Esporte
Judoca de Canoas é escolhida como embaixadora de marca japonesa de judô

Pela primeira vez, uma atleta brasileira foi escolhida para representar a tradicional marca japonesa de kimonos de judô Yawara Japan, e ela é de Canoas. Com apenas 16 anos e já campeã, Sarah Mendes é o novo nome a carregar a excelência do judô mundial.
A jovem atleta canoense acaba de ser anunciada como embaixadora oficial da Yawara Japan no Brasil, marca reconhecida como referência global na fabricação de judogis, os kimonos utilizados na prática da arte marcial japonesa. E o momento não poderia ser mais simbólico: Sarah representará o Brasil no Campeonato Mundial de Judô Sub-18, que será realizado na Bulgária, de 27 de agosto a 01 de setembro.
O evento de lançamento oficial da marca no país acontece no domingo, 17 de agosto, às 17h30, na Academia Alliance Canoas Norte, dirigida por Moacir Mendes, pai de Sarah, ex-integrante da seleção brasileira de judô e multicampeão. Em 2012, Moacir foi reconhecido internacionalmente como o melhor atleta de ne-waza (luta de solo), segundo o site Best Judô, uma das principais publicações dedicadas ao judô na Europa.
Um convidado especial virá diretamente do Japão: Rafael Ynamoto, representante exclusivo da Yawara Japan na América do Sul, entregará pessoalmente os kimonos à atleta, um gesto que reforça o respeito da marca por sua nova embaixadora e a ,importância da ocasião.
Quem é Rafael Ynamoto
Conhecido nacionalmente como Ynamoto Sensei, Rafael está no ramo de fornecimento de material esportivo para o judô desde 2005. Seu nome tornou-se referência no meio por atender academias, clubes e até a seleção brasileira paralímpica de judô, que utilizou seus materiais nas Paralimpíadas Rio 2016, entre outras competições. Agora, como representante oficial da Yawara Japan na América do Sul, é o responsável por introduzir a marca no Brasil.
“Este kimono é japonês de origem, criado em 2010 por um verdadeiro mago dos kimonos, que tem mais de 50 anos de experiência e foi fundador da famosa marca TOYO. Com sede em Kanagawa, a Yawara Japan é sinônimo de tradição e qualidade. Nossa entrada no Brasil atende a uma demanda real dos atletas por kimonos homologados pela IJF com personalização e caimento diferenciados. E apoiar alguém como a Sarah, que tem futuro promissor e raízes no judô, é unir tradição e renovação num só projeto”, afirma Ynamoto.
Segundo ele, a escolha de Sarah como embaixadora foi natural, “pelo desempenho em competições nacionais e internacionais. Não tenho dúvidas de que essa parceria levará o nome da nossa empresa aos lugares mais altos dos pódios.”
Prestígio da marca Yawara Japan
Fundada em 2010 na província de Kanagawa, no Japão, a Yawara Japan tornou-se símbolo de excelência na fabricação de judogis. A marca alia tradição artesanal japonesa com tecnologia de ponta, como o corte tridimensional (Dynamotion Fit) e tecidos de alta performance (70% algodão e 30% poliéster). Seu modelo mais conhecido, o Yoroi Gi, é homologado pela Federação Internacional de Judô (IJF) e considerado por atletas e especialistas como o “Rolls-Royce dos kimonos”.
Por que é importante ter uma marca como a Yawara no Brasil
A chegada da Yawara Japan representa um salto de qualidade para o judô nacional. Além de fortalecer os laços históricos entre Brasil e Japão, berço da modalidade, demonstra confiança no potencial da nova geração de atletas.
Para Moacir Mendes, a iniciativa também abre oportunidades de parcerias com academias, federações e clubes, elevando o padrão técnico e inspirando novos talentos.
“Ter uma marca desse nível operando no Brasil é um divisor de águas. Com produtos de padrão internacional e atendimento personalizado, estamos elevando o patamar do judô brasileiro”, destaca.
Sobre Sarah Mendes
Com apenas 16 anos, Sarah Mendes, atleta do Grêmio Náutico União, já é uma das grandes promessas do judô brasileiro. Soma conquistas em campeonatos nacionais e internacionais, com destaque para sua dedicação e disciplina. Influenciada pelo pai, técnico e mentor Moacir Mendes, ela agora inicia uma nova etapa em sua carreira com visibilidade internacional.
Canoas no mapa mundial do judô
A escolha de uma judoca de Canoas como embaixadora de uma marca japonesa de prestígio internacional é motivo de orgulho para o município e para o país. É também um símbolo da força esportiva do Rio Grande do Sul, que revela talentos como Sarah, capazes de elevar o nome do Brasil nos tatames do mundo
Esporte
Primeira etapa do circuito “Correndo por Canoas” reúne moradores no bairro Mathias Velho

