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25/05/2026
 

Saúde

Comitê contra o Aedes aegypti anuncia reforço da Força Aérea Brasileira

Redação

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Após a publicação do decreto que declara situação de emergência em saúde pública no município, o Comitê Municipal de Enfrentamento das Arboviroses (doenças transmitidas pelo Aedes aegypti) fez uma reunião de alinhamento para as ações que devem ser desenvolvidas. Durante o encontro, foi comunicado que a partir desta quarta-feira, 27, um grupo de 20 soldados do Quinto Comando Aéreo Regional (V COMAR) vai participar da força-tarefa, em parceria com a Defesa Civil e Agentes de Combate às Endemias, para conscientizar a população e combater os focos do mosquito.

O secretário de Saúde, Jurandir Maciel, enfatizou a importância da iniciativa no combate à proliferação do mosquito da dengue e a agilidade que essa situação exige. “Precisamos de muito mais braços para fazer com que a dengue não se alastre por toda a cidade. Importante o nosso planejamento para que as estruturas de atendimento suportem a demanda que hoje está concentrada, principalmente, nas UPAs Rio Branco e Boqueirão”, salientou o secretário.

Composto por representantes de diferentes secretarias municipais, além de integrantes das instituições de saúde do município, o Comitê tem por objetivo promover a união de esforços na prevenção e enfrentamento da epidemia de dengue. “Os números registrados até o momento só não são maiores graças ao trabalho iniciado no bairro Estância Velha, onde, através do mapeamento dos pontos de risco, foi possível realizar o bloqueio químico das áreas”, enfatizou Jurandir. Ele lembra que a ação que vai começar nesta semana possibilitará a realização de uma varredura na região, a fim de estancar novos focos.

O médico veterinário Roger Halla apresentou do mapa da distribuição de casos no município, que inicialmente eram tratados como surtos epidêmicos, isolados no bairro Estância Velha e nos setores 6 e 4A do Guajuviras. As regiões de maior incidência da doença são conhecidas através da inclusão dos resultados positivos das testagens de dengue no sistema, permitindo o georreferenciamento.

A Secretaria de Saúde segue monitorando os casos de dengue na cidade, ao mesmo tempo em que promove ações de conscientização da população, fiscalizando possíveis focos e combatendo a presença do mosquito em diferentes bairros. Com mais de 1.100 casos de dengue confirmados, quase metade deles estão concentrados no bairro Estância Velha.

Saúde

Nova Santa Rita passará a receber R$ 240 mil mensais após habilitação de UPA

Redação

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Crédito: DIVULGAÇÃO/PMNSR

A Policlínica 24h de Nova Santa Rita foi habilitada como Unidade de Pronto Atendimento (UPA), medida que fará com que o município passe a receber R$ 240 mil mensais para custeio da saúde pública.

Segundo a administração municipal, o valor anual ultrapassa R$ 2,8 milhões. Do total mensal, R$ 140 mil serão repassados pelo Governo do Estado e R$ 100 mil pelo Governo Federal.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, os recursos deverão ser utilizados em investimentos na estrutura da unidade, aquisição de equipamentos, ampliação do atendimento e qualificação dos serviços de urgência e emergência.

O prefeito Rodrigo Battistella destacou a importância do novo repasse para o município.

“Essa é uma conquista extremamente importante para Nova Santa Rita. Estamos falando de mais de R$ 2,8 milhões por ano que serão investidos diretamente na saúde da nossa população. Esse recurso fortalece os atendimentos, amplia nossa capacidade de investimento e garante mais qualidade e segurança para quem utiliza os serviços públicos de saúde”, afirmou.

O secretário municipal de Saúde, Brayan Freitas afirmou que o recurso deverá contribuir para a ampliação dos serviços oferecidos.

“Esse recurso representa um avanço muito importante para a saúde municipal. A habilitação de UPA na Policlínica fortalece nossa rede de atendimento e garante mais condições para seguirmos investindo em estrutura, equipe e qualidade nos serviços prestados à comunidade”, disse.

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Saúde

Rio Grande do Sul entra em categoria de risco para casos de síndrome respiratória grave

Redação

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Foto: Vinicius Thormann

O Rio Grande do Sul entrou na categoria de risco para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme aponta o novo boletim InfoGripe, divulgado na quinta-feira, 21, pela Fundação Oswaldo Cruz.

Segundo os pesquisadores, o avanço das notificações indica que os casos de doenças respiratórias seguem em níveis elevados no Estado. No último levantamento, divulgado em 7 de maio, o cenário era considerado de alerta. Com o aumento dos registros nas últimas semanas, a classificação foi alterada para risco.

Dados do painel de monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde mostram que 408 pessoas foram hospitalizadas por doenças respiratórias entre os dias 10 e 16 de maio, durante a semana epidemiológica 19.

O boletim também aponta que o vírus Influenza A continua sendo o de maior circulação no território gaúcho, com registros de casos graves e internações. Além disso, há incidência do Vírus Sincicial Respiratório (VSR).

O crescimento das notificações ocorre em quase todos os estados brasileiros, com exceção de Rondônia. Entre as capitais, Porto Alegre também apresenta aumento nos casos de doenças respiratórias.

Até o momento, o Rio Grande do Sul contabiliza 237 mortes por síndromes respiratórias. A vacinação segue sendo apontada pelas autoridades de saúde como a principal forma de prevenção contra casos graves da doença. O imunizante disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra três cepas da influenza e é destinado aos grupos prioritários.

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Saúde

Hospital Universitário de Canoas realiza mutirão com 200 cirurgias de laqueaduras

Redação

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O Hospital Universitário de Canoas realizará, entre os dias 27 e 31 de maio, um mutirão de cirurgias de laqueadura. A ação prevê a realização de 200 procedimentos em cinco dias, com atendimentos em quatro salas cirúrgicas simultaneamente.

Segundo o hospital, a iniciativa deve zerar a fila interna do procedimento na instituição. Além das pacientes cadastradas no HU, também serão abertas vagas para a regulação estadual.

De acordo com dados divulgados pela instituição, em março deste ano 253 mulheres aguardavam pela cirurgia de laqueadura na fila interna do hospital. Atualmente, esse número é de 75 pacientes.

O mutirão será realizado pela Associação Saúde em Movimento (ASM), responsável pela gestão do Hospital Universitário, com apoio da Prefeitura de Canoas, do Grupo Hospitalar Conceição e do programa Agora Tem Especialistas, do Governo Federal.

A superintendente hospitalar da ASM e responsável pelo HU, Tatiani Pacheco, afirmou que muitas pacientes aguardam pelo procedimento há anos.

“Muitas pacientes aguardam anos por esse procedimento e, durante esse período, algumas acabam enfrentando uma nova gestação sem planejamento. Quando ampliamos esse acesso, garantimos mais agilidade no atendimento e reforçamos o direito da mulher de decidir sobre o próprio planejamento familiar e sua saúde”, disse.

Durante o mutirão, serão realizadas 40 cirurgias por dia. As pacientes começarão a ser contatadas ainda nesta semana pelos canais oficiais do hospital para consultas e exames pré-operatórios.

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