Educação
Aulas retornam em 18 Emeis na quarta-feira

A partir da próxima quarta-feira, 12, as aulas retornam em 18 escolas municipais de Educação Infantil de Canoas. Ao todo, esses locais vão receber 2.399 crianças.
A retomada acontece apenas nas Emeis do lado Leste, que não foram atingidas pela enchente.
Nas escolas Terezinha Tergolina e Caramelada, que servem como abrigo de mulheres em situação de vulnerabilidade e famílias atípicas, as aulas retornarão até o dia 24 de junho.
As instituições de ensino do lado Oeste ainda precisam passar por vistoria, limpeza, avaliação estrutural e dos prejuízos.
As escolas reabertas receberão as crianças que já estavam matriculadas na instituição.
Na semana que vem, a Secretaria Municipal de Educação e o Conselho Municipal de Educação se reunirão para solicitar que seja feita, temporariamente, a flexibilização das resoluções que limitam o número de crianças que podem estar em cada sala.
Dessa forma, será possível a realocação de alunos de outras escolas que ainda estejam fechadas.
No Ensino Fundamental, o retorno será de forma gradual. O início está previsto para ocorrer a partir da segunda-feira, dia 17 de junho.
Lista de Emeis que irão reabrir
- EMEI Anísio Spíndola Teixeira
- EMEI Beija Flor
- EMEI Bem Me Quer
- EMEI Carrossel
- EMEI Marione Machado Leite
- EMEI Julieta Balestro
- EMEI Laney Langaro
- EMEI Olga Machado Ronchetti
- EMEI Pé de Moleque
- EMEI Pequeno Polegar
- EMEI Pintando o Sete
- EMEI Tia Lourdes
- EMEI Tia Maria Lúcia
- EMEI Ulysses Machado Filho
- EMEI Vó Babali
- EMEI Vó Corina
- EMEI Vó Lola
- EMEI Vó Nelsa
Educação
Professores da rede municipal de Canoas mantêm greve após rejeitarem nova proposta

Os professores da rede municipal de Canoas decidiram manter a greve durante assembleia realizada na segunda-feira, 11, na sede social da ASMC.
A categoria rejeitou a nova proposta apresentada pela Prefeitura e, neste momento, o comando de greve discute os próximos passos do movimento.
Educação
Patrícia Alba (MDB) se coloca à disposição para intermediar diálogo entre Prefeitura de Canoas e professores

A presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, Patrícia Alba, afirmou nesta semana que está à disposição para auxiliar na retomada do diálogo entre a Prefeitura de Canoas e os professores da rede municipal, que estão em greve há três semanas.
Segundo a parlamentar, a administração municipal precisa ouvir as reivindicações da categoria.
“Nada mais básico do que ouvir a categoria. A recusa não pode ser aceita”, declarou. Ela também defendeu o cumprimento do piso nacional do magistério e melhorias no atendimento aos alunos de inclusão.
“Educação tem que ser prioridade na prática. A lei é muito bonita, mas é preciso dar condições para que o ensino e a aprendizagem tenham resultados”, afirmou a deputada.
Entre as reivindicações dos professores estão a reposição salarial, aumento real de 10%, revisão do plano de carreira e o cumprimento da Lei 15.326/2026. A legislação inclui professores da Educação Infantil na carreira do magistério, garantindo pagamento do piso nacional e aposentadoria especial.
A diretora do Sindicato dos Professores de Canoas, Katielle Felise, afirmou que o governo municipal não estaria mantendo diálogo com a categoria. Segundo ela, a proposta inicial apresentada pela Prefeitura previa reposição salarial de 4,22% parcelada em 12 vezes. Ainda de acordo com a sindicalista, a Câmara de Vereadores aprovou posteriormente o parcelamento do índice em seis parcelas durante sessão extraordinária.
Educação
Prefeitura de Canoas projeta aulas da rede municipal até janeiro de 2027 por conta da greve

Na teça-feira, 5, a Prefeitura de Canoas publicou uma nota em que se diz preocupada com o cenário que se desenha com a manutenção da greve dos professores da rede municipal, que iniciou com paralisação no dia 14 de abril.
No texto, o Executivo cita que, com a continuidade do movimento até 5 de maio, a conta da reposição já chega a 13 dias letivos, o que exigirá medidas de recuperação das aulas para o cumprimento dos 200 dias obrigatórios por lei.
Ainda que, para garantir o ano letivo de 2026, a proposta de reposição deve impactar diretamente os períodos de descanso e a projeção prevê a redução do recesso de julho para apenas dois dias e o avanço das aulas até o dia 12 de janeiro de 2027.
Por fim, a nota diz que “apesar dos avanços propostos pela Prefeitura, que afirma ter atingido seu limite financeiro para atender às reivindicações, o impasse segue penalizando direta e indiretamente 30 mil alunos que, além do prejuízo pedagógico, verão suas férias drasticamente encurtadas”.

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