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26/02/2026
 

Policial

Polícia Federal apura crimes de corrupção na compra de materiais nas Secretarias de Educação de Canoas e Eldorado do Sul

Redação

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Polícia Federal apura crimes de corrupção na compra de materiais nas Secretarias de Educação de Canoas e Eldorado do Sul

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira, 14, uma operação destinada a combater crimes licitatórios e de corrupção, praticados nas Secretarias de Educação de Canoas e de Eldorado do Sul.

Busca e apreensão

Policiais federais cumprem hoje dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, na Grande Porto Alegre.

Compra de livros e conjuntos de robótica

Durante o curso das investigações, foi identificado que, nos anos de 2021 e 2022, os envolvidos realizaram a compra de livros e conjuntos de robótica com direcionamento de fornecedor e sobrepreço inicial no contrato, fazendo uso de procedimentos de adesões a atas de registros de preços de outros entes federativos.

Segundo a PF, também é investigado o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos envolvidos de forma direta e indiretamente com os casos. Foram alvos da operação dois servidores públicos municipais.

A reportagem de O Timoneiro entrou em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura de Canoas, que enviou uma nota. Confira abaixo:

“A Prefeitura de Canoas abriu, em 30 agosto de 2023 (Portaria 5.035/23), uma sindicância para apurar as adesões às referidas atas de registro de preços, entre 2021 e 2022. O termo de homologação (98/205), publicado no Diário Oficial do Município, em 4 de junho, acolhe o relatório final da Comissão Sindicante, que recomenda a abertura de um processo de auditoria, o que já está em curso. A Prefeitura trabalha para elucidar os fatos e reforça o seu compromisso com a transparência e com a lisura nos processos, bem como com a gestão e correta aplicação dos recursos públicos”.

 

Policial

Ex-prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo é preso em operação da Polícia Federal por suspeita de desvio de recursos das enchentes

Redação

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O ex-prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, foi preso na manhã desta quinta-feira, 26, durante uma operação da Polícia Federal que investiga suspeitas de desvio de recursos públicos destinados à reconstrução do município após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul.

A prisão é temporária, com prazo inicial de cinco dias, podendo ser prorrogada. Caumo comandou o Executivo municipal entre 2017 e 2024. De acordo com as autoridades, a apuração não envolve a atual administração da cidade.

Além do ex-prefeito, uma empresária ligada ao grupo empresarial que teria sido favorecido também foi presa. Uma vereadora foi afastada dos cargos. Os nomes das duas não foram divulgados oficialmente.

A ação integra a operação “Lamaçal”, que dá continuidade à ofensiva realizada em novembro de 2025. Naquele período, Caumo ocupava o cargo de secretário estadual de Desenvolvimento Urbano. Após a repercussão da investigação, ele colocou o cargo à disposição e teve a exoneração confirmada.

Segundo a Polícia Federal, a análise do material recolhido na primeira fase reforçou a suspeita de direcionamento em processos licitatórios realizados pela Prefeitura de Lajeado.

“As investigações identificaram irregularidades em três licitações da Prefeitura de Lajeado envolvendo empresas de um mesmo grupo econômico, contratadas para prestar serviços de assistência social. Há indícios de que as escolhas não observaram a proposta mais vantajosa e de que os valores pagos estavam acima dos preços de mercado”, explica a instituição.

O advogado Jair Alves Pereira, responsável pela defesa de Marcelo Caumo, informou que ainda não teve acesso à decisão judicial que fundamentou a prisão do ex-prefeito.

Ao todo, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária. A Justiça também determinou o sequestro de veículos e o bloqueio de ativos financeiros. As ordens foram expedidas pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

As diligências ocorreram em Lajeado, Muçum, Encantado, Garibaldi, Salvador do Sul, Fazenda Vilanova, Novo Hamburgo e Porto Alegre.

Os investigados poderão responder por crimes como desvio ou aplicação indevida de recursos públicos, contratação direta ilegal, fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Detalhes da investigação

Conforme a Polícia Federal, a apuração identificou possíveis irregularidades em um processo licitatório da Prefeitura de Lajeado para a contratação de profissionais como psicólogo, assistente social, educador social, auxiliar administrativo e motorista.

A contratação ocorreu por meio de dispensa de licitação, com base na decretação de estado de calamidade pública no município em 2024. O valor total dos dois contratos inicialmente analisados durante o inquérito soma cerca de R$ 120 milhões.

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Policial

Polícia Civil prende responsável por roubo a escritório de advocacia em Porto Alegre

Redação

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A Polícia Civil do Rio Grande do Sul, por meio da 3ª Delegacia de Polícia Distrital de Porto Alegre e sob a coordenação do delegado Gustavo Pereira, realizou nesta quarta-feira, 25, a Operação Aureum, voltada ao combate ao crime de roubo ocorrido em janeiro deste ano em um escritório de advocacia da capital.

Durante a ação, foram cumpridos 11 mandados judiciais nos municípios de Porto Alegre e Cachoeirinha. O principal suspeito, apontado como mentor e executor do roubo, foi preso. Além disso, as equipes cumpriram mandados de busca e apreensão em um estabelecimento comercial, onde parte das joias teria sido revendida, e nas residências de outros investigados.

Foram apreendidos documentos, um veículo e uma arma de fogo durante a operação.

No crime ocorrido em janeiro, dois assaltantes mantiveram seis pessoas reféns e levaram do cofre do escritório joias e lingotes de ouro avaliados em cerca de R$ 600 mil.

A Polícia Civil segue investigando para identificar e prender os demais envolvidos e localizar o restante dos bens subtraídos.

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Policial

Polícia Civil confirma sangue humano na residência de família desaparecida em Cachoeirinha

Redação

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A Polícia Civil confirmou na última quarta-feira, 18, que o sangue localizado na residência de Silvana Germann de Aguiar, desaparecida há 25 dias, é de origem humana. O caso envolve também os pais de Silvana, Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, 70, cujo desaparecimento vem sendo investigado desde o final de janeiro.

As amostras coletadas seguem em análise para comparação genética, com o objetivo de determinar se o sangue pertence a algum dos três desaparecidos.

O principal suspeito é o ex-marido de Silvana, Cristiano Domingues Francisco, policial militar, que está detido há uma semana. A prisão temporária dele pode durar até 30 dias. Em comunicado, a Brigada Militar informou que Cristiano será afastado de suas funções enquanto a investigação segue sob supervisão da Corregedoria-Geral da corporação.

As autoridades também informaram que, no dia 25 de janeiro, quando o casal foi visto pela última vez, o telefone fixo de Isail e Dalmira recebeu uma ligação originada do celular de Silvana, embora ela já estivesse desaparecida. Para os investigadores, o telefonema teria como objetivo criar a impressão de que Silvana estava em viagem, possivelmente atrasando o início das buscas.

A Polícia Civil ressalta que ainda não há prazo definido para a conclusão dos exames periciais.

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