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21/02/2024
 

A Hora do Esporte

A vez do triathlon

O triatleta André Senna foi o entrevistado do dia 19 de fevereiro no programa “A hora do Esporte”. Senna é conhecido por ter uma das corridas mais fortes do estado e, por isso, é um atleta muito competitivo.

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Triatleta André Senna foi o entrevistado em 19 de fevereiro no programa A Hora do Esporte. Foto: Bruno Lara/OT

Triatleta André Senna foi o entrevistado em 19 de fevereiro no programa A Hora do Esporte. Foto: Bruno Lara/OT

O triatleta André Senna foi o entrevistado do dia 19 de fevereiro no programa “A hora do Esporte”.  Senna é conhecido por ter uma das corridas mais fortes do estado e, por isso, é um atleta muito competitivo. Sua natação e ciclismo, também bastante forte, o levaram para fazer parte da seleção brasileira de triathlon há alguns anos atrás.

Ouça o programa:

As provas do circuito mundial da ITU (International Triathlon Union) foram amplamente comentadas, e o atleta teve a oportunidade de explicar como funciona este tipo de prova, onde os principais triatletas do mundo competem por premiações em dinheiro e preciosos pontos no ranking mundial. Deste ranking saem os atletas classificados para os Jogos Olímpicos.

As provas da ITU tem as seguintes distâncias: 1,5 km Natação, 40 Km Ciclismo, e 10 Km Corrida, e os atletas que competem nestes eventos tem um ritmo muito alto e um excelente nível técnico. Os atuais destaques destes eventos são os irmãos ingleses Brownlee e o fortíssimo espanhol Javier Gomes Noya. Neste ano, por ser ano Olímpico, a ITU fará as seguintes provas ao redor do mundo:

  • 2016 ITU World Triathlon Series calendar:
  • Abu Dhabi, UAE – March 4-5
  • Gold Coast, Australia – April, weekend dates TBC
  • Cape Town, South Africa – April 23-24
  • Yokohama, Japan – May 14-15
  • Leeds, England – June 11-12
  • Stockholm, Sweden – July 2-3
  • Hamburg, Germany – July 16-17
  • Edmonton, Canada – TBC
  • Cozumel, Mexico – September 11-18

 

André Senna conta que um dos principais pontos positivos em competir nestes eventos é a oportunidade que se tem de treinar com atletas de diversos países e a grande troca de informação que se tem. Além, é claro, dos contatos e amizades que são feitos e que perduram.

 

Aquathlon

Acontecerá no próximo dia 20 de março a primeira etapa do campeonato estadual de Aquathlon, na Sociedade ginástica de Novo Hamburgo. André Senna está na organização do evento. Maiores informações poderão ser obtidas no Site da Federação Gaúcha de Triathlon. www.fgtri.org.br

 

Ironman

André Senna também falou sobre sua preparação para seu quinto Ironman que fará este ano em Florianópolis no dia 29 de maio de 2016 e conta com auxílio do excelente treinador Daniel Vist de Caxias do Sul. André faz boa parte dos seus treinos de ciclismo com um grupo de atletas de Canoas e tem grande relação com os atletas locais.

Informações sobre o grupo de treinos de triathlon podem ser obtidas na SNC Canoas, que fica localizada junto ao Posto Metropolitano, e, também, através do Facebook da SNC Canoas.

 

Arbitragem dos Jogos Olímpicos

Os Gaúchos Olmiro Busanello, que já esteve dando entrevista para a Hora do Esporte, além de Cris Neuhaus, de Canoas, Marco de Lazari, o presidente da FAERGS, Marcos Andrade, diretor de árbitros, Henrique Niekraszewicz, Felipe Giovenardi, Carlos Guilherme Petry, Lilia Varela, Luciana Monteiro Sagrilo, são todos árbitros gaúchos que integram a lista preliminar para atuarem nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em agosto de 2016. A listagem final é aguardada com ansiedade por estes excelentes profissionais. A Hora do Esporte deseja muita sorte a todos.

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A Hora do Esporte

Tênis de mesa em alta

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Mesa tenista canoense Mauricio Weingartner. Foto: divulgação

Mesa tenista canoense Mauricio Weingartner. Foto: divulgação

O programa A Hora do Esporte, procurando diversificar cada vez mais os esportes trazidos para a coluna, traz, hoje, uma entrevista com Maurício Weingartner, atleta de tênis de mesa da SOGIPA, representante da AABB Canoas nos torneios do Banco do Brasil. Segundo ele, o tênis de mesa requer muita concentração e preparo físico. Além disso, Maurício ressalta a importância da estrutura de treinamento e, por isso, elogia seu clube.

  1. Você poderia falar um pouquinho sobre o esporte, sobre seus primeiros contatos com o mundo do tênis de mesa, suas primeiras experiências?

Desde pequeno eu jogava “Ping Pong” com o pessoal do meu bairro e sempre fui bem. Na faculdade eu continuei jogando e ganhando vários jogos.

  1. Quando o tênis de mesa ganhou tanto destaque na tua vida, a ponto de te levar a um clube, treinos e competições?

Posteriormente às primeiras experiências, em 2000, entrei no Banco do Brasil e passei a disputar torneios internos do estado, onde conheci Jorge Fanck, que me convidou para treinar na SOGIPA e me explicou mais regras. Me inscrevi ano passado, comecei a treinar e a jogar torneios da Federação Gaúcha de Tênis de Mesa.

