Conecte-se conosco

header-top







 

17/04/2026
 

Geral

Projeto Verão 2022: Atividades esportivas e lúdicas oferecidas gratuitamente movimentam canoenses

Redação

Publicado

em

Projeto Verão em Canoas inicia com atividades esportivas em diversas modalidades

Nem mesmo a temperatura acima dos 30 graus da segunda-feira, 3, tirou o entusiasmo dos participantes da aula de ginástica no Centro de Lazer Martin Luther King, no bairro Harmonia. A iniciativa integra o Projeto Verão 2022, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL) nos meses de janeiro e fevereiro.

A aposentadoria fez com que Rose Moreira, 59 anos, procurasse alguma atividade para não cair no sedentarismo em casa. “Eu adoro”, diz durante o intervalo da aula de ginástica funcional com o professor Matheus Guedes.
Para Leila Frozi, 56 anos, é uma alternativa para praticar exercício físico longe dos ambientes fechados das academias. “Aqui é melhor porque é bem amplo”, compara. Quando criança, Giovana Gavlinski, 39 anos, teve problemas de saúde, que afetaram a visão e os movimentos. A ginástica tem ajudado na recuperação do equilíbrio.

Além da ginástica, há opções de modalidades esportivas para todas as idades em várias unidades espalhadas pela cidade. O objetivo é proporcionar melhoria na qualidade de vida através da prática esportiva, combatendo o sedentarismo e promovendo a integração social entre os canoenses. Todas as atividades são gratuitas e não exigem pré-requisitos, apenas os maiores de 60 anos precisam apresentar atestado médico.

As inscrições podem ser feitas diretamente nas unidades, de acordo com o cronograma da modalidade escolhida e disponibilidade de vagas. O projeto será desenvolvido entre 3 de janeiro e 24 de fevereiro.

São oferecidas modalidades como câmbio, pilates, alongamento, funcional e yoga nas categorias adulto e sênior. Já as ginásticas, vôlei, oficinas recreativas e iniciação ao esporte disponibilizam vagas para crianças e adolescentes entre 3 e 19 anos. Confira a programação completa no site da prefeitura.

Endereços
Centro de Lazer e Esporte São José
Rua João Leivas de Carvalho, 541- São José
Fone: 3477.5766

Parque Municipal Getúlio Vargas
Rua Dona Rafaela, 700 – Marechal Rondon
Fone: 3236.1800

Centro de Esporte e Lazer São Luiz
Rua Eng. Rebouças, 1000 – São Luiz
Fone: 3477.2589

Complexo Cultural e Esportivo Martin Luther King
Rua Clóvis Bevilacqua, 1770 – Harmonia
Fone: 3463. 4717

Parque Esportivo Eduardo Gomes
Av. Guilherme Schell, 3600 – Fátima
Fone: 3462.1627

Centro de Esporte e Lazer São Francisco de Assis
Rua Candelária, 31 – Mathias Velho
Fone: 3429.2719

Estação Cidadania
Rua Rio Grande do Sul, 3320 – Mathias Velho
Fone: 3236.1904

Centro Olímpico Municipal
Rua Araguaia, 1151 – Igara
Fone: 3477.6417

 

Continuar a ler
Clique em Comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Policial

Justiça torna réu cardiologista investigado por abuso sexual contra pacientes em Taquara

Redação

Publicado

em

Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu, na quinta-feira, 17, o cardiologista Daniel Pereira Kollet, investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes em Taquara.

A decisão é do juiz Rafael Silveira Peixoto, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Taquara, e tem como base a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. Com isso, o médico passa a responder formalmente ao processo.

Segundo o MP, Kollet é acusado de estupro de vulnerável. A Promotoria sustenta que as vítimas estavam em situação de vulnerabilidade circunstancial, devido à relação de confiança estabelecida entre médico e paciente durante os atendimentos.

De acordo com a denúncia, assinada pela promotora Silvia Inês Miron Jappe, os supostos abusos ocorreram durante consultas em consultório particular, quando as pacientes precisavam permanecer parcialmente despidas para a realização de exames cardiológicos. O Ministério Público afirma que o médico teria se aproveitado da condição profissional e da fragilidade das vítimas no contexto do atendimento.

O órgão também pediu à Justiça a condenação do réu ao pagamento de indenização às pacientes.

Na esfera policial, Daniel Pereira Kollet foi indiciado por violência sexual mediante fraude. Conforme o delegado Valeriano Garcia Neto, três inquéritos já foram concluídos e encaminhados ao Judiciário.

O número de possíveis vítimas que registraram ocorrência chega a 44, conforme atualização de quinta-feira , 17. Outras 20 mulheres também procuraram a polícia e avaliam formalizar denúncia.

A defesa do médico, representada pelo advogado Ademir Campana, não se manifestou ainda.

Continuar a ler

Policial

Corpo de corretora morta em Florianópolis é liberado após um mês e será sepultado neste sábado em Canoas

Redação

Publicado

em

Foto: Redes Sociais

O corpo da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas foi liberado para sepultamento mais de um mês após o crime que chocou o país. O velório está marcado para este sábado, 18, em Canoas.

A liberação ocorreu após a conclusão de exames realizados pela Polícia Científica de Santa Catarina, que confirmou por meio de DNA a identidade da vítima. O corpo havia sido encontrado em um córrego no município de Major Gercino, no dia 11 de março.

