Feminicídio
RS registra 20º vítima de feminicídio após desaparecimento de mulher ser reclassificado

Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, desaparecida desde 21 de janeiro, passou a integrar oficialmente, nesta quarta-feira (25), a lista de vítimas de feminicídio de 2026 no Rio Grande do Sul. Com a atualização, o Estado soma 20 casos registrados neste ano. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.
Os pais dela, Isail Aguiar, de 69 anos, e Dalmira Aguiar, de 70, também estão desaparecidos há cerca de um mês. Até a publicação desta matéria, nenhum corpo havia sido localizado.
Conforme o andamento das investigações, as autoridades consideram improvável que a família seja encontrada com vida.
Segundo a diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher de Porto Alegre, delegada Waleska Alvarenga, o caso foi inicialmente registrado como desaparecimento, mas a classificação foi alterada para feminicídio após a coleta de indícios que apontam para esse tipo de crime.
O ex-companheiro da vítima, Cristiano Domingues Francisco, é apontado como principal suspeito e está preso temporariamente por possível participação no crime.
Feminicídio
Ex-companheiro invade residência e mata mulher a tiros na Lomba do Pinheiro; caso é o 46º feminicídio no RS

Uma mulher de 41 anos foi morta a tiros dentro de casa na noite de domingo, 9, no bairro Lomba do Pinheiro, na zona leste de Porto Alegre. Priscila Rosa da Silva foi atingida por disparos enquanto estava na residência com a mãe.
Segundo a Polícia Civil, o ex-companheiro da vítima, Eduardo Lopes dos Santos, de 43 anos, invadiu o imóvel localizado na Rua José Vicente por volta das 21h. Priscila estava assistindo televisão com a mãe quando foi atingida pelos disparos.
Após matar a ex-companheira, Santos tirou a própria vida. Os dois foram encontrados mortos no local.
Ainda conforme a Polícia Civil, o casal manteve um relacionamento durante 19 anos e estava separado havia cerca de seis meses. Desde a separação, Priscila tinha uma medida protetiva contra o ex-companheiro.
O caso é investigado pela 2ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Porto Alegre. O crime é apontado como o 46º feminicídio registrado no Rio Grande do Sul neste ano.
Feminicídio
Adolescente de 17 anos é morta a tiros em Porto Alegre; ex-namorado é suspeito de feminicídio

Uma adolescente de 17 anos foi morta a tiros na madrugada desta terça-feira, 28, na zona sul de Porto Alegre. O principal suspeito do crime é o ex-namorado da vítima, de 23 anos. O caso é investigado pela Polícia Civil como feminicídio.
O crime ocorreu por volta da 1h, na Rua Mário Sobroza, no bairro Vila Nova. Equipes policiais foram acionadas para atender a ocorrência, e o suspeito fugiu após o ataque.
De acordo com a diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher (Dipam) da Polícia Civil, a delegada Waleska Alvarenga, a adolescente e o suspeito estavam separados havia cerca de um mês. A vítima possuía uma medida protetiva contra o ex-companheiro e chegou a solicitar a revogação da medida, porém a Justiça manteve a proteção.
Até o momento, o suspeito não foi localizado. A identidade da adolescente não foi divulgada por se tratar de uma menor de idade.
A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do feminicídio e realiza diligências para localizar o suspeito.
Feminicídio
Mulher é morta pelo companheiro em Três de Maio; RS chega ao 42º feminicídio em 2026

Uma mulher de 41 anos morreu após ser atropelada pelo companheiro na madrugada desta quinta-feira, 2, em Três de Maio, no noroeste do Rio Grande do Sul. O crime aconteceu por volta da 1h30, em frente a uma casa noturna do município.
A vítima foi identificada como Tatiane Leite da Silva. Conforme informações da Polícia Civil, o suspeito, de 46 anos, teria atingido a mulher com um veículo. A identidade dele não foi divulgada pelas autoridades.
Tatiane foi socorrida e encaminhada ao hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.
Segundo a Polícia Civil, não havia registros anteriores de violência envolvendo o casal, nem medida protetiva em vigor contra o investigado.
O caso é tratado como feminicídio e segue sob investigação. Após a prisão, o homem foi encaminhado ao Presídio Estadual de Santa Rosa.
Com este crime, o Rio Grande do Sul chega ao registro de 42º casos de feminicídio em 2026. Tatiane deixa três filhos, que não são filhos do suspeito.

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