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05/05/2026
 

Geral

Feira de Empregabilidade na Ulbra Canoas reúne milhares em dois dias de evento

Redação

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em

Nas primeiras horas da manhã da terça-feira, 22, as portas do prédio da UlbraTECH abriram para receber os primeiros alunos, na Feira de Empresas e Empregabilidade: Living Lab.

O evento teve como objetivo ofertar networking para estudantes e egressos da Ulbra, momento de conexão com o mercado de trabalho por meio de várias empresas e agentes de integração. O espaço foi aberto e gratuito e ofereceu possíveis oportunidades de estágios e vagas efetivas.

Primeiro dia de evento

Seguindo o cronograma, quem abriu o painel foi Cristiano Dornelles, da Startup Weekend, que falou sobre a importância da internet na gestão e criação de negócios. Em seguida, o professor Daniel Garlipp prendeu a atenção da gurizada ao falar sobre a importância do exercício na vida das pessoas. E completando o time de palestrantes do da manhã, foi a vez da psicóloga Bianca Gaus, que trouxe o tema Inteligência emocional: Habilidades necessárias para o futuro profissional.

Painel com o professor Daniel Garlipp - Foto: Simone Dutra/O Timoneiro

Painel com o professor Daniel Garlipp – Foto: Simone Dutra/O Timoneiro

O recomeço do painel no final da tarde foi com a Professora Solange Guinteiro, que falou sobre atendimento Jurídico do Curso de Direito à Comunidade; Dai Klengues: Elaboração de currículo; e ainda rolou a Mesa-redonda Arena, debatendo Empregabilidade e Oportunidades com Carolina Magalhães (gerente de RH Ambev) e Lucas Mendes (Diretor comercial RS Ambev), Professora Maria Adelina Raupp, Professora Márcia Abreu, Professor Alexandre Stroher, Monique Fonini Trevisan, Pró-reitora Adriana Ziemer Gallert.

Mesa redonda – Dion Cosetin/O Timoneiro

Mesa redonda – Dion Cosetin/O Timoneiro

Segundo dia

O segundo dia da feira começou com painel com Dai Klengues falando sobre Elaboração de currículo; após teve painel de Cursos Técnicos com Diretor Éverton Vargas, e fechando com o debate proposto por Gládis Costa sobre Marketing na Medicina Veterinária.

No início da noite o painel teve Iara Barbosa, tendo o Marketing Pessoal como foco; seguida por Dai Klengues: Elaboração de currículo.

A premiação dos egressos levou emoção ao palco montado na Ulbra Tech

O encerramento foi iluminado pelo Prêmio Alumni Ulbra 2023, concedido a 16 egressos de diversas áreas. A premiação fomenta conexões entre os talentos formados na Instituição para que compartilhem experiências, oportunidades e aprendizagens acadêmicas e profissionais.

O Prêmio Alumni Ulbra 2023 é destinado a egressos da Ulbra que se destacaram em suas atividades profissionais.

Mesa-redonda principal

Para finalizar as atrações da feira, o Gap entre academia e mercado, com Fábio Di Renzo (Consultor Novembro 4 Comunicação), André Ribeiro (CEO Creare) e Raquel Moreira (Coordenadora de MKT), Thomas Heimann (Reitor), Professor Leonardo dos Santos (Engenheiro da Gerdau), Nilson Silva dos Santos (estagiário do TJ RS).

Foto: Simone Dutra/O Timoneiro

Foto: Simone Dutra/O Timoneiro

Empresas e Agentes de Integração

No Espaço Empresas e Agentes de Integração há troca de informações, ideias e conceitos com alunos, docentes e egressos, além da disponibilidade de vagas de estágio e efetivas.

No Café com Match, uma cafeteria para network, haverá troca de contatos, vagas abertas e bate-papo sobre o mercado de trabalho.

Estúdio de Podcast

Um estúdio envidraçado foi montado no meio da feira para a produção de podcasts e entrevistas com convidados palestrantes, representes da Ulbra e estudantes. O Grupo O Timoneiro, através do Canal OTPlay, montou uma estrutura que deu voz e visibilidade aos participantes em transmissão ao vivo no youtube, trazendo entretenimento e tecnologia nos dois dias de evento.

Vanderlei Dutra entrevista presidente da Aelbra, Carlos Melke no Canoas Podcast do Grupo O Tioneiro durante o Living Lab/ - Foto: O Tinoneiro

Vanderlei Dutra entrevista presidente da Aelbra, Carlos Melke no Canoas Podcast do Grupo O Timoneiro durante o Living Lab/ – Foto: O Timoneiro

 

Policial

MPRS denuncia policial militar por homicídio, duplo feminicídio e desaparecimento de família Aguiar

Redação

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MPRS denuncia policial militar por homicídio, duplo feminicídio e desaparecimento de família Aguiar

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) denunciou nesta segunda-feira, 4, o policial militar Cristiano Domingues Francisco, de 39 anos, por uma série de crimes graves ligados ao desaparecimento da família Aguiar, no fim de janeiro. Entre as acusações estão duplo feminicídio, homicídio qualificado, ocultação de cadáver, falsidade ideológica, fraude processual, furto, associação criminosa e abandono de incapaz.

Cristiano é ex-companheiro de Silvana de Aguiar e ex-genro de Isail Aguiar, de 69 anos, e Dalmira German Aguiar, de 70. Os três seguem desaparecidos.

