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22/01/2026
 

Saúde

Covid-19: Canoas segue com aplicação da bivalente para pessoas com 50 anos ou mais

Redação

Publicado

em

Campanha de vacinação contra a gripe terá ações no sábado para todos os públicos

A vacinação contra a Covid-19 em Canoas acontece em 11 unidades de saúde e na Central de Vacinas. Pessoas com 50 ou mais poderão receber a dose da vacina bivalente.

O grupo se soma às pessoas com 12 anos ou mais com comorbidades, trabalhadores da saúde, imunossuprimidos a partir dos 12 anos, gestantes e puérperas (45 dias após o nascimento do bebê) e pessoas com deficiência permanente.

Para receber a dose, é necessário que a pessoa tenha recebido no mínimo duas doses de monovalente e espere um intervalo de quatro meses desde a última vacina.

Confira abaixo o serviço completo de vacinação

COVID INFANTIL

Pfizer pediátrica:
D1 5 anos
D2 para quem recebeu D1 até 06/03/2023
Reforço (D3) para crianças de 5 a 11 anos para quem recebeu a D2 até 02/01/2023

Coronavac:
D1 crianças de 3 anos
D1 crianças de 4 anos
D1 crianças de 6 a 11 anos
D2 Coronavac para crianças que receberam a D1 até 03/04/2023.

COVID BABY

COM COMORBIDADES
D1 crianças dos 6 meses aos 11 meses e 29 dias
D2 para crianças que receberam a D1 até 03/04/2023.
D3 para crianças que receberam a D2 até 06/03/2023.

SEM COMORBIDADES

D1 crianças dos 6 meses aos 11 meses e 29 dias
D2 para crianças que receberam a D1 até 02/04/2023
D3 para crianças que receberam a D2 até 06/03/2023.
Local: Unidade de Saúde Santa Isabel – Frei Orlando, 141 – Centro
Horário: 8h às 16h (Entrega de fichas até 15h45)

COVID ADOLESCENTE

D2 Pfizer para quem recebeu D1 até 06/03/2022
Reforço 1 para que recebeu D2 até 02/01/2023

COVID ADULTO

Janssen Reforço 2 para quem realizou Reforço 1 até 02/03/2023
Coronavac D2 para quem realizou D1 até 03/04/23
Astrazeneca D2 para quem realizou D1 até 06/03/2022
Pfizer D2 para quem realizou D1 até 06/03/2022
D3 18+ e Profissionais da Saúde com D2 realizada até 02/01/2023
Imunossuprimidos Dose Adicional (DA) com intervalo mínimo de 28 dias da realização da D2 (04/04/23)
Imunossuprimidos DOSE DE REFORÇO (4°dose) para quem fez a Dose Adicional (DA) até 01/01/2023.
GESTANTES e PUÉRPERAS intervalo de 4 meses da D2 para o reforço (01/01/2023)
D4 para pessoas com 18 anos ou mais e Trabalhadores da Saúde, para quem recebeu a D3 até 02/01/2023 (intervalo de 4 meses da D3)
D4 para pessoas de 18 anos ou mais com comorbidades que receberam D3 até 02/01/2023

Unidades que aplicam doses da bivalente

Horário: 8h às 17h (com distribuição de senha até 16h45).

CAIC – Avenida Dezessete de Abril, 241 – Guajuviras
Harmonia – Rua Machado de Assis, 201
Niterói – Rua Marechal Rondon, 132 – Niterói
Fátima – Rua João Nicolau, 218 – Fátima
Estância Velha – Rua São Mateus, s/nº – Estância Velha
União – Rua São Borja, 595 – Mathias Velho
Pedro Luís da Silveira – Rua Barão de Mauá, 1724 – Rio Branco

Unidades que aplicam doses da monovalente

Horário: 8h às 17h (com distribuição de senha até 16h45).

