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13/05/2026
 

Geral

Ambientalistas buscam parar obras da Loja Havan em Canoas

Redação

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em

As obras de construção da megaloja da Havan em Canoas viraram alvo de críticas e denúncias de ambientalistas e técnicos, que afirmam que o empreendimento está projetado para ser construído em uma área de permanente preservação ambiental (terreno ao lado do ParkShopping Canoas, na Avenida Farroupilha, bairro Marechal Rondon), o que pode extinguir animais que ali vivem, provocar inundações e piorar ainda mais a qualidade da água de Canoas.

Entenda o caso

A equipe de reportagem do Timoneiro entrou em contato com o Daniel Santos (Biólogo do Projeto BiodiverCidade, Diretor de Meio Ambiente da FEGAMEC, membro do Comitesinos e Conselheiro de Meio Ambiente de Canoas), que faz parte do movimento que tenta impedir o andamento da obra. Ele disse que a questão é simples e que o grande problema em si não é a Havan, que deve ocupar 2,5 hectares de uma área que foi drenada (no total, área tem 103 hectares), de acordo com registros de 2016, cujo processo de destruição começou em 2015.

Recursos hídricos e fauna ignorados

“A área foi licenciada com um estudo que cheio de omissões, o que pode caracterizar crime ambiental, por não citar o Arroio Araçá, e trata de forma duvidosa a origem das águas que entram neste local. Um estudo sério deveria tratar sobre isso. Sabemos que nascentes dela vem do terreno do Bem-Estar Animal e de banhados aterrados a leste da Açucena, ou seja, são águas naturais que ajudam a manter o arroio Araçá vivo! Foram omitidos também os animais que existem nestas áreas úmidas”, detalhou Daniel.

Licenciamento é irregular

Em 2016, o prefeito Jairo assinou o Plano de Biodiversidade de Canoas, apresentando os cursos das águas, nascentes, inclusive, colocando como prioritária, mesmo sendo particular a área para preservação, então, de acordo com o Daniel, a denúncia também se baseia nisso.

Representação ao MP

O movimento, que conta com diversos grupos representativos da sociedade, entraram com uma ação no Ministério Público denunciando as irregularidades e os riscos que a obra pode trazer à cidade. Este órgão, em razão da relevância do tema, reeditou a recomendação sobre o princípio da precaução que os municípios e a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) devem adotar antes de licenciar empreendimentos na mancha de inundação do Rio dos Sinos.

 

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Policial

Homem é preso suspeito de estuprar a enteada de 7 anos em Canoas

Redação

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Foto: Redes Sociais delegado

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta terça-feira, 12, um homem de 40 anos suspeito de estupro de vulnerável contra enteada de 7 anos, em Canoas. A prisão foi realizada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) no município de Cachoeirinha.

Segundo a investigação, os abusos ocorreram no bairro Guajuviras. O inquérito foi instaurado em março deste ano, após a madrinha da criança procurar a polícia para denunciar o caso.

Conforme o relato apresentado à DPCA, a mãe da menina teria acordado durante a madrugada, em dezembro de 2025, e presenciado o companheiro praticando ato sexual contra a criança na cama onde os três dormiam.

A vítima foi ouvida posteriormente pelos investigadores e confirmou os abusos. De acordo com a Polícia Civil, os crimes seriam recorrentes.

Ainda segundo a investigação, mesmo após presenciar a situação, a mãe da criança não registrou ocorrência e permitiu que o suspeito continuasse frequentando a residência. Por isso, ela também é investigada por omissão de cuidados.

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Policial

Operação Contra-Ataque prende oito suspeitos de monitorar policiais e atuar no tráfico no RS

Redação

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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira, 12, a Operação Contra-Ataque, coordenada pela Delegacia de Polícia de Venâncio Aires, para combater o tráfico de drogas e a atuação de um grupo criminoso investigado por monitorar movimentações de policiais e viaturas na região.

Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e nove mandados de prisão temporária nas cidades de Venâncio Aires, Gravataí e São Leopoldo. Dois dos mandados foram executados dentro da Penitenciária Estadual de Venâncio Aires, com apoio da Polícia Penal. Até o momento, oito pessoas foram presas.

De acordo com o delegado Guilherme Dill, a investigação apura a atuação de um grupo envolvido com tráfico de drogas, associação para o tráfico e monitoramento sistemático de viaturas e agentes de segurança por meio de aplicativos de mensagens.

Segundo a Polícia Civil, os investigados mantinham uma rede de “campanas digitais”, compartilhando em tempo real informações sobre viaturas descaracterizadas, locais onde policiais faziam refeições, deslocamentos em bairros e proximidades de delegacias. O objetivo, conforme a investigação, era facilitar a atuação do tráfico e dificultar ações policiais.

Ainda conforme a apuração, o grupo avisava integrantes sobre a presença ou ausência de viaturas estacionadas e até mesmo quando veículos deixavam a delegacia da cidade.

A investigação teve início após a apreensão de um telefone celular durante o cumprimento de um mandado judicial em 2024. A análise técnica do aparelho permitiu identificar conversas, grupos de mensagens e elementos que indicariam a atuação contínua da organização criminosa.

“A participação em grupos destinados ao monitoramento de policiais, compartilhamento de informações sobre viaturas e auxílio à movimentação do tráfico de drogas demonstra colaboração direta com a atividade criminosa, podendo configurar o crime de associação para o tráfico de drogas, cuja pena pode chegar a 10 anos de reclusão, a depender das circunstâncias apuradas durante a investigação”, afirmou o delegado Guilherme Dill.

A operação contou com cerca de 40 policiais civis, com apoio de delegacias da região de Santa Cruz do Sul, além da Draco de São Leopoldo, 2ª DP de Gravataí e Draco de Lajeado.

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Policial

Homem é preso suspeito de incendiar casa e matar enteada de 15 anos em Garruchos

Redação

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Polícia Rodoviária Federal / Divulgação

A Polícia Civil investiga a morte de uma adolescente de 15 anos após um incêndio em uma residência na manhã de domingo, 10, em Garruchos, no Noroeste do Estado. O padrasto da vítima, um homem de 35 anos, foi preso preventivamente e é apontado como suspeito do crime.

Segundo a investigação, o caso é tratado inicialmente como homicídio. A principal linha apurada pela polícia é de que o crime teria sido motivado por ciúmes em relação à companheira do suspeito, mãe da adolescente.

A vítima foi identificada como Carla Giovana Siqueira Duarte. Conforme a polícia, a mãe da jovem não estava na cidade no momento do ocorrido.

O delegado Gerson Assis Sousa informou que o suspeito permaneceu em silêncio durante o interrogatório e que ainda existem dúvidas sobre a dinâmica do crime. A Polícia Civil aguarda os laudos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) para determinar se a adolescente morreu antes ou depois do incêndio e se o fogo foi utilizado para provocar a morte ou ocultar o crime.

“Inicialmente, há de se analisar as circunstâncias do fato. Se a vítima morreu antes ou após o incêndio. O animus do suspeito. Caso a morte tenha ocorrido posteriormente ao incêndio, se o suspeito tinha a intenção de matar a vítima ou não”, afirmou o delegado.

O homem está preso no presídio de São Borja. O suspeito e a mãe da adolescente devem prestar depoimento entre esta segunda-feira, 11 e terça-feira, 12.

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