Saúde
Especialistas explicam porque a dengue pode matar

A atual epidemia de dengue no Brasil preocupa gestores e médicos não somente pela transmissão da doença, mas pelo seu potencial de levar infectados à morte. As pessoas em áreas de risco não somente se preocupam com a prevenção e combate à doença e ao mosquito Aedes aegypti, mas também em como o óbito pode ocorrer em pacientes graves.
A dengue grave (como antes era chamada a dengue hemorrágica) pode causar hipovolemia. Esse estado é caracterizado pela queda brusca da pressão arterial ou hemorragia, decorrente da queda do número de plaquetas no sangue dos infectados. Essas duas complicações podem levar o paciente à morte em pouco tempo. Por isso que serviços de saúde insistem na importância de procurar uma UBS ou hospital assim que começarem os sintomas.
“A dengue é uma doença que mata principalmente pessoas que não tem o diagnóstico precoce. O que a gente vê são pacientes que demoram para procurar atendimento médico e já chegam em estado grave ou pacientes que tiveram manejo clínico inadequado”, pontua Alexandre Naime, infectologista da Unesp.
O infectologista Julio Croda, da Fiocruz, informa que é fundamental a equipe de saúde saber identificar os sinais de alarme da doença, que são:
- dor abdominal;
- vômito persistente
- acúmulo de líquido na barriga, no pulmão e na membrana que envolve o coração;
- sangramento em mucosa;
- confusão mental;
- tontura;
- irritabilidade.
Saúde
Rio Grande do Sul recebe novo lote de vacinas contra a gripe nesta quarta-feira

O Rio Grande do Sul deve receber nesta quarta-feira, 29, um novo lote de vacinas contra a gripe enviado pelo Ministério da Saúde. As doses serão distribuídas pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) na quinta-feira, 30, para as coordenadorias regionais, responsáveis pelo repasse aos municípios.
Até o momento, o Estado já recebeu cerca de 1,8 milhão de doses do imunizante contra o vírus influenza. A previsão é de que, até o fim de maio, sejam encaminhadas aproximadamente 5,2 milhões de doses para atender os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde na campanha de vacinação deste ano.
A campanha de imunização começou em 28 de março e, desde então, cerca de 1,4 milhão de pessoas já foram vacinadas no Estado. Entre os públicos prioritários, como crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais e gestantes, a cobertura vacinal está em torno de 30%.
Esses três grupos somam 936 mil doses aplicadas até agora. A meta estabelecida é atingir 90% de cobertura vacinal.
Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 337 internações por complicações causadas pela gripe, número superior ao mesmo período de 2025, quando haviam sido confirmadas 217 hospitalizações. Em relação aos óbitos, foram registrados 21 casos em 2026, enquanto no mesmo período do ano passado o total foi de 25 mortes.
A Secretaria Estadual da Saúde informou que segue monitorando o cenário epidemiológico e reforça a importância da vacinação, principalmente entre os públicos mais vulneráveis, para reduzir casos graves, internações e mortes provocadas pela influenza.
Saúde
HU de Canoas realiza mutirão com 2 mil consultas oftalmológicas e 700 cirurgias de catarata

Entre os dias 6 e 14 de maio, o Hospital Universitário de Canoas realiza um mutirão de oftalmologia com previsão de 2 mil consultas com especialistas e 700 cirurgias de catarata nesta primeira etapa.
De acordo com o hospital, os atendimentos são voltados para pacientes com mais de 60 anos que aguardam na fila por consultas e procedimentos.
As consultas estão programadas para ocorrer entre os dias 6 e 9 de maio. Já as cirurgias de catarata serão realizadas nos dias 11, 12 e 13 de maio. As revisões estão previstas para 12, 13 e 14 de maio.
Segundo o HU, os pacientes começaram a ser chamados desde sexta-feira, 24, diretamente pela equipe da instituição, por telefone e WhatsApp. A orientação é para que atendam às ligações e confirmem o comparecimento, já que a confirmação é necessária para a realização do atendimento.
Saúde
Anvisa suspende venda de xarope para tosse por risco de arritmia grave

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão total de medicamentos que contenham a substância clobutinol no Brasil. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, 27, e tem efeito imediato.
A decisão abrange todas as etapas relacionadas aos produtos, incluindo fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e uso, retirando completamente a substância do mercado brasileiro.
Segundo a agência, a medida foi baseada em avaliação técnica da área de farmacovigilância, que identificou riscos relevantes à saúde. De acordo com o parecer, medicamentos com clobutinol podem causar arritmias cardíacas graves, associadas ao prolongamento do intervalo QT – alteração na atividade elétrica do coração que pode resultar em desmaios e, em casos mais graves, morte súbita.
O clobutinol é um princípio ativo utilizado principalmente em antitussígenos, como xaropes indicados para o alívio da tosse e outros sintomas respiratórios. Com a nova determinação, esses medicamentos deixam de ser permitidos no país.
A Anvisa informou que pacientes que utilizam produtos com a substância devem interromper o uso e buscar orientação médica para substituição por alternativas seguras. A agência não especificou marcas afetadas, destacando que a proibição vale para todos os medicamentos que contenham clobutinol, independentemente do fabricante.
A decisão segue o princípio de avaliação de risco-benefício adotado pela regulação sanitária. Conforme o entendimento técnico da agência, os riscos associados ao uso da substância superam seus possíveis benefícios terapêuticos, justificando a suspensão total.

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