Concoban – Rua Fernando Ferrari, 2674 – Niterói
Rio Branco – Rua Edgar Fritz Müller, 83 – Rio Branco
Praça América – Avenida Rio Grande do Sul, 420 – Mathias Velho
Guajuviras – Av. Principal, 1991 – Guajuviras

Bivalente e monovalente

Central de Vacinas – Estação Canoas, da Trensurb
Horário: 7h às 19h (com distribuição de senha até 18h45)

 

Saúde

Anvisa proíbe venda de tirzepatida irregular e suspende comercialização de retatrutida no Brasil

Redação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu a comercialização de injeções de tirzepatida das marcas Synedica e TG, que vinham sendo vendidas no Brasil sem registro e ficaram conhecidas como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.

A autarquia também suspendeu todas as vendas de retatrutida no país. A substância ainda está em fase de testes clínicos, não teve aprovação para uso em nenhum país e não possui registro junto à Anvisa.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 21. Conforme a resolução, ficam proibidas a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso dos produtos em todo o território nacional. Segundo a agência, a qualidade, a eficácia e a segurança dessas substâncias não foram avaliadas, o que pode representar riscos à saúde.

De acordo com a divulgação, foi constatada a divulgação e oferta dos produtos sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa, fabricados por empresa desconhecida e promovidos por perfis em redes sociais como @tirzepatida.oficial, @albertotirzepatida e @retatrutida1.

A norma estabelece ainda que as ações de fiscalização se aplicam a pessoas físicas, jurídicas e também a veículos de comunicação que comercializem ou divulguem os produtos proibidos.

Atualmente, a única formulação de tirzepatida autorizada pela Anvisa é o medicamento Mounjaro, da farmacêutica Eli Lilly, indicado para o tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade. A retatrutida não foi submetida para análise regulatória no Brasil.

Em novembro do ano passado, a Anvisa já havia reforçado que medicamentos sem registro não podem ser vendidos ou utilizados no país, com a publicação de proibições específicas para outros produtos irregulares, como T.G. 5, Lipoless, Lipoless Éticos, Tirzazep Royal Pharmaceuticals e T.G. Indufar.

Na ocasião, a agência informou que as medidas foram adotadas diante do aumento de evidências de propaganda e comercialização irregulares, inclusive pela internet, prática proibida pela legislação brasileira.

A Anvisa também alertou que esses produtos não podem ser trazidos do exterior. Medicamentos sem registro só podem ser importados de forma excepcional, para uso pessoal, mediante prescrição médica e cumprimento de critérios específicos. No caso de produtos com proibição expressa, essa possibilidade também fica suspensa.

Segundo a agência, o uso de medicamentos não aprovados dificulta a rastreabilidade em situações de eventos adversos e impede a adoção de medidas regulatórias necessárias para a proteção da saúde da população.

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Saúde

Simers afirma que UTI Neonatal do HU estaria operando com capacidade reduzida; Prefeitura nega

Redação

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O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) emitiu nota afirmando que a UTI Neonatal do Hospital Universitário (HU) de Canoas estaria operando com capacidade reduzida, em razão de dificuldades na composição das escalas médicas. No comunicado, a entidade relata riscos à assistência. Em nota, a Prefeitura de Canoas afirma que os pagamentos estão em dia, que as escalas seguem a legislação vigente e que o número oficial de leitos é diferente do apontado pelo sindicato.

A situação trazida pelo Sindicato teria sido verificada na manhã de quarta-feira, 14, durante visita de uma equipe do Simers ao hospital. Segundo o sindicato, o setor possui 35 leitos físicos, dos quais 15 estariam em uso no momento da vistoria. De acordo com os profissionais ouvidos pela entidade, a redução estaria relacionada a atrasos recorrentes no pagamento dos honorários médicos, o que teria dificultado a permanência e a contratação de especialistas.

Ainda conforme o Simers, em alguns turnos haveria apenas um médico especialista responsável pela UTI Neonatal, acumulando também o atendimento ao centro obstétrico. O sindicato aponta, ainda, a ausência de responsável técnico no setor, função responsável por coordenar as equipes e atuar em situações de emergência. Diante do cenário, os médicos afirmam ter solicitado à direção do hospital e ao Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) a restrição de atendimentos, sem retorno até o momento.

