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08/04/2026
 

Saúde

Família e amigos reúnem forças para lutar pela saúde da Dudinha

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Quando uns ajudam aos outros, alguns obstáculos da vida podem ser ultrapassados. Isso é o que tem sido experimentado por Eduardo Marona e Sandra Christ, pais de Maria Eduarda, a Dudinha. Diagnosticada, em outubro do ano passado, com Paralisa Cerebral, a criança começou a realizar uma série de tratamentos de estímulo para poder caminhar, correr e falar. Isso tudo é muito caro e, por isso, a família tem contado com a ajuda de amigos e simpatizantes para o custeio. Em Canoas, será realizado evento especialmente em prol de um objetivo: garantir um futuro saudável para Dudinha.

Torneio

Será realizado, no dia 1° de Outubro, na Arena FM Soccer, na Avenida Açucena, 2071, o Torneio Beneficente Pela Nossa Dudinha. Organizado por Douglas Reis Goga, sócio de Eduardo Marona na Escolinha de Formação de Atletas EDuardo FAED, o evento terá toda a renda revertida para a Dudinha. De acordo com Douglas, escolinhas que quiserem participar ou ajudar na campanha, podem entrar em contato pelo telefone: 982236862, ou pela página @pelanossadudinha. Podemse inscrever no torneio equipes nas categorias sub 7, sub 9 e sub 11. Além de partidas de futebol, o Torneio contará com shows musicais, food trucks e brinquedos.

Histórico

Maria Eduarda nasceu prematura de 33 semanas pesando 1510 kg. Sua chegada não foi nada fácil, como lembra o pai, Eduardo: “Ela teve uma asfixia ao nascer, foi entubada e levada a neonatal onde permaneceu por longos 85 dias internada. Como ela era um bebê grave, segundo os médicos, só pudemos pegá-la no colo após 41 dias de nascida”. Após os sete meses de idade, Dudinha usava muita medicação para evitar convulsões, que chegaram a motivar uma internação no hospital Santo Antônio da Criança, em Porto Alegre.

Paralisia Cerebral

A descoberta da doença só ocorreu quando a Dudinha já tinha um ano e oito meses: “Neste momento nosso mundo desabou”. Eduardo conta que a partir desse momento começaram a pesquisar tudo sobre paralisia cerebral, assim como tratamentos.

Portugal

O melhor tratamento encontrado foi no Instituto Luso-Cubano de Neurologia, localizado em Portugal. Lá, são realizadas terapias intensivas, onde o paciente entra às 9 horas e sai às 17 horas, com pausa para o almoço. Os serviços abrangem terapia da fala, terapia ocupacional, psicomotricidade, neuropsicologia, fisioterapia, além de acompanhamento médico e de nutrição.

O problema é o custo: 5990€ por 30 dias, aproximadamente R$ 22 mil mensais. A família se mudou para Portugal em dezembro do ano passado e iniciou o tratamento com a ajuda de doações e campanhas. Agora, com falta de dinheiro, continuam lá, mas sem ir na clínica. A luta do momento é para recomeçar o tratamento que já havia começado a mostrar resultados: “percebemos uma mudança gigantesca na Duda na parte cognitiva, mesmo ela não falando, ela se expressa, e consegue interagir conosco seja através de sons, ou expressões faciais e corporais, relata Eduardo.

Independência

Os pais da Dudinha têm como maior preocupação a independência da filha. Mesmo com dificuldades em um país distante, com gastos com aluguel, comida, transporte, terapias e exames, eles querem continuar com a luta. “Ela tá a cada dia mais esperta, feliz, amorosa, que é o que mais importa. Vamos fazer o máximo possível por ela. Pois queremos ter a certeza que o dia que não estivemos mais aqui ela não ficará dependendo”, conclui Eduardo.

Para ajudar a DUDINHA:

Conta no Banco do Brasil
Agência: 3334-0
Conta corrente: 9286-X
CPF: 926.851.610-15
Favorecida: Sandra Christ

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Saúde

Canoas assina ordem de início da reforma da UPA Rio Branco

Redação

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Na tarde de segunda-feira, 6, a Prefeitura de Canoas assinou a ordem de início das obras de reforma da UPA Rio Branco, uma das unidades de saúde mais afetadas pela enchente de maio de 2024. O investimento previsto é de R$ 2,6 milhões, com recursos do Ministério da Saúde, e o prazo de execução estimado é de cerca de 10 meses.

Durante a inundação, mais de 50% do município foi atingido, e o pavimento térreo da UPA ficou completamente alagado, com água chegando a 2,40 metros de altura. Após intervenções emergenciais, a unidade retomou parcialmente o funcionamento, mas com capacidade reduzida, afetando o atendimento à população.

A reforma inclui a recuperação estrutural da unidade, readequação dos ambientes, melhorias nas instalações elétricas, hidráulicas e de climatização, além da substituição de equipamentos danificados. A expectativa é que, ao término das obras, a UPA volte a operar com capacidade total de atendimento.

O prefeito Airton Souza destacou a importância da obra para o município.

“Essa reforma representa o nosso compromisso em cuidar das pessoas e garantir um atendimento de saúde mais digno para a população. Estamos recuperando uma estrutura essencial que foi duramente atingida pela enchente, e isso faz diferença tanto para os pacientes quanto para os profissionais que atuam diariamente na unidade. É um investimento que melhora as condições de atendimento e também o ambiente de trabalho das equipes”, afirmou.

A secretária de Projetos e Captação de Recursos, Daniela Fontoura, destacou a importância do início da obra para o município.

