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14/05/2026
 

Geral

PROCON RS: Práticas de segurança digital ajudam a evitar golpes na Black Friday

Redação

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em

PROCON RS Práticas de segurança digital ajudam a evitar golpes na Black Friday

A chegada do final do ano é acompanhada por uma data esperada pelos consumidores: a Black Friday, que em 2024 ocorrerá no dia 29 de novembro. Com origem nos Estados Unidos, a prática de oferecer descontos no setor comercial nessa época chegou ao Brasil em 2010.

Para aproveitar as compras, é fundamental tomar uma série de cuidados a fim de evitar possíveis golpes e experiências ruins.

Muitos aproveitadores usam a data para enganar os compradores, deixando de entregar a mercadoria ou vendendo produtos com qualidade inferior à anunciada, por exemplo. Em outros casos, os preços promocionais são atrativos para que as pessoas disponibilizem seus dados a criminosos.

“Estamos tomando uma série de medidas para aumentar, ainda mais, o atendimento nos nossos canais do Procon RS”, garante o secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Fabricio Peruchin. “Sugerimos que as pessoas tenham extrema atenção e calma no momento da compra, pois sabemos que existe um fator de ansiedade ou de medo da escassez que acelera a finalização do processo. É fundamental pesquisar bem os dados da loja e sua reputação.”

“Infelizmente há um aumento significativo das tentativas de golpes neste momento”, conta o diretor do Procon RS, Rainer Grigolo. “É importante que todos estejam atentos e façam a devida verificação antes de finalizar suas compras.”

Cuidados antes da compra

  • Verifique a procedência da loja antes de preencher qualquer cadastro, pois muitos golpistas anunciam produtos com preços imperdíveis para coletar dados dos consumidores;
  • confira se há o ícone do cadeado ao lado esquerdo do “www” na barra de endereço do navegador – isso indica que o site é mais seguro;
  • consulte os dados da loja no site da Receita Federal, verificando se o CNPJ e o endereço realmente pertencem à empresa (os dados, geralmente, ficam posicionados no rodapé da página);
  • verifique quem é o fornecedor antes de finalizar o pedido em sites que vendem produtos de empresas parceiras, a fim de assegurar a procedência do pedido. Se for o caso, entre em contato com o fornecedor dentro da própria plataforma de compra (não o contate fora dela). Desconfie de casos em que for direcionado para um novo site ou aplicativo;
  • pesquise a procedência do fornecedor e a média de preços do produto que você quer comprar. Desconfie de lojas com preços muito abaixo da média. O aplicativo Menor Preço – Nota Gaúcha pode ser usado na comparação de preços.
  • exija sempre a nota fiscal;
  • tenha cuidado com o Whatsapp. Se você não se cadastrou ou não forneceu seu número para receber mensagens da loja, não é recomendável fazer compras pela plataforma. Links enviados com promoções imperdíveis podem ser uma tentativa de phishing. A prática busca fisgar a vítima e ocorre quando uma pessoa é levada a acreditar que está em um ambiente confiável para que forneça dados e informações que podem ser utilizados para crimes. Pesquise pela suposta promoção em redes e sites oficiais da empresa e verifique se ela realmente procede.

Cuidados no momento do pagamento

  • Confira os dados do comerciante e se o valor da mercadoria está correto quando utilizar o Pix;
  • verifique o nome do beneficiário e o valor do documento antes de efetuar o pagamento de boletos.

Cuidados após a compra

  • Tire print das páginas de confirmação de compra, guarde recibos e notas e tire fotos caso receba um produto com problema;
  • fique atento aos seus direitos. O consumidor pode se arrepender em até sete dias a partir da data de recebimento do produto. Na compra física, não existe esse direito – somente se for a política da loja –, exceto em situações de vício ou defeito do produto. Nesse caso, há prazo legal para troca – 30 dias para produtos perecíveis e 90 dias para produtos não perecíveis.

Como denunciar

Nos casos em que se sentir lesado, é recomendado procurar o Procon municipal da sua região. Se não houver, acione os canais abaixo:

Geral

Mercado é interditado após fiscalização apreender cinco toneladas de produtos impróprios em Ijuí

Redação

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em

Ministério Público do Rio Grande Sul / Divulgação

Uma operação de fiscalização realizada na quarta-feira, 13, resultou na apreensão de cerca de cinco toneladas de produtos impróprios para consumo em três estabelecimentos de Ijuí, no Noroeste do Rio Grande do Sul. Um mercado foi interditado e um dos proprietários preso em flagrante.

O caso mais grave foi registrado no Mercado Soberano, localizado no bairro Burtet. No local, equipes encontraram alimentos vencidos há até nove anos, carnes sem procedência, produtos com mofo e sinais de infestação por insetos e roedores.

De acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Sul, havia diversas irregularidades espalhadas pelo estabelecimento. Entre os itens apreendidos estavam bicos de mamadeira vencidos há seis anos, fraldas infantis fora da validade há quatro anos e bebidas vencidas há quase uma década. Também foram identificadas mercadorias com suspeita de remarcação da data de validade.

Na área da padaria, fiscais localizaram insumos com mofo sendo utilizados na produção de alimentos. Produtos de limpeza, sanitizantes e raticidas vencidos também foram encontrados.

Segundo o promotor de Justiça Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, da Promotoria Especializada de Defesa do Consumidor de Porto Alegre, a situação encontrada chamou atenção até mesmo das equipes que atuam frequentemente em operações semelhantes.

Pelo volume, dá para dizer que 40% do mercado, no mínimo, estava todo vencido. Tinha tudo que é tipo de irregularidade possível no estabelecimento — afirmou.

O promotor também relatou as condições sanitárias encontradas no local.

Tinha teia de aranha, fezes de rato, barata voando. Isso não precisa orientação. Não se pode ter um estabelecimento que trabalha com alimentos nessas condições. Tinha de tudo — disse.

Conforme o MP, um dos proprietários foi encaminhado à delegacia e autuado em flagrante por crime contra as relações de consumo. A pena prevista para armazenamento e comercialização de produtos impróprios para consumo varia de dois a cinco anos de detenção, além de multa.

A Vigilância Sanitária determinou a interdição total do mercado e abriu processo administrativo. O Batalhão Ambiental da Brigada Militar também participou da fiscalização por irregularidades ambientais e ausência de licenciamento.

Parte da carne apreendida passou por avaliação sanitária e, após liberação, foi destinada ao mantenedouro de animais São Braz, em Santa Maria.

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Policial

Polícia Civil faz operação contra grupo neonazista em Porto Alegre e Canoas; um homem é preso

Redação

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 14, a Operação Revelare para investigar a atuação de um grupo neonazista skinhead em Porto Alegre e Canoas. A ação foi realizada pela Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância (DPCI), sob coordenação do delegado Vinícius Nahan.

Ao todo, 20 policiais civis cumpriram quatro mandados de busca e apreensão. Um homem foi preso em flagrante por apologia ao nazismo.

Segundo a investigação, o grupo utilizava redes sociais e adesivos com QR Codes espalhados em locais públicos para direcionar interessados a grupos de mensagens, onde ocorria o recrutamento de novos integrantes e a disseminação de conteúdos extremistas e de ódio.

A Polícia Civil também apura um esquema de arrecadação financeira por meio de chaves PIX. Conforme os investigadores, os suspeitos comercializavam desenhos com símbolos extremistas pela internet para financiar as atividades do grupo. Os alvos da operação não possuíam antecedentes policiais.

Durante o cumprimento dos mandados, os agentes apreenderam um taco de beisebol com arame farpado, aparelho de choque, desenhos neonazistas, máscaras, livros sobre nazismo, roupas táticas e militares, peças associadas a grupos extremistas e celulares.

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Geral

Câmara de Canoas realiza primeira audiência pública da CPI da Corsan/Aegea nesta quinta-feira

Redação

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A Câmara Municipal de Canoas realiza nesta quinta-feira, 14, às 18h, a primeira audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga os serviços prestados pela Corsan/Aegea no município. O encontro ocorre no plenário da Casa Legislativa, após a sessão ordinária, e será aberto à participação da população.

A audiência marca o início de uma série de reuniões organizadas pela comissão para ouvir moradores de diferentes regiões da cidade sobre questões relacionadas ao abastecimento de água, cobranças e serviços executados pela concessionária.

Durante o encontro, moradores poderão relatar problemas enfrentados nos bairros, apresentar denúncias e encaminhar informações que poderão integrar os trabalhos da CPI. As manifestações deverão ocorrer mediante inscrição prévia.

Segundo o presidente da comissão, vereador Eric Douglas, a proposta é ampliar a participação da comunidade nas discussões sobre os serviços prestados pela empresa.

A comissão também definiu o calendário das próximas audiências públicas, previstas para ocorrer em diferentes regiões do município:

21 de maio – Região Noroeste
28 de maio – Região Sudeste
2 de junho – Região Sudoeste
11 de junho – Região Nordeste

Além das audiências, a CPI informou que trabalha na criação de um canal de WhatsApp para recebimento de denúncias, envio de contas consideradas indevidas e relatos relacionados aos serviços da Corsan/Aegea. O número deverá ser divulgado durante a primeira audiência.

A CPI foi instalada pela Câmara Municipal para apurar reclamações envolvendo os serviços da Corsan/Aegea em Canoas, incluindo cobranças, obras e atendimento à população.

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