Política
REDE Sustentabilidade em Canoas tem nova direção

Na segunda-feira, 13, filiados da REDE Sustentabilidade Canoas se reuniram para compor a nova executiva. Liderado na cidade pela vice-prefeita Gisele Uequed, o partido está construindo nominata para a vereança e discutindo ações em diversas áreas, como educação, desenvolvimento social, econômico e ambiental no município.
A REDE anunciou, em junho de 2019, que está abrindo 70% do espaço da sua nominata para a candidatura de mulheres, ação que inverte a tradicional cota de 30%, geralmente destinada para o público feminino.
Para a Porta-Voz da REDE, Marianne Calixto, o partido está focado na eleição de mais mulheres. “Estamos alinhados e trabalhando em conjunto com bandeiras da vice-prefeita. Nós, mulheres, temos a capacidade, a coragem e a vontade de contribuir em todos as áreas e fazer as transformações que Canoas precisa”, pontua.
Na REDE, todos os espaços são compostos por duas pessoas, um homem e uma mulher, buscando equilíbrio entre os gêneros na participação e nas tomadas de decisão. Para o Porta-Voz Rogerio Ceratti, as novas ideais do grupo vão contribuir com a cidade. “A REDE tem um papel fundamental no desenvolvimento de Canoas. E a função de Porta-Voz tende a ouvir os diversos setores para buscar um alinhamento de pautas e discussões, com o cunho no desenvolvimento econômico, mas sem perder o foco no desenvolvimento social”, afirma Ceratti.
Nas próximas semanas, o partido começa o processo de formação política de suas lideranças, para que estejam alinhados com o estatuto do partido e conheçam as regras para as eleições.
Nova direção municipal da REDE:
– Rogerio Ceratti e Marianne Calixto – Porta-vozes (coordenação geral)
– Camila Ferreira e Veronica Boff- Coordenação Executiva
– Daniel Matos e Maribel Rocha de Oliveira – Coordenação Financeira
– Marcos dos Anjos e Rafael Laucksen – Coordenação de Organização
– Vogais: Gisele Uequed, Julio Fontes, Catiucia Cachoeira, Jorge Uequed, Andreia Fadanni, Rosangela Perroco, Jeanne Cunha e Bruno Lara.
Política
Presidente Lula veta projeto que reduziria punição aos envolvidos no ato de 8 de janeiro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente, nesta quinta-feira, 8, o Projeto de Lei nº 2.162/2023, conhecido como PL da Dosimetria. A proposta havia sido aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro e previa mudanças no cálculo das penas aplicadas a crimes contra o Estado Democrático de Direito, incluindo a tentativa de golpe de Estado.
O veto foi anunciado durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em referência aos três anos dos ataques de 8 de janeiro, quando apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro invadiram as sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF), em protesto contra o resultado das eleições de 2022.
Durante o evento, Lula afirmou que os condenados pelos atos antidemocráticos tiveram direito à ampla defesa e foram julgados com base em provas. Segundo o presidente, as decisões judiciais seguiram critérios legais e foram conduzidas com transparência.
Lula também destacou a atuação do Supremo Tribunal Federal no julgamento dos envolvidos. De acordo com ele, a Corte agiu dentro dos limites da lei e manteve sua independência diante de pressões externas.
Ao encerrar o discurso, o presidente citou o filósofo George Santayana, ressaltando a importância de preservar a memória histórica para evitar a repetição de episódios que atentem contra a democracia. Lula afirmou ainda que o país rejeita qualquer forma de ditadura, seja civil ou militar, e defendeu a democracia como expressão da vontade popular.
Com o veto presidencial, o projeto retorna ao Congresso Nacional, que poderá analisar a decisão e decidir pela manutenção ou derrubada do veto.
Entenda o projeto
O PL da Dosimetria propunha alterações na forma de cálculo das penas para os crimes de tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado. Pelo texto, quando os dois crimes fossem cometidos no mesmo contexto, seria aplicada apenas a pena mais grave, em vez da soma das penalidades.
A proposta também previa a redução dos tempos mínimos para progressão de regime, do fechado para o semiaberto ou aberto. As mudanças poderiam beneficiar pessoas condenadas pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-integrantes do alto escalão do governo anterior, como Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga Netto e Augusto Heleno.
Política
Felipe Martini assume como secretário adjunto de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do RS

O advogado e gestor público Luís Felipe Mahfuz Martini foi nomeado secretário de Estado de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos Adjunto do Rio Grande do Sul. Atual presidente municipal do Podemos em Canoas, ele passa a integrar a equipe do governo estadual em uma área considerada estratégica da administração pública.
A nomeação marca o retorno de Canoas à estrutura do governo estadual, com representação em uma secretaria de Estado, fato que não ocorria há décadas. Martini está entre os poucos canoenses a assumir um cargo de primeiro escalão no Executivo estadual.
Com trajetória ligada à gestão pública, Martini já atuou em diferentes áreas, tanto no âmbito municipal quanto estadual, com foco em políticas públicas, governança e atendimento direto à população.
Entre os cargos ocupados, foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Canoas em 2017, diretor executivo do Procon RS em 2019, secretário municipal de Governança e Enfrentamento à Pandemia em 2021 e secretário municipal de Saúde em 2023.
“É uma honra assumir essa missão e integrar o governo do Estado em uma área tão relevante. Agradeço ao governador pela confiança e ao Podemos pela oportunidade de seguir contribuindo com politicas publicas que promovam justiça, cidadania e direitos humanos”, afirmou.
Política
Thiago Moyses deixa a Secretaria de Mobilidade Urbana de Canoas e Marcos Junior Melchior assume o cargo

O Prefeito de Canoas, Airton Souza, em suas redes sociais na manhã desta segunda-feira, 5, anunciou que o secretário de Mobilidade Urbana de Canoas, Thiago Moyses, deixou o cargo. A exoneração foi publicada no Diário Oficial do Município ainda nesta segunda-feira.
Segundo o secretário, está deixando o cargo para novos desafios profissionais e cuidar de sua saúde.
“Minha saída tem dois motivos claros: cuidar da saúde e retomar a advocacia, profissão que moldou quem eu sou. Encerro esse ciclo com a certeza do dever cumprido. Foi trabalho de verdade, daqueles que não apresentam só números, mas que deixam a semente plantada para o futuro.”
No lugar de Moyses, assume o cargo Marcos Junior Melchior, que atuava como assessor do gabinete do prefeito.

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