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15/06/2026
 

Saúde

Especialistas explicam porque a dengue pode matar

Redação

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A atual epidemia de dengue no Brasil preocupa gestores e médicos não somente pela transmissão da doença, mas pelo seu potencial de levar infectados à morte. As pessoas em áreas de risco não somente se preocupam com a prevenção e combate à doença e ao mosquito Aedes aegypti, mas também em como o óbito pode ocorrer em pacientes graves.

A dengue grave (como antes era chamada a dengue hemorrágica) pode causar hipovolemia. Esse estado é caracterizado pela queda brusca da pressão arterial ou hemorragia, decorrente da queda do número de plaquetas no sangue dos infectados. Essas duas complicações podem levar o paciente à morte em pouco tempo. Por isso que serviços de saúde insistem na importância de  procurar uma UBS ou hospital assim que começarem os sintomas.

“A dengue é uma doença que mata principalmente pessoas que não tem o diagnóstico precoce. O que a gente vê são pacientes que demoram para procurar atendimento médico e já chegam em estado grave ou pacientes que tiveram manejo clínico inadequado”, pontua Alexandre Naime, infectologista da Unesp.

O infectologista Julio Croda, da Fiocruz, informa que é fundamental a equipe de saúde saber identificar os sinais de alarme da doença, que são:

  • dor abdominal;
  • vômito persistente
  • acúmulo de líquido na barriga, no pulmão e na membrana que envolve o coração;
  • sangramento em mucosa;
  • confusão mental;
  • tontura;
  • irritabilidade.

Saúde

Paciente com suspeita de ebola tem resultado negativo para a doença no RS

Redação

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O exame realizado para investigar a suspeita de ebola em um paciente transferido de Novo Hamburgo para Porto Alegre apresentou resultado negativo. A confirmação foi recebida pelo Grupo Hospitalar Conceição na noite de sábado, 13, após análise conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O paciente, um homem de 64 anos que esteve recentemente em Uganda, país da África Oriental que enfrenta um surto da doença, inicialmente foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Canudos, em Novo Hamburgo. Em razão do histórico de viagem e dos sintomas apresentados, ele permaneceu em isolamento enquanto eram realizados os procedimentos de investigação.

Além da suspeita de ebola, o homem teve diagnóstico confirmado para malária causada pelo parasita Plasmodium falciparum. Segundo as equipes médicas, ele apresentava quadro clínico estável. Na sexta-feira, 12, foi encaminhado para Porto Alegre, onde segue internado.

Em nota divulgada neste domingo, 14, o Grupo Hospitalar Conceição informou que, com a exclusão da hipótese de ebola, o paciente poderá receber todos os recursos diagnósticos e terapêuticos disponíveis na instituição para o tratamento adequado da malária. Ele permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A investigação mobilizou profissionais do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) e do Ministério da Saúde. As amostras coletadas foram levadas ao Rio de Janeiro em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), com destino ao laboratório responsável pela análise.

A Secretaria Estadual da Saúde destacou que a rápida adoção dos protocolos previstos para casos suspeitos demonstra a capacidade de resposta do sistema de saúde diante de situações que exigem atenção especial. O acompanhamento do paciente continua sendo realizado pelas equipes de assistência e vigilância em saúde.

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Saúde

RS investiga caso suspeito de Ebola em paciente atendido em Novo Hamburgo

Redação

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Foto: Reprodução

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul acompanha a investigação de um caso suspeito de doença pelo vírus Ebola em um homem de 64 anos, que esteve recentemente em Uganda, país localizado na África Oriental.

O paciente procurou atendimento em uma unidade de saúde de Novo Hamburgo. De acordo com a pasta, diante do histórico de viagem e dos sintomas apresentados, foram adotadas imediatamente as medidas previstas nos protocolos nacionais de vigilância e resposta para casos suspeitos da doença.

Durante a investigação, foi realizado um teste rápido para malária, que teve resultado positivo para Plasmodium falciparum. O tratamento específico foi iniciado logo após a confirmação do diagnóstico. Apesar disso, o caso segue em investigação para Ebola, conforme os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

O descarte definitivo da suspeita dependerá do resultado dos exames laboratoriais realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), laboratório nacional de referência para esse tipo de análise.

Seguindo os protocolos clínicos, o paciente será transferido para o Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, unidade de referência estadual para acompanhamento especializado e coleta de amostras para exames complementares. Caso a infecção pelo vírus Ebola seja confirmada, ele será encaminhado para um hospital de referência nacional.

A Secretaria Estadual da Saúde informou que o caso foi comunicado ao Ministério da Saúde e que as ações estão sendo conduzidas em conjunto com as autoridades municipais e federais, conforme os protocolos de vigilância, assistência e biossegurança.

Também foi iniciado o rastreamento das pessoas que tiveram contato com o paciente. Os contactantes serão monitorados por um período de 30 dias para a identificação precoce de possíveis sintomas. As equipes dos serviços de saúde envolvidos receberam orientações sobre as medidas de prevenção e controle de infecções previstas nos protocolos vigentes.

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Saúde

Anvisa suspende venda de milho para pipoca da marca Provatti por irregularidade na rotulagem

Redação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado e suspendeu a comercialização de todos os lotes do milho para pipoca da marca Provatti. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 12.

Conforme a agência, foram encontradas divergências nas informações presentes na embalagem do produto. Enquanto o rótulo informava que o alimento “não contém glúten”, também havia alertas sobre a presença de trigo ou sobre o risco de contaminação cruzada pelo ingrediente.

De acordo com a Anvisa, as normas sanitárias não permitem que produtos com esse tipo de advertência utilizem a indicação de ausência de glúten.

Com a decisão, ficam suspensos a venda, a distribuição, a divulgação e o uso dos lotes do produto até que as inadequações na rotulagem sejam regularizadas pela fabricante.

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