Geral
Campanha Máscara Roxa ajuda mulheres vítimas de agressão em farmácias

Foi lançada, nesta quarta-feira, 10, a Campanha Máscara Roxa, que permite que mulheres vítimas de violência doméstica denunciem casos de agressões nas farmácias que tiverem o selo “Farmácia Amiga das Mulheres”, durante o período de isolamento social.
Ao chegar na farmácia, a mulher deve pedir a máscara roxa, que é a senha para que o atendente saiba que se trata de um pedido de ajuda. O profissional, que já estará capacitado, dirá que o produto está em falta e pegará alguns dados para avisá-la quando chegar. Após, o atendente da farmácia passará à Polícia Civil as informações coletadas, via WhatsApp, para que o órgão tome as medidas necessárias.
ElesPorElas
A campanha é uma iniciativa do Comitê Gaúcho ElesPorElas, da ONU Mulheres, e se concretiza a partir de um termo de cooperação assinado em conjunto com órgãos ligados aos poderes Executivo e Judiciário e entidades ligadas à pauta das mulheres.
Para a Chefe da Polícia Civil, delegada Nadine Anflor, “o isolamento social tem sido mais um desafio no combate à violência contra a mulher. Por isso, novas ferramentas foram lançadas pela Polícia Civil como a ampliação da Delegacia Online para registros de fatos de violência doméstica e a criação de um número de WhatsApp para denúncias – 51 984440606. O serviço digital de denúncias fará parte da campanha, engajando a sociedade no enfrentamento à violência contra as mulheres”.
Adesão à campanha
Além das farmácias que já estão na campanha, outros estabelecimentos do nicho poderão aderir. Interessados devem contatar o Comitê Gaúcho ElesPorElas: 051 991993641 | comite.gaucho.elesporelas@gmail.com.
Geral
Guri de Uruguaiana é confirmado como primeira atração do Domingo no Parque em Nova Santa Rita

O personagem Guri de Uruguaiana é a primeira atração artística confirmada para a próxima edição do Domingo no Parque, em Nova Santa Rita. O evento será realizado no dia 6 de setembro, das 9h às 17h30, no Parque de Eventos Olmiro Brandão, com entrada gratuita.
A programação terá feira de expositores, food trucks, beer trucks, brinquedos infláveis, música e o Encontro de Motos, realizado em parceria com a Confraria Livres no Asfalto. Outras atrações artísticas devem ser divulgadas nos próximos dias.
Segundo o prefeito Rodrigo Battistella, a programação pretende reunir diferentes atividades em um mesmo espaço.
“O Domingo no Parque já se tornou um momento muito especial para Nova Santa Rita. Estamos preparando uma edição com atrações para toda a família e trazer o Guri de Uruguaiana é uma forma de valorizar nossa cultura e proporcionar um domingo de muita diversão para a comunidade.”
O secretário municipal de Cultura e Turismo, Vagner Silva, destaca a variedade de atividades previstas.
“Estamos preparando uma programação bastante diversificada, reunindo cultura, música, gastronomia, lazer e o Encontro de Motos. O Guri de Uruguaiana é a primeira atração confirmada e ainda teremos muitas novidades para anunciar ainda nesta semana.”
Já o secretário Rodrigo Feijó afirma que o evento também terá espaço para empreendedores do município.
“O Domingo no Parque é uma oportunidade de unir lazer, cultura e desenvolvimento econômico. Ao abrir espaço para os empreendedores de Nova Santa Rita apresentarem seus produtos e serviços, estamos fortalecendo os negócios locais, gerando visibilidade e criando novas oportunidades.”
Encontro de Motos
O Encontro de Motos será uma das atividades da programação e contará com a participação de motociclistas e pessoas interessadas no universo das duas rodas. A iniciativa será realizada em parceria com a Confraria Livres no Asfalto.
A feira de expositores também fará parte do evento, reunindo empreendedores de Nova Santa Rita para a apresentação de produtos, serviços e iniciativas locais.
Geral
Nova Santa Rita recebe nesta quinta-feira a 89ª Corrida do Fogo Simbólico da Pátria

