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03/03/2026
 

Geral

Mesmo com chuvas frequentes, cidade não registra alagamentos

Redação

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Nas últimas semanas choveu muito em Canoas e chamou a atenção de moradores de diversos pontos da cidade que os alagamentos, uma realidade que era comum até poucos anos atrás, não surgiram em bairros onde eles costumavam ser frequentes. A cidade já enfrentou problemas históricos, como os maiores alagamentos de 1963 e 2013, além de diversos outros que ocorriam anualmente. Em decorrência dessa mudança de panorama, o jornal Timoneiro fez um levantamento do que foi feito na cidade nos últimos anos, para que se chegasse na situação atual.

Ações periódicas

De acordo com a Prefeitura de Canoas, a cidade solucionou a questão com ações sistemáticas e a adoção de um modelo contínuo e preventivo de manutenção dos canais de escoamento das águas da chuva. Segundo a administração municipal, esse tipo de trabalho, em alguns casos, não era feito há pelo menos 20 anos. Entre 2017 e 2018 foram investidos R$ 100 milhões em obras e intervenções de combate aos alagamentos.

A administração municipal informou ainda que, a pedido do prefeito Luiz Carlos Busato, já em janeiro de 2017, foi montada uma força-tarefa dentro da Secretaria Municipal de Obras (SMO). A missão foi identificar os principais pontos de alagamento no município. Com os locais mapeados, as equipes das secretarias de Obras e subprefeituras começaram a “atacar” os pontos mais graves de entupimento pluvial. Nesta lista, figuravam regiões mais baixas, historicamente atingidas pelos alagamentos, como Mathias Velho, NIterói, Rio Branco e Guajuviras.

Desde então, foi colocado em prática um planejamento que sistematizou a limpeza das valas e diques, a execução de macro e microdrenagem, a limpeza de bocas de lobo e os hidrojateamentos.

Mais medidas

Além disso, também foi relatada pela administração municipal a realização de uma série de intervenções, que foram cruciais para o fim de alagamentos em diversas áreas da cidade. A construção de canalizações auxiliares na Rua 22 de Abril, na Victor Barreto, no Beco do Molinha e na Fernando Pessoa colaboram para o escoamento em regiões que sofriam com o problema de acúmulo de água.

Outra obra que contribuiu para a melhoria foi a reconstrução do bueiro da travessia do Arroio Guajuviras, na Avenida Antônio Frederico Ozanam. Nesta mesma região, também foi feito o desassoreamento do arroio, no trecho entre Ozanam e os limites da refinaria Alberto Pasqualini. Também foi realizada a ativação da bacia de amortecimento na Avenida Farroupilha, que eliminou um ponto de alagamento nesta própria avenida e na Ozanam. Além disso, outra intervenção importante foi a recuperação do muro de gabião no Arroio Araçá, próximo da Guilherme Schell.

No Mathias Velho, a obra de revestimento do canal da Curitiba é fundamental para que ocorra o escoamento pleno da água da chuva. A obra que constrói o canal revestido da vala está em fase final, e corresponde aos 1,3 km finais do canal.

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Geral

APAE Canoas e Nova Santa Rita empossam nova diretoria para o triênio 2026 a 2028

Redação

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A Federação das APAEs do Rio Grande do Sul realizou, no dia 26 de fevereiro de 2026, a cerimônia de posse da nova diretoria da APAE Canoas e da filial de APAE Nova Santa Rita. O ato ocorreu na sede da instituição, em Canoas, e foi conduzido pelo presidente da federação, Dr. Marco Antônio Moresco.

A solenidade marca a mudança na condução administrativa da entidade. Após um período de intervenções, a APAE iniciou, em 2023, um processo de reorganização interna, com ajustes na gestão e na prestação de serviços.

O processo começou durante a gestão da então presidente Ana Moraes e teve continuidade com o presidente eleito e empossado, Dr. Tiago Oliveira de Castilhos. De acordo com ele, o período recente foi voltado à reestruturação da instituição e à ampliação da participação de pais e associados nas decisões.

