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04/05/2026
 

Geral

Projeto Verão 2022: Atividades esportivas e lúdicas oferecidas gratuitamente movimentam canoenses

Redação

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Projeto Verão em Canoas inicia com atividades esportivas em diversas modalidades

Nem mesmo a temperatura acima dos 30 graus da segunda-feira, 3, tirou o entusiasmo dos participantes da aula de ginástica no Centro de Lazer Martin Luther King, no bairro Harmonia. A iniciativa integra o Projeto Verão 2022, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL) nos meses de janeiro e fevereiro.

A aposentadoria fez com que Rose Moreira, 59 anos, procurasse alguma atividade para não cair no sedentarismo em casa. “Eu adoro”, diz durante o intervalo da aula de ginástica funcional com o professor Matheus Guedes.
Para Leila Frozi, 56 anos, é uma alternativa para praticar exercício físico longe dos ambientes fechados das academias. “Aqui é melhor porque é bem amplo”, compara. Quando criança, Giovana Gavlinski, 39 anos, teve problemas de saúde, que afetaram a visão e os movimentos. A ginástica tem ajudado na recuperação do equilíbrio.

Além da ginástica, há opções de modalidades esportivas para todas as idades em várias unidades espalhadas pela cidade. O objetivo é proporcionar melhoria na qualidade de vida através da prática esportiva, combatendo o sedentarismo e promovendo a integração social entre os canoenses. Todas as atividades são gratuitas e não exigem pré-requisitos, apenas os maiores de 60 anos precisam apresentar atestado médico.

As inscrições podem ser feitas diretamente nas unidades, de acordo com o cronograma da modalidade escolhida e disponibilidade de vagas. O projeto será desenvolvido entre 3 de janeiro e 24 de fevereiro.

São oferecidas modalidades como câmbio, pilates, alongamento, funcional e yoga nas categorias adulto e sênior. Já as ginásticas, vôlei, oficinas recreativas e iniciação ao esporte disponibilizam vagas para crianças e adolescentes entre 3 e 19 anos. Confira a programação completa no site da prefeitura.

Endereços
Centro de Lazer e Esporte São José
Rua João Leivas de Carvalho, 541- São José
Fone: 3477.5766

Parque Municipal Getúlio Vargas
Rua Dona Rafaela, 700 – Marechal Rondon
Fone: 3236.1800

Centro de Esporte e Lazer São Luiz
Rua Eng. Rebouças, 1000 – São Luiz
Fone: 3477.2589

Complexo Cultural e Esportivo Martin Luther King
Rua Clóvis Bevilacqua, 1770 – Harmonia
Fone: 3463. 4717

Parque Esportivo Eduardo Gomes
Av. Guilherme Schell, 3600 – Fátima
Fone: 3462.1627

Centro de Esporte e Lazer São Francisco de Assis
Rua Candelária, 31 – Mathias Velho
Fone: 3429.2719

Estação Cidadania
Rua Rio Grande do Sul, 3320 – Mathias Velho
Fone: 3236.1904

Centro Olímpico Municipal
Rua Araguaia, 1151 – Igara
Fone: 3477.6417

 

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Policial

MPRS denuncia policial militar por homicídio, duplo feminicídio e desaparecimento de família Aguiar

Redação

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MPRS denuncia policial militar por homicídio, duplo feminicídio e desaparecimento de família Aguiar

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) denunciou nesta segunda-feira, 4, o policial militar Cristiano Domingues Francisco, de 39 anos, por uma série de crimes graves ligados ao desaparecimento da família Aguiar, no fim de janeiro. Entre as acusações estão duplo feminicídio, homicídio qualificado, ocultação de cadáver, falsidade ideológica, fraude processual, furto, associação criminosa e abandono de incapaz.

Cristiano é ex-companheiro de Silvana de Aguiar e ex-genro de Isail Aguiar, de 69 anos, e Dalmira German Aguiar, de 70. Os três seguem desaparecidos.

Segundo o Ministério Público, o crime contra Silvana teria ocorrido de forma premeditada, com emboscada dentro da própria residência. O órgão aponta ainda que a motivação estaria ligada a conflitos envolvendo a guarda do filho do casal e desentendimentos familiares.

O MP também pediu a perda do cargo público do policial e a declaração de incapacidade para exercer o poder familiar. Além disso, solicitou novas diligências sobre a guarda da criança, a atuação funcional do investigado e a quebra de dados bancários e telemáticos dos envolvidos.

Outros denunciados

A atual companheira de Cristiano, Milena Tainá Ruppenthal Domingues, de 28 anos, também foi denunciada. Ela responde por participação nos dois feminicídios e no homicídio qualificado, além de ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, furto e falso testemunho. Segundo o MP, ela teria ajudado a montar álibis e manipular provas antes e depois dos crimes.

