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25/08/2026
 

Geral

Viradouro é a grande campeã do carnaval carioca

Redação

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Texto e fotos: Daniela Uequed e Douglas Angeli

Escola desfilou com enredo sobre as lavadeiras de Itapuã. Imperatriz Leopoldinense venceu na série A e retornará ao grupo especial.

Com um enredo inédito, falando da força da mulher negra no combate à escravidão a escola de Niterói trouxe à Avenida a vida da ganhadeiras de Itapuã, na Bahia, grupo de mulheres lavadeiras que resistiram à escravidão e cuja tradição é resgatada, atualmente, por um grupo musical que leva o mesmo nome. A escola conquistou seu segundo título do grupo especia em uma disputa acirrada com Grande Rio, Mocidade e Beija-Flor. Salgueiro e Mangueira completam o grupo das seis escolas que retornam ao sambódromo no desfile das campeãs de sábado, 29.

As chamadas escravas de ganho, que usavam a força do seu trabalho para comprar a própria alforria foram reverenciadas pela comunidade niteroiense. Ponto a ponto, a escola de Niterói fez jus ao nome e virou durante a apuração: até os últimos quesitos, Grande Rio e Beija-Flor estavam na frente; evolução e harmonia foram determinantes para o desempate que resultou na vitória da Viradouro. Com isso, repete o título de 1997 e se consagra após amargar alguns anos no grupo de acesso e retornar ao especial em 2019. À frente do enredo, dois jovens carnavalescos: Marcus Ferreira e Tarcísio Zanon.

Campeã no ano passado, a Estação Primeira de Mangueira garantiu o retorno no sábado ficando em sexto lugar. Menos sorte teve a Portela, cujos erros da comissão de frente e do casal de mestre-sala e porta-bandeira em frente aos jurados levaram apenas ao sétimo lugar. A Unidos da Tijuca, de Paulo Barros, com dificuldades nas alegorias, amargou a nona posição. Estácio de Sá e União da Ilha do Governador foram rebaixadas e desfilarão no grupo de acesso em 2021. Já a Imperatriz Leopoldinense, resgatando o enredo de 1981 em homenagem a Lamartine Babo com a nova roupagem dada pelo carnavalesco Leandro Vieira, foi campeã da série A e garantiu seu lugar no grupo especial para o próximo carnaval. Renascer de Jacarepaguá e Acadêmicos da Rocinha descem ao grupo B.

Classificação do grupo especial:

1 – Viradouro – 269,6

2 – Grande Rio – 269,6

3 – Mocidade – 269,4

4 – Beija-Flor – 269,4

5 – Salgueiro – 269

6 – Mangueira – 268,9

7 – Portela – 268,8

8 – Vila Isabel – 268,6

9 – Tijuca – 267,6

10 – São Clemente – 267

11 – Tuiuti – 266,2

12 – Estácio de Sá – 264,7

13 – União da Ilha – 264,2

 

 

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Geral

Exame toxicológico entra na lista de exigências para primeira habilitação nas categorias A e B no RS

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A partir de 1º de setembro, candidatos à primeira habilitação no Rio Grande do Sul deverão realizar exame toxicológico para obter a Permissão para Dirigir (PPD). A exigência vale para quem iniciar formalmente o processo de habilitação no Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul (DetranRS), por meio de um Centro de Formação de Condutores (CFC), a partir dessa data.

A medida, prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), passa a alcançar também os candidatos às categorias A e B, destinadas à condução de motocicletas e automóveis. O exame já é exigido de condutores profissionais das categorias C, D e E em exames periódicos.

A nova regra tem como base a Lei 15.153, de 2025, que acrescentou os parágrafos 10 e 11 ao artigo 148-A do CTB. A legislação determina a apresentação de resultado negativo em exame toxicológico como condição para a obtenção da primeira habilitação nas categorias A e B.

O teste deverá ser realizado em laboratório credenciado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e poderá ser feito em qualquer etapa do processo de habilitação. A relação dos laboratórios autorizados está disponível no site da Senatran.

A Permissão para Dirigir somente será emitida após o laboratório registrar no sistema o resultado negativo do exame toxicológico do candidato.

