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06/06/2026
 

Policial

Polícia Federal apura crimes de corrupção na compra de materiais nas Secretarias de Educação de Canoas e Eldorado do Sul

Redação

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Polícia Federal apura crimes de corrupção na compra de materiais nas Secretarias de Educação de Canoas e Eldorado do Sul

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira, 14, uma operação destinada a combater crimes licitatórios e de corrupção, praticados nas Secretarias de Educação de Canoas e de Eldorado do Sul.

Busca e apreensão

Policiais federais cumprem hoje dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, na Grande Porto Alegre.

Compra de livros e conjuntos de robótica

Durante o curso das investigações, foi identificado que, nos anos de 2021 e 2022, os envolvidos realizaram a compra de livros e conjuntos de robótica com direcionamento de fornecedor e sobrepreço inicial no contrato, fazendo uso de procedimentos de adesões a atas de registros de preços de outros entes federativos.

Segundo a PF, também é investigado o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos envolvidos de forma direta e indiretamente com os casos. Foram alvos da operação dois servidores públicos municipais.

A reportagem de O Timoneiro entrou em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura de Canoas, que enviou uma nota. Confira abaixo:

“A Prefeitura de Canoas abriu, em 30 agosto de 2023 (Portaria 5.035/23), uma sindicância para apurar as adesões às referidas atas de registro de preços, entre 2021 e 2022. O termo de homologação (98/205), publicado no Diário Oficial do Município, em 4 de junho, acolhe o relatório final da Comissão Sindicante, que recomenda a abertura de um processo de auditoria, o que já está em curso. A Prefeitura trabalha para elucidar os fatos e reforça o seu compromisso com a transparência e com a lisura nos processos, bem como com a gestão e correta aplicação dos recursos públicos”.

 

Policial

Dois homens são mortos a tiros e mulher fica ferida durante ataque a tiros em Canoas

Redação

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Foto: Divulgação/Policia Civil

Na madrugada desta sexta-feira, 5, dois homens, de 21 e 27 anos, foram mortos a tiros e uma mulher ficou ferida em Canoas. O crime ocorreu por volta das 2h, nas proximidades de um beco no bairro Niterói.

De acordo com informações da Brigada Militar, dois homens encapuzados passaram pelo local em um veículo e efetuaram diversos disparos contra as vítimas. Os dois homens morreram no local. Já a mulher atingida pelos tiros foi socorrida e encaminhada para atendimento hospitalar.

As identidades das vítimas não haviam sido divulgadas até a publicação desta matéria.

A Polícia Civil apura o caso e trabalha com a hipótese de que o crime tenha sido uma execução relacionada a uma disputa pelo tráfico de drogas. Os autores dos disparos ainda não foram identificados.

Equipes da Brigada Militar realizaram buscas na região na tentativa de localizar os suspeitos.

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Policial

Mulher de 27 anos é morta a tiros em frente de casa em Santo Ângelo

Redação

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Uma mulher de 27 anos foi morta a tiros na noite de terça-feira, 2, em Santo Ângelo, na Região das Missões. O crime ocorreu por volta das 19h40, na Rua do Retiro, no bairro Santa Fé.

Segundo informações da Brigada Militar, a vítima estava em frente à residência quando dois homens chegaram ao local em uma motocicleta. De acordo com o relato policial, o passageiro do veículo efetuou diversos disparos contra a mulher.

Após o ataque, os suspeitos fugiram e não foram localizados. A vítima morreu no local.

A área foi isolada para o trabalho da perícia, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil. A identidade da vítima não foi divulgada pelas autoridades. Conforme informações da polícia, ela não possuía antecedentes criminais.

Até o momento, não há informações sobre a identidade dos suspeitos nem sobre a motivação do homicídio. A Polícia Civil realiza diligências para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis pelo ataque.

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Policial

Operação Penhor prende 20 suspeitos e mira esquema de tráfico de armas na Região Metropolitana

Redação

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira, 2, a Operação Penhor, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por comércio ilegal de armas de fogo, lavagem de dinheiro e outros crimes. A ação foi coordenada pela 2ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico (2ª DIN), do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc), e integra a Operação Narke VI, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Ao todo, foram cumpridas 94 medidas cautelares em municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre. Entre as ordens judiciais estão 24 mandados de prisão preventiva, 22 mandados de busca e apreensão, 36 sequestros de veículos, dois sequestros de imóveis e o bloqueio de dez contas bancárias.

Segundo a Polícia Civil, a organização investigada atuava principalmente em Porto Alegre, Gravataí, Cachoeirinha e Cidreira. Até o momento, 20 pessoas foram presas. Também foram apreendidos R$ 30 mil em dinheiro, oito veículos, uma moto aquática e três armas de fogo.

As investigações começaram após informações sobre a atuação de suspeitos envolvidos no comércio clandestino de armas na Região Metropolitana, especialmente em Cachoeirinha e Gravataí.

De acordo com a polícia, as apurações identificaram uma estrutura criminosa organizada, com divisão de funções entre os integrantes, responsável pela aquisição, armazenamento, transporte e negociação de armas e munições. O material seria destinado ao abastecimento de uma organização criminosa com atuação na região do Vale dos Sinos.

Conforme o delegado Wesley Lopes, responsável pela investigação, o grupo também utilizava operadores financeiros, empresas e terceiros para ocultar a origem dos recursos obtidos com as atividades ilegais.

“As apurações demonstraram que o grupo utilizava operadores financeiros, interpostas pessoas e empresas formalmente constituídas para ocultar e dissimular valores provenientes das atividades ilícitas, evidenciando uma estrutura voltada à lavagem de capitais e à manutenção financeira da organização criminosa”, afirmou.

O nome da operação faz referência a um diálogo interceptado durante as investigações. Segundo a Polícia Civil, uma das lideranças do grupo demonstrou insatisfação com a cobrança de valores relacionados ao penhor de uma arma de fogo entre integrantes da própria organização, evidenciando a circulação clandestina de armamentos.

As diligências seguem em andamento para localizar investigados considerados foragidos, além de aprofundar a análise patrimonial e financeira dos envolvidos.

Para o delegado Wesley Lopes, a investigação revelou não apenas a atuação do grupo no comércio ilegal de armas, mas também mecanismos estruturados de ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro. Segundo ele, as medidas de bloqueio e sequestro de bens têm como objetivo enfraquecer a capacidade financeira e operacional da organização criminosa.

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