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11/05/2026
 

Política

Leia a série de entrevistas “O que o seu vereador anda fazendo…” com o parlamentar Patricio (PSD)

Redação

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Jornal Timoneiro: O que já realizou durante o seu mandato?
Vereador José Carlos Patricio:
Apresentei vários projetos de lei entre eles o Banco de oportunidades de Canoas, cujo projeto nasceu de uma proposta apresentada por mim, uma ferramenta online para disponibilização de vagas de emprego na nossa cidade. Para os cidadãos canoenses encontrarem facilmente as empresas que podem ofertar essas vagas.
Para o empresário uma forma fácil e rápida de buscar o candidato para preencher a vaga na sua empresa. Assim, o Banco de Oportunidades surge como elo entre as duas pontas.
Elaborei também em Canoas o Projeto de Lei nº 63/2019, para implantação do Empreendedorismo na Escola, como tema transversal na grade curricular. Tal proposição visa que esta ferramenta se torne relevante na mudança de comportamento dos alunos, estimulando a capacidade de criação e observação dos nossos jovens, fazendo com que os alunos da rede pública possam se destacar e superar os desafios futuros, como os altos e baixos do mercado de trabalho.
Também enfatizo projetos pessoais tais como, o Vereador na Escola, onde inseri na rotina diária do meu gabinete, as Campanhas de Conscientização feitas nas nossas EMEFS e EMEIS do município, como Nancy Panseira, Theodoro Bogen, Pernambuco, Nelson Paim Terra, Vó Sara, Nilton Leal, Cirne Lima, etc. Nestas campanhas, temos o objetivo de alertar nossas crianças e jovens, sobre acidentes de trânsito, prevenção contra a dengue e alerta sobre o peso excessivo nas mochilas escolares, proposição de minha autoria que deu origem à Lei n° 5523/2010, bem como o cuidado com o meio ambiente.

Timoneiro: Quais as principais demandas dos populares que procuram o seu gabinete?
Patricio:
Possuímos vários canais de comunicação com o cidadão, nossas redes sociais, e o whatssapp disponível 24 horas por dia, canal por onde recebo demandas, como por exemplo: lâmpadas queimadas, recolhimento de entulhos, sobre sinalização de transito, transporte coletivo, ruas que necessitam de conserto no asfalto, o que muitas vezes é decorrente de um buraco aberto para consertar vazamentos de água, o que implica em fazer solicitações e cobranças à Corsan, como também as demandas da RGE Sul, com demandas como postes de madeira em situação de risco. Tanto o conserto do vazamento da água como a situação dos postes, ficamos atentos do inicio até o fim da demanda. Prezando pelo respeito e responsabilidade das empresas concessionárias, como também da Prefeitura.

Timoneiro: Das promessas de campanha, o que ainda falta ser realizado?
Patricio:
Não fiz promessas, trabalho com conhecimento e experiência para realizar o que o mandato me permite. Assim fico a vontade para dizer que não prometo o que não posso cumprir e quem me conhece de verdade, sabe que é assim.

Timoneiro: Pretende se candidatar na eleição de 2020?
Patricio:
Sim, pretendo para dar continuidade aos projetos que acredito serem de relevância para a comunidade canoense. Porque permitiram encurtar o caminho na busca de soluções para problemas que estão próximos ao que eu posso resolver, ou o que eu possa dar um bom encaminhamento, sempre respaldado pela lei que confere a mim esta prerrogativa. Quanto aos projetos de conscientização, que são projetos educativos na verdade, tenho levado para frente das escolas as informações que todo o cidadão precisa e merece ter próximo de si, é naquele momento que podemos olhar olho no olho, e trocar idéias com o cidadão, como também com toda a comunidade escolar, e ouvi-los principalmente.

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Política

Lei sancionada por Lula aumenta penas para furto, roubo e golpes virtuais no Brasil

Redação

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Leonardo Sá/Agência Senado Fonte: Agência Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou com vetos a lei que aumenta as penas para crimes como furto, roubo, estelionato, receptação e latrocínio. A nova legislação também inclui mudanças em crimes virtuais, como golpes pela internet, fraudes bancárias e furtos de celular e de animais domésticos.

A Lei 15.397, de 2026, foi publicada no Diário Oficial da União de segunda-feira, 4, e tem origem em projeto do deputado Kim Kataguiri. O texto passou pelo Senado em março e voltou à Câmara antes da sanção presidencial.

Furto

A pena geral para furto sobe de um a quatro anos para um a seis anos de prisão. Se o crime ocorrer durante a noite, a punição pode aumentar pela metade.

A nova lei também aumenta as penas para furtos considerados mais graves, como:

  • furto de celulares, computadores, notebooks e tablets;
  • veículos levados para outro estado ou para o exterior;
  • armas de fogo;
  • explosivos;
  • animais de produção e animais domésticos;
  • fios, cabos e equipamentos de energia, telefonia e internet.
  • Nesses casos, a pena pode chegar a dez anos de prisão.

Também houve aumento na punição para golpes virtuais realizados por meio de fraude eletrônica. A pena passa de quatro a oito anos para quatro a dez anos de prisão.

Roubo

A pena base para roubo aumenta de quatro a dez anos para seis a dez anos de prisão.

Quando o crime envolver celulares, computadores, tablets ou arma de fogo, a pena pode ser ampliada.

No caso do latrocínio, que é o roubo seguido de morte da vítima, a pena sobe de 20 a 30 anos para 24 a 30 anos de prisão.

