Política
Canoas terá nove concorrentes ao cargo de Prefeito pela primeira vez

Na quarta-feira, 16, se encerrou o prazo para a temporada das convenções partidárias, que definiram os candidatos a prefeito e a vereador que concorrerão ao pleito de 2020 em Canoas. O número de candidaturas que disputarão o Executivo municipal alcançou uma marca histórica na cidade, com nove pretendentes ao cargo. Na última semana, seis candidaturas foram confirmadas, se somando às três que já tinham sido definidas por seus partidos. Foram dias bastante movimentados, que teve direito à confirmação de candidaturas que já eram conhecidas ou especuladas, mas também marcada por surpresas.
Durante sua convenção, o PTB confirmou a candidatura do prefeito Luiz Carlos Busato à reeleição. Até o evento, o prefeito não falava sobre eleições em suas manifestações, e, embora fosse um candidato natural, não se dizia pré-candidato até então. Também foi confirmado, durante a convenção do PDT, Dario da Silveira como vice na chapa de Busato.
Em convenção conjunta, PT e PCdoB, confirmaram a candidatura de Nelsinho Metalúrgico ao cargo de prefeito, tendo como vice na chapa Alice Nascimento. Outra parceria confirmada nesta semana foi a de César Augusto (Republicanos) a prefeito e de Carolina Lompa (PSL) a vice na sua chapa, durante as convenções de seus respectivos partidos.
Também confirmaram suas candidaturas, durante suas convenções, o PSC e o PSOL. Ambos terão chapa pura, sem coligação. Enquanto o primeiro apresentou Capitão Nascimento para prefeito e Igor Bueno para vice, o segundo apresentou Pablo Henrique para concorrer a prefeito e Danielle Kroeff para vice.
A surpresa das convenções se deu no evento do Progressistas, que atualmente compõe a administração municipal comandada por Busato. Embora existissem rumores de uma candidatura própria, o nome ventilado era o de Simone Leite. Durante a convenção, no entanto, o partido confirmou Ernani Daniel como candidato a prefeito e Rafaela Zahran para vice.
Já Rodrigo Mota (DEM), que se apresentava como pré-candidato à prefeitura até essa semana, durante a convenção do partido anunciou o apoio a Busato e vai concorrer a vereador. Ainda nesta semana, o MDB também realizou sua convenção, confirmando o apoio a Busato.
As candidaturas confirmadas se somam às três que já haviam sido oficializadas anteriormente. Jairo Jorge (PSD) concorrerá a prefeito, com Nedy de Vargas Marques (Solidariedade) como vice. Pelo PRTB, Simone Sabin concorrerá à prefeita, com Coronel Faccin sendo o vice da chapa. Já o NOVO apresentou Camilo Bórnia para prefeito, com Gilberto Manfroi de vice.
Política
Jussara Caçapava é eleita prefeita de Cachoeirinha com 43,3% dos votos válidos

A candidata Jussara Caçapava (Avante) foi eleita prefeita de Cachoeirinha neste domingo, 12, após uma disputa acirrada. Com 43,3% dos votos válidos, ela superou os três adversários e seguirá no comando do município em mandato tampão até dezembro de 2028. Ela terá como vice-prefeito o candidato que compôs sua chapa.
A eleição suplementar foi realizada após o impeachment do ex-prefeito Cristian Wasem (MDB), o que levou à necessidade de um novo pleito para definir o comando do Executivo municipal.
Na segunda colocação, Claudine Silveira (PP) obteve 42,3% dos votos válidos. Já os candidatos de esquerda tiveram menor desempenho: Tairone Keppler (PT) alcançou 13,2%, enquanto Laís Cardoso (PSOL) registrou 0,9%.
De acordo com o cartório eleitoral do município, a diplomação de Jussara está marcada para o dia 7 de maio. O ato oficial da Justiça Eleitoral confirma o resultado das urnas e habilita a candidata para assumir o cargo de forma definitiva.
Após a diplomação, caberá à Câmara de Vereadores definir a data da posse. Até lá, Jussara segue à frente da administração municipal, que tem cerca de 136 mil habitantes, na condição de prefeita interina.
Política
Cachoeirinha terá nova eleição no próximo domingo após cassação de prefeito e vice

Eleitoras e eleitores de Cachoeirinha voltam às urnas neste domingo, 12, para escolher o novo prefeito e vice-prefeito do município. A eleição suplementar foi convocada após a cassação dos mandatos dos gestores eleitos anteriormente.
A data do pleito segue a Resolução nº 443/2026 do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Ao todo, 102.143 eleitores estão aptos a votar na cidade, que integra a 143ª Zona Eleitoral. A votação ocorrerá em 277 seções distribuídas por 34 locais.
Quatro chapas disputam a eleição:
Claudine de Lima Silveira e Marco Aurélio Albernaz de Oliveira (PP)
Jussara Maria da Silva e Luis Carlos Azevedo da Rosa (Coligação Compromisso com a Nossa Gente)
Laís Rocha Cardoso e Breno de Oliveira Munhoz (Federação PSOL/REDE)
Tairone Rodrigo Pereira Keppler e Cláudia Azevedo de Oliveira (Federação Brasil da Esperança – PT/PCdoB/PV)
A nova eleição ocorre após a Câmara de Vereadores de Cachoeirinha cassar os diplomas do então prefeito Cristian Wasem Rosa e do vice, Delegado João Paulo. A decisão teve como base acusações de irregularidades fiscais no Instituto de Previdência do município e de atentado contra o Legislativo.
Durante o dia de votação, também será realizado o teste de integridade das urnas eletrônicas. A auditoria, prevista pelo Tribunal Superior Eleitoral, simula uma votação oficial com candidatos reais para verificar a segurança na captação e contabilização dos votos. O procedimento ocorre no plenário do TRE-RS, das 8h às 17h, com transmissão ao vivo pela internet.
Política
Assembleia do RS aprova auxílio de um salário mínimo para órfãos de feminicídio

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou o Projeto de Lei nº 471/2023, de autoria da deputada estadual Delegada Nadine, que prevê a criação de um benefício financeiro para crianças e adolescentes que perderam suas mães em casos de feminicídio.
O texto institui o Auxílio RS Ampara, com pagamento mensal de um salário mínimo a beneficiários de até 18 anos. Para ter acesso, é necessário residir no estado, estar matriculado na escola e ter acompanhamento dos serviços de assistência social. Em casos considerados de vulnerabilidade, o auxílio poderá ser estendido até os 24 anos, desde que o jovem esteja cursando o ensino superior. O valor poderá ser ajustado na fase de regulamentação.
Segundo a autora, a proposta busca atender crianças e adolescentes impactados diretamente pela violência. “Estamos falando de crianças e adolescentes que tiveram suas vidas marcadas por uma violência extrema. O Estado precisa estar presente não apenas na repressão ao crime, mas também no cuidado com quem fica. O Auxílio RS Ampara é uma resposta concreta, humana e necessária”, afirmou.
Com a aprovação em plenário, o projeto segue para sanção do Poder Executivo.

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