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11/05/2026
 

Policial

Homem é preso suspeito de incendiar casa e matar enteada de 15 anos em Garruchos

Redação

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em

Polícia Rodoviária Federal / Divulgação

A Polícia Civil investiga a morte de uma adolescente de 15 anos após um incêndio em uma residência na manhã de domingo, 10, em Garruchos, no Noroeste do Estado. O padrasto da vítima, um homem de 35 anos, foi preso preventivamente e é apontado como suspeito do crime.

Segundo a investigação, o caso é tratado inicialmente como homicídio. A principal linha apurada pela polícia é de que o crime teria sido motivado por ciúmes em relação à companheira do suspeito, mãe da adolescente.

A vítima foi identificada como Carla Giovana Siqueira Duarte. Conforme a polícia, a mãe da jovem não estava na cidade no momento do ocorrido.

O delegado Gerson Assis Sousa informou que o suspeito permaneceu em silêncio durante o interrogatório e que ainda existem dúvidas sobre a dinâmica do crime. A Polícia Civil aguarda os laudos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) para determinar se a adolescente morreu antes ou depois do incêndio e se o fogo foi utilizado para provocar a morte ou ocultar o crime.

“Inicialmente, há de se analisar as circunstâncias do fato. Se a vítima morreu antes ou após o incêndio. O animus do suspeito. Caso a morte tenha ocorrido posteriormente ao incêndio, se o suspeito tinha a intenção de matar a vítima ou não”, afirmou o delegado.

O homem está preso no presídio de São Borja. O suspeito e a mãe da adolescente devem prestar depoimento entre esta segunda-feira, 11 e terça-feira, 12.

Policial

Operação Alcateia da Polícia Civil prende 13 suspeitos em Passo Fundo

Redação

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta segunda-feira, 11, a Operação Alcateia, coordenada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Passo Fundo. A ação teve como alvo uma organização criminosa investigada por furtos de caminhonetes Toyota Hilux, tráfico de drogas e crimes relacionados ao porte ilegal de armas.

Ao todo, 13 pessoas foram presas durante a operação. Também foram apreendidos maconha, cocaína, armas de fogo, equipamentos utilizados para o furto de caminhonetes Toyota Hilux, placas veiculares, dinheiro, celulares, um veículo e materiais ligados ao tráfico de drogas.

Foram cumpridos 10 mandados de prisão preventiva, sendo oito em Passo Fundo, um em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, e outro na Penitenciária Modulada Estadual de Montenegro. Além disso, os policiais executaram 14 mandados de busca e apreensão, incluindo endereços em Passo Fundo e Balneário Camboriú.

Segundo o delegado Venicios Demartini, apontado como líder da organização, um dos investigados já estava preso na Penitenciária Modulada Estadual de Montenegro e teve uma nova prisão preventiva decretada.

A investigação, conforme a Polícia Civil, identificou uma estrutura organizada e com divisão de tarefas entre os integrantes do grupo, que atuaria em furtos de caminhonetes, receptação, adulteração e ocultação de veículos, além da logística de transporte dos automóveis.

“As apurações permitiram identificar a dinâmica de funcionamento do grupo criminoso, voltado à prática de furtos de caminhonetes Toyota/Hilux, além do tráfico de drogas e delitos previstos no Estatuto do Desarmamento”, informou a Polícia Civil.

“O inquérito policial revelou que a organização criminosa não atuava de forma isolada ou eventual. Ao contrário, tratava-se de associação altamente estruturada e profissionalizada, com divisão clara de funções entre seus integrantes e atuação coordenada em diversos municípios da região. Embora a principal liderança do grupo encontre-se atualmente recolhida ao sistema prisional, as investigações demonstraram que a organização seguia operando de forma ativa, mantendo comunicação e coordenação das atividades ilícitas a partir de sua base estabelecida na cidade de Passo Fundo”, explicou o delegado Venicios Demartini.

As diligências também apontaram a existência de núcleos ligados ao tráfico de drogas e à circulação de armas e munições utilizadas pelo grupo.

“Nesse contexto, a ação policial mostra-se fundamental para desarticular a estrutura criminosa, interromper a continuidade das práticas delitivas e restabelecer a segurança e a ordem pública na região”, complementou o delegado Venicios Demartini.

