Educação
Inscrições para abertura de novas vagas na etapa creche em Canoas voltam a ficar permanentemente abertas

Com o objetivo de possibilitar que pais e responsáveis, a qualquer momento, possam inscrever seus filhos para a demanda na Educação Infantil, a Prefeitura de Canoas, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME), reabre, permanentemente, as inscrições online para etapa creche.
Deste sábado, 1, novos cadastros de crianças de 0 a 3 anos e 11 meses (completados até o próximo 31 de março), podem ser realizados através do link: https://sites.google.com/canoas.rs.gov.br/central-de-vagas/
A ordem dos chamamentos às matrículas será estipulada pela SME através de sorteios públicos online realizados de acordo com a necessidade e disponibilidade de vagas nas Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs) do Município e junto as escolas credenciadas.
Aqueles que já haviam feito inscrição para o ano de 2025 e estão suplentes não precisam repetir o procedimento. A abertura das novas vagas sempre será divulgada nos canais oficiais da Prefeitura de Canoas.
A secretária da SME, Beth Colombo, explica os benefícios que a medida traz à comunidade.
Beth reforça ainda os passos para o preenchimento das vagas.
“Estipulamos que os sorteios serão realizados periodicamente, conforme as vagas que nós vamos adquirindo durante o período. Portanto, as inscrições para todas as etapas da educação infantil permanecerão abertas durante todo o ano. E os sorteios para a ocupação dessas vagas serão informados com antecedência a todas as famílias”, ressalta.
Para outras informações e esclarecimentos de dúvidas, os interessados podem comparecer à Unidade de Matrículas da SME (Rua Monte Castelo, 340, Nossa Senhora das Graças), das 8h às 18h, ou entrar em contato pelos telefones: (51)34257701 ou WhatsApp: (51)982550508, que não recebe ligações.
Educação
Patrícia Alba (MDB) se coloca à disposição para intermediar diálogo entre Prefeitura de Canoas e professores

A presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, Patrícia Alba, afirmou nesta semana que está à disposição para auxiliar na retomada do diálogo entre a Prefeitura de Canoas e os professores da rede municipal, que estão em greve há três semanas.
Segundo a parlamentar, a administração municipal precisa ouvir as reivindicações da categoria.
“Nada mais básico do que ouvir a categoria. A recusa não pode ser aceita”, declarou. Ela também defendeu o cumprimento do piso nacional do magistério e melhorias no atendimento aos alunos de inclusão.
“Educação tem que ser prioridade na prática. A lei é muito bonita, mas é preciso dar condições para que o ensino e a aprendizagem tenham resultados”, afirmou a deputada.
Entre as reivindicações dos professores estão a reposição salarial, aumento real de 10%, revisão do plano de carreira e o cumprimento da Lei 15.326/2026. A legislação inclui professores da Educação Infantil na carreira do magistério, garantindo pagamento do piso nacional e aposentadoria especial.
A diretora do Sindicato dos Professores de Canoas, Katielle Felise, afirmou que o governo municipal não estaria mantendo diálogo com a categoria. Segundo ela, a proposta inicial apresentada pela Prefeitura previa reposição salarial de 4,22% parcelada em 12 vezes. Ainda de acordo com a sindicalista, a Câmara de Vereadores aprovou posteriormente o parcelamento do índice em seis parcelas durante sessão extraordinária.
Educação
Prefeitura de Canoas projeta aulas da rede municipal até janeiro de 2027 por conta da greve

Na teça-feira, 5, a Prefeitura de Canoas publicou uma nota em que se diz preocupada com o cenário que se desenha com a manutenção da greve dos professores da rede municipal, que iniciou com paralisação no dia 14 de abril.
No texto, o Executivo cita que, com a continuidade do movimento até 5 de maio, a conta da reposição já chega a 13 dias letivos, o que exigirá medidas de recuperação das aulas para o cumprimento dos 200 dias obrigatórios por lei.
Ainda que, para garantir o ano letivo de 2026, a proposta de reposição deve impactar diretamente os períodos de descanso e a projeção prevê a redução do recesso de julho para apenas dois dias e o avanço das aulas até o dia 12 de janeiro de 2027.
Por fim, a nota diz que “apesar dos avanços propostos pela Prefeitura, que afirma ter atingido seu limite financeiro para atender às reivindicações, o impasse segue penalizando direta e indiretamente 30 mil alunos que, além do prejuízo pedagógico, verão suas férias drasticamente encurtadas”.
Educação
Professores rejeitam proposta de reajuste salarial e aprovam paralisação em São Leopoldo

A assembleia geral do Centro dos Professores Municipais de São Leopoldo (Ceprol), realizada na noite de segunda-feira, 4, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Gusmão Britto, rejeitou pela segunda vez a proposta de reajuste salarial apresentada pela Prefeitura. No encontro, a categoria também aprovou uma contraproposta e definiu um calendário de mobilizações, incluindo paralisação das atividades escolares.
A proposta do governo municipal, liderado pelo prefeito Heliomar Franco (PL), previa reposição inflacionária de 3,77%, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), dividida em parcelas. O mesmo índice já havia sido recusado anteriormente pela comissão de negociação e voltou a ser apresentado sem alterações, o que motivou nova rejeição por parte dos professores.
Segundo o Ceprol, a avaliação da categoria é de que o reajuste não contempla as perdas acumuladas nem atende às reivindicações de valorização profissional. A entidade também aponta falta de avanço nas negociações com o Executivo.
No mesmo dia da assembleia, ocorreu uma reunião entre representantes do sindicato e do governo municipal. Na ocasião, a proposta foi reapresentada com a divisão do reajuste em duas etapas: 1,89% a partir de abril e 1,88% em outubro, com pagamento de retroativo previsto para dezembro. O programa de alimentação também teria reajuste de 3,77%, com acréscimo de R$ 29,85. Não houve proposta apresentada para o plano de saúde dos servidores.
Diante disso, os professores aprovaram uma contraproposta que prevê reajuste de 7,1%, índice ligado ao Fundeb, tanto nos salários quanto no auxílio alimentação. A categoria também defende a criação de um plano de saúde com participação da Prefeitura.
Além das pautas salariais, a assembleia definiu ações de mobilização. Entre elas, o uso da tribuna na Câmara de Vereadores no dia 12 de maio, quando representantes devem levar as reivindicações aos parlamentares, e a paralisação das atividades nas escolas municipais no dia 13 de maio.
Também foi aprovada uma campanha de valorização da categoria, com ações voltadas à comunidade escolar e à população em geral.
A Prefeitura mantém a proposta baseada no INPC e afirma que a medida segue os limites orçamentários do município. Já o Ceprol sustenta que há espaço para avanço nas negociações, especialmente com recursos vinculados à educação.

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