Política
Convenção da REDE Canoas confirma 70% mulheres candidatas para o Legislativo

Na quarta-feira, 9, a Rede Sustentabilidade Canoas realizou sua convenção para homologar as candidaturas que representarão a sigla em 2020. No próximo pleito, a Rede contará com 26 candidaturas para a vereança, cumprindo o objetivo de apresentar uma nominata com 70% mulheres candidatas ao Legislativo.
Gisele Uequed, uma das fundadoras da REDE no Brasil, anunciou que não colocará seu nome a disposição do partido para concorrer à reeleição como vice-prefeita, embora a Rede siga no apoio ao Prefeito Luiz Carlos Busato (PTB). “Em dezembro de 2019 tomei essa decisão, conversei com dirigentes e lideranças do partido e com o Prefeito Busato dizendo que sempre fiz política sem mandato e entendo que quando nos tornamos uma liderança política, precisamos motivar novas lideranças. Neste momento quero ajudar a formar as novas lideranças que Canoas precisa, com essa nominata tão rica e diversa que conseguimos construir”, avalia.
Ainda segundo Gisele, aumentar a participação das mulheres na política é qualificar o Legislativo. “É importante para a construção da política a ampliação das vozes femininas. É importante para a qualidade do nosso parlamento. Aqui temos mulheres preparadas, que estão há muito tempo enxergando os problemas, vendo as soluções e querendo atuar, se colocar à disposição, mas não tendo oportunidade. E é isso que nós estamos fazendo, mostrando a Canoas que nós temos novas lideranças; que aquele canoense que diz que está cansado dos mesmos, vai ter aqui a oportunidade de escolher o novo. Aqui tem o ideal, o princípio, a ética, a fiscalização. Mesmo participando do governo, nós estaremos fiscalizando o governo”, garante.
Vice participativa
Lamentando a saída de Gisele da chapa, Busato salientou que ela foi uma vice-prefeita atuante e participativa. “A Gisele ainda vai ensinar política para muita gente. Pela juventude, pelo espírito e por tudo que a gente aprende na caminhada. Quero te agradecer muito por estes quatro anos. Não é fácil uma convivência tão afinada como tivemos”, finalizou Busato.
Na opinião do Porta-voz estadual da REDE no Rio Grande do Sul, deputado federal Constituinte Jorge Uequed, a cidade tem um dos grupos mais organizados do Brasil. “Canoas como exemplo nacional me honra a cada momento. As candidaturas da REDE são um ensinamento maravilhoso de respeito. Na REDE, a palavra fundamental é o respeito, a indecência de qualquer tipo de discriminação, a busca sonhada por um país melhor para o nosso povo”, concluiu.
Representatividade
Este ano, além de apresentar uma histórica nominata com 70% de mulheres, a REDE também busca a diversidade com candidaturas que representam os mais diversos nichos e outras três candidaturas coletivas. Elas são voltadas a educação infantil, o ensino fundamental e a cultura.
Rogerio Ceratti, porta-voz masculino, acredita que a participação social no processo político é de extrema importância. “Construímos uma nominata representativa, com diversos setores da sociedade. Participativa, com mandatos coletivos que representam uma forma diferente de fazer política. E igualitária, buscando maior representatividade feminina nos espaços públicos”, enfatiza.
A porta-voz feminina da REDE, Marianne Calixto, acredita que este é um momento de participação e união. “Nós, mulheres, temos que sair do anonimato e buscar protagonismo. Temos que ocupar os espaços e buscar lugar de fala. Enquanto uma de nós estiver acorrentada, nenhuma de nós estará livre”, destacou lembrando nomes relevantes na história.
Política
Presidente Lula veta projeto que reduziria punição aos envolvidos no ato de 8 de janeiro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente, nesta quinta-feira, 8, o Projeto de Lei nº 2.162/2023, conhecido como PL da Dosimetria. A proposta havia sido aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro e previa mudanças no cálculo das penas aplicadas a crimes contra o Estado Democrático de Direito, incluindo a tentativa de golpe de Estado.
O veto foi anunciado durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em referência aos três anos dos ataques de 8 de janeiro, quando apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro invadiram as sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF), em protesto contra o resultado das eleições de 2022.
Durante o evento, Lula afirmou que os condenados pelos atos antidemocráticos tiveram direito à ampla defesa e foram julgados com base em provas. Segundo o presidente, as decisões judiciais seguiram critérios legais e foram conduzidas com transparência.
Lula também destacou a atuação do Supremo Tribunal Federal no julgamento dos envolvidos. De acordo com ele, a Corte agiu dentro dos limites da lei e manteve sua independência diante de pressões externas.
Ao encerrar o discurso, o presidente citou o filósofo George Santayana, ressaltando a importância de preservar a memória histórica para evitar a repetição de episódios que atentem contra a democracia. Lula afirmou ainda que o país rejeita qualquer forma de ditadura, seja civil ou militar, e defendeu a democracia como expressão da vontade popular.
Com o veto presidencial, o projeto retorna ao Congresso Nacional, que poderá analisar a decisão e decidir pela manutenção ou derrubada do veto.
Entenda o projeto
O PL da Dosimetria propunha alterações na forma de cálculo das penas para os crimes de tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado. Pelo texto, quando os dois crimes fossem cometidos no mesmo contexto, seria aplicada apenas a pena mais grave, em vez da soma das penalidades.
A proposta também previa a redução dos tempos mínimos para progressão de regime, do fechado para o semiaberto ou aberto. As mudanças poderiam beneficiar pessoas condenadas pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-integrantes do alto escalão do governo anterior, como Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga Netto e Augusto Heleno.
Política
Felipe Martini assume como secretário adjunto de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do RS