Receptação

A receptação acontece quando uma pessoa compra, vende ou recebe um produto de origem criminosa, como objetos roubados.

Com a nova lei, a pena sobe de um a quatro anos para dois a seis anos de prisão.

Quando envolver animais de produção, carne ou animais domésticos, a punição pode chegar a oito anos.

Fios de telefone e telecomunicações

A lei também aumenta as penas para crimes que interrompam serviços de telefonia, internet e telecomunicações.

A punição passa de detenção de um a três anos para reclusão de dois a quatro anos.

Se o crime ocorrer durante calamidade pública ou envolver destruição de equipamentos de telecomunicação, a pena poderá ser dobrada.

Estelionato e golpes digitais

No crime de estelionato, a nova lei cria a tipificação da chamada “conta laranja”, usada quando uma pessoa empresta a própria conta bancária para movimentação de dinheiro de origem criminosa.

Também passa a existir o crime específico de estelionato por fraude eletrônica, incluindo golpes com clonagem de celulares, computadores e outros dispositivos.

Nestes casos, a pena pode variar de quatro a oito anos de prisão.

Outra mudança permite que o Ministério Público inicie ação penal por estelionato sem depender de autorização da vítima.

Veto presidencial

O presidente Lula vetou o trecho que aumentava a pena para roubo com violência e lesão grave.

Segundo a justificativa do governo, a proposta faria com que a pena mínima desse crime fosse maior do que a prevista para homicídio qualificado.

O veto ainda será analisado pelo Congresso Nacional, que poderá manter ou derrubar a decisão presidencial.

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Política

Câmara de Vereadores de Canoas instaura CPI para investigar os serviços da Corsan/Aegea

Redação

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Câmara de Vereadores de Canoas instaura CPI para investigar atuação da CorsanAegea

A Câmara Municipal de Canoas instaurou, durante a sessão ordinária desta terça-feira, 5, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os serviços da Corsan, atualmente sob gestão da Aegea no município.

A criação da comissão ocorre a partir de requerimento protocolado por 18 vereadores, número superior ao mínimo exigido pela Lei Orgânica Municipal. A CPI tem como objetivo apurar denúncias recorrentes apresentadas por moradores, envolvendo cobranças nas contas de água, falhas operacionais e a qualidade dos serviços prestados.

Entre os pontos que serão investigados estão a existência de cobranças consideradas abusivas, erros na leitura de hidrômetros, deficiências no atendimento ao público e a execução de obras nas vias da cidade. Conforme o documento, há registros de intervenções com problemas de qualidade, gerando impactos na mobilidade urbana e na segurança.

A comissão será composta por cinco vereadores, respeitando a proporcionalidade partidária, e terá prazo inicial de 90 dias para a conclusão dos trabalhos, podendo ser prorrogado por igual período. Ao final, o relatório poderá indicar responsabilidades e encaminhamentos a órgãos como Ministério Público, Procon e Tribunal de Contas.

A presidência da CPI ficará sob responsabilidade do vereador Eric Douglas (UNIÃO), enquanto a relatoria será conduzida pelo vereador Juares Hoy (Progressistas).

Para o presidente da CPI, vereador Eric Douglas, a instauração da comissão ocorre após um período de tentativas de diálogo sem retorno efetivo por parte da concessionária.

“A gente vem dialogando há praticamente um ano e não tivemos respostas concretas para a sociedade. São diversos relatos de problemas, como contas irregulares, falhas na medição e obras que deixam a cidade em condições precárias. A CPI surge a partir da união dos vereadores para investigar com seriedade e aprofundar o que está acontecendo”, afirmou.

Assinam o requerimento os vereadores Cris Moraes, Abmael de Oliveira, Eric Douglas, Leandro Moreira, Alexandre Gonçalves, José Carlos Patrício, Juares Hoy, Jonas Dalagna, Larissa Rodrigues, Heider Couto, Dario da Silveira, Aloísio Bamberg, Alexandre Duarte, Daurinei Alt, Eracildo Linck, Jozir Bernardes Prestes, Neuza Rufatto e Rodrigo D’Avila.

A CPI inicia seus trabalhos nos próximos dias, conforme definição de cronograma pela comissão.

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Política

Vereador propõe desconto no IPTU para imóveis com câmeras voltadas a espaços públicos em Canoas

Redação

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Vereador propõe desconto no IPTU para imóveis com câmeras voltadas a espaços públicos em Canoas

O vereador Rodrigo D’Avila Lopes (Novo) protocolou, na segunda-feira, 4, o Projeto de Lei nº 48/2026 na Câmara Municipal de Canoas. A proposta prevê a concessão de redução de até 3% no Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) para proprietários de imóveis residenciais ou comerciais que instalarem e mantiverem câmeras de videomonitoramento de alta resolução direcionadas a vias e espaços públicos.

De acordo com o texto, o objetivo é ampliar a cobertura de monitoramento urbano no município sem custos diretos para os cofres públicos, por meio do estímulo a investimentos privados com potencial de uso coletivo.

O benefício dependerá de solicitação do contribuinte e da comprovação de que os equipamentos atendem a requisitos técnicos, que deverão ser definidos posteriormente pelo Poder Executivo Municipal. A regulamentação também deverá estabelecer um limite anual de renúncia fiscal, em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

O projeto ainda passará pela análise das comissões temáticas da Câmara antes de ser encaminhado para votação em plenário.

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