A operação contou com apoio das delegacias da 6ª DPRI de Passo Fundo, das Delegacias Regionais de Carazinho e Soledade, do Departamento de Aviação da Polícia Civil e da Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da DIC de Balneário Camboriú.

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Policial

Operação Romaneio prende 11 suspeitos por fraude milionária contra cerealista no RS

Redação

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A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 7, a Operação Romaneio, que investiga um esquema de fraude milionária envolvendo a empresa Três Tentos Agroindustrial S/A. A ofensiva foi coordenada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Cruz Alta e resultou na prisão de 11 pessoas.

A operação ocorreu nas cidades de Santo Augusto, Boa Vista do Cadeado, Panambi e Cruz Alta. Além das prisões, foram cumpridos mandados de busca e apreensão e medidas judiciais para bloqueio de bens e valores dos investigados.

Segundo a investigação, o grupo utilizava registros reais de pesagem de cargas para criar romaneios falsos, documento utilizado para comprovar a entrega de grãos nas unidades da empresa. Conforme a Polícia Civil, os suspeitos alteravam informações como placas de caminhões e dados de produtores rurais para simular operações inexistentes.

De acordo com o delegado Ricardo Drum Rodrigues, os investigados reaproveitavam dados legítimos de cargas entregues para gerar novos registros fraudulentos.

“O romaneio é aquela fase antes do faturamento da carga. Eles utilizavam uma carga verdadeira e, posteriormente, alteravam os dados do veículo e do produtor para criar um novo documento fraudulento que seria faturado”, explicou o delegado.

Ainda conforme a Draco, o prejuízo causado à cerealista ultrapassa R$ 6 milhões. A fraude foi descoberta após uma auditoria interna realizada pela própria empresa, que identificou inconsistências no sistema de pesagem e acionou a Polícia Civil.

A investigação teve início há cerca de um mês e avançou rapidamente devido à suspeita de continuidade das fraudes. Segundo a polícia, parte dos investigados ainda mantinha vínculo com a empresa até poucos dias antes da operação.

Em nota oficial, a Três Tentos Agroindustrial S/A informou que possui política de tolerância zero contra práticas ilícitas e afirmou ter colaborado integralmente com as autoridades durante as investigações.

A manifestação, assinada pelos advogados Leandro Falavigna e Juliana Baratella, destacou que a área de auditoria interna identificou indícios de irregularidades no processo de pesagem de grãos e comunicou imediatamente a Polícia Civil.

A operação segue em andamento e a Polícia Civil ainda apura a possível participação de outros envolvidos no esquema criminoso.

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Policial

Operação Troia prende suspeitos de furtos em apartamentos de luxo de Porto Alegre

Redação

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil deflagrou, na manhã de quarta-feira, 6, a Operação Troia, que investiga uma organização criminosa especializada em furtos qualificados em apartamentos de alto padrão em Porto Alegre.

A ação foi coordenada pela 3ª Delegacia de Polícia da Capital, com apoio da 4ª DISCCPAT do DEIC de São Paulo. Durante a operação, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão na cidade de São Paulo. Dois suspeitos foram presos.

Segundo a investigação, o grupo é responsável por um furto ocorrido em 7 de março deste ano, em um apartamento no bairro Rio Branco, em Porto Alegre. Na ocasião, criminosos levaram dinheiro em moeda nacional e estrangeira, joias e bolsas de grife, causando grande prejuízo à vítima.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam diversos bens de alto valor, entre eles joias, relógios de luxo, bolsas de grife, dinheiro em espécie e uma arma de fogo pertencente à vítima, que havia sido levada no crime. Também foi localizado um veículo Mitsubishi ASX clonado, apontado como utilizado pelo grupo e com indícios de participação em outros crimes patrimoniais.

As apurações apontam que os suspeitos utilizavam um esquema sofisticado para invadir os condomínios. Conforme a Polícia Civil, uma das investigadas teria entrado em contato com a vítima para confirmar que o imóvel estava vazio. Depois disso, ela acessou o prédio utilizando um cadastro facial fraudulento vinculado ao nome de outro morador, após manipulação do sistema de controle de acesso do condomínio.

De acordo com a polícia, o caso chama atenção pelo uso indevido de sistemas digitais de segurança e pelo nível de planejamento da organização criminosa.

As investigações seguem para identificar outros envolvidos, recuperar os bens furtados e apurar possíveis ligações do grupo com organizações criminosas de outros estados.

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