Segundo o Ministério Público, o crime contra Silvana teria ocorrido de forma premeditada, com emboscada dentro da própria residência. O órgão aponta ainda que a motivação estaria ligada a conflitos envolvendo a guarda do filho do casal e desentendimentos familiares.

O MP também pediu a perda do cargo público do policial e a declaração de incapacidade para exercer o poder familiar. Além disso, solicitou novas diligências sobre a guarda da criança, a atuação funcional do investigado e a quebra de dados bancários e telemáticos dos envolvidos.

Outros denunciados

A atual companheira de Cristiano, Milena Tainá Ruppenthal Domingues, de 28 anos, também foi denunciada. Ela responde por participação nos dois feminicídios e no homicídio qualificado, além de ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, furto e falso testemunho. Segundo o MP, ela teria ajudado a montar álibis e manipular provas antes e depois dos crimes.

O irmão do policial, Wagner Domingues Francisco, de 31 anos, foi denunciado por ocultação de cadáver, fraude processual e associação criminosa, por suposta participação na tentativa de esconder os corpos e dificultar a investigação.

O promotor Caio Isola de Aro afirmou que a atuação da companheira de Cristiano teria incluído conhecimento técnico para atrapalhar a coleta de provas. Ele destacou ainda a crueldade dos crimes.

Já a subprocuradora-geral Alessandra Bastian da Cunha afirmou que o Ministério Público seguirá atuando, junto com a Polícia Civil, para localizar os corpos das vítimas e dar uma resposta às famílias.

Investigação e indiciamentos

Cristiano está preso desde fevereiro e já havia sido indiciado pela Polícia Civil em abril por duplo homicídio, feminicídio, ocultação de cadáver e outros crimes. A investigação aponta que as três vítimas foram mortas, mas os corpos ainda não foram encontrados. O policial e Silvana têm um filho de nove anos.

De acordo com a Polícia Civil, os crimes foram cometidos de forma planejada e com tentativa de ocultação de provas. O delegado Anderson Spier afirmou que o suspeito teria matado o casal para encobrir o assassinato de Silvana.

A apuração indica que as mortes ocorreram em locais diferentes e em momentos distintos. Um veículo usado na ação também não foi localizado.

Outros investigados

Em relação a outros suspeitos, o Ministério Público decidiu adotar medidas diferentes conforme o grau de envolvimento. As mães do policial e da companheira tiveram parte das acusações arquivadas, mas podem responder por fraude processual em apuração separada.

Já um amigo do casal teve o caso arquivado em parte, com possibilidade de investigação específica por falso testemunho.

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Policial

Adolescente morto em assalto na estação Fátima é sepultado em Canoas

Redação

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Um adolescente de 17 anos, com a identidade não divulgada, estudante do 3º ano do curso técnico em Informática do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), campus de Venâncio Aires, morreu na tarde do último sábado, 2, após ser atacado com um objeto cortante na estação Fátima da Trensurb, em Canoas. O jovem foi sepultado no domingo, 3.

De acordo com a Brigada Militar, outro adolescente, cuja idade não foi informada, é apontado como autor do golpe, que causou ferimentos graves na vítima. O jovem chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

Após o crime, policiais realizaram buscas na região e localizaram o suspeito ainda no mesmo bairro, além do objeto utilizado no ataque.

A Polícia Civil investiga o caso e trabalha com a hipótese de latrocínio, além de apurar as circunstâncias do ocorrido.

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Policial

Operação Notre Dame combate grupo criminoso especializado em roubos a residências

Redação

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Foto: Policia Civil

Na quarta-feira, 29, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas, deflagrou a Operação Notre Dame, uma ofensiva contra uma organização criminosa interestadual especializada em roubos a residências com restrição da liberdade das vítimas.

A ação contou com apoio da Inteligência da Brigada Militar e da colaboração das Polícias Civis de São Paulo e do Ceará. Ao todo, foram cumpridas quatro ordens de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará.

As diligências ocorreram nos municípios de Lajeado, Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Taboão da Serra e Embu das Artes. Quatro suspeitos foram presos, sendo dois no Rio Grande do Sul e dois em São Paulo. Durante as buscas, foram apreendidos materiais que devem contribuir para o andamento das investigações.

O inquérito policial teve origem em um roubo violento registrado em fevereiro deste ano, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na ocasião, criminosos invadiram um imóvel, renderam funcionários e os mantiveram amarrados enquanto levavam joias, relógios e outros itens de alto valor.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apontou a existência de um esquema organizado, no qual criminosos vindos de São Paulo atuavam na execução dos assaltos com apoio logístico de comparsas no Rio Grande do Sul.

O delegado Marco Guns ressaltou que a rapidez nas diligências preliminares foi o divisor de águas para o esclarecimento do caso.

“O monitoramento técnico e o uso de inteligência nos permitiram mapear cada passo da associação criminosa”, afirmou.

O diretor regional, delegado Cristiano Reschke, enfatizou o impacto psicológico desse tipo de delito.

“A repressão ao roubo a residência deve ser enérgica e exemplar. Este crime viola o asilo inviolável do cidadão: seu lar. Quando vítimas são rendidas em seu momento de repouso e proteção, o dano psíquico é imensurável. Nossa resposta hoje reafirma que a integração entre as instituições de segurança é a barreira intransponível contra o crime organizado”, declarou.

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