Política
Jairo Jorge revela dívida de quase R$ 170 mi da Prefeitura e anuncia conjunto de medidas para redução de despesas

O prefeito de Canoas, Jairo Jorge (PSD), realizou uma coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira, 17, no Paço Municipal, sala Edgar Braga da Fontoura (Rua 15 de Janeiro, 11, Centro), para falar sobre a situação financeira da Prefeitura e apresentar um conjunto de medidas para aumento de receita e redução de despesas.
Jairo disse que, segundo análises, uma dívida de R$ 169.452.905,86 foi apurada no dia 28 de março de 2023, rombo este que seria o total de diversas faltas de repasses da gestão para terceiros.
Liquidações a pagar
- DEA: R$ 92.740.023,82
- Liquidações a pagar: R$ 53.914.262,32
- Dívida com HU, HNSG e UPAs: R$ 22.798.619,72
- Secretaria da Educação: R$ 12.321.336,65
- Secretaria da Saúde: R$ 25.023.065,21
- Secretaria de Segurança Pública: R$ 858.609,89
- Secretaria de Obras: R$ 34.304.986,69
- Secretaria do Meio Ambiente: R$ 2.251.693,77
- Secretaria de Serviços Urbanos: R$ 12.321.336,65
- Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação: R$ 2.378,00
- Controladoria-Geral do Município: R$ 27.607,01
- Secretaria de Compras e Parcerias: R$ 12.321.336,65
- Secretaria Especial de Engenharia e Arquitetura: R$ 21.930,83
- Procuradoria-Geral do Município: R$ 12.321.336,65
- Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação: R$ 42.230,83
- Secretaria de Cultura: R$ 11.818,00
- Secretaria de Desenvolvimento Social: R$ 951.456,39
- Secretaria de Esporte e Lazer: R$ 171.662,41
- Secretaria de Transportes e Mobilidade: R$ R$ R$ 18.017,27
- Secretaria de Administração e Orçamento: R$ 1.406.504,74
- Secretaria da Fazenda: R$ 2.756,835,47
- Secretaria Especial de Comunicação: R$ 318.054,20
- Gabinete do Prefeito: R$ 824.222,33
- ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE CANOAS (1 processo) – R$ 580.840,85 FUNDAÇÃO
- EDUCACIONAL ALTO MÉDIO SÃO FRANCISCO (2 processos) – R$ 18.857.077,00
- INSTITUTO BRASILEIRO DE SAÚDE, ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO R$ 3.360.701,87


Queda na arrecadação: R$ 79.639.025,16 (14,8% + Inflação de 4,65%)

Medidas SMF REFIS (IPTU / ISSQN / ITBI Grandes devedores)




O Prefeito, então, anunciou a retomada de três programas sociais
– Oportunidade Canoense – Ofertas de 80 passagens gratuitas aos desempregados, visando o combate ao desemprego e o estímulo ao desenvolvimento econômico do município.
– Cesta Básica Canoense – Objetivo é distribuir para três mil famílias, durante três meses, prorrogáveis por até um ano, visando auxiliar os moradores da cidade que se encontram em situação de vulnerabilidade social.
– Auxílio Emergencial Canoense – Criado para auxiliar as famílias mais necessitadas de Canoas a enfrentarem os efeitos econômicos e sociais da pandemia. Neste programa, o canoense é inserido ou reinserido no mercado de trabalho ao prestar 4h mensais de serviços para a comunidade. Além disso, oferecendo qualificação profissional e um benefício financeiro pelo trabalho prestado.
Medidas para redução de despesa em:
- Veículos
- Combustível
- Locações
- Compulsório Energia
- Compulsório Água
- Compulsório Internet
- Almoxarifado
- Impressoras
- Contrato de Serviço de Copa e Higienização
- Recursos Humanos
Ainda, como medidas gerais de contenção de despesas, foram anunciadas:
– Criação do Comitê Gestor para monitorar, analisar e decidir acerca das solicitações de despesa
– Revisão de todos os contratos de serviços continuados pagos com recursos livres, com redução sob análise do Comitê Gestor
– Suspensão por 180 dias de eventos, exceto os autorizados pelo Gabinete do Prefeito
Segundo informado, seguindo tais medidas anunciadas e em um prazo de 180 dias, a redução mensal estimada é de R$ 426.120,34 e de R$ 2.556.722,04 ao final do prazo.
Política
Deputada Delegada Nadine protocola projeto sobre direitos de estudantes atletas no RS

A deputada estadual Delegada Nadine protocolou na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul um projeto de lei que trata da proteção aos direitos de estudantes atletas matriculados em instituições de ensino públicas e privadas do Estado.
A proposta estabelece regras para alunos que participam de competições esportivas oficiais, como dispensa de aulas durante eventos esportivos, realização de provas em datas alternativas, compensação de ausências e prorrogação de prazos para entrega de trabalhos e atividades avaliativas.
“A educação e o esporte precisam caminhar juntos. Muitos jovens dedicam anos da vida ao esporte de alto rendimento e acabam enfrentando obstáculos dentro das instituições de ensino para conseguir acompanhar competições oficiais sem prejuízo escolar. Nosso projeto busca garantir segurança jurídica e assegurar direitos básicos para esses estudantes atletas”, afirma a deputada.
Na justificativa do projeto, a parlamentar cita o relato de uma mãe de atleta que enfrentou dificuldades junto à escola da filha para obter flexibilização de frequência, realização de provas e compensação de conteúdos durante competições esportivas.
O texto também prevê acesso aos conteúdos pedagógicos e possibilidade de reposição de aulas, inclusive de forma remota, respeitando a carga horária obrigatória prevista na legislação federal. A matéria segue em tramitação nas comissões permanentes da Assembleia Legislativa.
Política
Justiça cassa prefeita e vice de Cachoeirinha, mas ambos seguem nos cargos até decisão do TRE

