Educação
Ulbra e Uniritter promovem aulas virtuais por conta da chuva; Unilasalle mantém comparecimento presencial

O volume de chuvas previsto até o final da semana pelos institutos meteorológicos também afeta as atividades em universidades de Canoas. Nesta terça-feira, duas instituições de ensino superior anunciaram que, no turno da noite desta terça-feira, 30, haverá alterações nas aulas previstas.
A Ulbra anunciou que as aulas ocorrem em formato virtual através do software Google Meet. Os professores da universidade enviarão os links aos alunos através da Plataforma Aula, utilizada para diversas atividades virtuais na instituição. A medida atinge não apenas o campus de Canoas, mas também as sedes em Cachoeira do Sul, Carazinho, Gravataí, Guaíba, Santa Maria, São Jerônimo e Torres.
A Uniritter também virtualizou as aulas nesta terça. Também haverá a distribuição de links para as aulas por parte dos docentes, tanto em plataforma online dedicada ou por e-mail aos universitários.
Por fim, a Unilasalle publicou comunicado em que afirma que irá manter as aulas presenciais durante a noite. Entretanto, alunos tanto do presencial como do EaD poderão justificar suas ausências caso tenham problemas de deslocamento. Todas as avaliações previstas para esta terça-feira na instituição ficam adiadas para a próxima semana, no dia 7 de maio.
O campus canoas do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) continua com o calendário de aulas suspenso por conta da greve nacional dos servidores desde a segunda-feira, 29.
Educação
Professores da rede municipal de Canoas mantêm greve após rejeitarem nova proposta

Os professores da rede municipal de Canoas decidiram manter a greve durante assembleia realizada na segunda-feira, 11, na sede social da ASMC.
A categoria rejeitou a nova proposta apresentada pela Prefeitura e, neste momento, o comando de greve discute os próximos passos do movimento.
Educação
Patrícia Alba (MDB) se coloca à disposição para intermediar diálogo entre Prefeitura de Canoas e professores

A presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, Patrícia Alba, afirmou nesta semana que está à disposição para auxiliar na retomada do diálogo entre a Prefeitura de Canoas e os professores da rede municipal, que estão em greve há três semanas.
Segundo a parlamentar, a administração municipal precisa ouvir as reivindicações da categoria.
“Nada mais básico do que ouvir a categoria. A recusa não pode ser aceita”, declarou. Ela também defendeu o cumprimento do piso nacional do magistério e melhorias no atendimento aos alunos de inclusão.
“Educação tem que ser prioridade na prática. A lei é muito bonita, mas é preciso dar condições para que o ensino e a aprendizagem tenham resultados”, afirmou a deputada.
Entre as reivindicações dos professores estão a reposição salarial, aumento real de 10%, revisão do plano de carreira e o cumprimento da Lei 15.326/2026. A legislação inclui professores da Educação Infantil na carreira do magistério, garantindo pagamento do piso nacional e aposentadoria especial.
A diretora do Sindicato dos Professores de Canoas, Katielle Felise, afirmou que o governo municipal não estaria mantendo diálogo com a categoria. Segundo ela, a proposta inicial apresentada pela Prefeitura previa reposição salarial de 4,22% parcelada em 12 vezes. Ainda de acordo com a sindicalista, a Câmara de Vereadores aprovou posteriormente o parcelamento do índice em seis parcelas durante sessão extraordinária.
Educação
Prefeitura de Canoas projeta aulas da rede municipal até janeiro de 2027 por conta da greve

Na teça-feira, 5, a Prefeitura de Canoas publicou uma nota em que se diz preocupada com o cenário que se desenha com a manutenção da greve dos professores da rede municipal, que iniciou com paralisação no dia 14 de abril.
No texto, o Executivo cita que, com a continuidade do movimento até 5 de maio, a conta da reposição já chega a 13 dias letivos, o que exigirá medidas de recuperação das aulas para o cumprimento dos 200 dias obrigatórios por lei.
Ainda que, para garantir o ano letivo de 2026, a proposta de reposição deve impactar diretamente os períodos de descanso e a projeção prevê a redução do recesso de julho para apenas dois dias e o avanço das aulas até o dia 12 de janeiro de 2027.
Por fim, a nota diz que “apesar dos avanços propostos pela Prefeitura, que afirma ter atingido seu limite financeiro para atender às reivindicações, o impasse segue penalizando direta e indiretamente 30 mil alunos que, além do prejuízo pedagógico, verão suas férias drasticamente encurtadas”.

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