Conecte-se conosco

header-top







 

08/02/2026
 

Cultura

CARNAVAL: Escolas de samba do Rio de Janeiro definem os enredos de 2024

Redação

Publicado

em

CARNAVAL: Escolas de samba do Rio de Janeiro definem os enredos de 2024
Por Daniela Uequed e Douglas Angeli – em colaboração com Rádio Alerj

Com o anúncio do enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel, todas as escolas de samba do grupo especial do Rio de Janeiro estão com seus enredos para 2024 definidos.

Uma disputa judicial atrasou a divulgação do enredo sobre o caju, assinado pelo carnavalesco Marcus Ferreira: “Pede Caju que dou… Pé de caju que dá!” é o tema tropicalista da escola de Padre Miguel.

Entre as 12 escolas do grupo principal, uma optou pela reedição de um clássico: a Vila Isabel apresentará o enredo “Gbalá: uma viagem ao Templo da Criação” originalmente concebido por Oswaldo Jardim em 1993.

Apesar do belo samba, composto por Martinho da Vila, a escola obteve apenas um modesto oitavo lugar na ocasião. Em 2024, com o carnavalesco Paulo Barros, pretende disputar o título com o enredo que apresenta uma história fictícia, baseada na cultura yorubá, para tratar das mazelas do planeta e da esperança no futuro através das crianças.

Imperatriz traz o testamento da cigana Esmeralda

A campeã de 2023 terá novamente enredo de Leandro Vieira, sua aposta para o bicampeonato. “Com a sorte virada pra lua, segundo o testamento da cigana Esmeralda” celebrará a cultura popular e sua relação com os sonhos, a sorte e o futuro a partir de um folheto publicado há mais de 100 anos por Leandro Gomes de Barros, poeta paraibano da literatura de cordel.

Na mesma linha está a Porto da Pedra, campeã do acesso em 2023 e que buscará se manter no especial com o enredo “Lunário Perpétuo – A profética do saber popular”. O tema, concebido por Mauro Quintaes, faz referência ao livro mais lido no nordeste por 200 anos, o almanaque Lunário Perpétuo – escrito no século XVI e que trazia ensinamentos sobre a agricultura, os astros e outros aspectos da vida.

Mangueira homenageia Alcione

A Estação Primeira de Mangueira renderá uma homenagem à cantora Alcione, que está completando 50 anos de carreira. O enredo de Guilherme Estevão e Annik Salmon percorre a vida de Alcione desde o Maranhão até a escola mirim Mangueira do Amanhã, da qual é presidente de honra.

A Beija-Flor de Nilópolis buscou inspiração no carnaval de Maceió para apresentar o enredo “Um delírio de carnaval na Maceió de Rás Gonguila”. Será uma homenagem a Maceió e um resgate da história desse personagem da cultura popular alagoana.

Já a Unidos da Tijuca optou pela mitologia ligada às origens de Portugal, o folclore português e a cultura do fado, com o enredo “Um conto de fados” do seu novo carnavalesco, o veterano Alexandre Louzada.

A Grande Rio, com enredo da dupla Gabriel Haddad e Leonardo Bora pelo quarto ano consecutivo, dessa vez se inspira no livro de Alberto Mussa intitulado “Meu destino é ser onça”. A escola pretende explorar a mística e o simbolismo da onça na cultura brasileira, tendo como ponto de partida a cosmovisão tupinambá.

Na linha temática indígena, o Salgueiro apresenta “Hutukara”, cujo foco é a mitologia, a visão de mundo e a luta dos Yanomami. Vítimas da fome e do garimpo ilegal, os Yanomami possibilitam à escola um enredo crítico e politizado sobre a situação da floresta amazônica e dos povos indígenas.

Portela traz “Um defeito de cor”

A Portela terá a estreia dos carnavalescos Antônio Gonzaga e André Rodrigues, com enredo baseado na obra de Ana Maria Gonçalves “Um defeito de cor”. Dessa forma, a escola terá como tema a saga de Luiza Mahin, revolucionária baiana, e seu filho Luis Gama, advogado abolicionista.

Na linha dos personagens históricos, a Paraíso do Tuiuti trará a história de João Cândido, líder da Revolta da Chibata em 1910. Com a volta do carnavalesco Jack Vasconcelos, o enredo “Glória ao Almirante Negro” vai abordar os maus tratos na Marinha, a revolta dos marinheiros e a presença de João Cândido na cultura brasileira.

Viradouro

A Unidos do Viradouro, vice-campeã em 2023, trará o enredo “Arroboboi, Dangbé”, do carnavalesco Tarcísio Zanon. O tema faz referência às guerreiras Mino, da costa ocidental da África, o culto das sacerdotisas voduns de Daomé no século XVIII.