A cassação dos mandatos da prefeita eleita de Cachoeirinha, Jussara Caçapava (Avante), e do vice-prefeito Luis Carlos Azevedo da Rosa, o Mano (PL), não terá efeito imediato. A decisão foi emitida no sábado (16) pela Justiça Eleitoral, mas a dupla permanece no comando do Executivo municipal até que o caso seja analisado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS).
Segundo o TRE, a análise do recurso não deve ocorrer antes de setembro, devido aos prazos legais e ao trâmite processual. Caso a cassação seja confirmada pela Corte, uma nova eleição suplementar poderá ser convocada para definir os ocupantes da prefeitura até 31 de dezembro de 2028.
A defesa de Jussara e Mano informou que tentará reverter a decisão ainda em primeira instância. Se necessário, também recorrerá ao TRE e, posteriormente, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A decisão foi assinada pela juíza eleitoral Suelen Caetano de Oliveira, que entendeu haver abuso de poder político durante a campanha eleitoral suplementar realizada em abril deste ano.
A ação foi movida por Cláudia Azevedo (PV), que disputou a eleição como vice na chapa do PT. A representação apontou irregularidades em dois vídeos publicados nas redes sociais da campanha vencedora.
Em um dos vídeos, Jussara aparece ao lado de servidores públicos uniformizados, utilizando a identificação “Jussara prefeita interina”. Em outro, ela surge em uma retroescavadeira durante uma obra pública. Para a magistrada, as imagens caracterizam o uso de bens e agentes públicos em benefício eleitoral, prática proibida pela legislação.
A juíza também destacou que o contexto da recuperação de Cachoeirinha após as enchentes de 2024 agravou a situação. As gravações mostravam ações de desassoreamento do Arroio Passinhos e limpeza de áreas atingidas pela cheia do Rio Gravataí.
“A exploração da imagem pessoal da prefeita interina, associando-a diretamente a essas intervenções tão sensíveis, transcende a propaganda política e tangencia a exploração da tragédia humana para a obtenção de dividendos eleitorais. Em um contexto de normalidade, a divulgação de tais obras poderia ser vista como legítima prestação de contas. No pós-catástrofe, tal conduta adquire um contorno de reprovabilidade qualitativamente superior”, afirmou a juíza na decisão.
Além da cassação dos diplomas, a Justiça Eleitoral determinou multa de R$ 15 mil para Jussara e Mano. A prefeita eleita também foi declarada inelegível por oito anos.
“Recebemos a decisão de forma satisfatória. Sentimos aqui o processo eleitoral de maneira muito conturbada, era nítido o abuso de poder. Além da denúncia formal à Justiça, também fizemos pelas redes. A decisão é justa e esperamos que se confirme”, destacou Cláudia, que disse ser cedo para falar se vai concorrer novamente ou não em caso de nova eleição suplementar.
Política
Nova cassação marca crise política em Cachoeirinha após juíza eleitoral cassar mandatos de Jussara e Mano

A juíza eleitoral Suelen Caetano de Oliveira determinou na tarde de sábado, 16, a cassação dos diplomas da prefeita eleita de Cachoeirinha, Jussara Caçapava (Avante), e do vice-prefeito Luis Carlos Azevedo da Rosa, o Mano (PL). A magistrada apontou abuso de poder político durante a campanha do pleito suplementar realizado neste ano.
A ação analisou vídeos divulgados nas redes sociais dos candidatos. Em uma das publicações, Jussara aparece ao lado de servidores públicos uniformizados com a marca d’água “Jussara prefeita interina”. Em outro vídeo, ela surge em uma retroescavadeira durante uma obra pública. Segundo a juíza Suelen Caetano de Oliveira, houve uso indevido de bens e agentes públicos para promoção eleitoral, prática proibida pela legislação.
Na decisão, a magistrada também destacou que a situação é agravada pelo contexto enfrentado pelo município após as enchentes de 2024. Os vídeos mostravam ações de desassoreamento do Arroio Passinhos e limpeza de áreas atingidas pelas cheias do Rio Gravataí.
“A exploração da imagem pessoal da prefeita interina, associando-a diretamente a essas intervenções tão sensíveis, transcende a propaganda política e tangencia a exploração da tragédia humana para a obtenção de dividendos eleitorais”, afirmou a juíza no despacho.
Além da cassação dos diplomas, a decisão prevê multa de R$ 15 mil e a inelegibilidade de Jussara por oito anos. Ainda cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Caso a decisão seja confirmada em definitivo, Cachoeirinha deverá passar por uma nova eleição suplementar para definir prefeito e vice até 2028.
Jussara Caçapava venceu a eleição suplementar realizada em abril deste ano com 43,3% dos votos válidos. Claudine Silveira (PP) ficou em segundo lugar com 42,3%.
Em nota enviada à imprensa, a defesa da chapa afirmou ter recebido a decisão “com surpresa”, alegando que os vídeos questionados são anteriores ao processo eleitoral. Os advogados informaram que irão recorrer da decisão nas instâncias superiores e lamentaram a instabilidade política no município.

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