Geral
Rede de proteção à Mulher de Canoas é referência nacional


Os números de violência contra a mulher são alarmantes no país inteiro e, na semana que encerra o Mês da Mulher, o jornal Timoneiro ouviu a Diretora de Políticas para as Mulheres do município, Ana Moraes, a respeito da situação em Canoas. De acordo com Ana, a Rede de Proteção instituída na cidade, que conta com o Centro de Referência para Mulheres em Situação de Violência Patrícia Esber, tem servido como modelo para municípios de todo o país. “Agora o Centro atende meninas a partir de 14 anos, o que antes só ocorria nos CRAS. Elas passaram a contar com atendimento especializado, da mesma forma que as adultas conta, o que é inédito no Brasil,” explica.
Ana explica que a procura de meninas e mulheres aumentou muito desde que a faixa etária de atendimento no Centro de Referência foi ampliada. Ainda de acordo com a diretora, eventos realizados em escolas, direcionados a alunas do EJA, tem servido para conscientizar jovens sobre o que é essa violência contra a mulher e também para encorajar aquelas que sofrem com o problema a denunciar. “Como muitas sofrem violência, seja sexual ou não, dentro de casa, e a família nem sempre acredita nelas, precisamos mostrar a estas pessoas que podemos ajudá-las e dar todo o apoio na hora da denúncia”, explica.
Ana ressaltou que Canoas não registrou nenhum caso de feminicídio em 2018 e que até agora também não há casos registrados em 2019. Em janeiro de 2019, foram registrados em Canoas 126 casos de ameaça e dois de estupro, de acordo com levantamento da Polícia Civil. No ano passado, ao todo, foram registradas 4.032 ocorrências policiais e 877 pedidos de medida protetiva de mulheres.
A diretora pontuou também que qualquer denúncia sobre violência pode ser registrada pelas mulheres na Delegacia especializada em Atendimento à Mulher (Rua Humaitá, 1120) entre as 8h30 e as 18h. Fora deste horário, elas podem efetuar as denúncias na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento.
Confira o vídeo:
Policial
Operação Mercato prende três suspeitos de integrar rede de tráfico em São Leopoldo

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 21, a Operação Mercato contra um grupo investigado por tráfico de drogas em São Leopoldo. A ação foi coordenada pela 1ª Delegacia de Polícia do município, com apoio de agentes da 3ª Região Metropolitana.
Cerca de 35 policiais civis cumpriram três mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão nos bairros Campestre, Cohab, Duque e Rio Branco. As ordens judiciais foram expedidas pela 4ª Vara Criminal de São Leopoldo.
Segundo a investigação, os alvos integravam uma rede de tráfico de drogas com atuação concentrada no bairro Jardim América. Três pessoas foram presas durante a operação.
De acordo com a Polícia Civil, dois suspeitos atuavam na entrega de entorpecentes na região, enquanto um homem de 30 anos seria responsável por facilitar a movimentação financeira do esquema. As investigações apontam ainda que os entregadores abasteciam um ponto de venda de drogas em via pública próximo a um mercado, enquanto o proprietário do estabelecimento armazenava diariamente o dinheiro arrecadado com a comercialização dos entorpecentes.
Os presos possuem antecedentes policiais por crimes como tráfico de drogas, homicídio doloso, roubo, furto, porte ilegal de arma de fogo e lesão corporal.
Geral
Câmara de Canoas realiza segunda audiência pública da CPI da Corsan/Aegea nesta quinta-feira

A Câmara Municipal de Canoas promove nesta quinta-feira, 21, às 18h30, a segunda audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga os serviços prestados pela Corsan/Aegea no município.
O encontro será realizado na Escola Municipal Professor Thiago Würth, localizada na Avenida Rio Grande do Sul, 4240, no bairro Matias Velho, e terá participação aberta à comunidade.
A atividade integra uma série de reuniões descentralizadas da CPI, que busca ouvir moradores de diferentes regiões da cidade sobre problemas relacionados ao abastecimento de água, cobrança de tarifas, esgotamento sanitário e demais serviços executados pela concessionária.
Durante a audiência, os cidadãos poderão relatar situações enfrentadas nos bairros, apresentar denúncias e encaminhar documentos, fotos e vídeos à comissão. De acordo com as regras estabelecidas pela CPI, as manifestações ocorrerão mediante inscrição prévia.
Entre as principais reclamações já registradas estão aumento expressivo nas contas de água, cobranças consideradas indevidas, interrupções no abastecimento em diversos bairros, vazamentos sem reparo, dificuldades no atendimento ao consumidor, cobrança de taxa de esgoto em locais sem ligação adequada e problemas decorrentes de obras, como buracos e danos em vias públicas.
A comissão também disponibilizou um canal de WhatsApp para recebimento de denúncias, reclamações e materiais relacionados aos serviços prestados pela Corsan/Aegea. O contato pode ser feito pelo número (51) 99481-1147.
Além da audiência na região Noroeste, a CPI já definiu o calendário das próximas reuniões públicas:
28 de maio
Quadrante Sudeste
Local ainda a ser definido
2 de junho
Quadrante Sudoeste
Associação de Moradores do bairro Rio Branco
11 de junho
Quadrante Nordeste
Local ainda a ser definido
Policial
Polícia Civil deflagra Operação Judas para investigar esquema criminoso em empresa de Cachoeirinha
Créditos imagens: Miguel Noronha.

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 20, a Operação Judas para investigar um esquema criminoso que teria causado prejuízo de cerca de R$ 16,5 milhões a uma empresa de Cachoeirinha. A ação foi coordenada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Viamão, vinculada à 1ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, sob comando do delegado Alexandre Fleck.
Mais de 65 policiais civis participaram da ofensiva, que cumpriu 43 medidas cautelares em Porto Alegre, Gravataí, Canoas e também na Serra, no Estado do Espírito Santo. Entre as medidas estão 14 mandados de busca e apreensão, bloqueios de contas bancárias, quebra de sigilos bancário e fiscal e indisponibilidade de bens de nove empresas investigadas.
Durante a operação, os agentes recuperaram 18 máquinas que seriam alvo das fraudes. Outras 20 já haviam sido localizadas anteriormente com um dos investigados, que, segundo a polícia, alugava os equipamentos para terceiros. Também foram apreendidos celulares, notebook e outros materiais considerados importantes para o andamento das investigações.
De acordo com a Polícia Civil, o esquema era conduzido por um funcionário da empresa, já identificado, que utilizava o acesso aos sistemas internos para inserir informações falsas e produzir documentos ideologicamente falsos. A suspeita é de que ele tenha desviado 134 máquinas empilhadeiras, paleteiras e equipamentos semelhantes ao longo de aproximadamente três anos.
As investigações também identificaram possíveis coautores e apontaram o destino de parte dos maquinários desviados. A polícia afirma que a operação busca ampliar a recuperação dos bens e aprofundar as provas sobre a participação dos envolvidos no esquema criminoso.

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