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21/05/2026
 

Policial

PF arquiva inquérito sobre vídeo que mostra o prefeito de Canoas, Airton Souza, retirando dinheiro das calças

Redação

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PF arquiva inquérito sobre vídeo que mostra o prefeito de Canoas, Airton Souza, retirando dinheiro das calças

A Polícia Federal (PF) decidiu arquivar o inquérito que investigava as circunstâncias de um vídeo em que o prefeito de Canoas, Airton Souza (PL), aparece retirando um maço de dinheiro de dentro das calças. No registro, feito durante a campanha eleitoral de 2024, ele entrega o valor em espécie a uma pessoa dentro de um carro.

O arquivamento se tornou público na segunda-feira, 14. De acordo com a PF, não foram identificados indícios de crime eleitoral.

Segundo o advogado de Airton, Ricardo Breier, os R$ 10 mil mostrados no vídeo seriam referentes ao pagamento de um empréstimo pessoal feito no início do ano. Conforme a defesa, a dívida vinha sendo quitada em parcelas mensais desde março, ou seja, antes do início oficial da campanha. Em outubro, o prefeito teria optado por quitar o valor restante de uma só vez.

“Isso não tem relação com financiamento de campanha nem com questões políticas. Trata-se de um assunto estritamente pessoal, o que foi comprovado com os comprovantes de depósito que anexamos ao processo”, explicou Breier.

O inquérito foi aberto a pedido do Ministério Público (MP), que ainda pode concordar com a decisão da PF ou solicitar novas investigações.

O vídeo foi gravado em 18 de outubro de 2024, entre o primeiro e o segundo turnos das eleições municipais, próximo ao comitê de campanha de Airton. A gravação foi feita pela própria pessoa que recebeu o dinheiro, sem que o político percebesse. No vídeo, o prefeito aparece usando uma camiseta com o número 22, referência ao seu partido, o PL. A campanha havia começado oficialmente em agosto.

Airton Souza prestou depoimento à Polícia Federal em novembro, em Porto Alegre. Durante aproximadamente 30 minutos, ele apresentou sua versão dos fatos e reafirmou que o valor entregue se referia a uma dívida pessoal.

Policial

Polícia Civil deflagra Operação Judas para investigar esquema criminoso em empresa de Cachoeirinha

Créditos imagens: Miguel Noronha.

Redação

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Crédito imagem: Miguel Noronha

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 20, a Operação Judas para investigar um esquema criminoso que teria causado prejuízo de cerca de R$ 16,5 milhões a uma empresa de Cachoeirinha. A ação foi coordenada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Viamão, vinculada à 1ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, sob comando do delegado Alexandre Fleck.

Mais de 65 policiais civis participaram da ofensiva, que cumpriu 43 medidas cautelares em Porto Alegre, Gravataí, Canoas e também na Serra, no Estado do Espírito Santo. Entre as medidas estão 14 mandados de busca e apreensão, bloqueios de contas bancárias, quebra de sigilos bancário e fiscal e indisponibilidade de bens de nove empresas investigadas.

Durante a operação, os agentes recuperaram 18 máquinas que seriam alvo das fraudes. Outras 20 já haviam sido localizadas anteriormente com um dos investigados, que, segundo a polícia, alugava os equipamentos para terceiros. Também foram apreendidos celulares, notebook e outros materiais considerados importantes para o andamento das investigações.

De acordo com a Polícia Civil, o esquema era conduzido por um funcionário da empresa, já identificado, que utilizava o acesso aos sistemas internos para inserir informações falsas e produzir documentos ideologicamente falsos. A suspeita é de que ele tenha desviado 134 máquinas empilhadeiras, paleteiras e equipamentos semelhantes ao longo de aproximadamente três anos.

As investigações também identificaram possíveis coautores e apontaram o destino de parte dos maquinários desviados. A polícia afirma que a operação busca ampliar a recuperação dos bens e aprofundar as provas sobre a participação dos envolvidos no esquema criminoso.

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Policial

Mulher de 24 anos é presa suspeita de abusar das filhas e negociar crianças em Pedras Altas

Redação

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Divulgação / Polícia Civil

Uma mulher de 24 anos foi presa preventivamente na terça-feira, 19, em Pedras Altas, na região Sul do Estado, suspeita de abusar sexualmente das próprias filhas, de oito anos e um ano e um mês. A prisão ocorreu no Assentamento Regina, na zona rural do município.

De acordo com a investigação conduzida pelo delegado Guilherme Fagundes, a suspeita utilizava o aplicativo Telegram para negociar as crianças com um homem que usava uma linha telefônica registrada na Argentina.

A apuração começou após a Polícia Civil receber uma denúncia acompanhada de capturas de tela das conversas. Segundo a polícia, o material analisado indicou que a mulher enviava vídeos com abusos contra as crianças e também negociava a entrega das filhas ao suspeito em troca de pagamentos em dinheiro.

Durante o cumprimento do mandado, os agentes apreenderam o celular da investigada. As mensagens haviam sido apagadas, mas o aparelho foi encaminhado para perícia técnica na tentativa de recuperar o conteúdo das conversas.

As duas crianças foram retiradas do convívio familiar e acolhidas pelo Conselho Tutelar.

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Policial

Operação Recall mira grupo suspeito de aplicar golpes com boletos falsos de financiamentos de veículos

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã desta terça-feira, 19, a Operação Recall, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em golpes eletrônicos envolvendo sites falsos, atendimentos financeiros fraudulentos e emissão de boletos bancários falsificados para quitação de financiamentos de veículos.

A ofensiva é coordenada pela 3ª Delegacia de Polícia de Canoas, vinculada à 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana (2ª DPRM), com apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (CIBERLAB), da Coordenação-Geral de Crimes Cibernéticos da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e da Polícia Civil de São Paulo.

Ao todo, estão sendo cumpridas 26 ordens judiciais, entre elas nove mandados de prisão, 17 mandados de busca e apreensão e medidas de bloqueio de contas bancárias ligadas aos investigados. As ações ocorrem simultaneamente nas cidades de São Paulo, Guarulhos, Piracicaba e Carapicuíba, no estado paulista.

Segundo a Polícia Civil, cinco pessoas foram presas até o momento. Durante a operação, também foram apreendidos aparelhos celulares.

As investigações começaram após o registro de ocorrência feito por uma vítima em 24 de novembro de 2025. Conforme o relato, ela caiu em um golpe ao pagar um boleto fraudulento no valor de R$ 22.251,55 para quitar o financiamento de um veículo.

A apuração aponta que a vítima pesquisou no Google informações sobre a quitação do financiamento e acabou acessando um site falso que simulava a página oficial de uma montadora. A partir disso, os criminosos direcionavam as vítimas para atendimentos via WhatsApp.

De acordo com a investigação, os suspeitos utilizavam páginas fraudulentas com identidade visual semelhante à de empresas oficiais. Com os dados fornecidos pelas vítimas, conseguiam acessar informações reais dos financiamentos, aumentando a credibilidade do golpe antes do envio dos boletos falsos.

A Polícia Civil também identificou indícios de uma estrutura criminosa organizada, com divisão de tarefas e possível lavagem de dinheiro por meio do uso de contas bancárias de terceiros.

Até o momento, ao menos 11 vítimas foram identificadas em diferentes estados do país, sendo duas no Rio Grande do Sul.

De acordo com a delegada Luciane Bertoletti,

“a Operação Recall tem como objetivo desarticular definitivamente a organização criminosa investigada, interrompendo a prática dos golpes eletrônicos e responsabilizando criminalmente todos os envolvidos”, afirmou  a Delegada.

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