  1. Você poderia falar um pouquinho sobre as competições que está participando, se competiu recentemente fora do estado?

No início do mês fiquei em 3º lugar no JERAB (Jornada Regional Esportiva das AABB’s),realizado no Paraná. Fui campeão do Rio Grande do Sul na JESAF (jornada esportiva dos funcionários do Banco do Brasil); e, em março, estarei competindo no torneio nacional, representando o estado.

  1. Como foi a competição de tênis de mesa nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro este ano? Você acompanhou ?

O Brasil foi muito bem, com o Hugo Calderano, de 20 anos, que está representando muito bem o país, inclusive na Europa. Com as Olimpíadas aqui no Brasil, o tênis de mesa cresceu bastante e a SOGIPA teve muitos inscritos esse ano.

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Canoenses no Terceiro Campeonato Internacional de Bochas Sulamericano

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Diego Brock Szcsepaniak, jogador do bocha, representa Canoas no Peru.

Diego Brock Szcsepaniak, jogador do bocha, representa Canoas no Peru.

A Hora do Esporte entrevistou Diego Brock Szcsepaniak, jogador de bocha que representará, no próximo dia 23, o Brasil, Canoas e o Clube Caça e Pesca em um campeonato internacional, no Peru. A conversa trouxe grandes surpresas, como a informação, desconhecida por muitos, de que o número de atletas filiados de bocha, no Rio Grande do Sul, só não é maior que o número de atletas de futebol.

OT: Para iniciar, você poderia falar um pouquinho sobre o esporte, sobre seus primeiros contatos com o mundo da bocha, suas primeiras experiências?

Diego: É um esporte milenar; os camponeses, antigamente, subiam os morros levando os rebanhos e uma de suas diversões era jogar pedras umas nas outras, e isso foi se aperfeiçoando. Comecei a jogar com meu pai e fui “pegando gosto”. Meu primeiro torneiro foi em 1994, mas foquei mesmo em 1999.

OT: Quando a bocha ganhou tanto destaque na tua vida, a ponto de te levar para fora do Brasil, assim como você irá para o Peru?

Diego: Ganhou destaque quando participei de clubes de maior tradição no esporte eu treinava muito e me sobressai. Hoje sou contratado do Cruzeiro, de Minas Gerais; já tive experiências no exterior, na América do Sul, principalmente.

OT: Você poderia falar um pouquinho sobre essa competição internacional e quais são as suas expectativas?

Diego: É a terceira oportunidade em que estou indo, ficamos em 2º lugar nos outros, e pra nós é muito relevante, pois faz parte do calendário oficial, então só os melhores são selecionados. Apesar de as regras terem mudado um pouco, estamos treinando muito, e temos chances reais.

OT: A bocha mostrou um papel importantíssimo na inclusão de atletas deficientes nas Paralimpíadas do Rio 2016 e mostrou potência nas Olimpíadas Rio 2016. Como você avalia a importância desse esporte, tanto para os atletas paralímpicos, quanto para os olímpicos?

Diego: A bocha só existe nas Paralimpíadas e eles são maravilhosos. Para as Olimpíadas, está garantida para 2024 e acredito que, com isso, o esporte dará um salto, pois terá mais apoio da mídia e atingirá o público mais jovem, que garante a renovação do esporte.

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A Hora do Esporte

Casca Sports: tecnologia aplicada ao esporte

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Atualmente, a tecnologia está sendo aplicada nas mais diversas áreas, e no esporte não poderia ser diferente. Os materiais esportivos têm foco na performance e a tecnologia é aplicada para o desenvolvimento dos melhores materiais. Uma das maiores preocupações dos fabricantes e dos atletas é com relação ao peso, conforto e resistência dos materiais, visando materiais mais leves, resistentes e confortáveis.

Alguns esportes, como o ciclismo, investem milhares de dólares em materiais mais leves, como a fibra de carbono. Quadros em fibra de carbono, componentes de titânio, estudo da biomecânica e diversas outras análises tornam o ciclismo um esporte alvo de grande investimento. Grandes marcas colocam suas bikes para serem testadas em túneis de vento, os mesmos que são testados peças de aviões, visando o produto mais aerodinâmico possível.

A Empresa gaúcha Casca Sports, que confecciona uniformes personalizados para equipes: camisetas de ciclismo, bermudas e bretelles, investe em descobertas tecnológicas sobre tecidos – é especializada em camisetas com proteção UV para crianças e adultos – para que seus clientes possam praticar seu esporte com máximo desempenho. Especializados em personalização, trabalham com sublimação em tecido Tecno-dry ou serigrafia em poliamida, o que garante extremo conforto, a certeza de um uniforme exclusivo e, além disso, não exigem pedido mínimo.

Contando com o apoio do programa A Hora do Esporte, a empresa está evoluindo, graças à importância destinada às inovações. A Casca Sports já começa a fazer suas primeiras exportações e logo estará vendendo para os grandes mercados mundiais, Estados Unidos e Austrália. Para mais informações, é só acessar o site: www.cascasports.com.

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