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18/08/2026
 

Geral

“Operação Arca” reúne SEDA, Polícia Civil e Guarda Municipal

Redação

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Na manhã desta quinta-feira, 17, a Secretaria Extraordinária dos Direitos dos Animais (SEDA) participou de uma operação em parceria com a Polícia Civil e a Guarda Municipal de Canoas, para coibir maus-tratos aos animais. A “Operação Arca” foi realizada em duas etapas, sendo a primeira parte no bairro Rio Branco e a segunda no São José.

O titular da SEDA, Gabriel Gonçalves, destacou que a parceria com as forças de segurança garantem a efetividade das operações que combatem crueldade contra animais. “Essa ação em parceria com as forças de segurança de Canoas nos dá um aparato que, antigamente , gente não tinha pra fazer a nossa atividade, que é fiscalizar e trabalhar em cima do direito dos animais. Hoje nós cumprimos dois mandados judiciais e passamos algumas notificações e orientações para os tutores”, revelou.

Conforme a SEDA, os cães não possuíam lesões visíveis que fossem compatíveis com maus-tratos. Após a ação desta quinta-feira, os agentes da secretaria vão seguir monitorando os animais. A médica veterinária solicitou que a alimentação fosse ofertada de 3 a 4 vezes ao dia. Os profissionais da Secretaria Extraordinária dos Direitos dos Animais retornarão ao local para vacinação e esterilização de todos os animais. A Polícia Civil intimou uma das tutoras para prestar esclarecimentos.

Para o chefe da Segurança Pública de Canoas, delegado Emerson Wendt, as operações são fundamentais para impedir que animais sofram maus-tratos. “Ações como essa são importantes, pois cada um faz o seu papel. As forças de segurança cuidam do aspecto criminal, reprimindo criminalmente os maus-tratos aos animais, e a SEDA fazendo o acolhimento destes bichinhos, direcionando para que eles possam ficar protegidos e atendidos”, detalhou.

Denúncias

Situações de maus-tratos, falta de cuidados básicos e crueldade contra os animais é CRIME! DENUNCIE, para que os órgãos de segurança e o município façam sua parte. Pelo WhatsApp (51) 98444-0606 a Polícia Civil recebe denúncias de todo Estado. E pelo número (51) 98459-0259, as denúncias de Canoas e região. As denúncias dirigidas à SEDA devem ser feitas pelo 0800-510-1234.

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Policial

Menina de 11 anos desaparecida em Canoas é localizada pela Polícia Civil

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Menina de 11 anos desaparecida em Canoas é localizada pela Polícia Civil

A Polícia Civil localizou, na tarde desta terça-feira, 18, a menina de 11 anos que estava desaparecida desde segunda-feira, 17, em Canoas.

Segundo a Delegacia de Polícia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas, os agentes iniciaram as buscas assim que o desaparecimento foi registrado. Imagens de câmeras de segurança ajudaram a reconstituir o trajeto da menina, que teria seguido até Cachoeirinha.

Mais de 50 agentes participaram das buscas, entre policiais civis, policiais militares e guardas municipais de Canoas e Cachoeirinha. A menina acabou sendo localizada em Canoas e foi acolhida por policiais civis da DPCA.

De acordo com o delegado Maurício Barison, titular da DPCA, uma escuta especializada foi realizada e não foram identificados indícios de maus-tratos ou de outros crimes contra a criança. Conforme a investigação, o desaparecimento teria sido motivado por um desentendimento familiar relacionado ao uso do celular.

O Conselho Tutelar será acionado para acompanhar a situação familiar.

A Polícia Civil também informou que um repórter de Canoas será investigado por, segundo a corporação, tumultuar as buscas e desacatar uma policial civil ao exigir informações consideradas privilegiadas.

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Policial

Mulher morre após queda de janela em Porto Alegre; filho é preso e caso é investigado como possível feminicídio

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Uma mulher morreu após cair da janela de um apartamento na Rua Almirante Barroso, no bairro Floresta, em Porto Alegre, durante a madrugada desta terça-feira, 18. A Polícia Civil apura as circunstâncias da morte e investiga, entre as possibilidades, a hipótese de feminicídio.

O principal suspeito é apontado como filho da vítima. Ele foi preso preventivamente pela Brigada Militar e levado para a 1ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam). A identidade não foi divulgada.

A ocorrência foi inicialmente registrada como violência doméstica por agentes do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM). A mulher foi localizada após a queda e recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu em razão dos ferimentos.

Polícia investiga o que provocou a queda

A Brigada Militar foi acionada pela síndica do condomínio já pela manhã. Segundo o registro policial, ela encontrou marcas de sangue no corredor do prédio e verificou as imagens das câmeras de segurança. As gravações indicariam que uma pessoa caiu da janela por volta das 4h.

Moradores relataram ainda ter ouvido gritos de uma mulher durante a noite. Não houve chamado à polícia no momento em que os fatos teriam ocorrido.

A investigação deverá analisar as imagens do sistema de segurança, ouvir moradores e demais testemunhas e aguardar o laudo do Departamento Médico Legal (DML). O exame deverá contribuir para esclarecer a causa da morte e as circunstâncias da queda.

A partir dessas informações, a Polícia Civil deverá determinar se a mulher caiu acidentalmente, se tirou a própria vida ou se foi empurrada. O resultado da investigação também deverá definir o enquadramento criminal do caso.

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Policial

Criança de 4 anos morre após dar entrada em UPA com marcas de agressão em Porto Alegre

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Uma criança de 4 anos morreu na madrugada desta segunda-feira, 17, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Bom Jesus, na Zona Leste de Porto Alegre. A menina, identificada como Samylle Valentina Borba Ramiro, chegou à unidade de saúde com marcas de agressões.

De acordo com as informações iniciais, a criança foi levada à UPA por uma tia. A equipe médica acionou a polícia após constatar os sinais de violência. A mulher foi encaminhada pela Brigada Militar à delegacia da Polícia Civil e acabou liberada pelo delegado plantonista.

Testemunhas relataram que o companheiro da tia também esteve na unidade de saúde, mas deixou o local pouco depois. Conforme as informações preliminares, a menina não morava com os pais.

O corpo será submetido a perícia para esclarecer a causa da morte. O caso será investigado pelo Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPGV) da Polícia Civil.

Até o momento, não há informações sobre a autoria das possíveis agressões. A investigação deverá apurar as circunstâncias da morte e se houve crime de maus-tratos.

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