O advogado e gestor público Luís Felipe Mahfuz Martini foi nomeado secretário de Estado de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos Adjunto do Rio Grande do Sul. Atual presidente municipal do Podemos em Canoas, ele passa a integrar a equipe do governo estadual em uma área considerada estratégica da administração pública.
A nomeação marca o retorno de Canoas à estrutura do governo estadual, com representação em uma secretaria de Estado, fato que não ocorria há décadas. Martini está entre os poucos canoenses a assumir um cargo de primeiro escalão no Executivo estadual.
Com trajetória ligada à gestão pública, Martini já atuou em diferentes áreas, tanto no âmbito municipal quanto estadual, com foco em políticas públicas, governança e atendimento direto à população.
Entre os cargos ocupados, foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Canoas em 2017, diretor executivo do Procon RS em 2019, secretário municipal de Governança e Enfrentamento à Pandemia em 2021 e secretário municipal de Saúde em 2023.
“É uma honra assumir essa missão e integrar o governo do Estado em uma área tão relevante. Agradeço ao governador pela confiança e ao Podemos pela oportunidade de seguir contribuindo com politicas publicas que promovam justiça, cidadania e direitos humanos”, afirmou.
Política
Thiago Moyses deixa a Secretaria de Mobilidade Urbana de Canoas e Marcos Junior Melchior assume o cargo

O Prefeito de Canoas, Airton Souza, em suas redes sociais na manhã desta segunda-feira, 5, anunciou que o secretário de Mobilidade Urbana de Canoas, Thiago Moyses, deixou o cargo. A exoneração foi publicada no Diário Oficial do Município ainda nesta segunda-feira.
Segundo o secretário, está deixando o cargo para novos desafios profissionais e cuidar de sua saúde.
“Minha saída tem dois motivos claros: cuidar da saúde e retomar a advocacia, profissão que moldou quem eu sou. Encerro esse ciclo com a certeza do dever cumprido. Foi trabalho de verdade, daqueles que não apresentam só números, mas que deixam a semente plantada para o futuro.”
No lugar de Moyses, assume o cargo Marcos Junior Melchior, que atuava como assessor do gabinete do prefeito.
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