Editorial: “Vamos criar e construir maneiras para ajudar o Graças”


Editorial
Gracinha

É grave a crise da saúde no país, e ela não pode ser enfrentada apenas pelas ações dos poderes públicos, necessita de um grande apoiamento das coletividades. Os municípios que reduziram esta gravidade e chegaram a prestar serviços mais úteis às coletividades contaram com colaboração da sociedade.

No nosso caso em Canoas, em que o Pronto Socorro e o Hospital Universitário, e parte do Gracinha, atendem, juntamente com a Upas, pessoas vindas de mais de 150 municípios, entre eles da Capital, têm a necessidade de contar com grande participação do coletivo canoense.

Não tem recursos públicos suficientes na cidade para bancar as responsabilidades de Estado e União e poder fazer este atendimento que ultrapassa as fronteiras de Canoas.

A cidade cresceu, em população e riqueza, mas precisa, também, crescer em participação social para tentar vencer a crise da saúde, que em última análise acaba atingindo a todos os membros da coletividade.

A Prefeitura tem proposto ações construtivas, mas não é o suficiente para suprir as deficiências de União e Estado e precisa do apoio de todos, aliás, o Nossa Senhora das Graças, nosso Gracinha, foi construído, ao longo dos anos, pela ação da população canoense.

Vamos criar e construir maneiras para ajudá-lo.