Saúde
Especialistas explicam porque a dengue pode matar

A atual epidemia de dengue no Brasil preocupa gestores e médicos não somente pela transmissão da doença, mas pelo seu potencial de levar infectados à morte. As pessoas em áreas de risco não somente se preocupam com a prevenção e combate à doença e ao mosquito Aedes aegypti, mas também em como o óbito pode ocorrer em pacientes graves.
A dengue grave (como antes era chamada a dengue hemorrágica) pode causar hipovolemia. Esse estado é caracterizado pela queda brusca da pressão arterial ou hemorragia, decorrente da queda do número de plaquetas no sangue dos infectados. Essas duas complicações podem levar o paciente à morte em pouco tempo. Por isso que serviços de saúde insistem na importância de procurar uma UBS ou hospital assim que começarem os sintomas.
“A dengue é uma doença que mata principalmente pessoas que não tem o diagnóstico precoce. O que a gente vê são pacientes que demoram para procurar atendimento médico e já chegam em estado grave ou pacientes que tiveram manejo clínico inadequado”, pontua Alexandre Naime, infectologista da Unesp.
O infectologista Julio Croda, da Fiocruz, informa que é fundamental a equipe de saúde saber identificar os sinais de alarme da doença, que são:
- dor abdominal;
- vômito persistente
- acúmulo de líquido na barriga, no pulmão e na membrana que envolve o coração;
- sangramento em mucosa;
- confusão mental;
- tontura;
- irritabilidade.
Saúde
HU de Canoas realiza mutirão com 2 mil consultas oftalmológicas e 700 cirurgias de catarata

Entre os dias 6 e 14 de maio, o Hospital Universitário de Canoas realiza um mutirão de oftalmologia com previsão de 2 mil consultas com especialistas e 700 cirurgias de catarata nesta primeira etapa.
De acordo com o hospital, os atendimentos são voltados para pacientes com mais de 60 anos que aguardam na fila por consultas e procedimentos.
As consultas estão programadas para ocorrer entre os dias 6 e 9 de maio. Já as cirurgias de catarata serão realizadas nos dias 11, 12 e 13 de maio. As revisões estão previstas para 12, 13 e 14 de maio.
Segundo o HU, os pacientes começaram a ser chamados desde sexta-feira, 24, diretamente pela equipe da instituição, por telefone e WhatsApp. A orientação é para que atendam às ligações e confirmem o comparecimento, já que a confirmação é necessária para a realização do atendimento.
Saúde
Anvisa suspende venda de xarope para tosse por risco de arritmia grave

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão total de medicamentos que contenham a substância clobutinol no Brasil. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, 27, e tem efeito imediato.
A decisão abrange todas as etapas relacionadas aos produtos, incluindo fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e uso, retirando completamente a substância do mercado brasileiro.
Segundo a agência, a medida foi baseada em avaliação técnica da área de farmacovigilância, que identificou riscos relevantes à saúde. De acordo com o parecer, medicamentos com clobutinol podem causar arritmias cardíacas graves, associadas ao prolongamento do intervalo QT – alteração na atividade elétrica do coração que pode resultar em desmaios e, em casos mais graves, morte súbita.
O clobutinol é um princípio ativo utilizado principalmente em antitussígenos, como xaropes indicados para o alívio da tosse e outros sintomas respiratórios. Com a nova determinação, esses medicamentos deixam de ser permitidos no país.
A Anvisa informou que pacientes que utilizam produtos com a substância devem interromper o uso e buscar orientação médica para substituição por alternativas seguras. A agência não especificou marcas afetadas, destacando que a proibição vale para todos os medicamentos que contenham clobutinol, independentemente do fabricante.
A decisão segue o princípio de avaliação de risco-benefício adotado pela regulação sanitária. Conforme o entendimento técnico da agência, os riscos associados ao uso da substância superam seus possíveis benefícios terapêuticos, justificando a suspensão total.
Saúde
Anvisa amplia uso do Mounjaro para tratamento de diabetes tipo 2 a partir dos 10 anos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no Diário Oficial da União (DOU), na quarta-feira ,22, a ampliação da indicação terapêutica do medicamento Mounjaro (tirzepatida) para o tratamento de diabetes mellitus tipo 2. A medida consta na Resolução-RE nº 1.592, de 17 de abril de 2026.
Com a mudança, o medicamento passa a ser indicado também para pacientes pediátricos a partir de 10 anos de idade. Antes, o uso aprovado para diabetes tipo 2 era restrito à população adulta. As demais indicações terapêuticas já autorizadas permanecem sem alteração.
Segundo a Anvisa, pedidos de inclusão de novas faixas etárias ou ampliação de indicações passam por avaliação regulatória, com base em dados técnico-científicos que comprovem qualidade, segurança e eficácia para o uso pretendido.

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