Canabarro Tróis filho: “Nosso centro administrativo está onde o bom senso o colocou”


Canabarro Tróis filho
O Centro e a acessibilidade

A estação de trens não está ali por acaso…
“Empresário canoense cobra debate sobre Centro Administrativo”. Esta notícia saída na edição anterior é um desafio à nossa “canoidade”, lembrando o prof. Octávio Longhi. Não foi, também, por acaso que a estação foi construída no meio do caminho. Tudo indica que tudo foi orientado pela busca do equilíbrio, da equidistância. Enfim, foi respeitado o princípio da harmonia entre as partes.

Se a Prefeitura conclui o projeto de mudança do centro, as lideranças da cidade devem aprontar ideias para discuti-lo com rigor, recusando-se a aceitá-lo. Nosso centro administrativo está onde o bom senso o colocou. Cabe-nos dar-lhe todos os meios para que ele ofereça qualidade de vida mais alta. A fortuna que custaria um novo centro deve ser investida para melhorar as condições do velho, que está degradado.

Nossa canoidade, que equivale a brasilidade, deve ser externada em momento tão importante.

Bagagem

Esta croniqueta, mais preocupada com a moral social que com fazer graça, “desejaria que vivêssemos em pequenos édens, pombas e pintos verdadeiros e figurados voando e piando conforme as vontades livres de seus donos”. (Folha de Canoas, 12 março 1994).