A Estação Cidadania, no bairro Mathias Velho, recebeu na manhã de domingo, 19, a primeira etapa do circuito “Correndo por Canoas”. A atividade reuniu moradores de diferentes regiões do município em uma ação voltada à prática de corrida de rua.
A concentração começou por volta das 7h, com entrega de camisetas aos primeiros inscritos. A largada ocorreu às 8h. Sem cronometragem oficial, o evento teve caráter participativo, com foco em iniciantes, famílias e pessoas interessadas em iniciar atividades físicas.
O circuito deve contar com cinco etapas ao longo do ano, previstas para diferentes regiões da cidade. A proposta é ampliar o acesso da população a eventos esportivos e incentivar o uso de espaços públicos.
O secretário de Esporte e Lazer, Luciano de Oliveira, destacou a importância de levar o esporte para mais perto da comunidade:
“Hoje realizamos a primeira etapa do circuito, em parceria com o Corre Canoas, aqui na Estação Cidadania, no bairro Mathias Velho. Já temos programadas cinco etapas ao longo do ano, justamente para descentralizar e levar a corrida para dentro dos bairros, aproximando ainda mais a comunidade da prática esportiva”, afirmou.
Moradora do bairro Mato Grande, Silvia Letícia foi uma das primeiras a concluir o percurso de 3 km e ressaltou o impacto positivo da atividade:
“Fiquei sabendo pelas redes sociais, me inscrevi e convidei minhas amigas para participar. Já faço parte de um grupo de corrida durante a semana, e isso tem sido muito importante para o meu desenvolvimento. Hoje, correr junto com outras pessoas foi uma energia incrível, uma experiência muito especial”, contou.
Para Dionatan Silva dos Santos, morador do bairro Guajuviras, a participação marcou a primeira experiência em um evento do tipo:
“Achei espetacular, foi uma experiência muito legal. Correr com outras pessoas dá uma motivação diferente, a energia contagia. O evento também está muito bem organizado, com estrutura, água, frutas e incentivo o tempo todo. Para mim, foi algo muito gratificante”, destacou.
Esporte
Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete mundial, aos 68 anos

O Brasil perdeu nesta sexta-feira, 17, um de seus maiores nomes do esporte. O ex-jogador Oscar Schmidt morreu aos 68 anos após sofrer uma parada cardíaca em sua casa, em Santana de Parnaíba, no interior de São Paulo. A informação foi confirmada pela família.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h e realizou o atendimento inicial. O ex-atleta chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, mas não resistiu. Em nota, a família informou que o velório será reservado, respeitando o desejo por um momento íntimo.
Conhecido como “Mão Santa”, Oscar construiu uma trajetória histórica no basquete. Revelado ainda jovem, mudou-se aos 16 anos para São Paulo, onde iniciou sua carreira nas categorias de base do Sociedade Esportiva Palmeiras. Pouco tempo depois, já integrava a Seleção Brasileira e despontava como uma promessa do esporte.
Seu talento ganhou projeção internacional em 1979, quando conquistou o Mundial Interclubes pelo Esporte Clube Sírio. No ano seguinte, disputou sua primeira Olimpíada, em Moscou, iniciando uma longa trajetória em competições internacionais.
Oscar também teve passagem marcante pelo basquete europeu, especialmente na Itália, onde atuou por mais de uma década e consolidou sua fama como um dos maiores pontuadores da modalidade. De volta ao Brasil nos anos 1990, vestiu camisas importantes, como as do Sport Club Corinthians Paulista e do Clube de Regatas do Flamengo.
Foi justamente pelo Flamengo que alcançou uma marca histórica: tornou-se o maior pontuador do basquete mundial, com impressionantes 49.737 pontos ao longo da carreira — um recorde que o eternizou no esporte.
A despedida das quadras aconteceu em 14 de maio de 2003, aos 45 anos, após uma carreira de três décadas. Sua última partida foi contra o Minas Tênis Clube, encerrando um ciclo brilhante no esporte.
Fora das quadras, Oscar também ganhou destaque como palestrante, compartilhando lições de superação e disciplina. Em 2011, foi diagnosticado com um tumor cerebral, que tratou até 2022. Em entrevistas, falou abertamente sobre o impacto da doença em sua vida, incluindo a mudança na forma como encarava o medo da morte.
Na vida pessoal, era casado desde 1981 com Maria Cristina Victorino, com quem construiria 50 anos de relacionamento em maio deste ano. Deixa os filhos Felipe e Stephanie, além dos irmãos Luís Felipe Schmidt e o apresentador Tadeu Schmidt.
Oscar Schmidt deixa um legado que ultrapassa números e recordes. Ícone do basquete mundial, será lembrado não apenas como um dos maiores atletas da história, mas como símbolo de dedicação, longevidade e paixão pelo esporte.
Esporte
Secretaria Municipal de Esporte e Lazer inicia projeto e leva atividades físicas aos bairros de Canoas

A Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de Canoas realizou, na manhã de quarta-feira, 15, uma atividade voltada à prática de exercícios físicos no bairro Estância Velha.
A ação ocorreu em uma praça localizada entre as ruas Capão da Canoa e Curumim, onde foi promovido um aulão de ritmos para moradores da região.
A proposta prevê a realização de atividades em diferentes bairros de Canoas, incluindo áreas afastadas de ginásios e polos esportivos.
De acordo com o diretor de Esporte e Lazer e Rendimento da SMEL, Everaldo Santos, uma avaliação deverá ser feita a partir do projeto-piloto para definir a periodicidade das atividades nos bairros, o que poderá ser semanal, quinzenal ou mensal.
“Nosso objetivo é levar a atividade física para junto da comunidade, promovendo saúde, bem-estar, união e socialização aos moradores”, destaca. Responsável pela aula de ritmos na praça, que atraiu um público integralmente feminino, a professora de dança, Tânia Rodrigues destaca os benefícios da modalidade para os participantes.
“É ótimo para o corpo e para a mente. Além de ser uma excelente atividade para mexer o corpo, durante a aula, a gente esquece de tudo o que está lá fora, todos os problemas, sem contar o convívio social que elas têm umas com as outras. Muitas vezes elas não têm este convívio social em casa e procuram bastante isso nas atividades em grupo”, conta. A aposentada Maria Isabel Silva de Oliveira, 79, aprovou a iniciativa. “Estou achando ótimo. Precisávamos de algo assim no nosso bairro. Nossa praça é um espaço muito bom, que deve ser cada vez mais ocupado pela nossa comunidade”, opina.

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