Política
Leia a série de entrevistas “O que o seu vereador anda fazendo…” com o parlamentar Patricio (PSD)

Jornal Timoneiro: O que já realizou durante o seu mandato?
Vereador José Carlos Patricio: Apresentei vários projetos de lei entre eles o Banco de oportunidades de Canoas, cujo projeto nasceu de uma proposta apresentada por mim, uma ferramenta online para disponibilização de vagas de emprego na nossa cidade. Para os cidadãos canoenses encontrarem facilmente as empresas que podem ofertar essas vagas.
Para o empresário uma forma fácil e rápida de buscar o candidato para preencher a vaga na sua empresa. Assim, o Banco de Oportunidades surge como elo entre as duas pontas.
Elaborei também em Canoas o Projeto de Lei nº 63/2019, para implantação do Empreendedorismo na Escola, como tema transversal na grade curricular. Tal proposição visa que esta ferramenta se torne relevante na mudança de comportamento dos alunos, estimulando a capacidade de criação e observação dos nossos jovens, fazendo com que os alunos da rede pública possam se destacar e superar os desafios futuros, como os altos e baixos do mercado de trabalho.
Também enfatizo projetos pessoais tais como, o Vereador na Escola, onde inseri na rotina diária do meu gabinete, as Campanhas de Conscientização feitas nas nossas EMEFS e EMEIS do município, como Nancy Panseira, Theodoro Bogen, Pernambuco, Nelson Paim Terra, Vó Sara, Nilton Leal, Cirne Lima, etc. Nestas campanhas, temos o objetivo de alertar nossas crianças e jovens, sobre acidentes de trânsito, prevenção contra a dengue e alerta sobre o peso excessivo nas mochilas escolares, proposição de minha autoria que deu origem à Lei n° 5523/2010, bem como o cuidado com o meio ambiente.
Timoneiro: Quais as principais demandas dos populares que procuram o seu gabinete?
Patricio: Possuímos vários canais de comunicação com o cidadão, nossas redes sociais, e o whatssapp disponível 24 horas por dia, canal por onde recebo demandas, como por exemplo: lâmpadas queimadas, recolhimento de entulhos, sobre sinalização de transito, transporte coletivo, ruas que necessitam de conserto no asfalto, o que muitas vezes é decorrente de um buraco aberto para consertar vazamentos de água, o que implica em fazer solicitações e cobranças à Corsan, como também as demandas da RGE Sul, com demandas como postes de madeira em situação de risco. Tanto o conserto do vazamento da água como a situação dos postes, ficamos atentos do inicio até o fim da demanda. Prezando pelo respeito e responsabilidade das empresas concessionárias, como também da Prefeitura.
Timoneiro: Das promessas de campanha, o que ainda falta ser realizado?
Patricio: Não fiz promessas, trabalho com conhecimento e experiência para realizar o que o mandato me permite. Assim fico a vontade para dizer que não prometo o que não posso cumprir e quem me conhece de verdade, sabe que é assim.
Timoneiro: Pretende se candidatar na eleição de 2020?
Patricio: Sim, pretendo para dar continuidade aos projetos que acredito serem de relevância para a comunidade canoense. Porque permitiram encurtar o caminho na busca de soluções para problemas que estão próximos ao que eu posso resolver, ou o que eu possa dar um bom encaminhamento, sempre respaldado pela lei que confere a mim esta prerrogativa. Quanto aos projetos de conscientização, que são projetos educativos na verdade, tenho levado para frente das escolas as informações que todo o cidadão precisa e merece ter próximo de si, é naquele momento que podemos olhar olho no olho, e trocar idéias com o cidadão, como também com toda a comunidade escolar, e ouvi-los principalmente.
Política
Deputada Delegada Nadine protocola projeto sobre direitos de estudantes atletas no RS

A deputada estadual Delegada Nadine protocolou na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul um projeto de lei que trata da proteção aos direitos de estudantes atletas matriculados em instituições de ensino públicas e privadas do Estado.
A proposta estabelece regras para alunos que participam de competições esportivas oficiais, como dispensa de aulas durante eventos esportivos, realização de provas em datas alternativas, compensação de ausências e prorrogação de prazos para entrega de trabalhos e atividades avaliativas.
“A educação e o esporte precisam caminhar juntos. Muitos jovens dedicam anos da vida ao esporte de alto rendimento e acabam enfrentando obstáculos dentro das instituições de ensino para conseguir acompanhar competições oficiais sem prejuízo escolar. Nosso projeto busca garantir segurança jurídica e assegurar direitos básicos para esses estudantes atletas”, afirma a deputada.
Na justificativa do projeto, a parlamentar cita o relato de uma mãe de atleta que enfrentou dificuldades junto à escola da filha para obter flexibilização de frequência, realização de provas e compensação de conteúdos durante competições esportivas.
O texto também prevê acesso aos conteúdos pedagógicos e possibilidade de reposição de aulas, inclusive de forma remota, respeitando a carga horária obrigatória prevista na legislação federal. A matéria segue em tramitação nas comissões permanentes da Assembleia Legislativa.
Política
Justiça cassa prefeita e vice de Cachoeirinha, mas ambos seguem nos cargos até decisão do TRE

