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14/01/2026
 

Política

Ex-vice-prefeito de Canoas Jurandir Maciel assume vaga na Câmara após Justiça cassar mandato de Dr. Laércio

Redação

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Jurandir Maciel reassume como secretário de Saúde de Canoas nesta quarta-feira

A Justiça Eleitoral julgou parcialmente procedente o pedido do Partido Trabalhista Brasileiro de Canoas e decretou a perda do mandato eletivo do vereador Dr. Laércio, que trocou o PTB pelo Podemos. Pela decisão, a vaga passa a ser ocupada pelo primeiro suplente do PTB, Jurandir Maciel.

Votação no TRE

O desembargador eleitoral Luís Alberto D’Azevedo Aurvalle, relator do processo no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), defendeu a cassação do mandato de Laércio, alegando a falta de justa causa em sua desfiliação.

Durante o processo, a defesa do vereador apresentou uma carta de anuência assinada por Graciela Nienov, ex-presidente do PTB e filha de Roberto Jefferson, afirmando que ela o liberava de seu compromisso de fidelidade.

No entanto, a carta foi considerada inválida, uma vez que o presidente de um partido não possui legitimidade para conceder a liberação de um filiado, sendo essa função exclusiva do diretório do partido. O voto do relator foi acompanhado por seis dos sete desembargadores.

Na sessão de quinta-feira, 29, Jurandir Maciel, prestou o juramento na tribuna.

Jurandir Maciel

Jurandir já exerceu o cargo de vereador, foi vice-prefeito de Canoas durante a gestão de Marcos Ronchetti e deputado estadual. Embora tenha se filiado ao União Brasil durante o racha provocado por Roberto Jefferson com o então vice-governador Ranolfo Vieira Jr., consta que ele retornou ao PTB em março deste ano, o que impede o partido de retirá-lo da posição de suplente.

Dr. Laercio se pronuncia

Na quarta-feira, 28, em uma rede social, Dr. Laercio se manifestou sobre a decisão do TRE contrária ao segmento do seu mandato como vereador de Canoas, por interpretação de infidelidade partidária.

“Temos a convicção de que reverteremos o parecer diante das provas reais constantes no processo. Minha desfiliação ao PTB e o ingresso ao Podemos para disputa a deputado estadual em 2022 foi um movimento legal. Aliás, com a chancela do próprio TER, após o despacho de uma liminar em concordância com a atitude, em plena transparência”, escreveu o político.

Política

Presidente Lula veta projeto que reduziria punição aos envolvidos no ato de 8 de janeiro

Redação

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente, nesta quinta-feira, 8, o Projeto de Lei nº 2.162/2023, conhecido como PL da Dosimetria. A proposta havia sido aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro e previa mudanças no cálculo das penas aplicadas a crimes contra o Estado Democrático de Direito, incluindo a tentativa de golpe de Estado.

O veto foi anunciado durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em referência aos três anos dos ataques de 8 de janeiro, quando apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro invadiram as sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF), em protesto contra o resultado das eleições de 2022.

Durante o evento, Lula afirmou que os condenados pelos atos antidemocráticos tiveram direito à ampla defesa e foram julgados com base em provas. Segundo o presidente, as decisões judiciais seguiram critérios legais e foram conduzidas com transparência.

Lula também destacou a atuação do Supremo Tribunal Federal no julgamento dos envolvidos. De acordo com ele, a Corte agiu dentro dos limites da lei e manteve sua independência diante de pressões externas.

Ao encerrar o discurso, o presidente citou o filósofo George Santayana, ressaltando a importância de preservar a memória histórica para evitar a repetição de episódios que atentem contra a democracia. Lula afirmou ainda que o país rejeita qualquer forma de ditadura, seja civil ou militar, e defendeu a democracia como expressão da vontade popular.

Com o veto presidencial, o projeto retorna ao Congresso Nacional, que poderá analisar a decisão e decidir pela manutenção ou derrubada do veto.

Entenda o projeto

O PL da Dosimetria propunha alterações na forma de cálculo das penas para os crimes de tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado. Pelo texto, quando os dois crimes fossem cometidos no mesmo contexto, seria aplicada apenas a pena mais grave, em vez da soma das penalidades.

A proposta também previa a redução dos tempos mínimos para progressão de regime, do fechado para o semiaberto ou aberto. As mudanças poderiam beneficiar pessoas condenadas pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-integrantes do alto escalão do governo anterior, como Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga Netto e Augusto Heleno.

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Política

Felipe Martini assume como secretário adjunto de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do RS

Redação

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O advogado e gestor público Luís Felipe Mahfuz Martini foi nomeado secretário de Estado de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos Adjunto do Rio Grande do Sul. Atual presidente municipal do Podemos em Canoas, ele passa a integrar a equipe do governo estadual em uma área considerada estratégica da administração pública.

A nomeação marca o retorno de Canoas à estrutura do governo estadual, com representação em uma secretaria de Estado, fato que não ocorria há décadas. Martini está entre os poucos canoenses a assumir um cargo de primeiro escalão no Executivo estadual.

Com trajetória ligada à gestão pública, Martini já atuou em diferentes áreas, tanto no âmbito municipal quanto estadual, com foco em políticas públicas, governança e atendimento direto à população.

Entre os cargos ocupados, foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Canoas em 2017, diretor executivo do Procon RS em 2019, secretário municipal de Governança e Enfrentamento à Pandemia em 2021 e secretário municipal de Saúde em 2023.

“É uma honra assumir essa missão e integrar o governo do Estado em uma área tão relevante. Agradeço ao governador pela confiança e ao Podemos pela oportunidade de seguir contribuindo com politicas publicas que promovam justiça, cidadania e direitos humanos”, afirmou.

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Política

Thiago Moyses deixa a Secretaria de Mobilidade Urbana de Canoas e Marcos Junior Melchior assume o cargo

Redação

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O Prefeito de Canoas, Airton Souza, em suas redes sociais na manhã desta segunda-feira, 5, anunciou que o secretário de Mobilidade Urbana de Canoas, Thiago Moyses, deixou o cargo. A exoneração foi publicada no Diário Oficial do Município ainda nesta segunda-feira.
Segundo o secretário, está deixando o cargo para novos desafios profissionais e cuidar de sua saúde.

“Minha saída tem dois motivos claros: cuidar da saúde e retomar a advocacia, profissão que moldou quem eu sou. Encerro esse ciclo com a certeza do dever cumprido. Foi trabalho de verdade, daqueles que não apresentam só números, mas que deixam a semente plantada para o futuro.”

No lugar de Moyses, assume o cargo Marcos Junior Melchior, que atuava como assessor do gabinete do prefeito.

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