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Pedágios sobem novamente no RS; veja os novos valores

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Entrou em vigor nesta segunda-feira, 24, o reajuste de 4,64% nas tarifas de sete praças de pedágio de rodovias federais do Rio Grande do Sul. Os pontos estão localizados na freeway e nas BR-386 e BR-101, em trechos administrados pela Motiva ViaSul.

Com a atualização aprovada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a tarifa para carros passou de R$ 6,60 para R$ 6,90. Para caminhões de dois eixos, o valor subiu de R$ 13,20 para R$ 13,80. Já as motocicletas passaram de R$ 3,30 para R$ 3,45.

Este é o segundo reajuste aplicado às tarifas em um intervalo de dois meses. A atualização ocorre após um período de dois anos sem alteração nos valores.

O primeiro aumento entrou em vigor em junho e considerou o período de 12 meses iniciado em agosto de 2024. O novo reajuste, aprovado na sexta-feira, 21, corresponde à atualização referente ao último ano.

Dos R$ 0,30 acrescentados à tarifa para carros, R$ 0,11 correspondem à inflação e R$ 0,19 são relacionados ao período em que o reajuste deixou de ser aplicado.

Com as duas atualizações, a tarifa, que era de R$ 5,50 antes do reajuste de junho, chega a R$ 6,90 nesta segunda-feira. A previsão é de que os valores permaneçam sem nova alteração até agosto de 2027.

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Famílias de desaparecidos podem fazer coleta de DNA no RS entre 24 e 28 de agosto

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Entre os dias 24 e 28 de agosto, familiares de pessoas desaparecidas poderão fornecer material genético em pontos de coleta do Rio Grande do Sul durante a quarta edição da Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. A ação ocorre simultaneamente em todo o país e busca ampliar os cruzamentos entre perfis genéticos de familiares e de pessoas não identificadas.

No Estado, todos os Postos Médico-Legais (PMLs) estarão mobilizados para realizar as coletas. Em Porto Alegre, o procedimento também será feito no Centro Regional de Excelência em Perícias Criminais do Sul (Crepec), localizado na Rua Comendador Álvaro Guaspari, 40.

Na quinta-feira, 27, haverá ainda um ponto de coleta junto ao Monumento ao Expedicionário, no Parque Farroupilha, em Porto Alegre.

Quem deve participar

A mobilização é destinada principalmente a familiares de pessoas desaparecidas que ainda não forneceram material genético à perícia oficial. O material coletado será comparado com perfis genéticos de pessoas não identificadas, vivas ou mortas, que estão cadastrados nos bancos de DNA.

O cruzamento dos dados é realizado continuamente pelas equipes responsáveis pela busca e identificação de pessoas desaparecidas.

O material genético coletado será utilizado exclusivamente para a identificação de pessoas desaparecidas. Quem já realizou a coleta junto à perícia oficial anteriormente não precisa repetir o procedimento.

Familiares prioritários

A orientação é que a coleta seja feita, preferencialmente, por familiares de primeiro grau, seguindo esta ordem:

Pai e/ou mãe biológicos;
Filhos biológicos da pessoa desaparecida e o outro genitor desses filhos;
Irmãos biológicos, filhos do mesmo pai e da mesma mãe.

Em situações nas quais não seja possível seguir essa ordem, a equipe responsável poderá avaliar a coleta de material de outros familiares.

Como é feita a coleta

O material genético pode ser obtido por meio de um pequeno cotonete passado na parte interna da bochecha ou pela coleta de uma pequena gota de sangue da ponta de um dos dedos.

Familiares que não conseguirem comparecer a um dos pontos de atendimento devem entrar em contato por telefone com o local de coleta mais próximo. A equipe poderá avaliar a situação e buscar uma alternativa para viabilizar o procedimento.

Documentos necessários

Para realizar a coleta, é necessário apresentar documento de identidade e informações do boletim de ocorrência referente ao desaparecimento.

Também é recomendado levar, se possível, objetos pessoais da pessoa desaparecida que possam conter material genético, como escova de dentes, dente de leite guardado ou cordão umbilical.

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