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05/05/2026
 

Geral

Recorde de investimentos impulsiona o ecossistema de inovação no RS em momento de retomada econômica após as enchentes

Redação

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BRDE marcará presença na Mercopar 2025 com foco em fortalecer a sustentabilidade no setor industrial

O Rio Grande do Sul vive um momento decisivo para o fortalecimento do seu ecossistema de inovação com aportes significativos realizados por meio do Fundo de Investimento em Participações (FIP) Anjo, contemplando expressivas contribuições do BNDES e das principais instituições de desenvolvimento e fomento do estado: Badesul, Banrisul e BRDE.

Agora com 12 startups selecionadas, o FIP Anjo acaba de alcançar R$ 10.980.000 em investimentos para promover o desenvolvimento tecnológico e econômico, especialmente em um cenário de recuperação pós-enchentes que afetaram duramente a região em 2024.

O fundo já tem encaminhado Follow-ons que somam mais de R$ 4,2 milhões e o a meta é chegar aos R$ 20 milhões. Este volume robusto de investimentos reflete um compromisso estratégico para impulsionar startups locais, acelerar a geração de emprego e atrair projetos inovadores, revertendo a tradicional saída de talentos da região. Com acompanhamento qualificado e investimento de longo prazo, busca-se garantir sustentabilidade e escalabilidade às startups investidas.

Os parceiros

O Badesul destaca-se como um dos cotistas mais atuantes, tendo subscrito R$ 5 milhões desde 2019, convertidos em mais de R$ 10 milhões investidos em 12 startups locais. Além dos aportes financeiros, a Agência de Fomento apoia programas como InvestMatch e FineHub, que fomentam capacitação e aceleração das empresas inovadoras.

Já o BRDE, referência regional e nacional em financiamentos para a inovação, investiu R$ 47 milhões em recursos próprios e viabilizou R$ 123,5 milhões em projetos inovadores no Sul do país. Líder em repasses da Finep e com ampla atuação no setor, o banco mantém o programa BRDE Labs, que já acelerou centenas de startups nas cinco edições do programa, contribuindo diretamente para o fortalecimento do polo de inovação.

O Banrisul reafirma seu compromisso com o desenvolvimento do setor inovador ao destinar aproximadamente R$ 20 milhões para investimento em startups, além de atuar como um dos principais repassadores de recursos da Finep para projetos de inovação.

Por meio do programa Banritech, seu programa de aceleração de startups, aposta no fomento à inovação, ciência e tecnologia. O Banrisul, ainda, é mantenedor do Instituto Caldeira e também patrocinador do NAVI – núcleo de inteligência artificial da TecnoPUC – e do Pacto Alegre.

A gestora DOMO.VC já havia investido em seis empresas no RS antes das tragédias ambientais de 2024. Após as enchentes que devastaram o estado, a empresa entendeu que era necessário apoiar o empreendedor local de forma mais robusta.

“A ideia do Fundo Anjo veio para fomentar o ecossistema de empreendedorismo no Brasil todo, e não tínhamos como deixar Porto Alegre no mesmo patamar de outros estados após as tragédias do ano passado”, explica Franco Pontillo, General Partner da DOMO.VC.

O portfólio de startups beneficiadas inclui seis novas empresas que atuam em setores estratégicos para a economia estadual e nacional: LimbX (healthtech), GovTools (fintech para gestão pública), Grana.ai (tecnologia financeira), Captur (energia renovável), Leggal (benefícios corporativos com inteligência jurídica) e AB Card (benefícios para colaboradores).

A união de recursos e expertise dessas instituições financeiras de fomento, associada à inovação dos empreendedores locais, sinaliza um novo ciclo vigoroso para o RS, gerando impactos econômicos e sociais relevantes e atraindo talentos e investimentos para a região. As primeiras seis empresas foram divulgadas ainda durante o South Summit Brazil, ocorrido em abril deste ano, em Porto Alegre.

Sobre o FIP Anjo

O FIP Anjo é um fundo de investimento que surgiu de uma iniciativa do BNDES, com o objetivo de apoiar empreendedores e startups, especialmente em fases iniciais. O BNDES selecionou a DOMO.VC para gerir o FIP Anjo, que possui um capital comprometido de R$ 142 milhões em 70 empresas.

O fundo busca investir em negócios com potencial de crescimento que estejam contribuindo para a inovação e o desenvolvimento econômico. O edital do BNDES foi o ponto de partida para a criação do FIP Anjo, definindo os critérios para a seleção do gestor e as diretrizes para a atuação do fundo.

Policial

MPRS denuncia policial militar por homicídio, duplo feminicídio e desaparecimento de família Aguiar

Redação

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MPRS denuncia policial militar por homicídio, duplo feminicídio e desaparecimento de família Aguiar

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) denunciou nesta segunda-feira, 4, o policial militar Cristiano Domingues Francisco, de 39 anos, por uma série de crimes graves ligados ao desaparecimento da família Aguiar, no fim de janeiro. Entre as acusações estão duplo feminicídio, homicídio qualificado, ocultação de cadáver, falsidade ideológica, fraude processual, furto, associação criminosa e abandono de incapaz.

Cristiano é ex-companheiro de Silvana de Aguiar e ex-genro de Isail Aguiar, de 69 anos, e Dalmira German Aguiar, de 70. Os três seguem desaparecidos.

