em

O Projeto Primeiro Saque comemorou, no último sábado, 11, seus 11 anos de atuação com um evento realizado no Núcleo Petrobras Novo Esteio, em Esteio. A programação teve início às 9h e reuniu atividades abertas à comunidade, como aulas de dança, futebol, tênis e apresentação com roda de capoeira.

Criado em abril de 2015, o projeto social atende crianças em situação de vulnerabilidade na Região Metropolitana e já beneficiou mais de mil participantes ao longo de sua trajetória.

Idealizador da iniciativa, o coordenador Matheus Triska destacou o significado da data e a mobilização coletiva que sustenta o projeto.

“O Primeiro Saque é a concretização do meu propósito de vida. Olhando para trás e percebendo como o projeto está hoje, pode-se dizer que estes 11 anos são um milagre concretizado por centenas, talvez milhares de mãos que fazem com que ele seja possível.”

Além do trabalho desenvolvido por profissionais e voluntários, Triska ressaltou a importância das parcerias para a continuidade das atividades.

“O apoio de nossos patrocinadores é fundamental para mantermos nossas atividades em funcionamento, com profissionais qualificados e uma estrutura adequada para a realização das oficinas. Temos como missão gerar uma onda do bem e promover transformação social por meio de atividades esportivas, pedagógicas e culturais. Contar com patrocinadores possibilita que esse trabalho tenha continuidade e alcance cada vez mais crianças e jovens.”

A coordenadora Michele Jubin também destacou o crescimento do projeto, especialmente após a expansão das atividades em 2025 com a inauguração de núcleos patrocinados pela Petrobras.

“O projeto, para mim, representa a capacidade de sonhar, sonhos de todos os tamanhos que se renovam diariamente. E, nesses 11 anos, ter hoje mais de 30 pessoas envolvidas diretamente nesse trabalho emociona e dá a esperança de que podemos, sim, fazer muito pela transformação social para todos.”

O Projeto Primeiro Saque oferece atividades no turno inverso ao escolar, com foco em esporte, cultura e educação. Entre as modalidades estão tênis, futebol, capoeira, judô, natação e vôlei, além de oficinas de dança, sustentabilidade, autoconhecimento e reforço escolar.

A equipe é formada por profissionais de diferentes áreas, incluindo psicólogos, pedagogos, assistentes sociais, educadores físicos e profissionais da educação básica, garantindo acompanhamento multidisciplinar às crianças atendidas.

Continuar a ler
publicidade
festivalSicrediGraduação Lasalle

Destaques