“A assinatura da ordem de serviço marca um passo importante na recuperação da UPA Rio Branco, que foi muito afetada pela enchente. A partir de agora, iniciamos uma obra que vai impactar diretamente a população, garantindo melhores condições de atendimento e mais qualidade nos serviços de saúde”, disse.

A secretária municipal de Saúde, Ana Boll, reforçou a necessidade da obra e orientou a população durante o período de reforma.

“A UPA entra em reforma a partir de hoje e será totalmente reestruturada, já que teve sua estrutura comprometida pela enchente. Durante esse período, a população deve procurar as outras unidades, como a UPA Liberty, na Caçapava, a UPA Boqueirão e também a unidade Niterói, que seguirá funcionando normalmente”, disse.

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Saúde

UPAs de Canoas registram mais de 211 mil atendimentos em quatro meses

Redação

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Entre 1º de dezembro de 2025 e 31 de março de 2026, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Canoas contabilizaram mais de 211 mil atendimentos, incluindo consultas médicas, atendimentos de enfermagem, exames e procedimentos realizados nas três unidades do município: Guajuviras, Rio Branco e Caçapava.

A UPA Guajuviras registrou mais de 81 mil atendimentos, seguida pela UPA Rio Branco, com 66 mil, e a UPA Caçapava, com cerca de 63 mil. Só as consultas médicas clínicas e pediátricas somaram mais de 73 mil atendimentos.

Os números indicam a retomada da capacidade de atendimento da rede municipal após os impactos da enchente de 2024.

Com a reforma da UPA Rio Branco em andamento, a distribuição de pacientes continua sendo organizada entre as outras unidades para garantir a manutenção dos serviços de urgência e emergência.

O prefeito Airton Souza destacou a importância dos números e do trabalho realizado pela rede de saúde.

“É um volume muito expressivo, que mostra o quanto as nossas UPAs são fundamentais para garantir assistência, acolhimento e resposta rápida para quem precisa. Esses números representam uma rede que trabalha todos os dias, com dedicação e responsabilidade, para cuidar da nossa população. E representam também o compromisso que nós temos de seguir fortalecendo a saúde em Canoas, qualificando o atendimento e oferecendo um serviço cada vez melhor para os canoenses”, disse.

A secretária municipal de saúde, Ana Boll, destacou o avanço no atendimento e o esforço das equipes.

“Esses números mostram o compromisso da nossa rede em garantir atendimento à população mesmo diante das dificuldades enfrentadas no ultimo ano. Estamos trabalhando para fortalecer cada vez mais a rede de saúde, ampliando a capacidade de atendimento e qualificando os serviços prestados, sempre com foco no cuidado com as pessoas”, afirmou.

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Saúde

Hospital Universitário de Canoas conclui reforma de UTI e amplia capacidade com 10 novos leitos

Redação

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Na manhã de terça-feira, 7, data em que se celebra o Dia Mundial da Saúde, foi concluída a reforma da Unidade de Terapia Intensiva (UTI 1) do Hospital Universitário de Canoas.

Com a reestruturação, o espaço passa a contar com dez novos leitos destinados ao atendimento de pacientes em estado grave, ampliando a capacidade da instituição para procedimentos de alta complexidade.

A obra incluiu a modernização completa da unidade, abrangendo tanto a estrutura física quanto a atualização de equipamentos. Segundo informações do hospital, o investimento direto superou R$ 100 mil, com recursos provenientes do próprio orçamento da instituição.

Após a ampliação, o Hospital Universitário passa a disponibilizar um total de 85 leitos de UTI. A expectativa é de que a nova estrutura contribua para o aumento da capacidade de atendimento e para a realização de procedimentos mais complexos.

O prefeito de Canoas, Airton Souza, destacou o novo momento do HU, que está passando por melhorias importantes, e o esforço da administração municipal, vereadores e comunidade tem sido essencial para garantir o atendimento de saúde de qualidade para toda a população.

“Canoas é de todos nós, e nós todos estamos com este espírito. Através da unidade nós vamos buscar estes resultados”, disse o prefeito, destacando que a articulação com o governo federal e deputados federais e estaduais, em parceria com os vereadores canoenses, já trouxe mais de R$ 200 milhões para a saúde no Município e a integração a programas importantes, como o Agora Tem Especialistas, que poderá ser ampliado com o acréscimo dos leitos entregues nesta terça-feira, 7.

A secretária municipal de Saúde de Canoas, Ana Boll, destacou que a ampliação do número de leitos de UTI no HU contempla uma necessidade da população e demonstra a capacidade do hospital em atender a demanda da região.

“É uma instituição que tem um potencial gigantesco. Uma entrega de dez leitos de UTI é muito importante. É uma grande conquista.”

A superintendente da ASM, empresa gestora do HU, Tatiani Pacheco, ressalta que a reforma é resultado de ações de gestão estratégica da instituição.

“Conseguir reformar todo o espaço e abrir estes leitos significa que a população terá mais acesso à saúde. Para realizar procedimentos de alta complexidade, precisamos ter espaço na UTI. Estes dez leitos vão possibilitar que centenas de procedimentos aconteçam”, celebra.

O diretor técnico do hospital, Fernando Farias, enalteceu o trabalho das equipes de saúde.

“Para abrir leitos a gente precisa de muito mais que camas e travesseiros. Nós precisamos de profissionais multidisciplinares, que vão acolher, atender e cuidar destes pacientes. A reforma é para estas pessoas também, que trabalharão em um ambiente melhor. São eles que salvam vidas”, afirma.

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