Saúde
Atendimentos comunitários clínicos da Ulbra prepara retorno das atividades

Seis meses após as regras de isolamento social provocadas pela pandemia do novo Coronavírus terem suspendido as atividades práticas dos cursos de graduação da Ulbra, a Universidade se prepara para retomar as aulas de laboratório e os atendimentos comunitários clínicos da Odontologia. O retorno será possível após uma série de medidas adotadas pela Instituição para garantir a proteção dos acadêmicos e pacientes. De acordo com o diretor do campus Canoas, Leonardo Haerter dos Santos, assim que as secretarias estadual de Saúde e de Educação permitiram que as universidades voltassem com as atividades práticas essenciais para a conclusão de cursos desde que se enquadrassem em um plano de contingência aprovado pelo município, a Ulbra começou a trabalhar nesse retorno.
“Aprovamos em julho o plano com o município e passamos a realizar uma série de adequações, como treinamentos, identificação de espaços do campus, marcação da quantidade de pessoas permitidas nas dependências da Universidade, determinação de local para check point para aferir temperatura, atualização dos contatos de emergência, entre uma série de outras ações”, lembrou. As ações permitiram que o Hospital Veterinário pudesse retomar os atendimentos e alguns cursos da área da saúde voltassem com a prática nos laboratórios.
Prática com segurança
No curso de Odontologia, como na maioria das práticas, os cuidados foram redobrados. Para garantir que a clínica tivesse biossegurança suficiente antes do retorno, o infectologista da Comissão de Gestão de Risco – Coronavírus da Ulbra, professor Cláudio Stadnik, e o arquiteto da Universidade visitaram o espaço e elaboraram um projeto para garantir a retomada segura.
Saúde
Unidades de saúde de Canoas promovem atendimentos voltados às mulheres neste sábado, 7

A Prefeitura de Canoas promove, neste sábado, 7, uma série de ações voltadas à saúde da mulher em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Ao todo, 16 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e o Centro de Referência da Mulher (CRM) irão oferecer atendimentos e orientações especiais para a população feminina.
Nas UBSs, os serviços serão realizados por livre demanda. Entre os atendimentos disponíveis estão consultas médicas, atendimento odontológico, testes rápidos e coleta do exame Papanicolau. Também serão realizadas atividades educativas nas salas de espera com temas relacionados à saúde da mulher, além da atualização de cadastros dos usuários.
Participam da ação as seguintes unidades: CAIC, Guajuviras, Estância Velha, São Vicente, Harmonia, Mato Grande, Complexo (Pedro Luiz e Boa Saúde), Prata, Mathias Velho, União, Natal, Nova Niterói, Fernandes e São José.
No Centro de Referência da Mulher (CRM), também serão oferecidos serviços voltados ao cuidado integral das mulheres. Entre eles estão consultas com ginecologistas mediante agendamento, planejamento familiar, coleta de exame Papanicolau e realização de testes rápidos.
O local também contará com atividades de orientação e promoção da saúde, com atendimentos de nutricionista, optometrista e práticas integrativas e complementares em saúde, como auriculoterapia.
A secretária municipal de Saúde, Ana Boll, destaca que a mobilização busca ampliar o acesso das mulheres aos serviços de saúde.
“Essa ação é uma forma de aproximar as mulheres dos serviços de saúde e incentivar a realização de exames importantes para a prevenção”, afirmou.
Saúde
Ministério da Saúde anuncia teleatendimento psicológico e reconstrução dentária para mulheres vítimas de violência

O Sistema Único de Saúde (SUS) deve iniciar, ainda em março, a oferta de teleatendimento em saúde mental voltado a mulheres em situação de violência. A medida foi anunciada nesta quinta-feira, 5, pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante coletiva de imprensa em Brasília.
Além do atendimento psicológico remoto, também foi anunciada a regulamentação de um programa que garante reconstrução dentária para mulheres vítimas de violência doméstica. As ações fazem parte de iniciativas voltadas à saúde da mulher e ao enfrentamento da violência de gênero.
Durante o anúncio, o ministro destacou a importância do envolvimento de toda a sociedade no combate à violência contra mulheres.
“Se os homens não se engajarem no enfrentamento à violência contra as mulheres, não vamos vencer essa batalha. As mulheres já lutam há décadas e é fundamental que os homens entrem com mais força nessa agenda. Nós queremos que o SUS seja um dos lugares mais acolhedores para uma mulher em situação de qualquer tipo de violência. A saúde integral das mulheres é a nossa prioridade”, afirmou Alexandre Padilha.
Proposta de inclusão do feminicídio na CID
O Ministério da Saúde também informou que solicitou à Organização Mundial da Saúde (OMS) a inclusão da categoria feminicídio na Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Atualmente, mortes de mulheres motivadas por violência de gênero são registradas de forma genérica como agressão.
A proposta busca qualificar os registros e ampliar a visibilidade dos casos, permitindo melhorar as estatísticas e fortalecer políticas de prevenção.
O pedido ainda será avaliado tecnicamente pela OMS e pelos Estados-Membros. Caso aprovado, o feminicídio passará a integrar oficialmente a classificação internacional utilizada pelos sistemas de saúde em todo o Brasil.
A secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas, destacou a importância do debate sobre o tema.
“Essa é uma agenda não só estratégica, mas fundamental para o enfrentamento ao feminicídio e para salvar a vida das mulheres nos nossos territórios. No Ministério da Saúde, temos trabalhado incansavelmente porque precisamos trazer esse assunto para a pauta. Não é uma agenda só de governo, é uma agenda da sociedade, e precisamos de mais vozes”, afirmou.
Reconstrução dentária para vítimas de violência
Também foi anunciada a criação de um programa de reconstrução dentária voltado a mulheres vítimas de violência doméstica. A iniciativa prevê atendimento odontológico integral e gratuito no SUS, incluindo próteses, implantes e restaurações.
Para ampliar o acesso aos procedimentos, a rede contará com o apoio de equipamentos como impressoras 3D e scanners que serão utilizados em unidades odontológicas móveis distribuídas pelo país.
A presidente do Grupo Mulheres do Brasil, Luiza Trajano, comentou a importância da participação da rede pública de saúde nas ações de enfrentamento à violência.
“Eu queria cumprimentar pelas ações anunciadas e reforçar que educar as pessoas na ponta é fundamental. Não é uma causa do governo, é uma pauta global”, disse.
Teleatendimento psicológico
O teleatendimento em saúde mental deve começar neste mês em duas capitais: Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ). A previsão é ampliar o serviço a partir de maio para cidades com mais de 150 mil habitantes e, em junho, para todo o país.
A expectativa é realizar cerca de 4,7 milhões de atendimentos psicológicos por ano. O acesso poderá ocorrer por encaminhamento em unidades de saúde ou por meio do aplicativo Meu SUS Digital.
Na plataforma, as usuárias poderão preencher um cadastro para avaliação inicial da situação de violência. A partir das informações, será agendado o teleatendimento psicológico.
Saúde
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