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17/06/2026
 

Saúde

Começa a vacinação contra Covid em crianças entre 5 e 11 anos em Canoas

Redação

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Canoas iniciou nesta quarta-feira, 19, a vacinação contra Covid-19 de crianças entre 5 e 11 anos. Os primeiros a receberem os imunizantes foram os pequenos com idades entre 5 e 11 anos, com deficiência permanente e comorbidades comprovadas ou que integram a população quilombola e indígena da cidade.

Para receber a vacina, é obrigatório estar acompanhado do responsável e apresentar comprovante da comorbidade, Identidade ou Certidão de Nascimento da criança, Cartão SUS e comprovante de residência.

Primeiro lote

O município recebeu 1.760 doses neste primeiro lote, para uma população vacinal de 30 mil crianças. A baixa quantidade recebida obrigou a Secretaria Municipal da Saúde a reduzir, de dez para cinco, o número de unidades de saúde que aplicarão os imunizantes, inicialmente.

A vacinação de crianças ocorre em horário diferenciado, das 8h às 14h (veja endereços abaixo). Seguindo as orientações do Ministério da Saúde, e para não expor as crianças ao contato com pacientes com doenças respiratórias, durante o horário de vacinação infantil, as cinco unidades de saúde não terão atendimentos para pessoas com sintomas gripais, apenas para casos de emergência. Todos os atendimentos, bem como a vacinação da Covid-19 para o público com 12 anos ou mais, serão retomados após às 14h.

O secretário municipal da Saúde, Maicon Lemos, reforça a necessidade da vacinação das crianças, que, com a ômicron, passaram a ser mais afetadas pela Covid 19. “A vacinação é importante não só para proteger a população infantil, mas também para ajudar a frear a disseminação da doença entre os adultos”, destacou.

Lemos enfatiza que, inicialmente, apenas os públicos de crianças que comprovarem deficiência permanente ou comorbidades e que sejam da comunidade quilombola ou indígenas serão vacinados, mas, em breve, o público será ampliado. “É importante que os responsáveis fiquem atentos ao calendário vacinal, que será amplamente divulgado nas plataformas da Prefeitura. Na medida em que as doses chegarem ao município, ampliaremos o calendário vacinal.”

Serviço
Unidades de Saúde Com Vacinação Infantil da Covid-19
Horário: 8h às 14h
Santa Isabel – Rua Frei Orlando, 141, Centro
Estância Velha– Rua São Mateus s/n°, Estância Velha
Boa Saúde – Rua Boa Saúde, 1640, Rio Branco
Niterói – Rua Marechal Rondon, 132, Niterói
Harmonia – Rua Machado de Assis, 201, Harmonia

Quem pode se vacinar:
– Quem tem deficiência permanente ou comorbidades
– Crianças de quilombolas e áreas indígenas

Documentação necessária:
– Comprovante da comorbidade
– Identidade ou Certidão de nascimento
– Cartão SUS
– Comprovante de residência

 

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Saúde

Confira quais produtos Ypê foram liberados pela Anvisa e quais seguem com restrições

Redação

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Foto: Química Amparo/Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou o status dos produtos da marca Ypê que haviam sido alvo de suspensão cautelar. A medida envolve detergentes, desinfetantes e lava-roupas fabricados pela Química Amparo Ltda. (CNPJ 43.461.789/0001-90), especialmente aqueles com lotes cuja numeração termina em 1.

De acordo com a Anvisa, permanecem suspensos e não devem ser utilizados os detergentes líquidos e desinfetantes Ypê produzidos antes de 1º de março deste ano. No caso dos lava-roupas líquidos, a restrição segue válida para os produtos fabricados antes de 1º de abril.

A atualização ocorre após a empresa apresentar laudos considerados satisfatórios para os lotes de detergentes e desinfetantes produzidos a partir de 1º de março. Com isso, esses produtos foram liberados para comercialização e uso.

Já em relação aos lava-roupas líquidos, a liberação vale apenas para os itens fabricados a partir de 1º de abril. Os demais lotes continuam sob restrição determinada pela agência reguladora.