Também foram empossados os diretores e conselheiros eleitos para o triênio 2026 a 2028.

Após a cerimônia, os convidados participaram de um momento de confraternização na sede da entidade.

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Policial

Ex-prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo é preso em operação da Polícia Federal por suspeita de desvio de recursos das enchentes

Redação

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O ex-prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, foi preso na manhã desta quinta-feira, 26, durante uma operação da Polícia Federal que investiga suspeitas de desvio de recursos públicos destinados à reconstrução do município após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul.

A prisão é temporária, com prazo inicial de cinco dias, podendo ser prorrogada. Caumo comandou o Executivo municipal entre 2017 e 2024. De acordo com as autoridades, a apuração não envolve a atual administração da cidade.

Além do ex-prefeito, uma empresária ligada ao grupo empresarial que teria sido favorecido também foi presa. Uma vereadora foi afastada dos cargos. Os nomes das duas não foram divulgados oficialmente.

A ação integra a operação “Lamaçal”, que dá continuidade à ofensiva realizada em novembro de 2025. Naquele período, Caumo ocupava o cargo de secretário estadual de Desenvolvimento Urbano. Após a repercussão da investigação, ele colocou o cargo à disposição e teve a exoneração confirmada.

Segundo a Polícia Federal, a análise do material recolhido na primeira fase reforçou a suspeita de direcionamento em processos licitatórios realizados pela Prefeitura de Lajeado.

“As investigações identificaram irregularidades em três licitações da Prefeitura de Lajeado envolvendo empresas de um mesmo grupo econômico, contratadas para prestar serviços de assistência social. Há indícios de que as escolhas não observaram a proposta mais vantajosa e de que os valores pagos estavam acima dos preços de mercado”, explica a instituição.

O advogado Jair Alves Pereira, responsável pela defesa de Marcelo Caumo, informou que ainda não teve acesso à decisão judicial que fundamentou a prisão do ex-prefeito.

Ao todo, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária. A Justiça também determinou o sequestro de veículos e o bloqueio de ativos financeiros. As ordens foram expedidas pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

As diligências ocorreram em Lajeado, Muçum, Encantado, Garibaldi, Salvador do Sul, Fazenda Vilanova, Novo Hamburgo e Porto Alegre.

Os investigados poderão responder por crimes como desvio ou aplicação indevida de recursos públicos, contratação direta ilegal, fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Detalhes da investigação

Conforme a Polícia Federal, a apuração identificou possíveis irregularidades em um processo licitatório da Prefeitura de Lajeado para a contratação de profissionais como psicólogo, assistente social, educador social, auxiliar administrativo e motorista.

A contratação ocorreu por meio de dispensa de licitação, com base na decretação de estado de calamidade pública no município em 2024. O valor total dos dois contratos inicialmente analisados durante o inquérito soma cerca de R$ 120 milhões.

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Policial

Polícia Civil prende responsável por roubo a escritório de advocacia em Porto Alegre

Redação

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A Polícia Civil do Rio Grande do Sul, por meio da 3ª Delegacia de Polícia Distrital de Porto Alegre e sob a coordenação do delegado Gustavo Pereira, realizou nesta quarta-feira, 25, a Operação Aureum, voltada ao combate ao crime de roubo ocorrido em janeiro deste ano em um escritório de advocacia da capital.

Durante a ação, foram cumpridos 11 mandados judiciais nos municípios de Porto Alegre e Cachoeirinha. O principal suspeito, apontado como mentor e executor do roubo, foi preso. Além disso, as equipes cumpriram mandados de busca e apreensão em um estabelecimento comercial, onde parte das joias teria sido revendida, e nas residências de outros investigados.

Foram apreendidos documentos, um veículo e uma arma de fogo durante a operação.

No crime ocorrido em janeiro, dois assaltantes mantiveram seis pessoas reféns e levaram do cofre do escritório joias e lingotes de ouro avaliados em cerca de R$ 600 mil.

A Polícia Civil segue investigando para identificar e prender os demais envolvidos e localizar o restante dos bens subtraídos.

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