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11/02/2026
 

Saúde

Canoas registra mais de 5,3 mil casos de dengue em 2024

Redação

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Desde o dia 1º de janeiro, o município de Canoas já registrou 5.379 casos de dengue. Um em cada 64 moradores já contraiu a doença em 2024.

Os dados são de um novo boletim do setor de epidemiologia da Secretaria Municipal da Saúde, emitido na manhã desta sexta-feira, 31. Foram 369 novas ocorrências de dengue em 10 dias.

De todos os casos registrados, continuam sendo apenas 10 os importados – ou seja, aqueles contraídos fora da cidade. Os outros 5.369 ocorreram dentro de Canoas, sendo considerados autóctones.

O bairro Estância Velha continua tendo o maior número de casos, com 1.395 (25,93% do total, mais de um quatro das ocorrências). O Guajuviras ultrapassou os quatro dígitos, chegando a 1.009 casos (18,76%). Niterói agora tem mais pessoas infectadas do que o Mathias Velho, com 501 (9,31%) contra 490 (9,11%) do Mathias.

Casos por bairro

  • Estância Velha: 1395 casos
  • Guajuviras: 1007 casos autóctones e 2 importados
  • Niteroi: 499 casos autóctones e 2 importados
  • Mathias Velho: 490 casos
  • Harmonia: 435 casos
  • Nossa Senhora das Graças: 354 casos autóctones e 2 casos importados
  • Rio Branco: 277 casos
  • Olaria: 232 casos
  • Igara: 212 casos
  • Marechal Rondon: 121 casos autóctones e 2 importados
  • Fátima: 88 casos
  • Mato Grande: 87 casos
  • São José: 78 casos autóctones e 1 caso importado
  • Centro: 63 casos autóctones e 1 caso importado
  • São Luís: 26 casos
  • Brigadeira: 5 casos

Fonte: SinanWeb Dengue e setor de epidemiologia de Canoas (Dados atualizados dia 31/05 as 10:00h, sujeito a alterações)

Saúde

HU de Canoas passa a integrar programa federal que amplia cirurgias especializadas pelo SUS

Redação

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HU de Canoas passa a integrar programa federal que amplia cirurgias especializadas pelo SUS

O Hospital Universitário (HU) de Canoas começou a executar, nesta sexta-feira, 6, as ações do programa federal Agora Tem Especialista, voltado à ampliação do acesso a procedimentos cirúrgicos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa prevê a realização de mais de 1,6 mil cirurgias na instituição, com foco na redução das filas de espera.

A adesão ao programa ocorre por meio de parceria com o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) e contempla áreas com grande demanda reprimida, como cirurgia geral, vascular, dermatológica, urológica, oftalmológica e ginecológica. A expectativa é acelerar o atendimento de pacientes que aguardam por cirurgias eletivas.

A implantação do programa no HU foi marcada por um ato institucional com a presença de autoridades municipais e representantes das entidades envolvidas. Participaram do evento o prefeito Airton Souza, a secretária municipal de Saúde, Ana Boll, o CEO da Associação Saúde em Movimento (ASM), Cláudio Vitti, a superintendente da entidade, Tatiani Pacheco, e o presidente do GHC, Gilberto Barrichello. No primeiro dia de execução, foram realizados cinco procedimentos cirúrgicos.

Segundo informações do GHC, o Hospital Universitário de Canoas é o primeiro hospital da Região Sul a iniciar a segunda modalidade do programa. No Rio Grande do Sul, a previsão é de que mais de 4 mil cirurgias sejam realizadas nos próximos três a quatro meses, considerando todas as unidades participantes.

A Secretaria Municipal de Saúde destacou que o programa amplia a capacidade do hospital para atender pacientes que aguardam cirurgias eletivas, sem comprometer os serviços já prestados, como atendimentos de urgência, centro obstétrico e unidades de terapia intensiva.

