Geral
Vanderlei Marcos assume Defesa Civil de Canoas e detalha planos para atuação do órgão

O novo secretário municipal de Defesa Civil e Resiliência Climática de Canoas, Vanderlei Marcos, assumiu a pasta na segunda-feira, 10, e começou os trabalhos com uma reunião com a equipe. Na pauta, a atuação da Defesa Civil no município, os planos de Marcos para o órgão e o panorama da preparação da cidade para o enfrentamento de emergências.
De acordo com a atual gestão, entre os planos mais imediatos de Marcos para a Defesa Civil está a formatação de uma resolução, a ser enviada para a Câmara de Vereadores, que dê segurança jurídica e permita ao Município enviar e receber ajuda das cidades vizinhas em caso de emergências e calamidades.
O secretário também quer a criação de uma Comissão Permanente de Atuação em Emergências, envolvendo todos os órgãos do Município. A ideia é que cada secretaria municipal aponte dois servidores, um comissionado e outro do quadro permanente, para fazerem parte da comissão.
“É para que todo o governo de Canoas esteja integrado conosco em caso de calamidades ou emergências”, explica Marcos. “Todas as secretarias vão saber qual é o seu papel em caso de uma situação de emergência.”
O plano de contingência do município para o enfrentamento de emergências também passará por revisão já a partir dessa semana, relata o secretário, que também pretende buscar junto aos governos estadual e federal mais recursos para a Defesa Civil de Canoas, em especial para a prevenção e mitigação de desastres.
Sobre Vanderlei
Até a semana passada, Marcos era diretor da Defesa Civil do município de Cachoeirinha. Também foi diretor-geral do hospital de campanha do município no período da pandemia de Covid-19, diretor de Captação de Recursos e subchefe administrativo da Casa Civil do governo do Estado. O secretário tem formação voltada à Defesa Civil e ao gerenciamento de crises, situações emergenciais e de calamidade e três anos de experiência gerindo a Defesa Civil de Cachoeirinha.
Geral
Lula sanciona lei que amplia licença-paternidade para 20 dias e cria salário-paternidade

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, na terça-feira, 31, uma lei que amplia a licença-paternidade de cinco para 20 dias e cria o salário-paternidade, garantindo renda durante o período de afastamento. A medida também estende a proteção social a trabalhadores fora do regime formal, incluindo microempreendedores individuais (MEIs), trabalhadores domésticos, avulsos e segurados especiais.
A nova legislação busca fortalecer a presença dos pais nos primeiros dias de vida dos filhos e promover a corresponsabilidade no cuidado familiar.
Implementação gradual da licença
O aumento da licença-paternidade será feito gradualmente:
10 dias a partir de 2027
15 dias a partir de 2028
20 dias a partir de 2029
O afastamento é garantido em casos de nascimento, adoção ou guarda para fins de adoção, sem prejuízo do emprego ou do salário. A lei assegura estabilidade no emprego desde a comunicação ao empregador até um mês após o término da licença, permite o parcelamento do período, prorroga em caso de internação da mãe ou do bebê e amplia o afastamento quando o pai assume integralmente os cuidados.
Pais adotantes e responsáveis legais também têm direito à licença, incluindo casos de adoção unilateral ou conjunta, ausência materna no registro ou falecimento de um dos genitores. Para crianças com deficiência, o período da licença é ampliado em um terço.
Salário-paternidade
O benefício será pago pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS), podendo ser repassado pelo INSS ou pela empresa. O valor varia conforme o perfil do trabalhador: integral para empregados, proporcional à contribuição para autônomos e MEIs, e equivalente ao salário mínimo para segurados especiais.
Impactos esperados
Estudos indicam que a ampliação da licença-paternidade fortalece vínculos familiares, aumenta a participação dos pais nos cuidados com os filhos, reduz violência doméstica e traz benefícios para as empresas, como maior retenção de talentos.
A lei representa um avanço no acesso a políticas de cuidado, proteção à infância e equilíbrio na divisão das responsabilidades familiares.
Geral
Feira do Peixe de Canoas ocorre de forma descentralizada a partir do dia 31; confira os locais e horários

A tradicional Feira do Peixe de Canoas será realizada entre os dias 31 de março e 3 de abril, com estrutura descentralizada em diferentes pontos da cidade. Ao todo, 20 bancas estarão distribuídas em cinco bairros, facilitando o acesso da população que busca garantir o pescado para a Sexta-Feira Santa.
Durante o evento, serão comercializados peixes inteiros, filés, além de camarão e siri. Nos bairros Mathias Velho e Guajuviras, os consumidores também poderão encontrar peixes vivos, mantidos em água de poço.
Nos dias 31 de março, 1º e 2 de abril, o funcionamento das bancas será das 8h às 20h. Já na Sexta-Feira Santa, dia 3, o atendimento ocorrerá das 8h ao meio-dia.
De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação (SMDEI), os custos da realização da feira são de responsabilidade dos próprios feirantes.
Confira a quantidade de banca e os locais por bairros:
No Centro serão cinco bancas montadas na Rua Cônego José Leão Hartmann (em frente a igreja matriz São Luiz Gonzaga);
No bairro Mathias Velho serão quatro bancas, na Praça Igreja Pio X (rua em frente à Igreja)
No bairro Guajuviras serão sete bancas na Rua 1, junto a rótula de acesso ao bairro, pela Avenida Boqueirão
No bairro Niterói serão três bancas na Rua José Maurício, esquina com Júlio de Castilhos (em frente a Praça Dona Mocinha)
No bairro Rio Branco será uma banca na Praça Cônego Lotário Steffens (em frente à Igreja Imaculada Conceição).
Meio Ambiente
Construção de nova ponte sobre Arroio Araçá gera preocupação ambiental em Canoas

A construção de uma nova ponte sobre o Arroio Araçá, em Canoas, tem gerado apreensão entre ambientalistas e especialistas. A obra faz parte da expansão da Rua Monte Castelo e impacta um dos últimos trechos de túnel verde da região.
O Arroio Araçá é responsável por escoar grande parte das águas pluviais do lado leste da cidade até o Rio Jacuí, cortando Canoas ao meio. Especialistas alertam que a supressão da mata ciliar e a impermeabilização do solo provocadas por novos loteamentos podem aumentar a erosão das margens e o risco de enchentes, além de afetar a biodiversidade local. A intervenção também ameaça características naturais do curso d’água, incluindo uma pequena cascata histórica.
Em resposta às críticas, a Prefeitura de Canoas informou que realizará compensações ambientais, como o plantio de espécies nativas e o resgate de animais silvestres. O debate destaca o desafio de conciliar o crescimento urbano com a preservação dos recursos hídricos e a manutenção do equilíbrio ecológico da bacia.

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