A conselheira do Simers, Denise Affonso, alertou para o risco em situações de intercorrências simultâneas. O diretor clínico do HU e diretor do sindicato, Marcos André dos Santos, manifestou preocupação com a dificuldade de recomposição das equipes, citando a perda de credibilidade junto aos profissionais. Segundo a nota, representantes do sindicato teriam se reunido com a direção do hospital e com a Medintegra, empresa responsável pela organização das escalas, para relatar os riscos à assistência e cobrar a regularização dos pagamentos.

PREFEITURA REFUTA ALEGAÇÕES

Em resposta, a Prefeitura de Canoas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informou que, conforme a empresa responsável pelo provimento das equipes médicas da UTI Neonatal e da Sala de Partos, todos os profissionais tiveram os valores integralmente quitados no dia 7 de janeiro de 2026, dentro do prazo previsto no contrato vigente com a Associação Saúde em Movimento (ASM), gestora do HU Canoas.

A administração municipal afirma ainda que a escala de médicos plantonistas está organizada conforme o dimensionamento previsto na legislação. Segundo registros formais da instituição, no dia 14 de janeiro, data da visita do sindicato, a UTI Neonatal contava com dois médicos especialistas em atendimento, além de uma médica atuando na Sala de Partos.

Sobre o número de leitos, a Prefeitura esclarece que a capacidade oficialmente disponibilizada e regulada da UTI Neonatal do HU Canoas é de 20 leitos, conforme protocolo vigente, e não 35, como mencionado pelo sindicato. A Secretaria de Saúde informou também que acompanha de forma permanente a execução dos contratos, o funcionamento das escalas médicas e a organização da assistência neonatal.

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Saúde

Revitalização da UPA Caçapava tem início após as enchentes de 2024

Redação

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Foto: Vinícius Medeiros/PMC

Teve início na terça-feira, 13, a revitalização da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Caçapava, em Canoas. A unidade está entre os equipamentos públicos da área da saúde afetados pelas enchentes registradas em 2024. A ação faz parte das medidas adotadas pela Prefeitura para recuperar estruturas danificadas e manter o atendimento à população.

A obra prevê a pintura interna e externa do prédio, além da construção de um novo balcão na recepção, com a proposta de melhorar o fluxo de atendimento a pacientes e acompanhantes.

Também estão incluídos no projeto reparos nas redes elétrica, hidráulica e no sistema de encanamento de gás. As intervenções têm como objetivo corrigir danos causados pelas enchentes e prevenir novos problemas estruturais, garantindo o funcionamento da unidade.

O prefeito Airton Souza afirmou que acompanha a execução dos trabalhos e destacou a relevância da revitalização para a comunidade.

“Estou acompanhando de perto esse trabalho, que é muito importante para melhorar o ambiente e o acolhimento da população. Nosso compromisso é garantir que as pessoas sejam atendidas em um espaço mais seguro, organizado e digno”, declarou.

A secretária municipal da Saúde, Ana Boll, explicou que a revitalização envolve diferentes frentes de atuação.

“Estamos fazendo uma revitalização completa, com pintura interna e externa, melhorias na recepção com a construção de um novo balcão e todos os reparos necessários nas redes elétrica, hidráulica e de gás. São ajustes fundamentais para garantir segurança, qualidade no atendimento e melhores condições de trabalho para as equipes de saúde”, afirmou.

Já a secretária de Projetos e Captação de Recursos, Daniela Fontoura, destacou o planejamento envolvido na execução da obra.

“Essa revitalização é resultado de um trabalho técnico, em parceria com a empresa gestora, focado na reconstrução dos equipamentos públicos atingidos pelas enchentes. Nosso objetivo é assegurar que a cidade recupere seus serviços com mais estrutura e resiliência”, disse.

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