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19/02/2026
 

Saúde

Saiba onde e como estão funcionando os serviços de saúde em Canoas

Redação

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Saiba onde e como estão funcionando os serviços de saúde em Canoas

Após as enchentes de maio de 2024, não apenas a população teve de ser deslocada em diversos pontos de Canoas. Diversos serviços públicos foram afetados, em especial do lado Oeste da cidade. Os serviços de saúde estão com alterações de locais enquanto as estruturas de costume não puderem receber os usuários do SUS.

Emergências

Para atendimentos de emergência 24 horas, é possível procurar o Hospital Universitário, próximo à Ulbra, e o Nossa Senhora das Graças, na Av. Santos Ferreira.

Além disso, três UPAs estão em funcionamento. A da Boqueirão, no Guajuviras, e a da Rua Primeiro de Maio, no Niterói, atendem normalmente. A UPA Mathias Velho, antes na Rua Caçapava, foi realocada para a Rua Brasil, nº 438, no Centro da cidade.

Para reforçar os serviços, há ainda dois hospitais de campanha: um da FAB, ao lado do Gracinha, das 9 às 18 horas, e um da Força Nacional do SUS, no Guajuviras. Esse último fica na Estrada do Nazário, próximo ao Hangar Cultural, e atende das 9 às 21 horas.

Serviços específicos

Para fraturas e ocorrências semelhantes, é recomendável ir ao Nossa Senhora das Graças. Para emergência pediátrica, isso pode ser feito nas UPAs ou no hospital da Força Nacional, no Hangar Cultural.

Farmácias Básicas

Há quatro farmácias públicas em funcionamento em Canoas, todas com horários entre as 8 e as 17 horas. Das quatro, apenas a central, na Av. Santos Ferreira, nº 1.655, fecha ao meio-dia.

As outras três estruturas ficam no Guajuviras (Rua 21 de Março, nº 100), Mathias Velho (junto à UPA que agora opera na Rua Brasil) e Niterói (Rua Lajeado, nº 1.373).

Postos de saúde

Os serviços de atenção primária em saúde, como clínico geral, encaminhamentos, receitas, vacinas e programas devem ser buscados nas UBSs e, do lado Oeste, nas tendas de saúde (confira no quadro).

Devido aos danos nas Unidades Básicas de Saúde do lado Oeste da cidade, todos os postos podem receber, no momento, pessoas de qualquer região da cidade. Normalmente, usuários ficam atrelados a uma unidade de acordo com a região onde moram.

Saúde

Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

Redação

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Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

A Secretaria Municipal da Saúde confirmou o primeiro caso de mpox de 2026 em Porto Alegre. De acordo com a pasta, a pessoa infectada reside na capital gaúcha, mas contraiu o vírus fora do Estado.

Em 2025, foram registrados 11 casos da doença no município.

A mpox é transmitida principalmente por meio de contato direto com lesões na pele, além de secreções respiratórias e saliva. Os sintomas podem surgir entre três e 21 dias após a exposição ao vírus e incluem febre, mal-estar, dores no corpo e lesões cutâneas.

A Secretaria Municipal da Saúde orienta que pessoas com sintomas evitem contato íntimo e busquem atendimento médico. A recomendação também é reforçar a higiene das mãos e não compartilhar objetos pessoais, especialmente durante o período de Carnaval.

A mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com:

Sintomas

Inchaço dos gânglios linfáticos, aparecimento de lesões na pele, febre, fraqueza, além de dores intensas de cabeça e no corpo. Esses são alguns dos sintomas da doença infecciosa causada pelo vírus monkeypox (MPXV), que tem se espalhado por diversas regiões. De acordo com dados do Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC/EUA), atualizados em 08 de agosto de 2022, já foram confirmados mais de 30 mil casos em 88 países.

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Saúde

Farmácia Básica do CAIC estará fechada até a próxima quarta-feira, 18, para reformas

Redação

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Foto: Bruno Ourique/PMC

A Farmácia Básica do CAIC, no bairro Guajuviras, estará fechada ao público entre sábado, 14, e quarta-feira, 18, para a realização de reformas no prédio. O atendimento será retomado na quinta-feira, 19, das 8h ao meio-dia e das 13h às 17h.

Durante o período de fechamento, serão feitas melhorias na estrutura do espaço, como a troca do piso da recepção e do depósito, reparos em infiltrações nas paredes e pintura interna.

A Farmácia Básica é um serviço público municipal responsável pela distribuição gratuita de medicamentos essenciais, incluindo remédios de uso contínuo. O município conta com unidades em diferentes bairros. A unidade do CAIC fica na Avenida 17 de Abril, s/nº, no bairro Guajuviras.

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Saúde

Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Redação

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Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Segundo informações do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), o Centro Obstétrico do Hospital Universitário de Canoas teve os atendimentos temporariamente suspensos até as 19 horas desta quarta-feira, 11, devido à insuficiência de médicos nas escalas de plantão. A interrupção, de acordo com a nota, ocorreu após a ausência de profissionais para a troca de turno, o que levou os médicos que já estavam em serviço a permanecerem além do horário previsto.

Ainda de acordo com informações enviadas pelo Simers, a decisão foi tomada com orientação da entidade, que ofereceu respaldo ético e jurídico aos profissionais envolvidos. Diante da situação, a administração hospitalar optou por suspender temporariamente os atendimentos no setor, mantendo os médicos em regime de sobreaviso para casos de emergência.

De acordo com o sindicato, os profissionais vinham relatando de forma recorrente falhas na cobertura dos plantões e encaminharam alertas formais à gestão hospitalar sobre possíveis riscos assistenciais. Conforme a entidade, não teriam sido adotadas medidas efetivas para solucionar o problema.

Com orientação do Simers, os médicos registraram boletim de ocorrência e acionaram a Comissão Técnica da instituição. A diretora do sindicato, Denise Afonso, afirmou que os profissionais não podem ser responsabilizados por falhas estruturais da gestão. “Nossa atuação é para proteger o profissional e, ao mesmo tempo, preservar a segurança do paciente”, declarou.

A crise ocorre em meio a uma transição na gestão das escalas médicas. A empresa MedIntegra deixou de atuar no hospital em 1º de fevereiro, e a nova prestadora de serviços, Promed, ainda em fase de negociação, tem previsão de assumir o atendimento em 1º de março. O intervalo entre as contratações teria contribuído para a redução progressiva do número de médicos nas escalas.

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