A cassação dos mandatos da prefeita eleita de Cachoeirinha, Jussara Caçapava (Avante), e do vice-prefeito Luis Carlos Azevedo da Rosa, o Mano (PL), não terá efeito imediato. A decisão foi emitida no sábado (16) pela Justiça Eleitoral, mas a dupla permanece no comando do Executivo municipal até que o caso seja analisado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS).
Segundo o TRE, a análise do recurso não deve ocorrer antes de setembro, devido aos prazos legais e ao trâmite processual. Caso a cassação seja confirmada pela Corte, uma nova eleição suplementar poderá ser convocada para definir os ocupantes da prefeitura até 31 de dezembro de 2028.
A defesa de Jussara e Mano informou que tentará reverter a decisão ainda em primeira instância. Se necessário, também recorrerá ao TRE e, posteriormente, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A decisão foi assinada pela juíza eleitoral Suelen Caetano de Oliveira, que entendeu haver abuso de poder político durante a campanha eleitoral suplementar realizada em abril deste ano.
A ação foi movida por Cláudia Azevedo (PV), que disputou a eleição como vice na chapa do PT. A representação apontou irregularidades em dois vídeos publicados nas redes sociais da campanha vencedora.
Em um dos vídeos, Jussara aparece ao lado de servidores públicos uniformizados, utilizando a identificação “Jussara prefeita interina”. Em outro, ela surge em uma retroescavadeira durante uma obra pública. Para a magistrada, as imagens caracterizam o uso de bens e agentes públicos em benefício eleitoral, prática proibida pela legislação.
A juíza também destacou que o contexto da recuperação de Cachoeirinha após as enchentes de 2024 agravou a situação. As gravações mostravam ações de desassoreamento do Arroio Passinhos e limpeza de áreas atingidas pela cheia do Rio Gravataí.
“A exploração da imagem pessoal da prefeita interina, associando-a diretamente a essas intervenções tão sensíveis, transcende a propaganda política e tangencia a exploração da tragédia humana para a obtenção de dividendos eleitorais. Em um contexto de normalidade, a divulgação de tais obras poderia ser vista como legítima prestação de contas. No pós-catástrofe, tal conduta adquire um contorno de reprovabilidade qualitativamente superior”, afirmou a juíza na decisão.
Além da cassação dos diplomas, a Justiça Eleitoral determinou multa de R$ 15 mil para Jussara e Mano. A prefeita eleita também foi declarada inelegível por oito anos.
“Recebemos a decisão de forma satisfatória. Sentimos aqui o processo eleitoral de maneira muito conturbada, era nítido o abuso de poder. Além da denúncia formal à Justiça, também fizemos pelas redes. A decisão é justa e esperamos que se confirme”, destacou Cláudia, que disse ser cedo para falar se vai concorrer novamente ou não em caso de nova eleição suplementar.
Política
Nova cassação marca crise política em Cachoeirinha após juíza eleitoral cassar mandatos de Jussara e Mano

A juíza eleitoral Suelen Caetano de Oliveira determinou na tarde de sábado, 16, a cassação dos diplomas da prefeita eleita de Cachoeirinha, Jussara Caçapava (Avante), e do vice-prefeito Luis Carlos Azevedo da Rosa, o Mano (PL). A magistrada apontou abuso de poder político durante a campanha do pleito suplementar realizado neste ano.
A ação analisou vídeos divulgados nas redes sociais dos candidatos. Em uma das publicações, Jussara aparece ao lado de servidores públicos uniformizados com a marca d’água “Jussara prefeita interina”. Em outro vídeo, ela surge em uma retroescavadeira durante uma obra pública. Segundo a juíza Suelen Caetano de Oliveira, houve uso indevido de bens e agentes públicos para promoção eleitoral, prática proibida pela legislação.
Na decisão, a magistrada também destacou que a situação é agravada pelo contexto enfrentado pelo município após as enchentes de 2024. Os vídeos mostravam ações de desassoreamento do Arroio Passinhos e limpeza de áreas atingidas pelas cheias do Rio Gravataí.
“A exploração da imagem pessoal da prefeita interina, associando-a diretamente a essas intervenções tão sensíveis, transcende a propaganda política e tangencia a exploração da tragédia humana para a obtenção de dividendos eleitorais”, afirmou a juíza no despacho.
Além da cassação dos diplomas, a decisão prevê multa de R$ 15 mil e a inelegibilidade de Jussara por oito anos. Ainda cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Caso a decisão seja confirmada em definitivo, Cachoeirinha deverá passar por uma nova eleição suplementar para definir prefeito e vice até 2028.
Jussara Caçapava venceu a eleição suplementar realizada em abril deste ano com 43,3% dos votos válidos. Claudine Silveira (PP) ficou em segundo lugar com 42,3%.
Em nota enviada à imprensa, a defesa da chapa afirmou ter recebido a decisão “com surpresa”, alegando que os vídeos questionados são anteriores ao processo eleitoral. Os advogados informaram que irão recorrer da decisão nas instâncias superiores e lamentaram a instabilidade política no município.

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