Geral
Abandono de animais é crime; saiba como denunciar

Abandono de animais é crime. Mesmo assim, nos meses de janeiro e fevereiro, período em que a população deixa as cidades em direção ao litoral, a Secretaria Municipal de Bem-Estar Animal (SMBEA) de Canoas identifica um aumento nas denúncias de abandono.
A situação não se caracteriza apenas pelo abandono de animais na estrada, mas também por deixá-los sozinho em casa e sem cuidados.
Por isso, a SMBEA intensifica a campanha contra o abandono nesta época. O secretário Paulo Facio ressalta que os tutores precisam levar os animais consigo se forem viajar, ou designar um responsável pelo cuidado.
Outra alternativa é deixar o animal em creches especializadas, serviço que vem crescendo na cidade. Ele destaca que os pets não podem ficar um dia inteiro sem assistência.
Cuidados no verão
Nos meses mais quentes do ano, é preciso redobrar a atenção para que os pets não fiquem desidratados. A fim de garantir o bem-estar de cães e gatos no verão, basta ter alguns cuidados:
– Disponibilizar água fresca com gelo
– Manter o pelo tosado
– Manter um espaço com sombra para o pet
– Não realizar passeios em horários de calor intenso. Além de sofrer com as altas temperaturas, o animal pode ficar com as patas feridas ao pisar no chão quente de espaços externos.
Como denunciar
Quem presenciar o abandono de animais ou verificar que sofre maus tratos, pode fazer a denúncia através de protocolo na Central de Atendimento ao Cidadão (CAC), pelo telefone 0800-5101234 ou pelo e-mail atendimento.cidadao@canoas.rs.gov.br.
Também é possível registrar denúncia no cartório especializado em crimes contra os animais, da 4ª Delegacia de Polícia de Canoas, localizada na rua João Nicolau, nº 225, Bairro Fátima.
Geral
Corsan começa troca de hidrômetros em 317 municípios do RS a partir de fevereiro

A partir de fevereiro, a Corsan inicia uma nova fase de troca dos equipamentos que registram o consumo mensal de água em casas e estabelecimentos comerciais nos 317 municípios atendidos no Rio Grande do Sul. Até julho de 2026, mais de 222 mil hidrômetros antigos serão substituídos por modelos mais modernos e tecnológicos. A companhia destaca que o procedimento não gera nenhum custo extra para os consumidores.
O investimento no processo de renovação chega a cerca de R$ 52 milhões e segue as regras do Inmetro. Segundo as orientações dos órgãos reguladores, esses aparelhos devem passar por manutenção e não podem ultrapassar sete anos de uso, dependendo do modelo.
A engenheira civil responsável pelo Laboratório de Hidrometria da Corsan, Helena Bencke, destaca que a troca é fundamental para manter os aparelhos em boas condições.
“A substituição garante que os hidrômetros informem com precisão a quantidade de água utilizada e permite que o cliente tenha o controle exato de seu consumo”, explica.
Todos os equipamentos instalados são aprovados pelo Inmetro e verificados antes de chegarem às residências. Eles recebem um lacre de segurança para evitar violação e assegurar a confiabilidade das medições. Caso o lacre seja rompido, o responsável pode sofrer penalidades, incluindo cobrança de taxas ou multas definidas pela agência reguladora.
As substituições serão feitas por equipes treinadas e devidamente identificadas. A Corsan recomenda que os moradores peçam a credencial dos profissionais antes de permitir o acesso ao medidor. Para dúvidas ou mais detalhes, os clientes podem usar o aplicativo da Corsan, a Agência Virtual no site da empresa, ou entrar em contato pelos números gratuitos 0800 646 6444, tanto por ligação quanto por WhatsApp.
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Atualização anual do DAS do MEI já está em vigor e altera valor da contribuição mensal
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Consulta pública está aberta para reconhecer a pesca com botos como patrimônio cultural

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Iphan, mantém aberta a consulta pública que avalia o reconhecimento da pesca com botos como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A participação da sociedade é aberta e considerada essencial para o andamento do processo.
A prática, registrada no litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, é conhecida pela cooperação entre pescadores artesanais e botos na captura da tainha. Esse saber tradicional é transmitido há mais de cem anos entre gerações e permanece restrito a poucos estuários do sul do país.
Quem deseja participar pode enviar sua manifestação até o dia 28 de fevereiro. As contribuições podem ser feitas de forma digital ou presencial, por diferentes canais disponibilizados pelo Iphan.
As manifestações podem ser enviadas por e-mail para conselho.consultivo@iphan.gov.br.
Também é possível participar pelo Protocolo Digital do Iphan, disponível no site Aqui.
Outra opção é o envio de correspondência para o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, no endereço: SEPS 702/902, Centro Empresarial Brasília 50, Bloco B, Torre Iphan, 5º andar, Brasília, Distrito Federal, CEP 70390-135.

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