Saúde
Hospital Universitário mantém suspensão das cirurgias eletivas por mais dez dias

A prefeitura de Canoas acaba de informar que as cirurgias eletivas continuam suspensas por mais dez dias no Hospital Universitário de Canoas (HU). A instituição seguirá realizando os procedimentos de urgência e emergência. A Maternidade também continua funcionando normalmente, assim como os exames e consultas.
Dívida
A nota segue afirmando que, atualmente, o HU acumula uma dívida de mais de R$ 12 milhões, em razão da demora na assinatura do aditivo ao contrato com a Prefeitura, ainda em 2022, que deveria ter ocorrido em julho, mas só aconteceu quase seis meses depois. Com isso, o Município deixou de repassar R$ 18 milhões à instituição, o que evitaria a situação atual.
Do repasse mensal de R$ 14,2 milhões mensais, a Prefeitura já pagou R$ 5,3 milhões ao HU no mês de maio. A crise financeira do município, que acumulou uma dívida de R$ 169 milhões no último ano, impede, porém, a regularização das pendências financeiras neste momento.
“Buscar o reequilíbrio financeiro”
Segundo o texto da Prefeitura, a gestão municipal “está realizando todos os esforços para buscar o reequilíbrio financeiro e já trabalha em programas de recuperação fiscal, como o Recupera Canoas, que busca aumentar a receita municipal por meio do refinanciamento e renegociação de dívidas junto ao município, e o Economizar para Melhor Servir, voltado à redução das despesas da administração municipal”.
Ainda, que, “Na área da saúde, todas as ações estão sendo tomadas em conjunto com a rede assistencial do município, que seguirá atendendo a população. A Secretaria de Saúde reforça o pedido para que a população procure as unidades básicas de saúde em casos mais simples, a fim de evitar a sobrecarga de atendimento nas UPAs e nos hospitais, deixando essas instituições apenas para os casos mais graves e urgentes”.
Saúde
RS deve receber mais de 130 mil doses de vacina contra a covid-19

O Ministério da Saúde enviou, nesta semana, mais 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. A medida busca garantir o abastecimento e atender às demandas regionais de imunização.
No Rio Grande do Sul, foram destinadas 130.110 doses do imunizante. Com a nova remessa, o total distribuído pelo governo federal nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões de doses.
Segundo a pasta, os imunizantes disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizados para as cepas em circulação e seguem recomendados, principalmente, para os grupos mais vulneráveis.
“As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirma o diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.
A distribuição das vacinas aos municípios é feita pelas secretarias estaduais de saúde, que também são responsáveis pela logística, armazenamento e aplicação das doses. O envio ocorre com base em critérios como o tamanho da população-alvo e o número de aplicações já realizadas, podendo ser ampliado conforme a necessidade dos estados.
Abastecimento contínuo
Entre janeiro e março deste ano, o Ministério da Saúde já havia encaminhado 4,1 milhões de doses aos estados, sendo que cerca de 2 milhões foram aplicadas. Nesse período, o Rio Grande do Sul recebeu 197.323 doses.
Com o novo envio, o governo federal mantém o fluxo regular de distribuição e reforça os estoques para ampliar a cobertura vacinal em todo o país.
Público-alvo da vacinação
A estratégia de imunização segue diretrizes atualizadas, com foco nos grupos mais vulneráveis. A recomendação inclui:
idosos a partir de 60 anos, com duas doses e intervalo de seis meses;
gestantes, com uma dose a cada gestação;
crianças de seis meses a menores de cinco anos, com esquema de duas ou três doses;
pessoas imunocomprometidas, com esquema de três doses e reforços periódicos;
população geral de 5 a 59 anos não vacinada, com indicação de uma dose.
Outros grupos também fazem parte da estratégia, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, indígenas, quilombolas, população em situação de rua e pessoas privadas de liberdade.
A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a imunização em dia.
Cenário da doença
A covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2 e ainda apresenta risco de agravamento, especialmente entre os mais vulneráveis.
Em 2026, até 11 de abril, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal associados à doença. Também houve 30.871 notificações de síndrome respiratória aguda grave, sendo 1.456 casos confirmados para covid-19, com 188 mortes.
Diante desse cenário, o Ministério da Saúde reforça que a vacinação segue como a principal forma de proteção contra complicações e óbitos.
Saúde
Anvisa determina apreensão de canetas emagrecedoras irregulares no País sem registro

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na terça-feira, 14, a apreensão dos medicamentos Gluconex e Tirzedral, conhecidos como canetas emagrecedoras, produzidos por empresa não identificada. A medida também proíbe a comercialização, distribuição, importação e o uso dos produtos em todo o país.
Segundo a Anvisa, os produtos são amplamente divulgados na internet como medicamentos injetáveis à base de GLP-1 e ficaram conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”. No entanto, não possuem registro, notificação ou qualquer tipo de cadastro junto ao órgão regulador.
De acordo com a agência, por se tratarem de produtos irregulares e de origem desconhecida, não há garantia quanto à composição ou à qualidade, o que representa risco à saúde. A orientação é de que não sejam utilizados em nenhuma hipótese.
A Anvisa também orienta que profissionais de saúde e pacientes que identifiquem unidades desses produtos entrem em contato com os canais de atendimento do órgão ou com a Vigilância Sanitária local.
A decisão está formalizada na Resolução (RE) nº 1.519/2026, publicada no Diário Oficial da União.
Saúde
Canoas ultrapassa 20 mil imunizados contra a gripe; vacinação segue nas unidades de saúde

A campanha de vacinação contra a gripe segue em andamento em Canoas e já alcançou mais de 20 mil pessoas imunizadas desde o início da mobilização, realizada no Dia D em 28 de março.
De acordo com dados da Secretaria Municipal da Saúde, mais de 10 mil doses foram aplicadas ao longo de março. Já em abril, até a última sexta-feira (10), o número se aproxima de 11 mil aplicações, indicando adesão da população à campanha.
A vacinação está disponível nas 27 Unidades de Saúde do município, com atendimento das 8h às 17h. A ação é voltada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.
O município ainda dispõe de mais de 20 mil doses em estoque, o que garante a continuidade da imunização nos próximos dias. A orientação é que as pessoas pertencentes aos grupos prioritários procurem a unidade de saúde mais próxima, portando documento de identificação, CPF, Cartão SUS e, se possível, a caderneta de vacinação.
A secretária municipal de Saúde, Ana Boll, reforça a importância da vacinação.
“A vacina é a forma mais eficaz de prevenir complicações causadas pela gripe, principalmente entre os grupos mais vulneráveis. É fundamental que as pessoas procurem as Unidades de Saúde e se vacinem. Temos doses disponíveis e estamos preparados para atender a população”, afirmou.
Grupos prioritários
Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias);
Gestantes (qualquer idade gestacional);
Idosos com 60 anos ou mais de idade;
Puérperas (até 45 dias após o parto);
Povos indígenas;
Caminhoneiros;
Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbano e de longo curso;
Trabalhadores portuários;
Trabalhadores dos correios;
População privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais independentemente da idade;
Quilombolas;
Pessoas em situação de rua;
Trabalhadores da saúde;
Professores do ensino básico e superior;
Profissionais das Forças de Segurança e Salvamento;
Profissionais das Forças Armadas;
Pessoas com deficiência permanente.

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