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23/07/2026
 

Feminicídio

RS registra 20º vítima de feminicídio após desaparecimento de mulher ser reclassificado

Redação

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em

Divulgação Polícia Civil

Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, desaparecida desde 21 de janeiro, passou a integrar oficialmente, nesta quarta-feira (25), a lista de vítimas de feminicídio de 2026 no Rio Grande do Sul. Com a atualização, o Estado soma 20 casos registrados neste ano. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.

Os pais dela, Isail Aguiar, de 69 anos, e Dalmira Aguiar, de 70, também estão desaparecidos há cerca de um mês. Até a publicação desta matéria, nenhum corpo havia sido localizado.

Conforme o andamento das investigações, as autoridades consideram improvável que a família seja encontrada com vida.

Segundo a diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher de Porto Alegre, delegada Waleska Alvarenga, o caso foi inicialmente registrado como desaparecimento, mas a classificação foi alterada para feminicídio após a coleta de indícios que apontam para esse tipo de crime.

O ex-companheiro da vítima, Cristiano Domingues Francisco, é apontado como principal suspeito e está preso temporariamente por possível participação no crime.

Feminicídio

Mulher é morta pelo companheiro em Três de Maio; RS chega ao 42º feminicídio em 2026

Redação

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Polícia Civil / Divulgação

Uma mulher de 41 anos morreu após ser atropelada pelo companheiro na madrugada desta quinta-feira, 2, em Três de Maio, no noroeste do Rio Grande do Sul. O crime aconteceu por volta da 1h30, em frente a uma casa noturna do município.

A vítima foi identificada como Tatiane Leite da Silva. Conforme informações da Polícia Civil, o suspeito, de 46 anos, teria atingido a mulher com um veículo. A identidade dele não foi divulgada pelas autoridades.

Tatiane foi socorrida e encaminhada ao hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.

Segundo a Polícia Civil, não havia registros anteriores de violência envolvendo o casal, nem medida protetiva em vigor contra o investigado.

O caso é tratado como feminicídio e segue sob investigação. Após a prisão, o homem foi encaminhado ao Presídio Estadual de Santa Rosa.

Com este crime, o Rio Grande do Sul chega ao registro de 42º casos de feminicídio em 2026. Tatiane deixa três filhos, que não são filhos do suspeito.

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Feminicídio

Mulher de 68 anos é vítima de feminicídio e morta a facadas em comunidade rural de Marau

Redação

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Uma mulher de 68 anos foi morta a facadas na noite de terça-feira, 23, na localidade de São José dos Tonial, área rural de Marau. A vítima foi identificada como Inês Bressiani Serafin.

O crime foi descoberto após um homem de 70 anos procurar atendimento no Hospital Cristo Redentor, em Marau, com ferimentos pelo corpo. Durante o atendimento, ele relatou aos profissionais de saúde que havia matado a companheira, levando a equipe a acionar a Brigada Militar.

Os policiais foram até a residência do casal, onde encontraram a vítima já sem vida, com ferimentos causados por golpes de faca.

O suspeito foi preso em flagrante por feminicídio. Devido aos ferimentos, ele permanece hospitalizado e foi transferido para um hospital em Passo Fundo, onde segue sob custódia policial.

O caso será investigado pela Polícia Civil. Com este crime, o Rio Grande do Sul chega à marca do 40.º feminicídio registrado em 2026, segundo dados das forças de segurança do Estado.

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Feminicídio

Mulher de 25 anos é encontrada morta em Rio Grande e caso é investigado como possível feminicídio

Redação

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O corpo de uma mulher de 25 anos foi localizado na manhã desta sexta-feira, 12, na região da Capilha, em Rio Grande. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de feminicídio. Caso seja confirmado, este será o primeiro registro no município neste ano e o 39º no estado.

De acordo com a delegada Alexandra Sosa, responsável pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), equipes foram acionadas e estiveram no local ainda durante a manhã para iniciar a coleta de informações e o registro da ocorrência.

Até o momento, não há suspeitos detidos. A polícia informou que a vítima não tinha registros anteriores de violência doméstica e também não havia medidas protetivas em vigor.

As informações sobre a dinâmica da morte seguem sob sigilo para não comprometer o andamento das investigações. O caso continua sendo apurado pela Deam de Rio Grande.

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