Nova Santa Rita recebe, nesta quinta-feira, 20, a 89ª edição da Corrida do Fogo Simbólico da Pátria. A atividade integra a programação da Semana da Pátria e percorre diferentes municípios do Rio Grande do Sul.
No município, a concentração está marcada para as 16h15, na Rua Valdemar Vicente da Costa, no Centro. Às 16h30, o Fogo Simbólico chega à Praça da Bíblia, onde será realizado o ato.
Segundo o prefeito Rodrigo Battistella, a passagem do Fogo Simbólico mantém uma tradição ligada às celebrações da Semana da Pátria.
“É uma satisfação receber o Fogo Simbólico em Nova Santa Rita. Esse é um momento que representa o nosso respeito às tradições e aos valores de civismo, além de ser uma oportunidade para reunir a comunidade e celebrar juntos a Semana da Pátria.”
O secretário municipal de Cultura e Turismo, Vagner Silva, também destacou a participação da população durante a programação.
“A chegada do Fogo Simbólico é um momento especial para o município. É uma tradição que nos conecta com a história e com os valores da Semana da Pátria. Convidamos as famílias de Nova Santa Rita para acompanharem esse momento e fazerem parte dessa celebração.”
A programação é aberta à comunidade, que poderá acompanhar a chegada do Fogo Simbólico na Praça da Bíblia.
Policial
Operação mira grupo suspeito de fabricar armas com impressoras 3D em Canoas

Uma operação da Polícia Civil realizada na manhã desta quarta-feira, 19, investiga um grupo suspeito de fabricar armas de fogo com o auxílio de impressoras 3D para uma facção criminosa. A ofensiva ocorre em cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre, com concentração das ações em Canoas.
Ao todo, são cumpridas 20 prisões preventivas e 14 mandados de busca e apreensão. Além de Canoas, as ordens judiciais são executadas em Portão, Eldorado do Sul, Montenegro, Triunfo e São Leopoldo. Até o momento, 13 prisões preventivas foram realizadas, além de duas prisões em flagrante.
A investigação é conduzida pela 2ª Delegacia de Polícia de Investigação do Narcotráfico, vinculada ao Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc). A operação, denominada 3D, faz parte da Operação Desarme, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Segundo a investigação, o esquema começou a ser descoberto em novembro do ano passado, quando os policiais localizaram uma fábrica clandestina instalada de forma improvisada em uma residência de Canoas. O espaço teria começado a funcionar entre dois e três meses antes de ser encontrado.
O grupo utilizava impressoras 3D para produzir partes das armas, principalmente a estrutura externa feita de plástico rígido. Essas peças eram posteriormente combinadas com componentes metálicos, como canos, molas e mecanismos de disparo. Os criminosos também fabricavam carregadores utilizando a mesma tecnologia.
De acordo com o delegado Wesley Lopes, do Denarc, além do custo reduzido, a utilização das impressoras dificultava a identificação da origem dos armamentos.
As armas produzidas não possuíam numeração ou registro oficial, o que levou os investigadores a classificá-las como “armas fantasmas”. Segundo a polícia, parte dos armamentos era destinada a uma facção criminosa com atuação no Vale do Sinos, enquanto outra parcela era comercializada pelos próprios integrantes do grupo.
Funções dentro do esquema
A investigação aponta que os suspeitos desempenhavam diferentes tarefas dentro da estrutura criminosa. Entre elas estavam a compra de impressoras, matérias-primas e componentes, fabricação e montagem das armas, ajustes, testes, transporte e distribuição.
Os policiais também apuraram que o grupo pretendia instalar uma segunda unidade de produção em Novo Hamburgo.
O uso de impressoras 3D para fabricação de armamentos pela facção já havia sido identificado pela Polícia Civil no início de 2025. Em março daquele ano, quatro impressoras foram apreendidas em um apartamento de São Leopoldo. No imóvel, os agentes também encontraram 59 carregadores de diferentes calibres produzidos com a tecnologia e semelhantes aos modelos convencionais.
Em janeiro de 2025, policiais de Novo Hamburgo já haviam apreendido dois kits Roni fabricados com material plástico. Os equipamentos são utilizados para modificar pistolas e ampliar sua capacidade de emprego.
O desafio para a investigação
A fabricação clandestina de armas sem identificação dificulta o trabalho das forças de segurança porque elimina informações que normalmente podem ser utilizadas para determinar a origem de um armamento.
O rastreamento permite relacionar armas apreendidas a registros, desvios e, em determinadas investigações, a diferentes ocorrências criminais. Sem numeração e documentação, as chamadas “armas fantasmas” reduzem essas possibilidades de identificação e criam um novo obstáculo para as investigações sobre o comércio ilegal e o uso de armamentos por organizações criminosas.

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