Segundo o Ministério Público, o crime contra Silvana teria ocorrido de forma premeditada, com emboscada dentro da própria residência. O órgão aponta ainda que a motivação estaria ligada a conflitos envolvendo a guarda do filho do casal e desentendimentos familiares.

O MP também pediu a perda do cargo público do policial e a declaração de incapacidade para exercer o poder familiar. Além disso, solicitou novas diligências sobre a guarda da criança, a atuação funcional do investigado e a quebra de dados bancários e telemáticos dos envolvidos.

Outros denunciados

A atual companheira de Cristiano, Milena Tainá Ruppenthal Domingues, de 28 anos, também foi denunciada. Ela responde por participação nos dois feminicídios e no homicídio qualificado, além de ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, furto e falso testemunho. Segundo o MP, ela teria ajudado a montar álibis e manipular provas antes e depois dos crimes.

O irmão do policial, Wagner Domingues Francisco, de 31 anos, foi denunciado por ocultação de cadáver, fraude processual e associação criminosa, por suposta participação na tentativa de esconder os corpos e dificultar a investigação.

O promotor Caio Isola de Aro afirmou que a atuação da companheira de Cristiano teria incluído conhecimento técnico para atrapalhar a coleta de provas. Ele destacou ainda a crueldade dos crimes.

Já a subprocuradora-geral Alessandra Bastian da Cunha afirmou que o Ministério Público seguirá atuando, junto com a Polícia Civil, para localizar os corpos das vítimas e dar uma resposta às famílias.

Investigação e indiciamentos

Cristiano está preso desde fevereiro e já havia sido indiciado pela Polícia Civil em abril por duplo homicídio, feminicídio, ocultação de cadáver e outros crimes. A investigação aponta que as três vítimas foram mortas, mas os corpos ainda não foram encontrados. O policial e Silvana têm um filho de nove anos.

De acordo com a Polícia Civil, os crimes foram cometidos de forma planejada e com tentativa de ocultação de provas. O delegado Anderson Spier afirmou que o suspeito teria matado o casal para encobrir o assassinato de Silvana.

A apuração indica que as mortes ocorreram em locais diferentes e em momentos distintos. Um veículo usado na ação também não foi localizado.

Outros investigados

Em relação a outros suspeitos, o Ministério Público decidiu adotar medidas diferentes conforme o grau de envolvimento. As mães do policial e da companheira tiveram parte das acusações arquivadas, mas podem responder por fraude processual em apuração separada.

Já um amigo do casal teve o caso arquivado em parte, com possibilidade de investigação específica por falso testemunho.

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Policial

Adolescente morto em assalto na estação Fátima é sepultado em Canoas

Redação

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Um adolescente de 17 anos, com a identidade não divulgada, estudante do 3º ano do curso técnico em Informática do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), campus de Venâncio Aires, morreu na tarde do último sábado, 2, após ser atacado com um objeto cortante na estação Fátima da Trensurb, em Canoas. O jovem foi sepultado no domingo, 3.

De acordo com a Brigada Militar, outro adolescente, cuja idade não foi informada, é apontado como autor do golpe, que causou ferimentos graves na vítima. O jovem chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

Após o crime, policiais realizaram buscas na região e localizaram o suspeito ainda no mesmo bairro, além do objeto utilizado no ataque.

A Polícia Civil investiga o caso e trabalha com a hipótese de latrocínio, além de apurar as circunstâncias do ocorrido.

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Policial

Operação Notre Dame combate grupo criminoso especializado em roubos a residências

Redação

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Foto: Policia Civil

Na quarta-feira, 29, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas, deflagrou a Operação Notre Dame, uma ofensiva contra uma organização criminosa interestadual especializada em roubos a residências com restrição da liberdade das vítimas.

A ação contou com apoio da Inteligência da Brigada Militar e da colaboração das Polícias Civis de São Paulo e do Ceará. Ao todo, foram cumpridas quatro ordens de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará.

As diligências ocorreram nos municípios de Lajeado, Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Taboão da Serra e Embu das Artes. Quatro suspeitos foram presos, sendo dois no Rio Grande do Sul e dois em São Paulo. Durante as buscas, foram apreendidos materiais que devem contribuir para o andamento das investigações.

O inquérito policial teve origem em um roubo violento registrado em fevereiro deste ano, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na ocasião, criminosos invadiram um imóvel, renderam funcionários e os mantiveram amarrados enquanto levavam joias, relógios e outros itens de alto valor.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apontou a existência de um esquema organizado, no qual criminosos vindos de São Paulo atuavam na execução dos assaltos com apoio logístico de comparsas no Rio Grande do Sul.

O delegado Marco Guns ressaltou que a rapidez nas diligências preliminares foi o divisor de águas para o esclarecimento do caso.

“O monitoramento técnico e o uso de inteligência nos permitiram mapear cada passo da associação criminosa”, afirmou.

O diretor regional, delegado Cristiano Reschke, enfatizou o impacto psicológico desse tipo de delito.

“A repressão ao roubo a residência deve ser enérgica e exemplar. Este crime viola o asilo inviolável do cidadão: seu lar. Quando vítimas são rendidas em seu momento de repouso e proteção, o dano psíquico é imensurável. Nossa resposta hoje reafirma que a integração entre as instituições de segurança é a barreira intransponível contra o crime organizado”, declarou.

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