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16/09/2026
 

Policial

Execução em presídio de Canoas evidencia briga de facções criminosas no mesmo local

Redação

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Execução em presídio de Canoas evidencia briga de facções criminosas no mesmo localExecução em presídio de Canoas evidencia briga de facções criminosas no mesmo local

Um detento, conhecido como Sapo, teria executado com sete tiros Nego Jackson, dentro da Penitenciária Estadual de Canoas (Pecan) no sábado, 23.

De acordo com as investigações, o assassinato teria acontecido durante a triagem dos detentos, que seriam de facções criminosas rivais.

De acordo com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa os investigados tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça.

O preso morto e o suspeito do assassinato estavam em celas diferentes, mas dentro de uma mesma galeria. Os detentos estavam em Canoas de modo temporário, enquanto aguardavam deslocamento para a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc).

Policial

Homem de 34 anos morre após confronto com policiais militares no Guajuviras, em Canoas

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Um homem de 34 anos morreu após trocar tiros com policiais militares na tarde de terça-feira, 16, em um condomínio localizado no bairro Guajuviras, em Canoas.

De acordo com informações do 15º Batalhão de Polícia Militar (15º BPM), uma equipe fazia uma abordagem na área comum do condomínio quando determinou que o homem parasse. Segundo a Brigada Militar, ele desobedeceu à ordem e fugiu em direção a um dos apartamentos.

Durante a ocorrência, os policiais identificaram que o homem portava uma arma de fogo. Conforme o relato da BM, ele teria sido novamente orientado a soltar o armamento, mas efetuou disparos contra os agentes. Os policiais responderam aos tiros e, durante o confronto, o homem foi atingido e morreu no local.

No local, os policiais apreenderam uma pistola, dois carregadores e porções de drogas que estavam separadas para possível comercialização. Foram encontrados maconha, ecstasy e crack.

Ainda segundo os registros policiais, o homem tinha antecedentes por tráfico de drogas, três registros por porte ilegal de arma de fogo, homicídio doloso e associação ao tráfico.

A área foi isolada até a chegada da perícia. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Canoas, que deverá apurar as circunstâncias do confronto.

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Policial

Polícia Civil prende três suspeitos de vender medicamentos emagrecedores irregulares em Canoas

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil realizou, na manhã desta sexta-feira, 11, uma operação contra um grupo suspeito de comprar medicamentos emagrecedores no Paraguai e revendê-los em cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre. Três mandados de prisão temporária foram cumpridos no bairro Guajuviras, em Canoas.

Os presos são um homem de 34 anos, uma mulher de 26 anos, que formariam um casal, e outro homem, de 31 anos. Segundo a investigação, eles são suspeitos de integrar um grupo responsável pela compra, transporte e comercialização dos produtos. Os nomes dos investigados não foram divulgados.

A operação investiga os crimes de associação criminosa e adulteração de medicamentos.

Medicamentos eram vendidos por até R$ 1,4 mil

De acordo com a Polícia Civil, o grupo comercializava ampolas de um medicamento à base de tirzepatida, princípio ativo também presente no Mounjaro. O produto, de uma marca paraguaia, tem comercialização, importação e uso proibidos no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os medicamentos eram adquiridos no Paraguai e transportados para o Rio Grande do Sul. Conforme a investigação, em alguns casos, os produtos eram armazenados e transportados sem as condições adequadas de refrigeração.

A divulgação ocorria principalmente por meio de grupos de WhatsApp e do Instagram. Uma ampola era comercializada por aproximadamente R$ 400, enquanto uma caixa com quatro frascos era anunciada por cerca de R$ 1,4 mil.

A Polícia Civil estima que o grupo tenha movimentado mais de R$ 200 mil com a comercialização dos produtos, embora o valor total ainda não tenha sido calculado.

Investigação começou após denúncia

A apuração teve início em maio, após uma denúncia anônima informar à Polícia Civil sobre a existência do grupo.

No final de agosto, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na residência do casal investigado, em Canoas. No imóvel, foram encontradas caixas vazias dos medicamentos.

Também foram apreendidos aparelhos celulares. Segundo a Polícia Civil, a análise do conteúdo dos dispositivos encontrou mensagens, imagens e negociações que indicariam a comercialização dos produtos há pelo menos um ano.

Nas redes sociais, os investigados utilizavam termos como “mom mom” e “queridinho do emagrecimento” para divulgar o produto. Em conversas privadas entre os integrantes, as ampolas eram chamadas de “camisetas”.

Investigação aponta problemas no armazenamento

As conversas analisadas pela polícia também indicaram preocupação dos próprios integrantes do grupo com a temperatura dos medicamentos durante o transporte.

Em uma das mensagens, um dos suspeitos questiona outro após um comprador relatar que teria visto o medicamento sendo retirado do bolso durante uma entrega. O diálogo mostra um dos integrantes alertando que as ampolas não deveriam ser transportadas dessa forma por causa da temperatura do corpo.

Segundo a Polícia Civil, o armazenamento e transporte inadequados podem comprometer a segurança e a qualidade dos medicamentos.

A operação é coordenada pela delegada Luciane Bertoletti, titular da 3ª Delegacia de Polícia de Canoas. Segundo ela, a compra de medicamentos de fornecedores clandestinos representa risco aos consumidores.

“Quem compra esse tipo de produto na internet ou de fornecedores clandestinos está colocando a própria vida em risco”, afirmou a delegada. Segundo Bertoletti, a investigação busca responsabilizar os envolvidos e impedir a comercialização de produtos que possam oferecer riscos à saúde.

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Policial

Operação prende 14 suspeitos de grupo investigado por tráfico e lavagem de dinheiro em Canoas

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira, 10, 14 pessoas suspeitas de integrar um grupo criminoso com atuação no bairro Rio Branco, em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Segundo a investigação, o grupo estaria envolvido com tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

Oito suspeitos foram presos preventivamente no Rio Grande do Sul e seis em Santa Catarina. Outros três investigados já estavam no sistema prisional. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

De acordo com a Polícia Civil, os investigados utilizariam imóveis em Santa Catarina, principalmente em Florianópolis, para movimentar e ocultar recursos obtidos com atividades criminosas.

Durante a operação, foram apreendidos uma mala com dólares, que podem ser falsos, armas, três veículos e um jet ski. A ação foi coordenada pela 4ª Delegacia de Polícia de Canoas, com apoio das forças de segurança de Santa Catarina. Cerca de 120 agentes participaram da operação, que também contou com o uso de helicópteros.

Investigação

Conforme a Polícia Civil, a investigação identificou uma divisão de funções entre os integrantes do grupo. Os principais investigados teriam movimentado aproximadamente R$ 8,8 milhões entre 2020 e 2025.

A análise financeira apontou, segundo os investigadores, incompatibilidade entre os valores movimentados e as rendas declaradas pelos suspeitos. Alguns deles seriam beneficiários de programas assistenciais, como o Bolsa Família.

A polícia também investiga a participação do grupo em conflitos recentes nos bairros Rio Branco e Niterói, em Canoas. A suspeita é de que os confrontos estejam relacionados à disputa por pontos de venda de drogas.

A investigação teve início após a prisão em flagrante de uma mulher. Na ocasião, foram apreendidas drogas, dinheiro, anotações relacionadas ao tráfico e comprovantes de pagamentos de cartões de crédito que, somados, ultrapassavam R$ 200 mil.

A operação busca reunir novas provas sobre a atuação do grupo e a origem dos recursos investigados.

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