Cultura

Semana do Cinema começa nesta quinta-feira, 5, em Canoas com ingressos a R$ 10 e R$ 12

Redação

Publicado

em

A 1ª Semana do Cinema de 2026 começa nesta quinta-feira, 5, e segue até o dia 11 de fevereiro, oferecendo ingressos promocionais em Canoas. Até as 17h, as entradas custam R$ 10, e após esse horário passam para R$ 12.

A campanha é válida para salas tradicionais em 2D e 3D e também traz descontos nos combos de pipoca. Ficam de fora da promoção as salas VIP, IMAX, pré-estreias e sessões especiais.

Na cidade, a Semana do Cinema acontece no Cinemark do Canoas Shopping e no UCI do ParkShopping Canoas. Para garantir o valor promocional, a recomendação é comprar os ingressos com antecedência pelos sites ou aplicativos do Cinemark, UCI ou Ingresso.com.

Continuar a ler

Cultura

Nova Santa Rita assina contrato para aquisição de van cultural MovCEU

Redação

Publicado

em

Divulgação/PMNSR

A Prefeitura de Nova Santa Rita assinou nesta semana contrato com o Governo Federal para a aquisição do MovCEU, uma van cultural itinerante que será utilizada para a realização de atividades artísticas, ações formativas e acesso à produção audiovisual e literária em diferentes regiões do município. O investimento total é de R$ 610 mil, sendo R$ 485 mil em recursos federais e R$ 125 mil de contrapartida da prefeitura.

O MovCEU faz parte de uma política pública do Ministério da Cultura voltada à ampliação do acesso à cultura por meio de um equipamento móvel. A iniciativa é direcionada, principalmente, a municípios, áreas rurais, comunidades periféricas e locais com menor oferta de espaços culturais fixos.

A van conta com estrutura para funcionamento como centro cultural itinerante. Entre os equipamentos disponíveis estão biblioteca com acervo de livros, espaço para oficinas e ações formativas, estúdio para produção e edição audiovisual, óculos de realidade virtual, projetor, telão, palco montável, computadores, câmeras, equipamentos de som e suporte técnico.

Divulgação/PMNSR

De acordo com a proposta, o MovCEU deve circular por bairros e comunidades de Nova Santa Rita, com a realização de sessões de cinema ao ar livre, oficinas, apresentações culturais, atividades educativas e ações voltadas a artistas locais.

Durante a assinatura do contrato, o prefeito Rodrigo Battistella afirmou que o objetivo é ampliar o acesso da população a atividades culturais em diferentes pontos da cidade.

A representante do Ministério da Cultura, Patrícia Afonso, destacou que o programa busca levar equipamentos culturais a locais onde não há estruturas fixas disponíveis.

Já o secretário municipal de Cultura e Turismo, Vagner Silva, afirmou que o projeto será utilizado para ampliar as ações culturais no município e incentivar a participação da comunidade.

A previsão é que a van cultural chegue a Nova Santa Rita até o mês de abril. Após a entrega, o equipamento passará a integrar a programação cultural do município, com ações organizadas pela Secretaria de Cultura e Turismo.

Continuar a ler

Cultura

Casa de Artes Villa Mimosa abre calendário de exposições de 2026 com mostra de Alice Rossoni

Redação

Publicado

em

Foto: Bru Ourique

A Casa de Artes Villa Mimosa iniciou o calendário de exposições de 2026 com a mostra da artista Alice Rossoni. A exposição reúne obras produzidas pela artista de 17 anos e permanece aberta à visitação por 30 dias no espaço cultural.

A Villa Mimosa mantém programação ao longo de todo o ano e recebe exposições de artistas interessados em apresentar seus trabalhos ao público. O local é voltado à difusão cultural e ao incentivo às artes visuais.

Segundo Alice Rossoni, o projeto começou no fim de 2024, a partir da produção de pinturas com peixes e de pesquisas sobre o peixe beta, espécie comum em aquários.

“A ideia de fazer essa exposição surgiu no fim de 2024, quando comecei a pintar muitos peixes e a pesquisar mais sobre os peixes betas, que são peixes de aquário. A partir disso, passei a usar a arte como uma crítica social. Com o tempo, todo o contexto foi se modificando, porque eu olhava para a parede e me via ali: eles tinham minha alma, minha personalidade, meus medos e inseguranças”, afirmou a artista.

A gestora da Casa de Artes Villa Mimosa, Rosangela Cardoso, destacou o papel do espaço no cenário artístico.

“Aqui é um espaço tanto para artistas já renomados quanto para aqueles que estão começando agora. A casa é um nome extremamente importante para o currículo”, declarou.

Continuar a ler
publicidade
festivalSicrediGraduação Lasalle

Destaques