O irmão do policial, Wagner Domingues Francisco, de 31 anos, foi denunciado por ocultação de cadáver, fraude processual e associação criminosa, por suposta participação na tentativa de esconder os corpos e dificultar a investigação.

O promotor Caio Isola de Aro afirmou que a atuação da companheira de Cristiano teria incluído conhecimento técnico para atrapalhar a coleta de provas. Ele destacou ainda a crueldade dos crimes.

Já a subprocuradora-geral Alessandra Bastian da Cunha afirmou que o Ministério Público seguirá atuando, junto com a Polícia Civil, para localizar os corpos das vítimas e dar uma resposta às famílias.

Investigação e indiciamentos

Cristiano está preso desde fevereiro e já havia sido indiciado pela Polícia Civil em abril por duplo homicídio, feminicídio, ocultação de cadáver e outros crimes. A investigação aponta que as três vítimas foram mortas, mas os corpos ainda não foram encontrados. O policial e Silvana têm um filho de nove anos.

De acordo com a Polícia Civil, os crimes foram cometidos de forma planejada e com tentativa de ocultação de provas. O delegado Anderson Spier afirmou que o suspeito teria matado o casal para encobrir o assassinato de Silvana.

A apuração indica que as mortes ocorreram em locais diferentes e em momentos distintos. Um veículo usado na ação também não foi localizado.

Outros investigados

Em relação a outros suspeitos, o Ministério Público decidiu adotar medidas diferentes conforme o grau de envolvimento. As mães do policial e da companheira tiveram parte das acusações arquivadas, mas podem responder por fraude processual em apuração separada.

Já um amigo do casal teve o caso arquivado em parte, com possibilidade de investigação específica por falso testemunho.

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Policial

Adolescente morto em assalto na estação Fátima é sepultado em Canoas

Redação

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Um adolescente de 17 anos, com a identidade não divulgada, estudante do 3º ano do curso técnico em Informática do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), campus de Venâncio Aires, morreu na tarde do último sábado, 2, após ser atacado com um objeto cortante na estação Fátima da Trensurb, em Canoas. O jovem foi sepultado no domingo, 3.

De acordo com a Brigada Militar, outro adolescente, cuja idade não foi informada, é apontado como autor do golpe, que causou ferimentos graves na vítima. O jovem chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

Após o crime, policiais realizaram buscas na região e localizaram o suspeito ainda no mesmo bairro, além do objeto utilizado no ataque.

A Polícia Civil investiga o caso e trabalha com a hipótese de latrocínio, além de apurar as circunstâncias do ocorrido.

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Policial

Operação Notre Dame combate grupo criminoso especializado em roubos a residências

Redação

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Foto: Policia Civil

Na quarta-feira, 29, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas, deflagrou a Operação Notre Dame, uma ofensiva contra uma organização criminosa interestadual especializada em roubos a residências com restrição da liberdade das vítimas.

A ação contou com apoio da Inteligência da Brigada Militar e da colaboração das Polícias Civis de São Paulo e do Ceará. Ao todo, foram cumpridas quatro ordens de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará.

As diligências ocorreram nos municípios de Lajeado, Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Taboão da Serra e Embu das Artes. Quatro suspeitos foram presos, sendo dois no Rio Grande do Sul e dois em São Paulo. Durante as buscas, foram apreendidos materiais que devem contribuir para o andamento das investigações.

O inquérito policial teve origem em um roubo violento registrado em fevereiro deste ano, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na ocasião, criminosos invadiram um imóvel, renderam funcionários e os mantiveram amarrados enquanto levavam joias, relógios e outros itens de alto valor.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apontou a existência de um esquema organizado, no qual criminosos vindos de São Paulo atuavam na execução dos assaltos com apoio logístico de comparsas no Rio Grande do Sul.

O delegado Marco Guns ressaltou que a rapidez nas diligências preliminares foi o divisor de águas para o esclarecimento do caso.

“O monitoramento técnico e o uso de inteligência nos permitiram mapear cada passo da associação criminosa”, afirmou.

O diretor regional, delegado Cristiano Reschke, enfatizou o impacto psicológico desse tipo de delito.

“A repressão ao roubo a residência deve ser enérgica e exemplar. Este crime viola o asilo inviolável do cidadão: seu lar. Quando vítimas são rendidas em seu momento de repouso e proteção, o dano psíquico é imensurável. Nossa resposta hoje reafirma que a integração entre as instituições de segurança é a barreira intransponível contra o crime organizado”, declarou.

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