As novas medidas foram publicadas pela Anvisa no Diário Oficial da União (DOU), atualizando a decisão anunciada inicialmente em 1º de abril.

Produtos que permanecem suspensos:

Detergentes líquidos Ypê fabricados antes de 1º de março;

Desinfetantes líquidos Ypê fabricados antes de 1º de março;

Lava-roupas líquidos Ypê fabricados antes de 1º de abril.

A orientação da Anvisa é para que consumidores verifiquem a data de fabricação e a identificação dos lotes antes de utilizar os produtos abrangidos pela medida.

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Saúde

Paciente com suspeita de ebola tem resultado negativo para a doença no RS

Redação

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Foto: Reprodução

O exame realizado para investigar a suspeita de ebola em um paciente transferido de Novo Hamburgo para Porto Alegre apresentou resultado negativo. A confirmação foi recebida pelo Grupo Hospitalar Conceição na noite de sábado, 13, após análise conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O paciente, um homem de 64 anos que esteve recentemente em Uganda, país da África Oriental que enfrenta um surto da doença, inicialmente foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Canudos, em Novo Hamburgo. Em razão do histórico de viagem e dos sintomas apresentados, ele permaneceu em isolamento enquanto eram realizados os procedimentos de investigação.

Além da suspeita de ebola, o homem teve diagnóstico confirmado para malária causada pelo parasita Plasmodium falciparum. Segundo as equipes médicas, ele apresentava quadro clínico estável. Na sexta-feira, 12, foi encaminhado para Porto Alegre, onde segue internado.

Em nota divulgada neste domingo, 14, o Grupo Hospitalar Conceição informou que, com a exclusão da hipótese de ebola, o paciente poderá receber todos os recursos diagnósticos e terapêuticos disponíveis na instituição para o tratamento adequado da malária. Ele permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A investigação mobilizou profissionais do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) e do Ministério da Saúde. As amostras coletadas foram levadas ao Rio de Janeiro em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), com destino ao laboratório responsável pela análise.

A Secretaria Estadual da Saúde destacou que a rápida adoção dos protocolos previstos para casos suspeitos demonstra a capacidade de resposta do sistema de saúde diante de situações que exigem atenção especial. O acompanhamento do paciente continua sendo realizado pelas equipes de assistência e vigilância em saúde.

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Saúde

RS investiga caso suspeito de Ebola em paciente atendido em Novo Hamburgo

Redação

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Foto: Reprodução

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul acompanha a investigação de um caso suspeito de doença pelo vírus Ebola em um homem de 64 anos, que esteve recentemente em Uganda, país localizado na África Oriental.

O paciente procurou atendimento em uma unidade de saúde de Novo Hamburgo. De acordo com a pasta, diante do histórico de viagem e dos sintomas apresentados, foram adotadas imediatamente as medidas previstas nos protocolos nacionais de vigilância e resposta para casos suspeitos da doença.

Durante a investigação, foi realizado um teste rápido para malária, que teve resultado positivo para Plasmodium falciparum. O tratamento específico foi iniciado logo após a confirmação do diagnóstico. Apesar disso, o caso segue em investigação para Ebola, conforme os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

O descarte definitivo da suspeita dependerá do resultado dos exames laboratoriais realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), laboratório nacional de referência para esse tipo de análise.

Seguindo os protocolos clínicos, o paciente será transferido para o Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, unidade de referência estadual para acompanhamento especializado e coleta de amostras para exames complementares. Caso a infecção pelo vírus Ebola seja confirmada, ele será encaminhado para um hospital de referência nacional.

A Secretaria Estadual da Saúde informou que o caso foi comunicado ao Ministério da Saúde e que as ações estão sendo conduzidas em conjunto com as autoridades municipais e federais, conforme os protocolos de vigilância, assistência e biossegurança.

Também foi iniciado o rastreamento das pessoas que tiveram contato com o paciente. Os contactantes serão monitorados por um período de 30 dias para a identificação precoce de possíveis sintomas. As equipes dos serviços de saúde envolvidos receberam orientações sobre as medidas de prevenção e controle de infecções previstas nos protocolos vigentes.

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