De acordo com a Associação Saúde em Movimento, os primeiros procedimentos realizados no HU por meio do programa foram enxertos de pele e cirurgias dermatológicas de média e baixa complexidade. A meta é executar 1.637 procedimentos no prazo de até 180 dias, priorizando moradores de Canoas que aguardam há mais tempo por atendimento.

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Saúde

Ato marcará início de 1,6 mil cirurgias do programa Mais Especialistas no HU

Redação

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A Prefeitura de Canoas, a Associação Saúde em Movimento (ASM) e o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) realizam nesta sexta-feira, 6, o ato de início das cirurgias do programa Mais Especialistas no Hospital Universitário.

O programa prevê a realização de mais de 1,6 mil cirurgias em diferentes especialidades, com o objetivo de reduzir as filas de procedimentos no município e no Rio Grande do Sul.

A solenidade está marcada para as 11h, no Hospital Universitário, localizado na Avenida Farroupilha, 8001, no bairro São José. Devem participar do evento o prefeito de Canoas, Airton Souza, o CEO da ASM, Cláudio Vitti, e o presidente do GHC, Gilberto Barrichello, além de outras autoridades.

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Saúde

Ministério da Saúde passa a adotar o CPF como identificador único do Cartão SUS

Redação

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Foto: divulgação/MS

O Ministério da Saúde começou a emitir o Cartão Nacional de Saúde, o Cartão SUS, tendo o CPF como identificador único no Sistema Único de Saúde. A mudança passa a valer gradualmente e faz parte do processo de unificação dos cadastros na rede pública.

Segundo o Ministério da Saúde, a alteração tem como objetivo padronizar os registros e concentrar as informações de cada usuário em um único número.

O que muda para o cidadão

O novo Cartão SUS passa a ser emitido com nome e CPF pelo CadSUS Web e está disponível no aplicativo Meu SUS Digital desde outubro de 2025.

Com a adoção do CPF, todos os atendimentos e registros de saúde ficam vinculados a um único identificador, evitando a existência de cadastros duplicados.

Pessoas sem CPF continuam sendo atendidas no SUS. Para populações indígenas, ribeirinhas, nômades, estrangeiros em trânsito e pessoas em situação de rua, será permitido manter cadastros sem CPF, desde que haja justificativa registrada no sistema.

Em casos de emergência, pacientes sem documento também serão atendidos. O registro inicial será feito no CadSUS Web e, se o CPF não for informado posteriormente, o cadastro poderá ser inativado.

O que muda para os profissionais de saúde

A orientação do Ministério da Saúde é que o CPF seja utilizado como número principal de identificação do paciente no SUS.

O antigo número do cartão de saúde passa a ser chamado de Cadastro Nacional de Saúde, o CNS, e continuará existindo como identificador secundário.

Com a unificação, os profissionais terão acesso ao histórico de saúde do paciente em qualquer unidade do país.

Mesmo sem CPF, o atendimento deve ser realizado e registrado no CadSUS Web.

O que muda para os gestores

Desde julho de 2025, o Ministério da Saúde afirma ter inativado 54 milhões de registros considerados inconsistentes ou duplicados. A meta é chegar a 229 milhões de cadastros ativos vinculados ao CPF até abril de 2026, número que corresponde aos CPFs válidos na Receita Federal.

O Ministério da Saúde identificou 41 sistemas nacionais que precisam ser ajustados para adotar o CPF como identificador único. A previsão de conclusão desses ajustes é dezembro de 2026.

Os sistemas geridos por estados e municípios deverão ser adaptados pelos próprios gestores, em articulação com o SUS, o Conass e o Conasems.

A partir de outubro de 2025, o Ministério da Saúde passou a oferecer capacitações técnicas para gestores e profissionais, com workshops, manuais, vídeo-aulas e transmissões online sobre o processo de unificação.

Integração com outras bases

Com o CPF como identificador único, o CadSUS passará a operar de forma integrada com bases do governo federal, como IBGE e CadÚnico, seguindo diretrizes da Estratégia Nacional do Governo Digital.

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