Segundo familiares, a espera foi marcada por angústia até a confirmação oficial. Nas redes sociais, parentes manifestaram alívio com a possibilidade de realizar o sepultamento e reforçaram o pedido por justiça.

De acordo com a Polícia Científica, o tempo até a liberação foi necessário para a análise genética, procedimento que busca garantir a identificação correta e preservar a dignidade da vítima e de seus familiares.

Natural de Alegrete, Luciani foi criada em Canoas. Ela deixa a mãe e irmãos. O pai morreu há cerca de 20 anos, também vítima de latrocínio.

Investigação

Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime, sendo um homem de 27 anos e duas mulheres, de 47 e 30 anos. Eles moravam no mesmo conjunto residencial que a vítima, em Florianópolis. Os nomes não foram divulgados.

Conforme o delegado Anselmo Cruz, responsável pelo caso, o corpo foi inicialmente avistado por moradores no dia 9 de março e retirado dois dias depois pelas autoridades.

A principal linha de investigação aponta que o crime tenha sido motivado por interesse financeiro. A polícia identificou compras realizadas em nome da vítima após o desaparecimento, incluindo eletrônicos e artigos esportivos.

A dinâmica e a causa da morte ainda não foram totalmente esclarecidas pelas autoridades.

Continuar a ler

Policial

Ex-vereador de Porto Alegre Gilvani Dall Oglio é preso em operação que investiga fraude em licitações

Redação

Publicado

em

Foto: Polícia Civil

O empresário e ex-vereador de Porto Alegre, Gilvani Dall Oglio, conhecido como Gringo, foi preso preventivamente pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira, 17, durante a Operação Effluxus. O mandado foi cumprido na residência dele, na zona norte da Capital.

A ação investiga um suposto esquema de fraude em licitações públicas e ocultação de controle empresarial em contratos ligados a serviços de desobstrução de redes pluviais e esgoto, hidrojateamento, transporte e descarte de resíduos.

Prisões, buscas e bloqueios

Além da prisão, a operação cumpriu nove mandados de busca e apreensão, incluindo endereços de familiares do investigado, como três filhas e um irmão. Dois outros filhos também são alvo de apuração. A Justiça determinou ainda o bloqueio de cerca de R$ 2,5 milhões em ativos financeiros, além da indisponibilidade de imóveis e veículos, e a suspensão do direito de contratar com o poder público dos investigados.

Durante a operação, um dos filhos do ex-vereador foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo. Ele estava em uma das sedes empresariais alvo das buscas e poderá ser liberado mediante fiança.

Segundo a Polícia Civil, o grupo é investigado por fraude à licitação, associação criminosa, corrupção ativa de testemunha, falsidade ideológica e falsidade material.

Como funcionava o esquema

De acordo com as apurações, o esquema teria sido estruturado a partir das empresas Limpservice Prestação de Serviços e Safety Ambiental, que atuariam como parte de um mesmo grupo econômico. A investigação aponta que ambas participavam de licitações de forma combinada, simulando concorrência.

A Limpservice teria vencido todas as cinco contratações identificadas, enquanto a Safety aparecia como concorrente derrotada, com propostas mais altas. Nenhuma das empresas está formalmente em nome de Gringo, mas a Polícia Civil afirma haver indícios de que ele seria o controlador, utilizando intermediários.

A Limpservice está registrada em nome de um dos filhos do investigado, enquanto a Safety já esteve vinculada a um irmão dele e a outro homem apontado como empregado. Uma terceira empresa, a MJM Serviços de Limpeza, registrada em nome do ex-vereador, também é citada na investigação.

Licitações sob suspeita

As licitações sob suspeita envolvem contratos com a Polícia Penal e prefeituras de Capão da Canoa, Gramado, Gravataí e Osório, entre 2024 e 2025, somando cerca de R$ 2,5 milhões.

A Polícia Civil aponta ainda indícios de confusão patrimonial e operacional entre as empresas, como uso compartilhado de e-mails, reconhecimento de dívidas e ações trabalhistas envolvendo os mesmos funcionários. Também foi identificado o uso de estrutura tecnológica ligada ao investigado para participação em disputas eletrônicas de licitações.

Tentativa de obstrução e dumping social

Em depoimento, uma ex-funcionária relatou ter sido pressionada a receber R$ 2 mil para não prosseguir com denúncias relacionadas ao caso.

O inquérito também apura a prática de “dumping social”, com possível redução de custos por meio de descumprimento de direitos trabalhistas.

Segundo o delegado responsável pelo caso, a investigação identificou um esquema estruturado que afetava diretamente a concorrência e trabalhadores envolvidos nos contratos.

Contratos com o Dmae

A Polícia Civil também aponta que o ex-vereador manteve contratos com o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) durante o período em que exercia mandato, por meio de empresas sob suspeita de controle indireto. Um desses contratos, de R$ 3,6 milhões, envolvia transporte e distribuição de água potável. Há ainda registros de pagamentos ao investigado por serviços prestados via outra empresa citada na apuração.

Investigação e cassação do mandato

A operação foi autorizada pela 2ª Vara Regional de Garantias de Porto Alegre e, segundo a Polícia Civil, a investigação se estendeu por mais de 10 meses.

O ex-vereador teve o mandato cassado pela Câmara Municipal em dezembro de 2025, após entendimento de que ele seria o real controlador das empresas envolvidas, com uso de intermediários.

A defesa do investigado ainda não se manifestou.

Continuar a ler
publicidade
festivalSicrediGraduação Lasalle

Destaques